COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO IV DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO: B, DO DIA 29 DE JANEIRO DE 2012, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.
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http://pt.gloria.tv/?media=247225
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A IGREJA CATÓLICA TEM PASSADO POR PROVAÇÕES NOS DIAS ATUAIS, MAS JESUS AFIRMOU QUE AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO SOBRE ELA. ENTÃO, ASSIM COMO PEDIU NOSSO AMIGO SALES DE MELO NOS COMENTÁRIOS, FAÇAMOS DIARIAMENTE ESTA ORAÇÃO PARA QUE A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA POSSA TER SACERDOTES FIRMES E FORTES NA PALAVRA DO SENHOR, RESGATANDO VIDAS E SALVANDO ALMAS. AMÉM.

Oração pelas Vocações
Senhor da messe
e pastor do rebanho,
faz ressoar em nossos ouvidos
o teu forte e suave convite:
“Vem e segue-me”!
Derrama sobre nós o teu Espírito,
que Ele nos dê sabedoria
para ver o caminho
e generosidade
para seguir a tua voz.
Senhor,
que a messe não se perca
por falta de operários.
Desperta as nossas comunidades
para a missão.
Ensina a nossa vida
a ser serviço.
Fortalece os que querem
dedicar-se ao Reino,
na vida consagrada e religiosa.
Senhor,
que o rebanho
não pereça por falta de pastores.
Sustenta a fidelidade
dos nossos bispos,
padres e ministros.
Dá perseverança
aos nossos seminaristas.
Desperta o coração
dos nossos jovens
para o ministério pastoral
na tua Igreja.
Senhor da messe
e pastor do rebanho,
chama-nos para o serviço
do teu povo.
Maria, Mãe da Igreja,
modelo dos servidores do Evangelho,
ajuda-nos a responder “sim”.
Amén.
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Faça-a todos os dias
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Ó Santa Mãe Dolorosa de Deus, Ó Virgem Dulcíssima, eu Vos ofereço o meu coração, a fim de que o conserveis intacto como o Vosso Coração Imaculado.
Eu Vos ofereço a minha inteligência, para que ela conceba apenas pensamentos de paz e bondade, de pureza e verdade. Eu Vos ofereço a minha vontade para que ela se mantenha viva e generosa ao serviço de Deus. Eu vos ofereço meu trabalho, minhas dores, meus sofrimentos, minhas angústias, minhas tribulações e minhas lágrimas, no meu presente e no meu futuro, para serem apresentadas por Vós ao vosso Divino Filho, para purificação da minha vida. Mãe compassiva, eu me refugio em Vosso Coração Imaculado, para acalmar as dolorosas palpitações de minhas tentações, de minha aridez, da minha indiferença e das minhas negligências. Escutai-me, ó Mãe, guiai-me, sustentai-me e defendei-me contra todos os perigos da alma e do corpo, agora e por toda a eternidade. Assim seja!
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Fonte: www.salvaialmas.com.br
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Extraído do site: http://www.espacojames.com.br/?cat=28&id=5269

O anúncio feito por Cristo é a Boa Notícia, que suscita um processo de transformação e de passagem para o novo. É saída do antigo, do comodismo e infertilidade para assumir posturas comprometedoras com as exigências da história. Na visão bíblica e cristã, o antigo é pautado por atitudes de pecado, de injustiças e desamor. A conquista do novo é o encontro com as propostas do Reino de Deus, a abertura do coração para a beleza da vida e a presença da graça de Deus em quem a reconhece.
No mundo antigo, a Palavra anunciava castigo para as cidades e povos infiéis a Javé. Nínive, por exemplo, foi ameaçada de destruição, caso não seguisse os conselhos de Jonas. Mas o seu povo foi capaz de experimentar o novo ao mudar de vida.
A Palavra hoje não anuncia catástrofes, mas a chegada da plenitude dos tempos. É como dizer: “o tempo está cumprido”. Aconteceu o nascimento de Jesus Cristo, a chegada do novo. É a chegada do “fim dos tempos”, e não “fim do mundo”.
As catástrofes naturais, enchentes, destruições, perda de pessoas e bens naturais, não significam a chegada do fim do mundo, como está na mente de muita gente. É o curso natural do tempo. O aquecimento global pode ajudar nesse processo.
A Boa Notícia não provoca medo, mas conversão. Ela exige fé e compromisso ativo na comunidade. O povo da cidade de Nínive entendeu a mensagem do profeta Jonas. Ela era a capital dos gentios. Deus guia ao bom caminho os pecadores.
A pregação de Jonas foi a imagem da pregação de Jesus. Em Cristo acontece a “irrupção do Reino de Deus”. Ele não anuncia catástrofe, mas a Boa Nova do Reino. Fez isso como Filho de Deus, convocando as pessoas para a conversão e a esperança.
Conversão é diferente de fazer penitência. Não à base do medo e do castigo, mas de fé na Boa Nova e de experimentar a presença de Deus na vida. Isso faz do convertido discípulo-missionário e “pescador de homens”.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto
25/01/2012
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12642

Quando o assunto é perseverança, lembro-me de algumas lições que aprendi quando ainda era criança. Como morava em sítio distante da cidade, costumava caminhar muito e era normal fazer até viagens mais longas a pé. Por isso, era preciso sair de casa bem cedo para evitar o sol forte durante a caminhada. Recordo-me, por exemplo, de quando iámos em família visitar minha avó.
Tudo era festa, eu e minhas irmãs, também crianças, vivíamos com expectativa a preparação para essa viagem que tinha sempre data marcada com antecedência. Junto com a nossa mãe, pensávamos em tudo, inclusive nas coisas gostosas que iríamos comer, nos primos que nos esperavam para brincarmos juntos, etc.
Ainda sinto o cheiro do orvalho daquelas manhãs de verão, os primeiros raios do sol nos enchiam de força e alegria para começar a viagem. Mas o interessante é que a empolgação, que trazíamos no início do trajeto, aos poucos ia se desvanecendo e logo começavam a aparecer os primeiros sinais de desânimo. Lembro-me de que nos segurávamos ao máximo para não começar a reclamar do cansaço, mas, quando uma falava, as outras seguiam suas queixas que, em geral, eram relacionadas à distância, à demora e a tantas outras justificativas que apresentávamos como razão para desistirmos da viagem. Nessas horas minha mãe, com sua simplicidade e pedagogia própria da maternidade, nos dava lições de perseverança.
Geralmente nos sugeria uma pausa na qual nos alimentava, nos dava água e nos motivava, fazendo-nos lembrar que nossa avó já estava diante da porta da casa à nossa espera, que ela tinha feito várias coisas para nós. Dessa forma, ela nos ajudava a perceber que, afinal, já não estávamos assim tão distantes, pois já havíamos caminhado até ali. Regressar seria também cansativo e não nos traria felicidade. As palavras dela eram como injeção de ânimo para nós. Recomeçávamos a viagem animadas e, quase sem perceber, íamos nos apoiando na esperança que acabara de ser semeada em nossos corações.
Nestes dias, em meio às lutas próprias da missão, tenho pedido a Deus a graça da perseverança e Ele me fez lembrar das lições de minha mãe, além de acrescentar algumas outras… Perseverar é preciso, principalmente na vida cristã!
Já é de nosso conhecimento que o fracasso na vida de muitas pessoas deve-se ao fato de começarem seus projetos e não os terminarem, ou seja: falta de perseverança. Os homens que fizeram história e realizaram sonhos são os que não se renderam ao desânimo no meio do caminho, mas seguiram até o fim, mesmo cansados. Podemos recorder, por exemplo, Thomas Edson, que, segundo a história, tornou-se, depois de inúmeras tentativas fracassadas, o criador da lâmpada elétrica para o bem da humanidade. Outro exemplo bem próximo de nós é o do monsenhor Jonas Abib, quantas vezes ele sofreu o peso da responsabidade e até mesmo foi aconselhado a parar com relação à fundação da Canção Nova. Já pensou se ele não tivesse perseverado? E não faltam exemplos de perseverantes vencedores; que diga o testemunho dos santos.
É certo que nossa vida é uma viagem passageira por este mundo e o destino é a Casa, não da avó, mas do Pai Eterno, que desde sempre nos ama e está à nossa espera. Por isso é preciso nos conservar firmes e constantes nos propósitos que nos conduzem aos ideais; e no caso da vida cristã: que nos conduzem à vontade de Deus.
O cansaço, às vezes, nos assola, o “sol forte” dos acontecimentos pode nos tirar as forças. Muitas vezes, precisamos até parar um pouco para nos recompor e reencontrar as inspirações iniciais para que possamos seguir em frente, mas sem voltar atrás. Como explicava minha mãe: desistir também tem seu preço e não nos traz felicidade.
Que hoje seja um dia de retomada em nossa caminhada em todos os aspectos de nossa vida! A Palavra do Senhor, que partilho com você neste sentido, é um conselho do apóstolo Paulo para a comunidade de Coríntios:
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão” (I Cor 15, 58).
Estou unida e rezo por você!
Dijanira SilvaDijanira Silva Apresentadora da Rádio CN FM 103.7 em Fátima Portugal.
Acesse o blog Fatima hoje
24/01/2012
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12640
A AVE-MARIA PARA CRIANÇAS
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Certa vez, enquanto Nossa Senhora estava rezando em sua pequenina casa de Nazaré, apareceu-lhe um Anjo do Céu, que a cumprimentou em nome de Deus: “Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.”
Com essas palavras, o Anjo anunciava a Maria Santíssima uma coisa maravilhosa: Ela deveria ser a Mãe de Deus, o Salvador do mundo! |
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Passado algum tempo, Nossa Senhora foi fazer uma visita à sua prima Isabel. Logo que Isabel viu Nossa Senhora, foi-lhe ao encontro, abraçou-a e exclamou:”Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”. A Ave Maria nos lembra o nascimento de Jesus e a visita de Nossa Senhora a Santa Isabel. Quando rezamos a Ave-Maria, Nossa Senhora nos ouve e nos sorri de satisfação. Ela é nossa Mãe também, e estando no Céu, reza por nós, que somos pecadores. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. ******************************* Quais foram as lindas palavras que o Anjo disse a Nossa Senhora? O Anjo disse à Nossa Senhora: Ave Maria cheia de graça o Senhor é convosco. E as palavras de Isabel, quando cumprimentou Nossa Senhora? Santa Isabel completou: Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus. Maria Santíssima é também nossa Mãe? Sim, Maria Santíssima é nossa Mãe do céu. O que é que Ela faz por nós, estando no céu? Estando no céu, Nossa Senhora pede por nós diante do trono de seu Filho, Jesus Cristo. Prática: Durante o dia, diga várias vezes: “Ó Maria concebida sem pecado: Rogai por nós que recorremos a vós”.
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Fonte: Catecismo da Primeira Comunhão, pag 10.
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As catástrofes causadas pelas chuvas geram sofrimentos que cortam o coração. Compartilhar a dor de sonhos desfeitos, a desolação da perda do que se conquistou com suor e sacrifícios, o sentimento de abandono e impotência, desafiam o coração, a vida, a cidadania. Não é um compartilhamento fácil.
A reação primeira aparece nos gestos de solidariedade que minimizam esses sofrimentos e a penúria da falta de alimentos, roupas, moradias. Consola o coração quando avaliamos, entre outras iniciativas cidadãs e de fé, o empenho do Vicariato Episcopal para Ação Social e Política, da Arquidiocese de Belo Horizonte. Um trabalho que mobiliza muitas pessoas e conta com a capilaridade de sua rede de comunidades nas paróquias para fazer chegar os primeiros socorros – um verdadeiro testemunho de fé e solidariedade.
A situação cria oportunidade para um olhar clarividente e gestos solidários por parte de todos que podem e devem ajudar os que estão em situação de extrema precisão. É um momento em que não é permitido ficar de longe, de braços cruzados, desfrutando do conforto e da felicidade de não ter sido atingido pelos males causados pelas chuvas. Esta solidariedade tem que conectar a cidadania à compreensão de que a intervenção do poder público, particularmente em âmbito federal, não pode ser considerada como uma ajuda circunstancial e numericamente insignificante diante das necessidades e urgências. Trata-se de uma obrigação e um dever que, na verdade, devem ser cumpridos com ações de prevenção e rapidez em investimentos de infraestrutura, para evitar as surpresas que chegam desmoronando tudo por conta das indicadas e listadas fragilidades.
Esta compreensão situa a cidadania num lugar diferente daquele de se tratar o povo como “ajudados em emergência” para se alcançar e efetivar um entendimento que urge um tratamento diferente. Isto é, um tratamento que define diferentemente as prioridades, premie a capacidade inventiva de quem trabalha, governa e serve. De modo especial, produza e sustente uma cidadania que não fique atrelada e dependente de favores, refém de configurações cartoriais. Que vá além, e ultrapasse o limite próprio e evidente que está na ideologia do partido, que por si é apenas, embora necessário, uma parte.
Esse horizonte, com mais de 180 municípios mineiros em estado de emergência e mais de 60 mil pessoas desalojadas, tendo bem em mente o sacrifício de famílias inteiras e de cada pessoa, nos leva a pensar no longo caminho a ser percorrido, com a reconstrução de casas, ruas, pontes, estradas e outras muitas demandas. Ainda que o tempo tenha melhorado, o comprimento desse caminho não fica encurtado. É preciso lembrar que as necessidades demandam urgências em procedimentos e execuções.
Um desafio enorme para uma sociedade que sabe criar burocracias e tem grande dificuldade de estabelecer rapidez, com eficiência, no atendimento de necessidades e mesmo nos avanços em vista de progressos e do desenvolvimento integral. Esse caminho longo, por si só exigente, é um grito a céu aberto para que as providências sejam tomadas com velocidade para que a vida de tantos volte ao normal e seja como ela deve ser. Há de se incluir, nessa labuta que as chuvas colocaram como desafio, a compreensão de que é hora e oportunidade para recomeçar. Reiniciar, em primeiro lugar, sob o signo da solidariedade, do respeito e do amor, proporcionando a toda a família e, na sociedade, diálogos e discussão dos problemas pensando uma compreensão e vivência cidadãs diferentes e qualificadas. Esse é o ponto de partida insubstituível: a configuração permanente de um humanismo que deve contar com a força da cultura e de seus próprios valores. Imprescindível, pois é preciso aprender com as lições dos sofrimentos. Aproveitar para adotar novos estilos de vida e mudar mentalidades. Mudanças para se buscar o verdadeiro, o belo, o bom e a comunhão cidadã para bem se determinar as opções de consumo, de poupança e de investimentos.
Assim, o caminho da reconstrução, inevitável e inadiável, se torne uma exigência e um imperativo para que se compreenda a cidadania como serviço à pessoa, à cultura, à economia e à política. Determinante seja a política e a atuação dos políticos, em interface indispensável e compreendida como o segredo do êxito, com os outros segmentos da sociedade, alavancados pelo privilégio da rica cultura que subsidia essa história e esse povo tão importantes no cenário nacional.
A reconstrução é uma oportunidade de recomeçar para se ocupar, social e politicamente, o lugar devido que Minas e seu povo merecem.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
23/01/2012
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12641
Papa Bento XVI.
Vida sacerdotal requer
desejo crescente à santidade.
20.01.2012 – Cidade do Vaticano: Ao receber nesta sexta-feira, os seminaristas do Colégio Capranica de Roma, o Papa Bento XVI sugeriu a radicalidade de Santa Inês como modelo para a vida sacerdotal.
Senhores Cardeais,
Excelência,
Queridos irmãos!
É sempre motivo de alegria, para mim, encontrar a comunidade do Colégio Almo Capranica, que há mais de cinco séculos constitui um dos Seminários da Diocese de Roma. Saúdo-vos todos com afeto, em especial naturalmente, vossa Eminência, o Cardeal Martino e o reitor, monsenhor Ermenegildo Manicardi. E agradeço vossa Eminência pelas palavras de cortesia. Em ocasião da festa de Santa Agnes, padroeira do Colégio, gostaria de oferecer-vos algumas reflexões sugestivas justamente sobre esta figura.
Santa Inês é uma das mais famosas virgens romanas, que ilustrou a beleza genuína da fé em Cristo e da amizade com Ele. Seu duplo estatus de Virgem e Mártir está ligado à totalidade do tamanho de santidade.
Trata-se de uma perfeição de santidade que é necessária também a vocês em vossa fé cristã e em especial à vossa vocação sacerdotal, com a qual o Senhor vos chamou e a vós em Si.
Martírio – para Santa Inês – quis dizer a generosidade e a livre aceitação de gastar sua jovem vida, em sua totalidade e sem reservar, a fim que o Evangelho fosse anunciado como verdade e beleza que ilumina a existência.
No martírio de Inês, acolhido com coragem no estádio de Domiciano, esplende para sempre a beleza de pertencer a Cristo sem hesitação, confiando-se a Ele. Ainda hoje, para quem passa na Piazza Navona, a efígie de Santa Inês em Agonia recorda que esta nossa cidade foi fundada também sobre a amizade com Cristo e o testemunho do Seu Evangelho, por muitos de Seus filhos e filhas. Sua generosa doação a Ele e para o bem dos irmãos é um componente primário da fisionomia espiritual de Roma.
No martírio, Inês sela também outro elemento decisivo de sua vida, a virgindade por Cristo e pela Igreja. A doação total do martírio é preparada, de fato, pela escolha consciente, livre e madura da virgindade, testemunho da vontade de ser totalmente de Cristo.
Se o martírio é um ato heróico final, a virgindade é fruto de uma prolongada amizade com Jesus amadurecida na escuta constante de Sua Palavra, no diálogo da oração e no encontro eucarístico.
Inês, ainda jovem, aprendeu que ser discípulo do Senhor quer dizer amar-Lo colocando em jogo toda a existência. Esta dupla qualidade – Virgem e Mártir – chama novamente a nossa reflexão para um testemunho com credibilidade da fé de ser uma pessoa que vive por Cristo, com Cristo e em Cristo, transformando a própria vida segundo as exigências mais altas da gratuidade.
Também a formação do presbítero exige exaustividade, integridade, exercício ascético, perseverança e fidelidade heróica, em todos os aspectos que a constitui; a fundo, deve existir uma sólida vida espiritual animada de uma relação intensa com Deus a nível pessoal e comunitário, com particular cuidado nas celebrações liturgicas e na participação dos Sacramentos.
A vida sacerdotal requer um desejo crescente à santidade, um claro sensus Ecclesiae e uma abertura à fraternidade sem exclusão e partidarismo. No caminho da santidade do presbítero está também sua escolha de trabalhar, com a ajuda de Deus, a própria inteligência e o próprio empenho, uma verdadeira e sólida cultura pessoal, fruto de um estudo apaixonado e constante.
A fé tem uma dimensão racional e intelectual que a ela é essencial. Para um seminarista e para um jovem padre, também ligada aos estudos acadêmicos, trata-se de assimilar aquela síntese entre fé e razão que é própria do Cristianismo.
O Verbo de Deus se fez carne e o presbítero, verdadeiro sacerdote do Verbo Encarnado, deve tornar sempre mais transparente, luminosa e profunda a Palavra eterna que nos é doada.
Quem é maduro também nesta sua formação cultural global pode ser mais eficazmente educador e animador desta adoração “em Espírito e verdade” de qual Jesus fala à Samaritana (cfr Gv 4,23).
Tal adoração, que se firma na escuta da Palavra de Deus e na força do Espírito Santo, é chamada a tornar, sobretudo na Liturgia, o «rationabile obsequium», da qual nos fala o apóstolo Paulo, um culto no qual o homem mesmo na sua totalidade de um ser dotado de razão, torna adoração, glorificação de Deus vivente e que pode ser acrescentado com conformidade a este mundo, mas deixando-se transformar por Cristo, renovando o modo de pensar, para poder discernir a vontade de Deus, aquilo que é bom, a Ele agradável e perfeito (cfr Rm 12,1-2).
Queridos alunos do Colégio Capranica, o vosso empenho no caminho de santidade, também com uma sólida formação cultural, corresponde à intenção original desta Instituição, fundada há 555 pelo Cardeal Domenico Capranica.
Tenham sempre um profundo senso da história e da Tradição da Igreja! O fato de estar em Roma é um dom que deve render particular sensibilidade à profundidade da tradição católica. Vocês a tocam com a mão já na história do edifício que habitam. Além disso, vocês vivem estes anos de formação com uma especial proximidade com o Sucessor de Pedro: isto lhes permite perceber com particular clareza as dimensões universais da Igreja e o desejo que o Evangelho desperta em todas as gerações.
Aqui vocês vêem a possibilidade de abrir os horizontes com a experiência de internacionalidade; aqui, sobretudo, vocês respiram a catolicidade. Aprofundem naquilo que lhes é oferecido, para um futuro serviço à Diocese de Roma ou as outras dioceses de origem!
Da amizade, que surge na convivência, aprendam a conhecer as situações diversas das nações e da Igreja no mundo e a formarem-se sobre a visão católica. Preparem-se para ser próximo a cada homem que encontrarem, não deixando que nenhuma cultura possa ser uma barreira à Palavra de vida a qual são anunciadores também com suas vidas.
Queridos amigos, a Igreja espera muito de vocês sacerdotes na obra da evangelização e da nova evangelização. Encoraja-vos porque no cansaço cotidiano, radicados na beleza das tradições autênticas, unidos profundamente a Cristo, vocês são capazes de levá-Lo nas suas comunidades com verdade e alegria.
Com a intercessão da Virgem e Mártir Inês e de Maria Santíssima, estrela da evangelização, que o vosso empenho de hoje beneficie a fecundidade de seus ministérios. De coração concedo a vocês e àqueles que lhes são queridos a Benção Apostólica. Obrigado.
Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Santa%20Inês%20Vida%20sacerdotal%20requer%20desejo%20crescente%20à%20santidade.%20.htm
“Desde que o homem existe sobre a face da terra ele procura por Deus. Aristóteles já dizia que ‘o homem é um ser religioso’. Não há povo na Antiguidade que não tenha cultuado seus deuses, com cultos os mais diversos e estranhos. Uns adoravam o sol e as estrelas como deuses; acreditavam, como ocorria na Babilônia, que os astros eram deuses que guiavam os destinos dos homens. Outros ofereciam a muitos deuses cultos sangrentos de vítimas humanas, como os astecas e maias da América Central, que acreditavam que os deuses se alimentavam do sangue dessas vítimas. Então, eram milhares de virgens e prisioneiros sacrificados nas pirâmides do México para conseguirem dos deuses os seus favores. Graças a Deus tudo isso terminou quando aqui chegaram os espanhóis católicos.
Em toda a história humana vemos o homem buscar muitos deuses e a eles sacrificar o melhor que tinham buscando a proteção dessas divindades. Assim foi com os cartagineses, romanos, gregos, celtas, persas, egípcios, bárbaros germânicos e árabes, chineses, entre outros. Entre todos eles proliferavam os deuses, os cultos, os sacrifícios, etc.
No decorrer dos séculos, por volta de 1.800 anos antes de Cristo, surgiu um povo novo, diferente, monoteísta, o único na face da terra que adorava um único Deus, Javé, Senhor absoluto do céu e da terra, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Guiado por Deus esse povo cresceu, viveu no Egito cerca de 400 anos e veio para a Palestina, terra que Deus lhe havia preparado. Aí estabeleceram a fé hebraica em um único Deus, que prometia um Salvador para os libertar de seus pecados. Toda a vida anterior desse povo foi apenas uma prefiguração da liberação que deveria acontecer, não da escravidão dos inimigos, mas do pecado. Esse povo que adorava ao Deus invisível ofertava-Lhe sacrifícios de animais: touros, ovelhas, pombos e outras ofertas em reparação de seus pecados. Havia o chamado “holocausto perpétuo”, um cordeiro de um ano, puro e sem defeito, imolado ao nascer do dia, às 6 horas da manhã, e ao findar às 6 horas da tarde, em expiação dos pecados do povo. Era apenas uma prefiguração do grande e único sacrifício, que o próprio Filho de Deus, feito homem, ofereceria a Deus pelo resgate de todos os homens de todos os tempos e lugares, uma vez para sempre.
Assim surgiu o Cristianismo; a vinda prometida do Messias, que seria o verdadeiro “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” (cf. Jo 1,29), foi preparada por quase dois mil anos e anunciada pelos profetas, desde Isaías, setecentos anos antes de Sua chegada no Natal. Com riqueza de detalhes os profetas anunciaram a chegada, a vida, os milagres e os sofrimentos do Senhor. Ele nasceria da tribo de Judá, da Casa de Davi, em Belém, seria Nazareno, e seria esmagado por causa de nossos pecados.
Então, “na plenitude dos tempos” (cf. Gálatas 4,4), quando o mundo estava maduro, no auge do Império Romano, o maio império que a humanidade conheceu, no apogeu do brilho de César Augusto, Jesus Cristo nasceu em Belém, pobre e desamparado, mas acolhido por um belo casal que Deus preparou: José e Maria. No seu nascimento os anjos cantaram o “Gloria in excelsis Deo” e os pobres pastores de Belém adoraram o Menino Jesus; eram os representantes do Seu povo hebreu. Dias depois chegaram os Três Magos do Oriente, representado todos os povos não judeus, pagãos. Adoraram o Menino e Lhe deram presentes: ouro para o Rei, incenso para o Deus e mirra para o Cordeiro, que seria imolado um dia. Aí começou o Cristianismo.
Na vida adulta, depois do Batismo no Jordão e de vencer o tentador no deserto, Cristo começou a pregar o Evangelho, a Boa Nova de Deus, o anúncio do Reino do Céu entre os homens. No Sermão da Montanha Ele deu a Carta Magna do Rei de Deus, e com Seus inúmeros milagres mostrou a Sua divindade e as “credenciais” divinas que trouxe do Pai. Incompreendido e maltratado, odiado e invejado, foi morto pelos doutores da lei e autoridades romanas, mas como tinha prometido, ressuscitou ao terceiro dia. Com Sua morte destruiu o pecado e a morte e garantiu a todos que creem no Seu nome a vida eterna. Com Seu Sangue apagou nossos pecados e nos apresentou, perdoados, diante da justiça de Deus. Quem viver os Seus Mandamentos e se alimentar dos Seus Sacramentos e fizer a vontade de Deus terá como recompensa a vida eterna na companhia de Deus.

Certa vez, pensando sobre o “Sacramento da Caridade”, me fiz a seguinte pergunta: Por que será que costumamos associar “eucaristia” com “hóstia”.
Fala-se em adorar a hóstia, ajoelhar-se diante da hóstia, levar a hóstia em procissão (na festa de Corpus Christi), guardar a hóstia… Uma criança chegou certa vez para a catequista e perguntou: “Tia, quanto tempo falta para eu tomar a hóstia?” (Referia-se à primeira comunhão).
Tive então a idéia de ir atrás da origem da palavra “hóstia”. Corri para um dicionário (aliás, vários), e me dei conta que esta palavra vem do latim. Descobri que, em latim, “hóstia” é praticamente sinônimo de “vítima”. Ao animal sacrificado em honra dos deuses, à vítima oferecida em sacrifício à divindade, os romanos (que falavam latim) chamavam de “hóstia”. Ao soldado tombado na guerra vítima da agressão inimiga, defendendo o imperador e a pátria, chamavam de “hóstia”. Ligada à palavra “hóstia” está a palavra latina “hóstis”, que significa: “o inimigo”. Daí vem a palavra “hostil” (agressivo, ameaçador, inimigo), “hostilizar” (agredir, provocar, ameaçar). E a vítima fatal de uma agressão, por conseguinte, é uma “hóstia”.
Então, aconteceu o seguinte: O cristianismo, ao entrar em contato com a cultura latina, agregou no seu linguajar teológico e litúrgico a palavra “hóstia”, exatamente para referir-se à maior “vítima” fatal da agressão humana: Cristo morto e ressuscitado.
Os cristãos adotaram a palavra “hóstia” para referir-se ao Cordeiro imolado (vitimado) e, ao mesmo tempo ressuscitado, presente no memorial eucarístico.
A palavra “hóstia” passa, pois, a significar a realidade que Cristo mesmo mostrou naquela ceia derradeira: “Isto é o meu corpo entregue… o meu sangue derramado”. O pão consagrado, portanto, é uma “hóstia”, aliás, a “hóstia” verdadeira, isto é, o próprio Corpo do ressuscitado, uma vez mortalmente agredido pela maldade humana, e agora vivo entre nós feito pão e vinho, entregue para ser comida e bebida: Tomai e comei…, tomai e bebei…
Infelizmente, com o correr dos tempos, perdeu-se muito este sentido profundamente teológico e espiritual que assumiu a palavra “hóstia” na liturgia do cristianismo romano primitivo, e se fixou quase que só na materialidade da “partícula circular de massa de pão ázimo que é consagrada na missa”. A tal ponto de acabamos por chamar de “hóstia” até mesmo as partículas ainda não consagradas!
Hoje, quando falo em “hóstia”, penso na “vítima pascal”, penso na morte de Cristo e sua ressurreição, penso no mistério pascal. Hóstia para mim é isto: a morte do Senhor e sua ressurreição, sua total entrega por nós, presente no pão e no vinho consagrados. Por isso que, após a invocação do Espírito Santo sobre o pão e o vinho e a narração da última ceia do Senhor, na missa, toda a assembléia canta: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus”.
Diante desta “hóstia”, isto é, diante deste mistério, a gente se inclina em profunda reverência, se ajoelha e mergulha em profunda contemplação, assumindo o compromisso de ser também assim: corpo oferecido “como hóstia viva, santa, agradável a Deus” (Rm 12,1). Adorar a “hóstia” significa render-se ao seu mistério para vivê-lo no dia-a-dia. E comungar a “hóstia” significa assimilar o seu mistério na totalidade do nosso ser para se tornar o que Cristo é: entrega de si a serviço dos irmãos, hóstia.
E agora entendo melhor quando o Concílio Vaticano II, ao exortar para a participação consciente, piedosa e ativa no “sacrossanto mistério da eucaristia”, completa: “E aprendam a oferecer-se a si próprios (grifo nosso) oferecendo a hóstia imaculada, não só pelas mãos do sacerdote, mas também juntamente com ele e, assim, tendo a Cristo como Mediador, dia a dia se aperfeiçoem na união com Deus e entre si, para que, finalmente, Deus seja tudo em todos” (SC 48).
Frei José Ariovaldo da Silva, OFM
Mestre em Sagrada Liturgia, prof. Inst Teológico Petrópolis
COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO III DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO: B, DO DIA 22 DE JANEIRO DE 2012, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA,FMDJ.
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ORAÇÃO DE SÃO MIGUEL PARA VENCER AS MENTIRAS DO DEMÔNIO
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Ò Príncipe das milícias angélicas, valoroso guerreiro do Altíssimo, Zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos anjos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do números dos Vossos devotos e servos, a Vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence debaixo de vossa poderosíssima proteção.
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È pequena a minha oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas Vós engrandecereis o afeto do meu coração;recordai-Vos que hoje em diante estou debaixo do Vosso patrocínio e deveis assistir-me em toda minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus com todo o meu coração, Ele, o meu querido Salvador Jesus Cristo, e a minha doce Mãe Maria Santíssima, obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me sempre dos inimigos da alma, especialmente na hora da minha morte. Vinde, então, ó Príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a Vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do abismos do inferno a Satanás, o anjo soberbo, que um dia prostrastes no combate no Céu. Amém |
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Padre Alberto Gambarini
livro, Orações de Cura e libertação Fonte: http://www.arcanjomiguel.net |

“Eis o cordeiro de Deus!”
15.01.2012 – Cidade do Vaticano: Diante de milhares de fiéis e peregrinos provenientes de todas as partes do mundo reunidos na Praça São Pedro para a tradicional oração mariana do Angelus, o Santo Padre estimulou os jovens a responderem ao chamado de Deus.
Queridos irmãos e irmãs!
Nas Leituras bíblicas deste domingo – segundo do Tempo Comum – emerge o tema da vocação: no Evangelho é o chamado dos primeiros discípulos por parte de Jesus, na primeira Leitura é o chamado do profeta Samuel.
Em ambas as histórias, se destaca a importância da figura que desenvolve um papel de mediador, ajudando as pessoas chamadas a reconhecer a voz de Deus e segui-la.
No caso de Samuel, se trata de Eli, sacerdote do templo de Shiloh, onde ficava antigamente a arca da aliança, antes de ser transportada para Jerusalém. Uma noite, Samuel, que era ainda um garoto e desde pequeno vivia a serviço do templo, por três vezes seguidas sentiu ser chamado em seu sono e foi a Eli. Mas não era ele a chamá-lo. Na terceira vez, Eli entendeu e disse a Samuel: Se te chamarem ainda, responda: “Fala-me, Senhor, porque o teu servo te escuta”. (1 Sam 3,9).
Assim foi, e desde então Samuel aprendeu a reconhecer as palavras de Deus e se torna seu fiel profeta.
No caso dos discípulos de Jesus, a figura mediadora é aquela de João Batista. Na verdade, João havia um vasto círculo de discípulos, e entre estes, existia também dois pares de irmãos: Simão e André, Tiago e João, pescadores da Galiléia.
Justamente a dois desses, Batista indicou Jesus, no dia depois de seu batismo no rio Jordão. Indicou-o a eles dizendo: “Eis o cordeiro de Deus!” (Jo 1,36), que equivale a dizer: Eis o Messias.
E aqueles dois seguiram Jesus, permaneceram por um longo tempo com Ele e se convenceram que era realmente o Cristo. Logo, disseram aos outros, e assim se formou o primeiro núcleo daquele que se tornaria o colégio dos Apóstolos.
Sob a luz desses dois textos, gostaria de destacar o papel decisivo do guia espiritual no caminho de fé e, em particular, na resposta à vocação de especial consagração para o serviço de Deus e do seu povo.
Já esta mesma fé cristã, por si, pressupõe o anúncio e o testemunho: de fato essa consiste na adesão à boa nova que é Jesus de Nazaré, que morreu e ressuscitou, e que é Deus.
E assim, também o chamado a seguir Jesus, mais de perto, renunciando a formar uma própria família para dedicar-se à grande família da Igreja, passa normalmente através do testemunho e da proposta de um “irmão maior”, normalmente um sacerdote.
Isso sem esquecer o papel fundamental dos pais, que com sua fé genuína e alegre e seu amor conjugal mostram aos filhos que é lindo e é possível construir toda a vida sobre o amor de Deus.
Queridos amigos, rezamos a Virgem Maria para todos os educadores, especialmente os sacerdotes e pais, para que tenham plena consciência da importância de seu papel espiritual, para favorecer nos jovens, além do crescimento humano, a resposta ao chamado de Deus, a dizer: “Fala, Senhor, o teu servo te escuta”.
Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Angelus%20do%20Papa%20Bento%20XVI.%20Ao%20profeta%20Samuel%20.htm