EM TEU ALTAR – MINISTÉRIO ADORAÇÃO E VIDA

agosto 31, 2010

A SANTA MISSA É O MAIS SUBLIME SACRIFÍCIO DE LOUVOR.

agosto 31, 2010

A SANTA MISSA É O MAIS SUBLIME SACRIFÍCIO DE LOUVOR.

         Deus é inefável. Não há criatura que possa exprimir-lhe a santidade e a glória. É a mais rigorosa justiça, a mais doce misericórdia, a beleza personificada, em uma palavra, é o conjunto de todas as perfeições.

         Bem que os Anjos e os Santos o amem de todo o coração, tremem em presença de sua sublime Majestade e adoram-no prostrados com o mais profundo respeito. Louvam, exaltam e bendizem-lhe as infinitas perfeições sem jamais poderem saciar-se.

         O sol, a lua, as estrelas imitam-nos. Todas as outras criaturas: os animais, as árvores das florestas, os metais e as pedras, bendizem ao Senhor, conforme a espécie e os meios, e contribuem assim para sua maior glória.

         Se, pois, todos os seres devem louvar ao Senhor, quanto mais o homem, que foi criado para este fim com uma alma racional.

         David, rei e profeta, cumpriu, excelentemente, este dever. Convidou a terra e o céu, os seres animados e inanimados, para com ele bendizerem ao Senhor, a fim de que as gerações futuras continuassem a celebrar a glória de seu nome.

         Mais estritamente que o povo judeu, somos obrigados para com Deus, a quem “predestinou sermos seus filhos adotivos por Jesus Cristo, segundo o propósito de sua vontade, para louvor e glória da sua graça” (Ef. 1, 5-8).

         Em outros termos, Deus adotou os cristãos para que louvassem e bendizessem a magnificência de sua graça. Eis o dever sagrado ao qual não nos poderemos subtrair sem pecado grave. Para cumprir este dever, imperadores, reis, príncipes piedosos edificaram magníficos templos e fundaram mosteiros, onde os louvores ao Senhor deviam seguir-se noite e dia, pelo canto das horas canônicas.

         É por essa razão que a Igreja obriga seus clérigos, desde que recebem o subdiaconato, à recitação quotidiana do breviário, obrigação que estende sobre a maior parte das Ordens religiosas de um e de outro sexo. Todos se conformam com isto alegremente e “elevam a glória do Senhor tão alto quanto podem, e elevam sua grandeza quanto possível, porque ele está acima de todo louvor”.

         Para que, porém, o nosso louvor seja um tributo digno de ser recebido pela imensa Majestade de Deus, Jesus Cristo, conhecendo a fraqueza humana, instituiu a santa Missa, o “sacrifício de louvor” por excelência, oferecido ao Senhor todos os dias e a toda hora.

         Recordai, sob este ponto de vista, as diferentes partes da santa Missa. Que hino magnífico o “Glória in excelsis; ‘laudamus te’, nós Vos louvarmos; ‘benedicimus te’, nós Vos bendizemos; ‘adoramus te’, nós Vos adoramos; ‘gloricamus te’, nós Vos glorificamos!”

         Que cântico ardente o “Sanctus”: “Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus dos exércitos; Vossa glória enche os céus e a terra. Hosana nas alturas, bendito seja quem vem em nome do Senhor!”

         O profeta Isaías, em um êxtasis, ouviu os coros dos Anjos que cantavam, alternadamente, este cântico, e o hosana de alegria partia do coração dos judeus, quando Jesus entrou em Jerusalém, seis dias antes de sua Paixão. Unindo, na santa Missa, nossas fracas vozes e essas melodias celestes, rendemos a mais pura glória que possa ser rendida a Deus no céu e na terra.

         “A Santa Igreja, pela Carne e pelo Sangue de Jesus Cristo, oferece um sacrifício de louvor”, diz Santo Agostinho. E São Lourenço Justiniano escreve: “É certo que Deus não poderia ser mais louvado do que pelo Sacrifício da Missa, instituído para esse fim pelo Salvador”.

         Na Missa, o Filho de Deus oferece-se a seu Pai e rende-lhe toda a honra, toda a glória que lhe rendia sobre a terra. Desta sorte e assim unicamente, o Pai é glorificado de maneira digna dele: eis porque Deus recebe, de uma só Missa, mais honra e glória do que poderiam proporcionar-lhe todos os Anjos e Santos.

         Se, em honra da Santíssima Trindade, o céu inteiro organizasse uma procissão, à frente da qual marchasse a Mãe de Deus, seguida dos nove coros dos Anjos e do exército inumerável dos Santos e bem-aventurados, Deus seria certamente muito honrado por ela. Mas, se enviasse a Igreja militante um só de seus sacerdotes para rematar esta augusta procissão pelo santo Sacrifício da Missa, verdadeiramente, este pobre sacerdote, pela única Missa que celebrasse, renderia a Deus uma homenagem infinitamente maior do que a que resultaria de uma tão tocante cerimônia; homenagem tão elevada acima da primeira, como o Filho de Deus está elevado sobre todas as criaturas.

         “Quando, um dia, assistia à Missa, conta-nos Santa Brígida, pareceu-me, no momento da consagração, o sol, a lua, as estrelas, todo o firmamento e suas evoluções cantarem as mais doces e penetrantes harmonias. Unia-se-lhes uma multidão de cantores celestes, cujos acentos eram tão melodiosos que nem se pode imaginar. Os coros angélicos contemplavam o sacerdote e inclinavam-se diante dele com o mais profundo respeito, enquanto os demônios fugiam, tremendo de espanto. Logo que as palavras sacramentais foram pronunciadas sobre o pão, percebi um cordeirinho em lugar da hóstia; tinha a figura de Jesus; os Anjos o adoravam e o serviam. Uma infinidade de almas santas louvavam também, com os Anjos, o Altíssimo e o Cordeiro imaculado” (Lib. 8, c. 56).

         Caro leitor, estás no meio desta assembléia celeste, quando assistes à santa Missa e ajudas a louvar ao Senhor. Ele repara as blasfêmias, os insultos que os homens insensatos proferem diariamente. Sem este augusto sacrifício de louvor, o mundo não subsistiria. A santa Missa retém o braço de Deus; opõe aos ultrajes dos ímpios as homenagens dignas de sua divina Majestade.

         Agradece, pois, sem cessar, a nosso bom Mestre a instituição da santa Missa e aproveita, cada vez mais, deste meio eficacíssimo de louvar ao Senhor.

Fonte: http://www.derradeirasgracas.com/2.%20Segunda%20Página/O%20Poder%20da%20Santa%20Missa/A%20Santa%20Missa%20é%20o%20mais%20sublime%20Sacrifício%20de%20Louvor..htm


Padre Fábio de Melo – Ser dono de si mesmo

agosto 30, 2010

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=aNRdY5lutX8


CRISTO MODELO DE HUMILDADE E DE GRATUIDADE

agosto 30, 2010

ÂNGELUS do PAPA BENTO XVI.

CRISTO MODELO DE HUMILDADE E DE GRATUIDADE

29.08.10: Castel Gandolfo – Olhar para Cristo “como um modelo de humildade e de gratuidade”.

É o convite feito hoje aos fiéis pelo Papa Bento XVI durante o habitual encontro para a oração mariana do Ângelus, comentando as passagens evangélicas e a parábola na qual Jesus afirma que “quando você for convidado para uma festa de matrimônio, não se coloque no primeiro lugar, porque talvez exista um convidado mais digno do que você, e aquele que o convidou pedirá para que você dê o seu lugar.”

O último lugar – disse o Papa aos peregrinos reunidos no pátio interno da Residência Apostólica de Castel Gandolfo – pode “de fato, representar a condição da humanidade degradada pelo pecado, condição da qual só a encarnação do Filho Único pode reerguê-la”.

“Por isso, Cristo mesmo, – acrescentou Bento XVI citando sua encíclica ‘Caritas in veritate’ – tomou o último lugar no mundo – a cruz – e, precisamente com esta humildade radical nos redimiu e nos ajuda constantemente”’.

“Mais uma vez, portanto, – disse o Santo Padre – olhamos para Cristo como modelo de humildade e de gratuidade: d’Ele aprendemos a paciência nas tentações, a mansidão nas ofensas, a obediência a Deus na dor, esperando que Aquele que nos convidou nos diga: ‘Amigo, vem mais perto!’; o verdadeiro bem, de fato, é ficar perto d’Ele”.

O Papa citou em seguida São Luis IX, Rei da França – recordado na última quarta-feira – que colocou em prática o que está escrito no Livro de Sirácida: “Quanto maior você for mais humilde deve ser, e você encontrará graça diante do Senhor”.

Bento XVI lembrou ainda que hoje recordamos o martírio de São João Batista, “o maior entre os profetas de Cristo, que soube renegar a si mesmo para dar espaço ao Salvador, e sofreu e morreu por causa da verdade”. E concluiu pedindo a São João e à Virgem Maria que nos guiem no caminho da humildade, para nos tornarmos dignos da recompensa divina.

Em seguida o Papa concedeu a todos a sua Benção Apostólica…

Antes de se despedir dos fiéis e peregrinos reunidos em Castel Gandolfo Bento XVI destacou que no próximo dia 1º de setembro celebra-se na Itália o Dia da Salvaguarda da Criação, promovido pela Conferência Episcopal Italiana. É um evento já habitual, importante também no âmbito ecumênico.

“Este ano nos recorda que não pode existir paz sem o respeito pelo ambiente. De fato, temos o dever de entregar a terra às novas gerações em um estado tal que também elas possam dignamente habitá-la e conservá-la. Que o Senhor nos ajude nesta tarefa”.

Saudando os fiéis de língua espanhola o Papa recordou com afeto os mineiros que se encontram soterrados na mina de São José, na região chilena de Atacama.

“Confio eles e seus familiares à intercessão de São Lourenço, assegurando-lhes minha proximidade espiritual e minhas contínuas orações, para que mantenham a serenidade na espera de uma feliz conclusão dos trabalhos que estão sendo feitos para o seu resgate. E a todos – concluiu o Papa – convido a acolher hoje a Palavra de Cristo, para crescer na fé, na humildade e generosidade”.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/CRISTO%20MODELO%20DE%20HUMILDADE%20E%20DE%20GRATUIDADE.htm


Mensagem de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 27/08/2010

agosto 29, 2010

Mensagem de 27/08/2010

Caros amigos, pela Graça do Senhor, ontem dia 27 de Agosto de 2010, as 22:00hs, no monte Podbrdo, por meio do vidente Ivan, Nossa Senhora de Medjugorje, veio nos dar mais uma mensagem cheia de amor, de paz, de ternura e de esperança, para nos ajudar a caminhar na estrada da santidade, na estrada do amor.
Ivan ao transmitir o conteúdo da mensagem disse:
“Quero dizer aquilo que sempre repito as pessoas e aos peregrinos, é realmente difícil descrever cada encontro com Nossa Senhora, é difícil realmente expressar esta experiência, este sentimento e a beleza deste encontro, é realmente difícil descrever o amor de Nossa Senhora, e o quanto ela nos ama, e nos quer bem, o quanto nos ama. Ela veio esta noite muito alegre e feliz, e no início, como sempre, nos saudou maternalmente dizendo: ‘Seja louvado Jesus, caros filhos meus!’. Depois Nossa Senhora impôs as sua mãos sobre nós, e rezou por todos nós. Por um tempo maior rezou pelos doentes e de um modo particular pelos sacerdotes aqui presentes, logo após a oração, abençoou a todos com a sua bênção materna, e abençoou também tudo aquilo que trouxeram, e depois nos disse:
“Queridos filhos, hoje novamente neste tempo de graça vos convido de modo particular a rezar em família, rezai com os vossos filhos. Queridos filhos, repousai, repousai no meu Filho. Portanto, decidi-vos por meu Filho, andai com Ele queridos filhos. Então recebereis a paz, a alegria. O amor virá nos vossos corações. Filhinhos, a Mãe reza convosco, a Mãe intercede junto ao seu Filho por todos vós. Desejo dizer-vos também hoje que vos amo. Sigam-me! Vos agradeço queridos filhos.”
Após a mensagem Ivan continuo dizendo:
Por fim Nossa Senhora intercedeu por todas as nossas necessidades, intenções, pelas nossas famílias, e continuou ainda a rezar por cada um, e logo depois partiu no sinal da santa cruz com uma saudação:
“Andai em Paz queridos filhos meus!”
Irmãos, quão grande é esta nossa Mãe, com grande é o seu amor! Me impressiono por sempre sentir esta palavras de cura do coração ditas por Nossa Senhora: “Queridos filhos meus!”. São as mesmas palavras de Jesus para aquele paralítico que estava no leito: “Meu filho, teus pecados estão perdoados, levante e anda!”
Jesus primeiramente cura aquele homem interiormente dizendo: “Meu Filho!”, Jesus o faz se sentir amado, acolhido, querido, ele que era rejetiado como um homem inutil para aquela sociedade, um homem que se sentia abandonado, desesperado, sem futuro a causa do seu sofrimento, da sua dor, da rejeição. Jesus com suas palavras cura primeiramente o seu coração, cura-o interiormente, para depois curar o seu espírito, perdoando os seus pecados, e por consequência ficar curado físicamente.
Nossa Senhora com suas palavras quer nos curar, curando-nos com o seu amor, fazendo-nos sentir o Seu amor, fazendo-nos sentir que somos amados, queridos, desejados, esperando por Deus, embora possamos não ser amados e queridos pelos homens, e ela vem para nos dizer o quanto Deus nos ama, e quão grande é o seu seu amor, que é o amor de Jesus, o qual podemos ao seu convite sentir com profundidade por meio da oração.
A Mãe vem nesta mensagem nos convidar a rezar com a nossa família, e rezar com os filhos. Maria nos pede isto, como uma forma e maneira de unir as nossas famílias. Quanta divisão nos lares, quantas pessoas pensando só em sí mesmas, e esquecendo-se de pensarem no outro, nos seus.
Percebo muitas famílias que vivem divididas, sem o perdão, com mágoas, com rancores, famílias onde os pais e os filhos não conversam mais, famílias onde reina a divisão e o ódio, tudo por que? Porque deixaram satanás tomar conta de seus corações, porque não sabem perdoar, porque não rezam mais.
A oração é algo fundamental na nossa vida de família, uma família que reza junta, aprende a perdoar, aprende a se amar, aprende a viver com as qualidades e defeitos dos outros.
Como seria bom, se antes de fazermos uma dura correção aqueles que amamos, soubessemos rezar não só por eles, mas com eles, com cereteza não precisarimaos de um caminhão de palavras que não servem para nada, mas o prórpio Senhor curaria os seus corações e também os nossos feridos no orgulho e na vaidade.
Como seria bom os filhos rezarem com os pais, para aprender deles a vida em Jesus, e poderem a luz de Cristo serem iluminados, e iluminarem! Mas Nossa Senhora pede para os pais rezarem com os filhos, para que os filhos tenham um exemplo na família, pois do que adiante levar os filhos para missa, mas não estarem na missa com os seus filhos? A amior catequese é o exemplo dos pais!
Nossa Senhora também nos chama para repousarmos no seu Filho, repousarmos em Jesus, e como isso se faz necessário! digo isto por mim mesmo, as vezes chega o fim do dia e percebo o meu coração consumido, espedaçado, por tantas situações, coisas e pessoas, e sinto a necessidade de estar com Jesus e dizer-lhe “Senhor me reconstrói”. Muitas vezes não tenho nem palavras para dizer ao Senhor, mas o tempo que estou diante dele em oração, em silêncio, em contemplação, sei que Ele me reconstroi, age em mim me cura e me liberta, e me dá a paz, juntamente com o repouso da alma, da mente, do coração e também do corpo.
Muitas pessoas vivem cansadas, pesadas, doentes, pelo simples fato de não repousarem no Senhor, algumas até tiram férias, e voltam mais cansadas do que antes, mas porque? Porque repousaram no corpo, mas não repousaram no espírito, não repousaram no Senhor!
Nós precisamos estar com o Senhor, descansar Nele, repousar com Ele, para que Ele tome o nosso fardo, as nossas dores, os nossos problemas e as nossas agitações.
Uma mente preocupada, agitada, inquieta, não consegue o equilibrio e a paz, somente o Senhor, no silêncio do nosso coração pode nos dar o equilibrio e a paz!
Se faz necessário como diz Maria, escolher o Senhor e andar com Ele, e sito signinifica, escolher estar com ele, escolher em caminhar junto com Ele, pois somos sempre livres para escolher a Deus ou o demôinio, as coisas de Deus ou as coisas do mundo, a paz ou o ódio, o pecado ou a santidade. Caminhar com Jesus significar caminha na sua presença, tendo consciência que Ele está ao nosso lado e nos quer bem. Se caminhamos com esta conciência pecamos menos, pois sabemos que Jesus está nos vendo, nos amando e está ao nosso lado.
A verdadeira paz, o verdadeiro amor só vem ao nosso coração quando nos decidimos por Deus, quando queremos caminhar com Jesus, e não com o amigo para o bar, e não com a amiga para a discoteca, e não com a família para a churrascada na casa do vizinho, que justamente é no mesmo horário da santa missa.
A nossa vida é feita de pequenas coisas, pequenos gestos, pequenas escolhas, escolhas estas capazes de nos trazer a paz, de nos trazer a presença de Deus, ou de nos trazer a presença de satanás, a angustia no coração.
Devemos ter discernimento para viver a nossa vida, pois toda escolha tem uma consequência, no nosos interior e ao nosso redor, lembrando que o discernimento é a escolha entre em duas possibilidades boas, pois o que é ruim é ruim em sí mesmo, e o mal não posso escolher.
Certa vez o grande general Inácio de Loyola percebeu que lendo romances, revista do mundo, tinha o seu coração agitado pela angustia e não sentia a paz, e quando lia os escritos de Deus a Sagrada Escritura e a vida dos santos, sentia alegria, esperança e paz, e assim ele criou o discernimento Inaciano.
Santo Inácio de Loyola, nos seus exercícios espirituais, diz que há três etapas para o bom discernimento, o primeiro é usar a razão, diante de uma decisão a ser tomada, pesar os prós e os contras de cada escolha, e optar pelo que tem mais coisas a favor, segundo, escutar a voz do coração, ver diante de uma escolha a ser tomada, qual a resposta que me trás mais paz, optar pela decisão que me trás mais paz no coração, terceiro ponto, após ter usado a razão, ter visto a situação com o olhar do coração, confrontar aquilo que pretendo fazer com o padre espiritual, para que ele confirme a vontade de Deus em minha vida.
Devemos então discernir as nossas escolhar e saber por onde estamos caminhando.
Uma pessoa que se encontra na vontade de Deus, caminha segura, caminha na paz, camiha na certeza do amor de Deus por ela, amor este que nunca abandona, e que enche todo o vazio do coração.
Por fim Nossa Senhora nos convida a seguí-la, com todo o nosso coração, a obedecer por carinho e com amor as suas mensagens, e ainda mais uma vez nos diz que nos ama, e nos pede para caminhar na paz, pois a nossa vida, o nosso destino, está em suas mãos, porque ela é a embaixadora de Jesus, que hoje nos diz: “Pode uma mãe abandonar o seu filhinho de colo, se houver tal mulher eu o Senhor Jamais te abandonarei!”

Pe. Mateus Maria
Vos quero e deixo-vos a bênção da Paz! 

Fonte: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com/2010/08/mensagem-de-27082010.html


Pe. Fábio de Melo – Batismo no Espírito Santo

agosto 28, 2010

A SANTA MISSA É O HOLOCAUSTO MAIS EXCELENTE.

agosto 28, 2010

A SANTA MISSA É O HOLOCAUSTO MAIS EXCELENTE.

         Havia, na antiga lei, quatro espécies de sacrifícios: o holocausto ou sacrifício latréutico, pelo qual se reconhecia o soberano domínio de Deus; o sacrifício de louvor e de reconhecimento; o sacrifício pacífico, quer fosse eucarístico, quer impetratório, pelo qual se atraíam os benefícios de Deus; e o sacrifício expiatório, em que Deus era honrado como Juiz; era oferecido pela remissão dos pecados e pela expiação das culpas. Cada um destes sacrifícios tinha um rito particular.

         Desde a criação do mundo até a vinda do Messias, inumeráveis holocaustos foram oferecidos ao Senhor, e a Sagrada Escritura afirma que agradavam a Deus. A lei de Moisés ordenava aos judeus o sacrifício perpétuo ou sacrifício da manhã e da tarde, que consistia na imolação de um cordeiro. Nos sábados, o número era dobrado. Em cada lua nova, imolavam sete cordeiros, duas cabras e um carneiro. O mesmo número devia ser oferecido durante oito dias, na Páscoa e no Pentecostes. Na festa dos Tabernáculos, o número das vítimas aumentava, eram quatorze cordeiros, treze cabras, dois carneiros e um bode que se imolavam cada dia durante todo o oitavário.

         Além destas oblações obrigatórias, cada um apresentava ainda, segundo sua piedade, ou suas posses, bois, cabras, ovelhas, carneiros, pombas, vinho, incenso, pão, sal e óleo.

         Citamos tudo isto para mostrar como eram custosos os sacrifícios impostos aos patriarcas e aos sacerdotes judeus, bem que não trouxessem a Deus senão uma exígua honra, e não merecessem senão pequena recompensa, como disse São Paulo em sua Epístola aos Hebreus. Não obstante, agradavam a Deus, porque eram símbolos do Sacrifício incruento de Jesus Cristo.

         Comparai com tudo isto o nosso holocausto que é pouco custoso, fácil de oferecer, sendo, entretanto, o sacrifício mais agradável a Deus, o mais precioso para o céu, o mais útil para o mundo, e o mais consolador para o purgatório.

         Se um homem tivesse imolado todas as vítimas que foram sacrificadas desde o começo do mundo até Jesus Cristo, sem dúvida, teria rendido uma grande homenagem a Deus. Mas que seria este culto comparado ao que rendemos à divina Majestade por uma só Missa?

         Eis como São Tomás de Aquino expõe a essência e o fim do nosso holocausto: “Confessamos, pelo santo Sacrifício, que Deus é o autor de toda a criatura, o fim supremo de toda a beatitude, o Senhor absoluto de todas as coisas, a quem oferecemos, como testemunho de nossa submissão e adoração, um sacrifício visível, que figura a oferenda invisível, pela qual a alma se dá inteiramente a Deus como a seu princípio e a seu fim”.

         O holocausto somente pode ser oferecido a Deus, que o reservou para si: “Eu sou o Senhor, é este o nome que me é próprio. Não darei a outrem a minha glória, nem consentirei que se tribute aos ídolos o louvor que só a mim pertence” (Is. 42, 8).

         Esta proibição do Senhor de oferecer sacrifícios a outros, diz, claramente, que o santo Sacrifício da Missa não poderia ser oferecido a nenhuma criatura, nem a Santa Virgem, nem aos Santos; jamais poderíamos oferecer-lhes a santa Missa.

         Eis neste sentido a doutrina do Concílio de Trento: “Embora a Igreja tenha costume de celebrar a Missa em honra e memória dos Santos, não ensina que lhes seja oferecido o sacrifício, porém, a Deus, que os coroou” (Sess. 22, c. 3). Também o sacerdote não diz: “São Pedro, São Paulo, ofereço-vos este Sacrifício”, mas, agradecendo a Deus de lhes haver concedido a vitória, implora-lhes o socorro, a fim de que se dignem interceder por nós, no céu, enquanto lhe celebramos a memória na terra.

         Sendo a vida de Jesus Cristo mais nobre do que a de todos os homens, sua morte foi mais meritória e preciosa aos olhos de Deus. E, visto que o Salvador renova sua morte em cada Missa, segue-se que Deus Pai recebe do santo Sacrifício maior honra e glória do que se todo o gênero humano lhe fosse imolado em holocausto.

         Que é a santa Missa senão uma embaixada à Santíssima Trindade, para oferecer-lhe uma oferta de valor inestimável, pela qual reconhecemos-lhe a soberania e lhe testemunhamos nossa inteira submissão?

         Esta oferta quotidiana é Jesus Cristo, o próprio Filho de Deus, o único que conhece a infinita Majestade do Senhor e a honra que lhe é devida. Ele somente pode, com efeito, render esta honra e lha rende dignamente, imolando-se sobre o altar. E Jesus Cristo, a adorável vítima, dá-se-nos tão inteiramente, que nos é possível oferecê-lo ao Deus três vezes santo, como nosso próprio bem.

         Pobres pecadores, prestamos-lhe, deste modo, o culto e a honra que lhe é devida. Sem a santa Missa, ficaríamos eternamente devedores de Deus.

         Caro leitor, não desejais oferecer cada manhã o mais precioso dos dons a teu Senhor e Deus? Que desculpa terás, no dia do juízo, de tua negligência?

Fonte: http://www.derradeirasgracas.com/2.%20Segunda%20Página/O%20Poder%20da%20Santa%20Missa/A%20Santa%20Missa%20é%20o%20holocausto%20mais%20exelente..htm