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junho 18, 2009

LITURGIA GERAL:O SIMBOLISMO DAS VESTES LITÚRGICAS

junho 18, 2009

LITURGIA - os santos sinais

 LITURGIA GERAL

CAPÍTULO III.

OS SANTOS LUGARES

§ 57. O SIMBOLISMO DAS VESTES LITÚRGICAS

214.    1. Muito cedo começaram a achar nas vestes sagradas significações simbólicas. Os primeiros vestígios remontam ao século VII. Originaram-se pouco a pouco quatro explicações simbólicas do vestuário litúrgico: nos séculos VIII – XII a explicação moral; no século XII a dogmática e alegórica; no século XIII a histórico-representativa.

 2. Fala-se de explicação moral, quando se vê nas vestes simbolizadas as virtudes, que mais devem ornar o sacerdote e que são indicadas nas orações que acompanham o ato de vesti-las: o amito, a fortaleza; a alva, a mundicia da alma; o cordão, a castidade; o manípulo, a compunção e as lágrimas de penitência; a estola, a fé, a esperança e a humildade; a casula, a caridade.

3. A alegórica considera as vestes litúrgicas como armas do sacerdote: O amito simboliza o capacete; a alva, a couraça; o cordão, o arco e a flecha; a estola, a lança; o manípulo, a clava de combate; a casula, o escudo. (Cf. Eph. Lit. 1933, p. 368.)

4. A explicação histórica lembra as vestiduras de Nosso Senhor na paixão: o amito, o véu com que velaram a santa face; a alva, o vestido branco de escárneo; o cordão, as cordas; o manípulo, o flagelo; a estola, o manto de púrpura ou a cruz; a casula, a cruz.

5. A explicação dogmática, a que menos se cultivou, considera os vários mistérios da vida e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e suas relações com a Igreja. (Braun, Lit. Handl., p. 334.)

§ 58. AS PRINCIPAIS VESTES LITÚRGICAS

215.    1. O Amito (amictus, humerale) era o nome de um pano usado pelos romanos, que cobria o pescoço e os ombros. Faz parte do vestuário litúrgico desde o século VIII. Desde o século XI introduziu-se o costume de pô-lo sobre a cabeça e depois vestir a casula, descê-lo e adaptá-lo em redor do pescoço. Nos séculos XV-XVIII perdeu-se este costume, que ainda se conserva apenas em algumas ordens religiosas, p. ex., de S. Francisco, S. Bento, S. Domingos.

Agora tem forma retangular (não quadrado) feito de pano de linho, com a cruz no meio da orla entre as extremidades (Cappello I n. 807) (accipiens circa extremitates osculatur illud in medio ubi est Crux, Rit. miss. I, 3). É usado debaixo da alva.

216.   2. A alva (alba sc. tunica, tunica linea) é a tunica  lataris (camisia) do vestuário profano romano. Deve ser feita de linho puro ou cânhamo (d. 2600), ampla e tão comprida (c. 1,70 m) que, arregaçada, desça até ao tornozelo. As mangas (50-60 cm) e a orla podem ser bordadas ou enfeitadas de rendas (desde o século XVI).

A alva é proibida aos leigos, mesmo regulares (d. 1111 ad 6) ; aos sacerdotes, usando a estola sobre ela para presidir aos ofícios (d. 1777 ad 3), a não ser que precedam ou sigam imediatamente à missa (d. 3574 ad 3); para expor e repor o SS. Sacramento (d. :1697 ad 12); para as procissões e é prescrita a sobrepeliz debaixo das casulas, dalmáticas e tunicelas (d. 1619 ad 9; C. E. I, 15 n. 6); é permitida, como também a casula, dalmática e tunicela, na procissão do Corpo de Deus (d. 2362 ad 1; C. E. II, 33 ri. 5) ; está prescrita não só para o diácono e subdiácono, mas também para o celebrante na bênção com o SS. Sacramento. (d. 3799 ad 1.)

217.   3. O cordão deriva-se do cordão ou cinto romano, que servia para colher a túnica comprida. Pode ser branco ou da cor dos paramentos, fabricado de linho ou seda ou lã (d. 2067; 3118; 2194), 3,50 – 4 m de comprimento, se for duplo.

São proibidos na América Latina os cordões de algodão (C. P. p. 683), ou em forma de faixa. “Visto que pelo cordão são simbolizadas as cordas e os açoites, com que Cristo Nosso Senhor foi atado e flagelado, reprovamos completamente os cordões feitos de pano mais ou menos enfeitado, assemelhando-se antes a um cinto ou a uma faixa. Podem, porém, ser tolerados tais cordões já em uso até que sejam imprestáveis. d. 4048.” (Conc. Am. Lat. ti. 905.)

218.    4. A sobrepeliz (superpelliceum, por ser vestida sobre a peliça de agasalho no inverno), era túnica talar comprida de clérigos, devido ao seu fim, com mangas largas. Aparece a primeira vez no século XI. No século XIV começaram a encurtá-la. Cota é o nome da sobrepeliz na Itália. (Braun, lit. Handi., p. 329; Instr. Clem., § XI, n. 8.)

Existem várias formas; nenhuma foi reprovada. Comprimento c. 1 m incluídas as rendas. As mangas, contando desde a abertura para o pescoço, 64 cm. É permitida a cantores leigos. (d. 3248 ad 4.) Distingue-se do roquete (raiz alemã Rock), que tem as mangas estreitas. Este é insígnia prelatícia e não pode substituir a sobrepeliz na administração dos sacramentos e sacramentais. (d. 3784, ad 2.)

219.   “Os amitos, alvas, sanguinhos, corporais, palas, manustérgios, toalhas de altar e cíngulos devem ser de linho, e convém que sejam mudados frequentemente para servirem sempre limpos.” d. 2600. (C. P., n. 797, Conc. A. L. n. 904.) Convém que sejam de linho também as sobrepelizes, roquetes, mapas para a s. comunhão e outros mapas. (Conc. A. L. n. 904.)

220.    5. O manipulo (manipulus, mapula = paninho) era outrora o lenço para o uso costumado. Com o tempo se tornou o lenço de cerimônia, levado na mão e empregado pelos cônsules e pretores romanos para dar o sinal do princípio das carreiras no circo e para transmitir ordens. Para dirigir as assembléias litúrgicas, também o pontífice romano o usou, de sorte que foi um distintivo dele e de clérigos, a quem ele o concedeu. Pouco a pouco tornou-se uma faixa.

É hoje uma faixa de um metro de comprimento e 5-10 cm de largura, as extremidades pendentes mais largas. Põe-se sobre o braço esquerdo, sendo segurado por fitas ou pela estreiteza da abertura para o braço. Só no século XVIII se fizeram os manípulos desformes com as extremidades em forma de pá. É prescrita uma cruz no meio.

O manípulo nunca se põe quando se usa a capa de asperges. (Rub. Gen. XIX, 4.)

221.   6. A estola (stola, orarium).

1) No princípio a estola provavelmente era uma tira de tecido de linho ou lã destinada a resguardar o pescoço. No Oriente aparece como faixa no século IV; já como distintivo, no Ocidente no século VI. Antigamente era muito comprida, agora é de 1,20 – 1,25 m, 5-10 cm de largura com três cruzes. Na missa o bispo a traz sempre suspensa no pescoço e a deixa cair direita por diante. O sacerdote a tem da mesma maneira sobre a sobrepeliz, mas cruzada no peito sobre a alva; o diácono, a tiracolo.

2) O uso da estola é obrigatório:

1) na missa;

2) na administração dos sacramentos (salvo a penitência, Rit. Rom. 1, 1; 7) e sacramentais;

3) para o oficiante num enterro ou numa procissão;

4) para pregar, se é costume (d. 3157 ad 6); é proibida, porém, para o sermão fúnebre (d. 2888);

5) quando o sacerdote ou o diácono toca num vaso sagrado com o SS. Sacramento;

6) quando eles recebem a sagrada comunhão (cor branca ou outra) (d. 3499; Rit. IV c. 2 n. 4; Decr. t. V p. 149). Na comunhão privada os diáconos devem (debent) trazer a sobrepeliz e a estola a tiracolo. Mas o Ritual não exige a sobrepeliz. A estola do pregador seja da cor do ofício do dia correspondente (d. 3764 ad 13).

222.    3) O uso da estola é permitido:

1) ao oficiante no ofício dos defuntos (d. 3029 ad 4 e 5);

2) aos sacerdotes que, como diretores de confrarias (sodalitatum, d. 2763; confraternitatum, d. 2653) acompanham uma procissão ou um enterro; sendo, porém, proibido aos párocos (d. 2769, VI, 2) e diretores de pias uniões (piaram associationum, d. 3191 ad 2), p. ex., apostolado da oração;

3) aos sacerdotes e diáconos, que assistem à adoração do SS. Sacramento publicamente exposto (d. 2709 ad 2) ;

4) para assistir a um sacerdote durante a missa nova (d. 3515 ad 7).

223.   7. A dalmática (veste oriunda da Dalmácia) é uma túnica comprida com mangas longas e largas, adornada de duas bandas de cor (de púrpura) verticais na parte anterior e posterior, era no século II, em Roma, o vestido exterior das classes nobres. Parece que já no século IV foi adotada para o uso litúrgico. No princípio, de côr branca, era insígnia distintiva do papa e dos seus diáconos, pouco a pouco também fora de Roma foi introduzida pelos bispos e diáconos. Nos séculos IX e X começaram a encurtá-la; no século XI, a introduzir dalmáticas de côr. Ao lado foram golpeadas e até as mangas rocadas.

224.   8. A tunicela (tunicella) era antigamente uma túnica comprida como a dalmática, mas distinguia-se dela por ser menos ampla, com mangas estreitas e sem bandas. (Braun, it. Handl., p. 357.) Desenvolveu-se do mesmo modo que a dalmática, da qual hoje não se diferencia. Somente para a tunicela do subdiácono a missa pontifical o C. E. prescreve mangas um pouco mais compridas e mais estreitas do que para as dalmáticas. (C. E. I, 10, 1.)

225.    9. A casula (casula, planeta).

1) História. A casula deriva a sua origem da antiga paenula, um manto de pano sem mangas, em forma de sino ou tenda (casula = casa pequena) que cobria todo o corpo, com uma abertura no meio, por onde se enfia a cabeça, um poncho redondo. Chamava-se também planeta (do verbo grego planao = errar, girar), porque as fímbrias eram flutuantes e se acomodavam sobre os braços (Durandus III c. 7 n. 1), ou como diz S. Carlos Borromeu, por causa da sua amplitude. (Instr. 3. Conc. Mediol.)

Cedo foi recebida entre as vestes litúrgicas, comum a todos os clérigos até ao século IX-X. O diácono vestia a casula nos dias de penitência, dobrada para dentro na frente (planeta plicata), do evangelho até à comunhão enrolada numa faixa que repousava no ombro esquerdo. Assim as mãos ficavam livres para as funções. Hoje põe o estolão nos dias enumerados nas Rub. Gen. XIX, 6.

A casula não era, portanto, paramento exclusivamente da missa. Só quando por volta do ano 1000 começaram a usar a capa de asperges para muitas funções litúrgicas, é que a casula ficou reservada para a missa.

No século XIII começaram a diminuí-la acima dos braços, de sorte que recebeu a forma de escapulário. Esta casula simplificada na época do estilo barroco tornou-se moderna. Não é lícito, sem licença da S. Sé, introduzir ou empregar casulas de feitios não conforme à casula romana. (d. 4398.)

226.   2) Modificações. Os ornamentos das casulas não estão prescritos e por isso são diferentes.

a) Na Itália põe-se uma peça transversal entre o bastão vertical anterior e a abertura no meio da casula, que desce em forma de trapézio até ao peito. Assim, origina-se uma cruz semelhante à letra T (crux commissa). Na parte posterior aplica-se uni bastão com enfeites.

b) Na Espanha só se usam bastões, sendo a parte posterior alargada de 45 cm em cima para 60-65 cm em baixo.

c) Além dos Alpes, a casula tem na parte anterior um bastão, na parte posterior uma cruz retangular, antigamente em forma de cruz imissa. A respeito do tamanho da casula romana simples não existe nenhuma prescrição. O comprimento convém ser de 1,05 – 1,15 cm e a largura de 65-67 cm.

227.    A casula descrita nos livros litúrgicos é a casula ampla de que fala o Coeremoniale (1. II, c. 8, n. 19) : Episcopus induitur planeta, qucn hinc inde super brachia aptatur et revolvitur oiligenter, ne illum impediat: “O bispo é revestido da casula, que em ambos os lados se acomoda sobre os braços e se retorce diligentemente para não impedi-lo.” Para se verificarem as expressões “acomodar” e “retorcer”, forçoso é, como a experiência ensina, supor uma largura igual à da chamada casula gótica. Do contrário é impossível retorcê-la, porquanto não existe matéria para ser retorcida ou possa impedir o celebrante. É a chamada casula de S. Carlos Borromeu, de 1,50 de comprimento, 1,50 de largura. (Gerardy.)

A casula romana ampla não é a gótica do d. 4398, por não terminar em pontos ogivais, nem está compreendida no d. 4398. Pois, segundo este decreto, a casula gótica foi abandonada desde os tempos do concílio tridentino; ora a ampla foi prescrita por Clemente VIII no C. E. de 1600, depois do concílio tridentino “para o uso comum dos bispos” (Bulla Cum novissimis), e por outros pontífices seguintes. Segundo Wernz-Vidal (lus can. 1934, t. IV, n. 429) esta casula é conforme ao uso romano: nem esta lei litúrgica das bulas veio a ser expressamente corrigida (can. 2). O povo gosta das casulas amplas.

O C. B., aprovado por Pio XII, trata da casula no d. 408 e tem o dispositivo seguinte: “Na confecção e no emprego dos paramentos para o sacrifício da missa e as funções sagradas, não é permitido, sem consultar a S. Sé, afastar-se do uso aceito pela igreja.”

Devido a esta alusão ao d. 4398 da S. R. C., feita pelo C. B., e a outros decretos mais recentes, as casulas góticas já não se podem confeccionar sem licença da S. Sé. Mas considerando o costume da S. Sé em casos semelhantes e a licença dada nesta matéria em caso particular (P. S. M. 22.4.1939) e em conformidade com a d. 3945 da S. R. C. aprovando a regra que “os decretos tem o alcance de servirem de norma e exemplo nos mesmos casos e em casos semelhantes na Igreja universal”, é solidamente provável que sem mais se possa considerar dada a licença necessária para aproveitar os paramentos já usados até serem imprestáveis.

228.    3) A matéria para a casula é a seda. (Rit. miss. I, 1. “velo serico”; d. 3628.) Permite-se meia seda. (Tecido de seda e algodão; d. 3543.) São proibidos tecidos de musselina (d. 1287) e percale (linho e algodão; d. 2769, V, 3), de lã (d. 3779 ad 1) ou com fios de vidro. Permitem-se ornamentos pintados ou bordados (d. 3576) e imagens pintadas em tela de linho ou algodão e aplicadas aos paramentos de seda. (d. 3628.) Antigamente, às vezes, usavam-se casulas de lã, algodão, linho, couro (séc. XVIII), de palha para a missa da noite santa.

4) A casula se usa:

1. Para a missa;

2. conserva-se para a pregação durante a missa;

3. para a exposição privada e solene do SS. Sacramento;

4. para a bênção na exposição privada com a âmbula (d. 3833 ad 3);

5. para a celebração do casamento, se a missa se seguir imediatamente (d. 3158 ad 3) ;

6. pode-se vestir sôbre a sobrepeliz para impôr as mãos aos diáconos na administração do presbiterato (Pont. Rom.);

7. na procissão de corpo de Deus.

229.    10. O Pluvial (capa de asperges, pluviale) derivada (Braun, Lit. Handl) da capa clerical e monástica dos séculos VIII e IX, é um manto aberto com capuz, para se proteger contra o frio e a chuva (pluviale). O capuz desde o século XI era só um ornamento, o que aumentou no século XVII até à metade da veste.

O pluvial, a veste litúrgica do clero, prescrita ou permitida em muitas funções, é proibida aos leigos. (d. 3248 ad 1.)

11. O véu de ombros encontra-se no século VIII. É o pano, com que o subdiácono ou acólito (patenarius) envolvia os vasos sagrados. Não é veste nem precisa da bênção. Aos sacerdotes é proibido o gremial. (d. 3268, ad 4.)

230.   12. O barrete (biretum). Origem. Os primeiros vestígios do barrete aparecem pelo ano de 1000. Era um gorro hemisférico ou cilíndrico. As palas levantadas se usavam desde o fim do século XV. O barrete de 4 palas levantadas, insígnia dos laureados, é proibida para as funções sacras (d. 2877 ad 1) no rito romano; é permitido pelo costume francês, alemão e inglês.

O barrete não é ornamento litúrgico (d. 2877). É proibido:

1. ao pregador, estando exposto o SS. Sacramento;

2. ao oficiante ou celebrante exercendo (p. ex., bênção, Libera) urna função sacra qualquer (Rit. Rom. t. VIII, c. 1, n.° 7);

3. durante o oficio na recitação do Padre Nosso, absolutio, benedictio, dos cânticos e do símbolo Quicumque.

É prescrito:

1) para o celebrante que vai para o altar ou volta dele, sendo ao chegar a primeira cerimônia tirar o barrete, e ao voltar a última pôr o barrete;

2) só os clérigos paramentados, ao menos com estola, podem levar o barrete posto, passando pela igreja (d. 2184 ad 3, ratione habita paramentorum);

3) nenhum clérigo, fora do oficiante, pode levá-lo nas procissões, p. ex., das Rogações, sendo lícito, porém, o solidéu;

4) ninguém pode levá-lo na procissão teofórica, sendo proibido também o solidéu. (d. 2769, VI, 1; 2.)

 § 59. AS VESTES PRELATÍCIAS E PAPAIS

231.   1. As vestes prelatícias são:

1. o roquete;

2. a murça, pequena capa com capuz;

3. a capa magna, um manto com cauda muito comprida;

4. o mantelete, espécie de pequeno manto para uso fora da diocese;

5. a cruz peitoral, que encerra relíquias de mártires;

6. o anel no dedo anular (4° dedo) da mão direita. Mas só os cardeais, bispos, abades e protonotários apostólicos tem o direito de usá-lo nas funções litúrgicas. (d. 3821.)

7. o solidéu e o barrete roxo.

2. As vestes pontificais:

1. as meias de cerimônia, que o bispo calça sobre as meias ordinárias;

2. as sandálias de seda da cor litúrgica;

3. as luvas;

4. a mitra;

5. o báculo;

6. o gremial, que se põe sobre os joelhos do bispo sentado, na missa pontifical;

7. o pálio para o arcebispo.

3. As vestes papais, além das vestes pontificais, são:

1. a falda, espécie de saia de seda branca;

2. o subcíngulo, espécie de manípulo;

3. o fanon de seda branca sobre a casula;

4. a tiara;

5. o anel de pescador.

Fonte: http://www.derradeirasgracas.com/4.%20CURSO%20DE%20LITURGIA%20-%20Pe.%20Reus/LITURGIA%20-%20PARTE%20II.%20.htm#57.%20O%20SIMBOLISMO%20DAS%20VESTES%20LITÚRGICAS