UM DIA COM O PAPA BENTO XVI

junho 30, 2010
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Um sonho de Dom Bosco – Maria e a Eucaristia

junho 30, 2010
Dom Bosco, o santo dos jovens, fundador da Família Salesiana, recebia com freqüência revelações de Deus através de sonhos. Eram verdadeiros sonhos proféticos.Certa noite, sonhou com um mar tremendamente tempestuoso onde um barco era agitado pelas ondas e cercado de inimigos que o atacavam por todos os lados.
Aproximando a visão, ele pôde ver que naquele barco, além dos tripulantes que lutavam para mantê-lo no meio da borrasca, havia bispos e cardeais e bem na proa do barco estava o papa de pé e de braços abertos. Em seguida, Dom Bosco percebe que, de repente, surge um vento soprando sobre as velas que a tripulação procura manter estendidas, e conduz aquele grande barco numa determinada direção. Dom Bosco não tem mais dúvida: aquele barco é o barco da Igreja. Daí ele entendeu também o porquê daquela tempestade e dos inimigos que o atacavam. Pouco tempo depois percebe que o barco, conduzido por aquele vento (que ele logo entende, é o vento do Espírito Santo), aporta no meio de duas grandes e fortes colunas. Em cima de uma está uma linda imagem de Nossa Senhora, a Auxiliadora dos cristãos, e sobre a outra um enorme ostensório com Jesus presente na Eucaristia. No momento em que o barco se posiciona entre Maria e a Eucaristia, a tempestade, num instante, se dissipa e os inimigos, que atacavam ferozmente o barco da Igreja, fogem espavoridos e se faz uma grande calmaria. Existe uma estampa muito linda retratando esse sonho profético que, com Dom Bosco, nós entendemos também. Maria e a Eucaristia são porto seguro para onde o Espírito Santo conduz a sua Igreja. Aí, e somente aí, ela terá vitória, segurança e paz. É para este porto seguro que o Espírito conduz a Igreja do Brasil. É para aí que o Espírito Santo quer conduzir também a Igreja doméstica que é a sua casa e a sua família. É aí, e somente aí que, nestes tempos tumultuosos de ataque cerrado sobre a família, nós teremos a vitória, a segurança e a paz de que tanto necessitamos. Maria e a Eucaristia são as duas colunas de guarda e proteção para a igreja doméstica na qual você é responsável e porto de salvação para onde estamos sendo todos conduzidos. Aí, e somente aí, teremos a vitória, a segurança e a paz. Paz para nossas casas. Vitória certa para as nossas famílias. Maria e a Eucaristia: o nosso porto seguro.
 
Deus abençoe você! Padre Jonas Abib

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=27&id=2280


Pais Paraplégicos – Pe Zezinho

junho 29, 2010

LIBERDADE E AMOR COINCIDEM

junho 29, 2010

ÂNGELUS DO PAPA BENTO XVI.

“LIBERDADE E AMOR COINCIDEM”.

27.06.10 – Cidade do Vaticano“Liberdade e amor coincidem. Ao contrário, obedecer ao próprio egoísmo conduz a rivalidades e conflitos”. Foi o que recordou o Papa Bento XVI nesta manhã no breve discurso proferido antes da recitação da oração mariana do Angelus, com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro.

O Santo Padre evocou o episódio narrado pelo evangelista Lucas no qual apresenta Jesus que, enquanto caminha pela estrada em direção a Jerusalém, encontra alguns homens, provavelmente jovens, os quais prometem segui-lo onde for. Com eles Jesus se demonstra muito exigente, advertindo-os que “o Filho do homem – isto é Ele, o Messias – não tem onde repousar a cabeça”, ou seja não tem uma casa sua estável, e quem escolhe trabalhar com Ele no campo de Deus não pode mais voltar para traz. A um outro ao invés Cristo mesmo diz: Segue-me, pedindo-lhe uma interrupção radical com o passado inclusive com os familiares.

“Essas exigências podem parecer duras demais, – disse o Papa – mas na realidade exprimem a novidade e a prioridade absoluta do Reino de Deus que se faz presente na Pessoa mesma de Jesus Cristo. Em última análise, trata-se daquela radicalidade que é devido ao Amor de Deus, ao qual Jesus mesmo por primeiro obedece. Quem renuncia a tudo, até mesmo a si mesmo, para seguir Jesus, entra em uma nova dimensão da liberdade, que São Paulo define “caminhar segundo o Espírito” (cfr Gal 5,16).

Cristo – continuou o Santo Padre – nos libertou para a liberdade e explica que essa nova forma de liberdade adquirida por Cristo consiste no estar “a serviço uns dos outros” (Gal 5,1.13). Liberdade e amor coincidem! Ao contrário, obedecer ao próprio egoísmo conduz a rivalidades e conflitos.

O chamado feito no Evangelho prefigura a vocação religiosa e sacerdotal que requer uma total adesão e de fato, com os jovens que encontra, Jesus – recordou o Papa – “se mostra muito exigente. Quem tem a sorte de conhecer um jovem ou uma jovem que deixa a família de origem, os estudos ou o trabalho para consagrar-se a Deus, – destacou o Pontífice – sabe muito bem do que se trata, porque tem diante de si um exemplo vivente de resposta radical à vocação divina.

“É essa uma das experiências mais bonitas que fazem na Igreja: ver, tocar com a mão a ação do Senhor na vida das pessoas; experimentar que Deus não é uma entidade abstrata, mas uma Realidade tão grande e forte que enche de modo superabundante o coração do homem, uma Pessoa vivente e próxima, que nos ama e pede para ser amada.”

Recordando enfim que se conclui o mês de junho, “caracterizado pela devoção ao Sagrado Coração de Jesus”, o Papa lembrou o encerramento do Ano Sacerdotal na Praça São Pedro – repleta nesta manhã com cerca 40 mil fiéis – durante o qual ele mesmo renovou “com os sacerdotes do mundo inteiro o compromisso de santificação”. “Hoje – concluiu – gostaria de convidar todos a contemplar o mistério do Coração divino-humano do Senhor Jesus, para provar da fonte mesma do Amor de Deus. Quem fixa o olhar no Coração traspassado e sempre aberto por amor nosso, sente a verdade desta invocação: “Tu és, Senhor, o meu único bem”.

Em seguida o Papa rezou a oração mariana do Ângelus e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

Antes de se despedir dos fiéis Bento XVI saudou em várias línguas os diversos grupos de peregrinos presentes na Praça São Pedro. O Papa recordou que hoje na Itália e em outros países realiza-se o Dia da Caridade do Papa, nas paróquias se recolhem as ofertas destinadas ao “Óbolo de São Pedro”, com as quais o Santo Padre ajuda as igrejas mais pobres no mundo.

“Exprimo, – disse o Pontífice – a minha viva gratidão a todos aqueles que, com a oração e as ofertas apóiam a ação apostólica e caritativa do Sucessor de Pedro e em favor da Igreja presente no mundo inteiro e de tantos irmãos próximos e distantes”.

Bento XVI recordou ainda que na manhã de hoje, no Líbano foi proclamado bem-aventurado Estephan Nehme’, religioso da Ordem Libanesa Maronita, que viveu no Líbano entre ao fim de Oitocentos e a primeira metade de Novecentos.

O Papa desejou ainda, na iminência das férias européias, que as mesmas sejam ocasião para encontros “com a natureza, com novas pessoas, com os frutos da criatividade humana” e de “reforço da fé”.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/LIBERDADE%20E%20AMOR%20COINCIDEM.htm


Padre Fabio de Melo – Sendo Honesto Consigo Mesmo

junho 28, 2010

JESUS CRISTO NÃO ERA UM JOVENZINHO

junho 28, 2010

JESUS CRISTO NÃO ERA UM JOVENZINHO
 
 

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? (Mt 16,13)

Na sua adolescência Jesus estava aprendendo. Certamente ele não era um jovenzinho empolgado com algumas idéias bonitas de libertação. Não era também um adulto contente com as coisas, a ponto de achar que não havia nada que mudar, e certamente não era um velho desacostumado com as mudanças e insatisfeito com os novos caminhos do mundo.

No sentido cronológico das idades, Jesus não era um jovem quando começou a pregação do seu novo reino. Era, no máximo, um adulto recém saído da mocidade. Mas jovem ele não era!…

Sempre comecei por aí as minhas pregações para os jovens, nos quase 30 anos em que falei a eles em movimentos, retiros e colégios.  Jesus foi jovem, mas já era adulto quando começou sua missão. Durante a sua juventude ele estava crescendo em sabedoria e graça diante do Pai e da humanidade. Quem não tinha que se preparar porque trazia em si suficiente sabedoria, esperou!

Depois do episódio no templo ele esperou no mínimo mais 18 anos até começar a pregar! Um aviso aos pregadores que sobem a púlpitos e microfones sem ao menos ter lido o catecismo e a Bíblia… Vão lá repetir frases e comandos que seus mentores disseram num retiro ou num acampamento! Não basta! Conteúdo se adquire por estudo e não por osmose! 

E ao catequizando que me pergunta não posso garantir que Jesus tivesse sido jovem em espírito, mesmo porque não sei se tal coisa de fato exista: um homem de trinta ou quarenta anos com coração e ideais de jovem… E por que não pode ser coração e ideal de adulto? Tem que ser jovem para ter ideal e ser ousado e corajoso? A sabedoria e a covardia estão em todas as idades! Não estamos usando demais o General McArthur para agradar um ser humano jovem, quando repetindo seu discurso poético, mas não necessariamente filosófico, dizemos que adultos ricos de conteúdo como Nelson Mandela ou Mahatma Ghandi eram jovens em espírito? Jesus que foi criança, jovem e jovem adulto não precisou passar por jovem para dizer o que disse e fazer o que fez.  Descanonizemos a idade, porque há velhos e adultos imaturos e jovens maduros, e há jovens imaturos e adultos maduros.

A juventude, em todos os tempos, foi tempo de amadurecer, mas a pressa de alguns era e é tamanha que milhões apodreceram antes de amadurecer! Foi e é o caso das vitimas da prostituição, do ódio, do banditismo, da droga e da violência. Essas coisas envelhecem antes do tempo! Um jovem mergulhado no crack jogou fora a sua juventude. Restou-lhe apenas a idade cronológica!

Como Jesus era normal, suponho que ele não tenha tido a necessidade de fingir uma idade que não tinha. Assim, não creio que ele tenha jamais dito aos seus discípulos que fossem jovens de espírito como ele, simplesmente porque seu espírito era de um homem vivendo a realidade da vida, com coração e ideais de adulto que ele era.

Modelo para os jovens

Jesus, porém, continua sendo o modelo da juventude, porque, no tempo em que foi jovem, segundo nos conta o evangelista, que é bem menos suspeito do que nós para falar dessas coisas, viveu com gente que sabia das coisas e soube crescer e amadurecer em graça. Foi mais uma das suas kênosis dentro da sua grande kênosis.

Homem livre

Livre ele era! Livre de verdade a ponto de se comprometer, mas não por ódio, não por frustração, não por idealismo infantil ou juvenil, não por revolta, não por misticismo ou arroubos e êxtases de entusiasmo religioso. Ele se emocionava, mas controlava muito bem suas emoções. Comprometeu-se por amor, pura e simplesmente por amor! E propôs aos doze que fossem como ele: de coração sereno e despretensioso, manso e humilde! (Mt 11,29) O jugo dele não feria e o fardo dele era suportável. Não se dá o mesmo com o jugo e o fardo do mundo!  A paz dele era diferente da paz que o mundo dá. (Jo 14,27)

Teciam comentários

Um dia, segundo nos narra o evangelista (Jo 7, 25 a 51) Jesus começou a ser comentado.  Teciam comentários sobre o rapaz de Nazaré. “É um sonhador, é um místico alienado, ele pensa que é mais do que nosso profetas, está planejando uma revolução, ensaia um golpe de Estado e um novo reino, vai se dar mal, coitado, tão bonzinho e com essas idéias”…  Havia comentários de todos os costados, mas, de todos, como não podia deixar de ser, os mais entendidos eram os vizinhos e conterrâneos. Afinal, eles conheciam o filho do carpinteiro (Mt 13, 57) Se não estudara para ser rabino, onde ele aprendera aquilo que andava dizendo?

Dificuldades

As coisas não foram fáceis pra Jesus. E não são fáceis para qualquer jovem de hoje que tenha a coragem de abraçar algum ideal na vida, especialmente para aqueles que sonham ser padres. Não em tempos que acentuam a pedofilia de alguns e esquecem os inúmeros mártires que deram seu sangue pelo Reino!

Foi o que eu disse sem pestanejar a um senhor que se dizia convertido a uma novel igreja do Brasil, ao falar com ironia dos padres pedófilos.  Disse-lhe que Jesus não me permitia falar o que sei dos pregadores da igreja dele, mas pedi que ele mostrasse os mártires da sua novel igreja e eu mostraria os da nossa. Antes disso, era melhor ele não partir para a ironia! Não sei de ninguém da igreja dele que morreu defendendo os pobres e os pequenos. Mas tenho uma grande lista de mártires católicos e cristãos de algumas igrejas evangélicas históricas que, na América Latina, deram a vida pelo seu povo. Que ele me mostrasse a lista deles!

O Jesus que conheço não era jovem, mas não chegou à velhice> Motivo: ousou dizer o que a sociedade do seu tempo não queria ouvir!

Fonte: http://www.padrezezinhoscj.com/interna.php?arquivo=ok&flag_area=palavra&id_palavra=125


FOI POR VOCÊ – ANJOS DE RESGATE

junho 27, 2010