São Pedro e São Paulo

São Pedro, pescador, Apóstolo e primeiro Papa

São Pedro, cujo nome de nascimento era Simão, nasceu em Betsaida, na Galiléia. Filho de Jonas, era pescador e casado. André, seu irmão, encontrou Jesus e comentou com Pedro a respeito do Messias. Simão quis conhecer Jesus, e este o elegeu como um de seus escolhidos, trocando seu nome para Pedro, que significa pedra, rocha. A partir deste dia, Pedro deixou de ser pescador de peixes para se tornar pescador de homens.

Pedro tinha um temperamento impulsivo, mas uma imensa generosidade e um grande amor ao Mestre. E Jesus coloca-o em evidência sempre, marcando-o como o futuro chefe da Igreja. Em Cesaréia de Filipe, Jesus diz a Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus, e tudo que ligares sobre a terra será ligado também no céu, e tudo que desligares na terra será também desligado no céu”. (Mt.16 13-20).

Depois da ressurreição, Jesus aparece pela terceira vez aos seus discípulos, junto ao mar de Tiberíades. Após terem comido, Jesus dirige-se a Pedro: “Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros?” Ele respondeu: ´Sim, Senhor, tu sabes que te amo`. Ele lhe disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E por três vezes Jesus faz a mesma pergunta e lhe ordena para que pastoreie seus cordeiros (Jo,21,15-17). Era a investidura oficial a Pedro para ser o vigário de Cristo, o pastor supremo do rebanho do Mestre.

Os primeiros 10 capítulos dos Atos dos Apóstolos descrevem a atuação marcante do apóstolo Pedro, o grande líder da comunidade cristã após a morte de Jesus. Integra Matias ao colégio dos Apóstolos para substituir Judas; faz o primeiro discurso no dia de Pentecostes, convertendo 3 mil pessoas; e realiza o primeiro milagre, curando o homem coxo. Também é ele o primeiro a ser preso como responsável pela nova religião e quem convoca o primeiro concílio dos apóstolos, tomando a palavra no conclave.

Segundo a tradição, mais tarde Pedro foi para Antioquia, onde permaneceu sete anos na direção da Igreja, e de lá seguiu para Roma, onde permaneceu até a morte, em 29 de junho do ano 67 d.C, quando foi crucificado de cabeça para baixo por não se achar digno de morrer como o seu Mestre. Foi sepultado onde hoje está a maior igreja do mundo: a Basílica do Vaticano.

(retirado e adaptado do site: http://www.bispado.org.br)

Fonte: http://www.cantodapaz.com.br/blog/2007/02/21/sao-pedro-pescador-apostolo-e-primeiro-papa/

São Paulo, mestre e doutor das Nações

Paulo nasceu em Tarso na região da Cicília, Ásia Menor, atual Turquia. Cidade bonita, grande, com mais ou menos 300.000 habitantes, era um centro importante de cultura e comércio e possuía um porto muito ativo.

 

 

Nascido numa família judaica, Paulo foi criado dentro das exigências da LEI DE DEUS e das tradições paternas (Gl 1, 14). Nasceu e cresceu em um ambiente protegido e rígido de um bairro judeu e de lá observava a grande cidade grega e seus costumes. Estes dois ambientes marcaram sua vida.

Era costume naquela época ter dois nomes. Por isso, tinha dois nomes, um para cada ambiente: SAULO, nome judaico (At 7, 58) e PAULO, nome grego (At 13, 9). Ele prefere e assina Paulo, mas Jesus o chama de Saulo, nome que determina qual era o seu povo, judeu (At 9). Como todos os meninos, judeus da época, Paulo recebeu sua formação básica na casa dos pais, na sinagoga do bairro e na escola ligada à sinagoga.

A formação básica compreendia: – aprender a ler e escrever; – estudar a Lei de Deus e a história do povo judeu; – assimilar as tradições religiosas; – aprender as orações, especialmente os salmos. O método era: pergunta e resposta, repetir e decorar, disciplina e convivência. Além da formação básica em Tarso, Paulo recebeu formação superior em Jerusalém com Gamaliel (At 22, 3).

A leitura da Bíblia era o eixo da formação, marcava a piedade do povo. Desde criança (2Tm 3, 15), os judeus aprendiam a Bíblia, era a mãe em casa, que cuidava de transmiti-la aos filhos. Assim, desde pequeno, Paulo aprendeu que “toda Escritura é útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra” (2 Tm 3, 16-17).

O pai de Paulo era dono de uma oficina de tendas e com ele Paulo aprendeu a fabricar tendas (At 18, 3). Este aprendizado iniciava-se aos treze anos e durava dois ou três anos, sob uma disciplina rígida. O aprendiz trabalhava de sol a sol e Paulo a tudo se submeteu, apesar de não visar ser um trabalhador, mas para administrar a oficina, mais tarde, como proprietário.

Paulo sempre foi um homem profundamente religioso, judeu praticante, irrepreensível na mais estrita observância da Lei (At 22, 3), “cheio de zelo pelas tradições paternas” (Gl 1, 14). Esse ideal animou Paulo durante os primeiros 28 anos de sua vida (Fl 3, 5-6), mas chegou o momento de descobrir que observar a Lei não era suficiente para levá-lo até Deus. Aconteceu então a sua conversão para o Cristianismo. A partir daí, Paulo dedicou sua vida inteiramente a pregar a Palavra de Jesus, estendendo-a para quase todo o mundo antigo.

É chamado o “Apóstolo dos Gentios” pois levou a palavra aos pagãos e não só para os judeus. Uma certeza acompanhou a vida de Paulo: “SEI EM QUEM PUS MINHA CONFIANÇA” (2 Tm 1, 12). E isto lhe dá a convicção: “COMBATI O BOM COMBATE, TERMINEI A MINHA CARREIRA, GUARDEI A FÉ”. Paulo era um homem profundamente religioso, judeu praticante, irrepreensível na mais estrita observância da Lei, “cheio de zelo pelas tradições paternas”.

Esse ideal animou Paulo durante os primeiros 28 anos de sua vida, mas chegou o momento de descobrir que observar a Lei não era suficiente para levá-lo a Deus. Estevão e Paulo eram colegas de estudo, mas os caminhos se separaram. Estevão entrou na comunidade dos cristãos, criada fazia três ou quatro anos. Paulo era contra. Até o dia em que presencia e aprova a morte de Estevão pelos judeus que perseguiam os cristãos. Logo após esse fato, Paulo perseguia o caminho de Damasco quando subitamente, uma luz resplandecente vinda do céu o cerca, ele cai ao chão e uma voz lhe diz:

– Saulo, Saulo. Por que me persegues?

– Quem és, Senhor?

– Eu sou Jesus a quem persegues.

– Senhor, que queres que eu faça?

– Levanta-te, entra na cidade. Aí será dito o que deves fazer. – Levanta-te, entra na cidade. Aí será dito o que deves fazer.

Paulo se levanta, abre os olhos e nada enxerga. Está cego! Encontra-se com Ananias na cidade de Damasco, que lhe impõe as mãos e ele recupera a visão. Ananias batiza-o em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e Paulo começa a pregar a Palavra de Deus. A conversão de Paulo para Cristo significou uma mudança profunda na sua vida, mas não foi uma troca de Deus, Paulo continuou fiel a Deus e a seu povo.

Tornou-se cristão pela vontade de ser fiel às esperanças de seu povo aceitando Jesus como o Messias. Reconheceu em Jesus o SIM de Deus às promessas feitas a seu povo no passado. A experiência de Paulo passa pelo testemunho de Estevão. Escolhido por Jesus para o apostolado, Paulo sabia que sua missão não era outra a não ser pregar e difundir o Evangelho. E isto significava, para ele, mostrar a todos a figura de Cristo como Mestre e Salvador do mundo. Daí a sua profunda humildade, mostrando-nos que, na sua missão de evangelizador, ele não buscava pregar a si mesmo ou fazer alarde da sua sabedoria. Era apenas um servidor do Evangelho e isso pela vontade daquele que o escolhera: “Sou o último dos apóstolos e nem mereço ser chamado assim, pois vivi perseguindo a Igreja de Deus” (I Cor 15, 9).

O apóstolo reconhecia que seu físico franzino, os parcos recursos de sua voz e de seus gestos não podiam apresentá-lo aos seus ouvintes como um grande e imponente orador. Além disso, a doutrina que pregava não oferecia assuntos ou mensagens de sabedoria humana. Por isso, apoiava-se unicamente na sua fé, na sua profunda convicção, aliadas a uma imbatível perseverança em meio a todos os sofrimentos.

Suas cartas mostram o feitio humilde e despretensioso do grande Evangelizador. Em diversas passagens aparece a constante preocupação do Apóstolo em falar simples e ao alcance de todos. Sentindo-se devedor a todos, Paulo sabia que a sua dívida maior era com Cristo.

Aquele Saulo, perseguidor implacável da Igreja e pavor dos primeiros cristãos; este foi o homem que Cristo escolheu para levar o Evangelho ao mundo. E foi para cumprir a sua missão que ele viveu viajando sempre, sem descanso. Sofrimentos de toda sorte, até mesmo o martírio, tudo ele aceitou para de alguma forma, retribuir a sua escolha para o apostolado.

Na sua segunda carta a Timóteo 2, 9, Paulo diz que embora ele estivesse preso, a Palavra de Deus nunca seria encarcerada. De fato, confinado em sua casa em Roma e mesmo no cárcere, o Apóstolo continuou pregando e fazendo discípulos. Somente a morte pôde calar sua voz, no entanto suas palavras, seu testemunho permanecem até hoje entre nós. Paulo morreu pela espada, decaptado.

(retirado e adaptado do site: http://www.saopauloapostolo.org.br)

Fonte: http://www.cantodapaz.com.br/blog/2007/03/03/sao-paulo-mestre-e-doutor-das-nacoes/

CONHEÇA MAIS A HISTÓRIA DE SÃO PAULO ASSISTINDO OS VÍDEOS ABAIXO

Caminhos de São Paulo

Casa do Apóstolo São Paulo em Roma

Lugar onde São Paulo e São Pedro se despediram

Prisão de São Paulo em Roma

Martírio de São Paulo

 

São Pedro e São Paulo, rogai por nós.

One Response to São Pedro e São Paulo

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