SAIBA CADA UM DE VOS VIVER SEU MATRIMONIO

julho 31, 2009
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VOCÊ É VALIOSO

julho 31, 2009

você é valioso

VOCÊ É VALIOSO

Um aluno chegou a seu professor com um problema: -Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota.
Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais? O professor sem olhá-lo, disse: – Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa falou: – Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.
 

– C…Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse: – Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.

Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse: – Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu.Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel. – Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda.

Volte aqui com meu anel. O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse: – Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel. – 58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem. – Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente… O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que correu.

– Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse: – Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor? E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

– Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

Repense o seu valor!

 

Fonte: http://www.cot.org.br/refletir.php?action=ver&id=6


O PRINCIPIO 90/10

julho 30, 2009

TRATADO DO MINISTÉRIO ECLESIÁSTICO – Parte II: O Ministério Desnaturado

julho 30, 2009

Papa JPII

TRATADO DO MINISTÉRIO ECLESIÁSTICO

O MINISTÉRIO DESNATURADO
 

CAPÍTULO I

O Ministério pode ser Desnaturado
 

O ministério eclesiástico é uma criação de Nosso Senhor. Mas como ele é confiado aos homens, pode acontecer — em conseqüência de ser a natureza humana sujeita a fraquezas — que o ministério não seja por eles mantido na completa integridade de sua natureza.

Nosso Senhor é Deus e homem. Tem havido homens empenhados em afirmar que n’Ele não há unidade de divindade e humanidade; em negar uma e outra; e por conseguinte em destruir, como se tal fosse possível, esse grande mistério, e estancar a torrente de graças das quais Ele é a fonte.

Diz São João que isso é obra do Anticristo: Omnis qui solvit Jesum Antichristus est (Todo aquele que não professa Jesus é do Anticristo — 1 Jo 4,3). Se o mistério da Encarnação pode ser assim mutilado, desagregado e aniquilado quanto a seus efeitos, não é de admirar que o mesmo possa acontecer com o ministério, pois este é uma conseqüência e uma limitação da divina Encarnação.
 

CAPÍTULO II

Como o Ministério pode ser Desnaturado
 

O ministério consistindo essencialmente em três coisas, — oração, pregação e sacramentos —, é evidente que sua natureza seria mudada, alterada, destruída, caso uma dessas três coisas fosse ou suprimida ou alterada.

Quem aliás não vê que a obra de salvação dos homens seria paralisada se a oração cessasse, se a pregação emudecesse, se os sacramentos não fossem mais administrados?

Isto aconteceria não somente se as três coisas desaparecessem ao mesmo tempo, como também se apenas uma qualquer delas viesse a faltar. Mas, mesmo que subsistam todas as três partes essenciais do ministério, este seria infrutuoso se essas três partes não mantivessem à disposição desejada por Deus, se a ordem estabelecida por Ele não fosse exatamente conservada e observada.

A quem serão ministrados os sacramentos e com que proveito serão eles ministrados, se não forem precedidos pela pregação capaz de fazer nascer nas almas a fé, princípio animador das obras necessárias à salvação?

E a pregação terá, para tal fim, a eficácia que Deus lhe quer dar, se não for precedida pela oração, que atrai a graça do alto quer para o pregador quer para quem o ouve?
 

CAPÍTULO III

Continuação do Precedente
 

No ministério há corpo e alma. Faltando-lhe seja uma seja outra dessas duas coisas, ele fica desnaturado

O corpo do ministério é coisa bem conhecida, sendo, ele próprio, composto de coisas santas e muito santas. Mas a alma, o espírito interior que deve vivificar esse corpo, é coisa bem pouco conhecida.

Há aqueles que crêem ter cumprido o ministério quando desempenharam todas as obras exteriores. Mas a parte do ministério denominada oração é freqüentemente considerada como sendo obra particular da pessoa do padre, conquanto seja obra não da pessoa, mas do próprio ministério, conforme já acentuamos (Livro I, cap. IV).

Isto é muito importante. Quando um padre chega a persuadir-se de que poderá cumprir seu ministério, apenas exercendo perante os fiéis tudo aquilo que estes podem cristãmente desejar e requerer dele, acabará então dizendo a si próprio: se não sou um homem interior, um homem de oração, isso é coisa que só a mim concerne e que não tem conseqüência senão para mim próprio. Esse padre, porém, está gravemente enganado. E esse erro é bastante comum, atualmente.

O ministério será, dessa forma, um ministério sem alma, um ministério sem vida e muito freqüentemente um ministério de morte, ministratio mortis (2 Cor 3,7).
 

CAPÍTULO IV

O Ministério Desnaturado na sua Primeira Parte: A Oração
 

Acabamos de dizer como o padre prejudicaria seu ministério se considerasse a oração como uma obrigação não do ministério da Igreja, mas obrigação particular de cristão que é.

O padre não deve nem pode dissociar em si o cristão do padre ou o padre do cristão. Embora seja certo dizer-se que ele é cristão para si e padre para os outros, não menos verdade é isto: ele de fato é um cristão que se fez padre.

Os deveres do cristão e os deveres do padre são uma coisa só, assim como o cristão e o padre são em si apenas uma única pessoa.

Seria, pois, grande engano não reconhecer na oração a maior, a mais importante, a mais indispensável das obrigações do padre. Obrigação que é devida a Deus, à Igreja, às almas e a ele próprio: a Deus do qual é criatura; à Igreja, da qual é ministro; às almas, das quais é servidor; à sua própria alma, da qual, depois de Deus, deve ser o salvador.

É obrigação que jamais cessa: Oportet semper orare (Convém rezar sempre — Lc 18,1). 

Segundo a forma canônica, isso todos hão de convir, porque é de obrigação grave, já que comete pecado mortal quem omite uma só das horas do Ofício Divino. Mas o que geralmente não se considera é que as Horas Canônicas devem ser rezadas nas próprias horas canônicas. No entanto, é bem claro o sentido das palavras do Breviário: Ad Matutinum, ad Primam, ad Terciam, ad Sextam, ad Nonam, ad Vésperas, ad Completorium (em Matinas, em Prima, em Terça, em Sexta, em Nona, em Vésperas, em Completas).

Dir-se-á: sim, outrora era assim. Por certo; mas por que já não o é mais? Hoje, reza-se Matinas em dia antecipado, isto é, faz-se da oração da noite e da manhã uma oração do fim do dia, isto é, uma oração fora de hora.

E isto, por que se terá achado mais fácil despertar tarde, em vez de cedo? Diz-se: é para haver tempo para a meditação. Mas acaso nossos pais não praticavam a meditação? Será que somos nós mais dados a meditação do que nossos pais?

Não há dúvida, porém, de que nós meditamos menos que nossos pais; e possuímos uma dose de preguiça e de imortificação que certamente nossos pais não conceberiam.
 

As horas do dia, — que nossos pais espaçavam tão sabiamente com intervalos de três horas para lembrar-nos, sem cessar, a adoração da Santíssima Trindade —, são hoje recitadas de contínuo, como se fossem uma só peça. Isto, ao que dizem, a fim de que se fique mais livre.

Mais livre! Mas que liberdade é esta, que despreza a pontualidade na oração? Em que será empregada essa liberdade? Será para vagar e divagar? Para rir e para brincar?
 

Ah! A liberdade! Nossos pais tinham sobre ela uma idéia diferente da nossa. Pois admiravam a definição de Santo Agostinho: Libertas est charitas! (liberdade é caridade! [1] Livro I, cap. LXV).

A caridade! Amar a Deus e ao próximo; amar a Deus e rezar; amar ao próximo e trabalhar para a sua salvação. Segundo nossos pais, isso seria a liberdade.

Não há dúvida de que hoje se entende de forma diferente da deles o que seja a liberdade e o dever de rezar.

A oração canônica quase não é mais recitada em lugar algum nas horas canônicas. Não será porventura esta uma das causas pelas quais o ministério frutifica tão pouco, e isto em toda parte?

Ora, se o ministério se mostra assim impotente para salvar aquilo para cuja salvação foi instituído, é caso de concluir-se então que ele deve ser considerado como uma instituição lastimavelmente viciada, ou usando o termo próprio, desnaturada.
 

CAPÍTULO V

O Ministério Desnaturado na sua Segunda Parte: A Pregação
 

Há mais de um modo de desnaturar o ministério, no que concerne à pregação da palavra de Deus.

Antes de mais nada, desnatura-se o ministério quando simplesmente se deixa de pregar, merecendo-se então as palavras que o Espírito Santo aplicava a pastores por demais negligentes aos quais chamava de: canes muti, non valentes latrare (cães mudos, incapazes de ladrar — Is 56,10). 

O Senhor se referia assim às sentinelas de Israel, homens desatentos e ignorantes,, cães que não sabem latir, homens cujos olhos só estão abertos para a vaidade, homens sempre adormecidos que só amam seus próprios sonhos: Speculatores ejus coeco omnes, nesciarunt universi: Canes muti, non valentes latrare, videntes vana, dormientes, amantes somnia (Esses vigias são todos cegos, ignoram tudo; são cães mudos, incapazes de ladrar, interessados em coisas vãs, dorminhocos, amantes do sonho — Is 56,10).

A tais palavras do Espírito Santo nada há que acrescentar.

Em seguida, desnatura-se o ministério quando se prega como palavra de Deus o que não é palavra de Deus. Eis o que o Senhor diz a Jeremias: Falso prophetae vaticinantur in nomine meo; non misi esos et non praecepi eis, neque locutus sum ad eos; visionem mendacem et divinationem et fraudulentiam cordis sui prophetant vobis (profetas que falsamente profetizam em meu nome; não os enviei, não os instruí, nem lhes falei; visão mentirosa, fantasia, fraude, ilusão de seu próprio coração, eis o que eles profetizam — Jer 14,14).

Enfim, mesmo pregando a palavra de Deus, poder-se-á fazê-la sofrer certas alterações como as que São Paulo tinha em mente quando chamava certos pregadores de corruptores, falsificadores, adulteradores da palavra de deus: Adulterantes verbum Dei (2 Cor 2,17 e 4,2)[2].

Adulteram a palavra de Deus, manejando-a dolosamente, todos quantos não a professam tal como lhes foi transmitida, íntegra, pura e sincera, mas de mistura com sabedoria profana ou com doutrina judaica, isto é, com deturpações e erros. Ou então se transmitindo a palavra de Deus deixam de visar à glória de Deus para buscar vantagens pessoais, e querendo agradar os homens acomodam às suas terrenas paixões a palavra de Deus.
 

Para concluir este capítulo, lembramos que a palavra de Deus deve ser pregada com o Espírito de Deus; e o Espírito de Deus não estará conosco se não formos homens de oração. Isso faz-nos ver mais uma vez como todo ministério está na dependência da oração, que São Pedro colocou antes de tudo mais: Nos vero orationi et ministério Verbi instantes erimus (At 6,4).
 

CAPÍTULO VI

O Ministério Desnaturado na Administração dos Sacramentos
 

Dissemos mais acima (Livro I, cap. VII) qual é o papel dos sacramentos na economia da religião e, conseqüentemente, no ministério eclesiástico.

Uma vez que os sacramentos não dão as disposições necessárias para sua frutuosa recepção, é evidente que o ministério será desnaturado se aquele que administra os sacramentos não tiver toda a solicitude necessária para fazer nascer essas disposições, toda indispensável atenção para percebê-las quando efetivamente existentes, e toda firmeza para negar os sacramentos quando não existirem as disposições requeridas pelo próprio Deus.

Quão facilmente as pessoas imaginam hoje que têm as disposições para recepção de um sacramento, desde que sintam vontade de recebê-lo, ou tenham a complacência de aceitá-lo! Não sei se esta norma é aceita por muitos. Mas é fora de dúvida que, onde ela se pratica, o ministério é de todo carente das condições imprescindíveis para que produza frutos.
 

CAPÍTULO VII

Em que se transforma o Ministério Desnaturado
 

O ministério pode desatender à sua finalidade por muitas causas diversas, conforme mostramos nos capítulos precedentes. Tornar-se-á, então, mera rotina, empirismo ou uma espécie de trabalho maquinal, como se explica a seguir.

A rotina é um tipo de ministério eclesiástico que apenas se ocupa em atender ao que lhe é solicitado ou aos casos que se apresentam. Faz-se o que deve ser feito em virtude de uma certa ordem material, de um costume estabelecido que em si mesmo não merece censura. A semelhante ministério falta apenas aquilo, que também os cadáveres não têm: a alma, o espírito. 

O empirismo é palavra chocante, quando aplicada à matéria em consideração. Faz lembrar, com desagrado, aqueles homens — chamados charlatães — que se proclamam detentores de um remédio infalível, capaz de curar todos os males. Quando no exercício do ministério o método seguido se assemelha ao desse tipo de homens, pode-se agir com vontade de obter bom êxito (não confundir com a boa vontade no sentido teologal), com desejo do bem, com empenho no sentido do bem; mas esse empenho é guiado por uma vontade pouco ou mal esclarecida. Pode-se caminhar largos passos esperando chegar, por fim, ao bom caminho, contudo, não se tem clara noção nem do que seja o bom caminho nem das condições requeridas para trilhá-lo com segurança.
 

Chamamos engenhosidade uma forma de ministério eclesiástico, na qual se faz grande aplicação de raciocínio, pois inventam-se mil meios, põem-se em cena mil estímulos, empregam-se múltiplos recursos de imaginação. Mobiliza-se, em suma, o nosso espírito, mas é esquecido o Espírito de Deus.
 

Temos em mão um livro mui recentemente escrito, que foi muito promovido e até premiado em concurso. Esse livro é um verdadeiro método de engenhosidade em questão de ministério. Há nele cem tipos de expedientes, indicados seja para um executivo seja para seu adjunto, para o castelão como para a castelã, para o tabelião, para o médico, para o professor, para o guarda-florestal, etc., etc.

Terminada a leitura desse livro, imaginamos: eis aí coisas que São Pedro e São Paulo não sabiam! Mas depois veio-nos à mente esta reflexão: melhor é saber o que sabiam São Pedro e São Paulo.
 

CAPÍTULO VIII

As Conseqüências do Ministério Desnaturado
 

Quando o ministério é assim desnaturado, o padre que não consegue converter as almas é levado a queixar-se do ministério antes que de si próprio. Não lhe acode dizer: não sou um homem de oração; não trato a palavra de Deus como sendo ela de Deus; não cuido que os sacramentos que são santos sejam santamente recebidos. Mas, ao em vez, pronta mente dirá a si mesmo que os meios à nossa disposição são ineficazes, e que por conseguinte nada podemos e nada há que fazer.

Então, o padre poderá cair numa espécie de torpor espiritual que não lhe permitirá mais perceber para que seu ministério se torne útil, não só ao próximo como a si mesmo.

Se o mal se agrava, poderão surgir dúvidas no espírito do padre sobre a própria razão de ser do ministério; e o fato de, em suas mãos, o ministério se ter verificado inoperante, pode ser por ele atribuído a inoperância intrínseca ao próprio ministério instituído por Nosso Senhor.

Com mais um passo, o padre a princípio desencorajado, em seguida hesitante na fé, cairá na desesperança; poderá perder a fé e deixar-se cair em faltas que não têm mais nome, já que cometidas por um padre. Non peccata, sed monstra (mais que pecados, são monstruosidades) diz Tertuliano.

Queremos dizer que nessa gradação há uma seqüência lógica, não uma inevitável fatalidade, e que uma queda é possível. Queira Deus, porém, que o padre seja dela preservado.

[1] – “De natura et Gratia”, livro I, cap.LXV.
[2] – Na primeira dessas passagens, São Paulo diz: Kapeleuontes, e na segunda: dolountes. A primeira designa o trabalho dos mercadores que introduzem substân cias estranhas em suas mercadorias (p. exp. os mercadores de vinho). A segunda palavra, dolountes, designa toda espécie de falsificação ou adulteração.

Fonte: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Vários%20Assuntos/A%20IMITAÇÃO%20DE%20CRISTO/TRATADO%20DO%20MINISTÉRIO%20ECLESIÁSTICO%20-%20II%20.htm

 


Consulta

julho 29, 2009

FUTEBOL AMERICANO

julho 29, 2009

futebol americano

FUTEBOL AMERICANO

 
 

Um garoto vivia só com seu pai, ambos tinham uma relação extraordinária e muito especial. O jovem pertencia a equipe de futebol americano da escola, normalmente não tinha oportunidade de jogar, bom quase nunca, mesmo assim seu pai permanecia sempre nas grades fazendo companhia. 

O jovem era o mais baixo da classe quando começou o 2º grau e insistia em participar na equipe de futebol do Colégio, seu pai sempre orientava e explicava claramente que ele não tinha que jogar futebol se não quisesse realmente.

Mas o garoto amava jogar futebol e não faltava em nenhum treino ou jogo, estava decidido a dar o melhor de si e se sentia comprometido.

Durante a sua vida no 2º grau chamavam ele de “esquenta banco” porque vivia sentado como reserva… seu pai com espírito lutador, sempre estava nas grades, dando companhia, palavras de consolo e o melhor apoio que algum filho podia esperar!!!!

Quando começou a Universidade, tentou entrar na equipe de futebol, todos estavam certos que não conseguiria, mas venceu a todos, entrando na equipe.

O treinador lhe deu a notícia, admitindo que o tinha aceitado porque ele demonstrava jogar de corpo e alma em cada um dos treinos e ao mesmo tempo dava a toda equipe um grande entusiasmo.

A notícia encheu seu coração por completo, correu ao telefone mais perto e ligou para seu pai, que compartilhou com ele a emoção.

Enviava ao pai todas as entradas para assistir os jogos da universidade. O jovem atleta era muito persistente, nunca faltou em nenhum treino e jogo durante os 4 anos da Universidade e também nunca teve a chance de participarem nenhum jogo.

Era a final da temporada e justo alguns minutos antes de começar o primeiro jogo das eliminatórias, o treinador lhe entregou um telegrama. O jovem pegou e logo depois de ler ficou em silêncio. .. respirou fundo e tremendo disse ao treinador:

– Meu pai morreu esta manhã, existe algum problema se eu faltar no jogo hoje?

O treinador o abraçou e disse: – Fica o resto da semana de folga, filho e nem se preocupe em vir no Sábado.

Chegou o Sábado, e o jogo não estava bom, quando a equipe tinha 10 pontos de desvantagem, o jovem entrou no vestiário, colocou o uniforme em silêncio e correu até o treinador e sua equipe, que ficaram impressionados ao ver seu companheiro regressando.

Treinador por favor, deixa eu jogar… eu tenho que jogar hoje… Implorou o jovem. O treinador não queria escutá-lo, de nenhuma maneira podia deixar que seu pior jogador, entrasse no final das eliminatórias.

Mas o jovem insistiu tanto, que finalmente o treinador sentindo pena, deixou:

– OK filho, pode entrar, o campo é todo teu.

Minutos depois, o treinador, a equipe e o público não podiam acreditar no que estavam vendo. O pequeno desconhecido, que nunca tinha participado em nenhum jogo,estava sendo brilhante, ninguém podia detê-lo no campo, corria facilmente como uma estrela. Sua equipe começou fazer pontos até empatar o jogo.

Nos últimos segundos do jogo o rapaz interceptou um passe e correu todo o campo até ganhar com um touchdown.

As pessoas que estavam nas grades gritavam emocionadas e sua equipe o levou carregado por todo o campo. Finalmente quando tudo terminou, o treinador notou que o jovem estava sentado quieto e só numa esquina.

Aproximou-se e disse: – Garoto não posso acreditar… esteve fantástico !!! Conte-me como conseguiu?!!

O rapaz olhou para o treinador e disse: – O senhor sabe que meu pai morreu…, mas sabia que meu pai era cego??? O jovem fez uma pausa e tratou de sorrir… – Meu pai assistiu todos os meus jogos, mas hoje era a primeira vez que ele realmente podia me ver jogando… e, eu quis mostrar a ele que podia fazê-lo.

 

 Fonte: http://www.cot.org.br/refletir.php?action=ver&id=47

 

 

Tomo Posse

julho 28, 2009