A GRANDEZA DA PACIÊNCIA

setembro 30, 2010

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A grandeza da paciência

O que não podemos mudar, devemos aceitar

Os santos diziam que há dois tipos de martírio: o da morte pela espada; e o da morte pela paciência. A paciência é uma forma de martírio que vence todo sofrimento. Não há barreira espiritual que não caia pela força da paciência, a qual é fruto da fé, da humildade e do abandono da vida em Deus.

Foi pela paciência que a Igreja venceu todos os seus inimigos até hoje: o Império Romano, as heresias, as perseguições, o comunismo, o ateísmo, os pecados de seus filhos, entre outros.

Quando os nossos pecados e fraquezas nos assustam e nos desanimam é preciso ter paciência também conosco e aceitar a nossa dura realidade. Quando é difícil caminhar depressa, então, é preciso ter paciência e aceitar caminhar devagar. José e Maria salvaram o Menino Jesus das mãos de Herodes indo passo a passo até o Egito por um longo deserto de 500 km.

A paciência do cristão não é vazia nem significa imobilismo ou resignação mórbida; tampouco perda de tempo. Não. É a certeza de que tudo está nas mãos d’Aquele que tudo pode. “Um espírito paciente vale mais que um espírito orgulhoso. Não cedas prontamente ao espírito de irritação; é no coração dos insensatos que reside a irritação” (Ecle 7,8b-9).

O que não pudermos mudar em nós ou nos outros, deveremos aceitar com paciência, até que Deus disponha as coisas de outro modo. Ninguém perde por esperar!

Maria, nossa Mãe, é a mulher da paciência. Sempre soube esperar o desígnio de Deus se cumprir, sem se afobar, sem gritar, sem reclamar… A paciência é amiga do silêncio e da fé. É a paciência que nos levará para o céu!

“Meu filho, se entrares para o serviço de Deus (…) prepara a tua alma para a provação; humilha teu coração, espera com paciência (…) não te perturbes no tempo da infelicidade, sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência” (Eclo 2,1-3).

“Aceita tudo o que te acontecer; na dor, permanece firme; na humilhação, tem paciência. Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata, e os homens agradáveis a Deus, pelo cadinho da humilhação” (idem 4-6).

Muitas vezes, a vontade de Deus permite que as cruzes nos atinjam; curvemos a cabeça com humildade e paciência. Muitos estão prontos para fazer a vontade de Deus no “Tabor da transfiguração”, mas poucos no “Calvário da crucificação”. Sejamos como Nossa Senhora, que disse o “sim” no momento da Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas o manteve na Apresentação d’Ele, na fuga para o Egito, no Pretório, na perseguição ao Senhor, no caminho do Calvário e também aos pés da sua cruz.

Beijar, agradecidos, esta mão invisível que, muitas vezes, permite que sejamos feridos, agrada a Deus e nos atrai as bênçãos do Céu.

Para meditar: Ensinamentos dos Santos Doutores: “Neste vale de lágrimas não pode ter a paz interior senão quem recebe e abraça com amor os sofrimentos, tendo em vista agradar a Deus”. Segundo ele “essa é a condição a que estamos reduzidos em conseqüência da corrupção do pecado”.

Santo Afonso:

São João Crisóstomo: “É melhor sofrer do que fazer milagres, já que aquele que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento Deus se torna devedor do homem”.

Santo Agostinho: “Quando se ama não se sofre, e se sofre, ama-se o sofrimento”.

“O martírio não depende da pena, mas da causa ou fim pelo qual se morre. Podemos ter a glória do martírio, sem derramar o nosso sangue, com a simples aceitação heróica da vontade de Deus”.

São Francisco de Sales: “As cruzes que encontramos pelas ruas são excelentes, e que mais o são ainda – e tanto mais quanto mais importunas – as que se nos deparam em casa”.

Santa Teresa D’Ávila ensina: “Nada te perturbe; nada te espante. Tudo passa. Só Deus não muda; a paciência tudo alcança. Quem a Deus tem nada lhe falta: Só Deus Basta!”.

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Trocando Idéias”. Saiba mais em Blog do Professor FelipeSite do autor: http://www.cleofas.com.br

29/09/2010 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12028

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PADRE FABIO DE MELO – PESSOAS NÃO SÃO OBJETOS

setembro 29, 2010

AS RAZÕES DAS DORES DE MARIA

setembro 29, 2010
A vista das imensas dores desta Virgem tão compadecida, perguntamos imediatamente a nos mesmos como Deus permitiu que Ela fosse triturada a este ponto.A questão merece seguramente uma resposta, pois Ela supõe o conhecimento dos sublimes desígnios de Deus sobre Maria, e nos ensina como é que devemos carregar as cruzes que a Providência coloca sobre nossos ombros, e mesmo desejar o sofrimento por amor de Deus.
 
 

 

Os sofrimentos de Maria não eram necessários, por necessidade absoluta, para operar a redenção do mundo, mas Deus quis que fossem necessários por necessidade de conveniência.
“O ódio da serpente infernal, diz São Crisóstomo, começara por Eva a perpetrar o desastre original; convinha, por conseguinte, que Maria, nova Eva, interviesse no ato da reparação, efetuado pelo novo Adão”.
(S.J.Crys.: De interdict)

É o mar de Deus a Maria.
Pode o amor dar algo de melhor do que a si mesmo?…
Ora, em Jesus tudo era sofrimento. Maria deverá, portanto, assemelhar-Se ao Seu divino Filho, deverá participar das Suas dores, porque participa do Seu amor.
A lei que atinge a Jesus deverá envolver Maria. E esta lei, nós o sabemos, era uma lei de sacrifício e de expiação, em que a ignomínia e a abjeção deviam chegar quase ao aniquilamento. Maria teria sido um simples instrumento e não uma mãe, se Ela tivesse  sido separada de todas estas coisas.
O crescimento dos méritos da Santíssima Virgem foi mais uma razão dos Seus sofrimentos. E sobretudo nos sofrimentos que se acumulam os méritos. A qualidade de Mãe de Deus não teria sido uma razão suficiente para que Maria fosse elevada ao céu, sem a graça santificante que precedeu e seguiu esta dignidade da maternidade divina.
A elevação legítima de Maria devia depender  dos Seus méritos e os Seus méritos deviam ser adquiridos evidentemente por uma longa série de sofrimentos. (Cfr. Bourdaloue: Sermão sobre a Assunção)
Como avaliar então os arrebatamentos que atualmente enchem no céu a alma de nossa Mãe querida e nos quais Ela reconhece as recompensas especiais devidas a cada uma de Suas dores?…
E por prodigiosa que seja a grandeza da recompensa, Ela vê pormenorizadamente como correspondeu a cada um dos Seus sofrimentos em particular, e como esta recompensa nasceu dos Seus sofrimentos.
Setenta e dois anos de alegria estática jamais teriam, na ordem atual dos desígnios de Deus, elevado o Seu trono tão próximo do trono de Deus. (Jamar: Maria Mãe da dor)
Uma terceira razão das dores da Imaculada era a glória que Deus devia receber dEla.
A maior misericórdia de Deus para com as criaturas é o permitir-lhes contribuírem à Sua glória e fazê-lo de um modo inteligente e livre.
Mas quem melhor do que Maria se achava em condições de procurar esta glória? Ela que era tão próxima de Deus e tão vibrante de amor e de vida sobrenatural. Dela Deus pode receber mais glória não só do que de qualquer outra criatura, mas ainda do que de todas as criaturas reunidas, excetuando-se, evidentemente, a natureza de Jesus Cristo.

A Mãe de Jesus estava cumulada, sem dúvida, das graças poderosas que exigia uma correspondência tão maravilhosa à vontade divina, mas Ela nunca recebeu do Seu divino Filho dom algum, ao qual ligasse tanto apreço, como à Sua compaixão. Não! para ganhar o mundo, Ela não teria consentido em se privar da menor circunstância que pudesse agravar a Sua dor.

Portanto, foi Maria quem pagou, por assim dizer, a dívida que os santos tinham contraído com Jesus pela Sua paixão e que eles nunca podiam saldar.

Maria, ao pé da Cruz, era o mundo em adoração, pois nenhuma criatura adorava então a Jesus em Suas humilhações. Tudo se concentrava, pois, na pessoa desta Virgem das dores; Ela era como que o centro, o coração e a voz do mundo inteiro.

A quarta razão das dores de Maria é que Ela era mãe, e qual é a mãe que não sofre para com o seu filho?…

A mãe não é mãe por um título nobiliárquico, e, sobretudo, ela não pode ser “Consoladora dos aflitos”, como Maria o deveria ser, por um simples decreto emanado da vontade. Poderia dar-se isto, mas Deus não o quis.

A sentença promulgada contra Eva: “Darás à luz na dor”, é, ao mesmo tempo, uma lei e um mistério, uma condenação e uma profecia.

A partir deste momento a dor se torna uma condição inevitável para a mulher se tornar mãe, tanto na ordem natural, como na ordem da graça. A qualidade de mãe é inseparável da qualidade de mártir.
“Maria, ao pé da Cruz, diz São Bernardino de Sena, adquiriu o titulo de Mãe dos cristãos com o preço das mais incompreensíveis dores e, gerando-nos à graça, Ela sentiu, ao mesmo tempo, todas as dores suportadas pelas mães que comunicam a vida na natureza aos seus filhos. Maria sentiu-as todas ao mesmo tempo, gerando-nos à graça ou dando-nos à luz da graça, e deste modo, os seus sofrimentos igualaram os sofrimentos de todas as mães”.

A razão por ele apresentada prova-nos que Maria tendo-nos gerado a todos para a salvação, teve que sofrer para casa um de nós em particular.

Uma quinta e última razão que entrevemos das dores da Virgem, é o desígnio de Deus em dar-nos Maria por modelo.

A dor caracteriza mais ou menos toda a vida humana e, encerrando em si os meios particulares de união com Deus, desarranja e perturba, mais do que qualquer outra coisa, as nossas relações com Ele.

cristãmente a dor é talvez a obra mais elevada e mais árdua que temos nós a realizar, e está em grande parte nos desígnios de Deus que a soma das dores que devemos suportar cresça com o grau de santidade que nos torna capazes de as suportar.

E, sob este ponto de vista, que horizonte luminoso se abre aos nossos olhos!…

A mais pura, a mais doce, a mais santa das criaturas nos aparece esmagada e triturada pela dor e nos ensina como devemos sofrer e como devemos galgar o Calvário da nossa vida.

Como é doce, nas horas de lassidão e de provação, apoiar a cabeça e o coração sobre o coração sanguinolento de Maria!

Como aí irradia levemente o amor, através das lágrimas e das angústias!

Como ele atrai e repousa o coração! Como ele nos pede sobretudo um pouco de reciprocidade de amor, a pequena chama de nosso coração para uni-la ao incêndio do coração da “Virgem das dores”!
(Por que amo Maria, pelo Pe. Júlio Maria, segue com o post: Maria, Rainha dos mártires)

 

http://www.espacomaria.com.br Artigo n.º 2684
Publicado em: 27/09/10 às 07:47:03

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=1&id=2684

 


Imaculada, Maria de Deus

setembro 28, 2010

REZAR, ORAR PARA VIVER

setembro 28, 2010

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Rezar, orar para viver

Não devemos rezar só para nós mesmos

Rezar não é só falar com Deus. É viver com Ele, por Ele e pelos irmãos. “Rezar é viver uma presença de amor em sua vida e fazer tudo por Deus”, explica frei Patrício Sciadini em seu livro “Rezar é”. Orar continuamente, sem cessar, foi ordem de Jesus aos Seus discípulos. Rezar é orar e trabalhar para o Reino de Deus, para acudir os pobres, os doentes, trabalhar pela justiça, exercer uma profissão e fazê-lo a serviço do próximo. Trabalhar assim é colocar a oração dentro da vida e fazer a vida uma oração.

O contato com Deus nos desintoxica da maldade e coloca a oração sempre dentro da vida. Nas palavras de frei Patrício: “Rezar é viver, é amar e deixar-se amar, é evangelizar, abandonar-se em Deus, cantar salmos, olhar os lírios do campo, ouvir os pássaros, desabafar o coração, dizer ‘sim’ e nunca dizer ‘não’ a Deus”.

Na vida cristã, o nosso momento de estar a sós com Deus é na oração pessoal, assim como Jesus também o tinha. Mas a oração cristã não é um ato realizado apenas em benefício próprio, e sim, em benefício dos outros; não rezamos só para nós mesmos. Jesus, Maria e os grandes santos da Igreja sempre colocaram em suas orações a preocupação com os homens, pois, para o cristão, orar não é apenas contemplar a Deus, mas também orar pelo próximo, o que gera atitudes concretas de amor.

A oração é o que nos mantém vivos. Assim como a planta não cresce e não dá frutos se estiver exposta ao sol, também o coração humano não desabrocha para a vida se não tiver Deus. Quem não reza corre o risco de morrer internamente. Mais cedo ou mais tarde sentirá a falta de algo, como se fosse o ar para respirar, o calor para viver, a luz para ver, o alimento para crescer e sustentar-se. É como se lhe faltasse um objetivo para dar sentido à vida.

Santo Afonso de Liguori, fundador dos Redentoristas, dizia que “quem reza se salva e quem não reza se condena”.

O corpo não vive sem alimento. A alma também não. Mas, na prática, notamos que a maioria dos cristãos parece não conhecer esta verdade. Quem mantém o controle de sua vida sabe como a oração lhe faz falta… bastam alguns dias sem oração para as tentações aumentarem e sair do caminho.

Para rezar, procure estar em silêncio dentro de si e ao seu redor. Não é sempre fácil criar esse ambiente [o silêncio], mas é no silêncio que Deus se manifesta e podemos ouvi-Lo.

Quanto mais rezamos, tanto mais temos vontade de rezar e de ajudar aqueles que sofrem. Ao contrário, quando rezamos pouco, menos queremos rezar.

Quem reza sente os frutos do Espírito que fazem a vida mais bela e mais harmoniosa.

(Artigo extraído do livro “Cristãos de atitude” – O caminho espiritual proposto por Dom Bosco, Editora Canção Nova).

Padre Mário Bonatti

27/09/2010

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12023


ORAÇÃO AO ESPÍRITO SANTO

setembro 27, 2010

DEUS AMA OS POBRES E OS LEVANTA DA SUA HUMILHAÇÃO.

setembro 27, 2010

ÂNGELUS DO PAPA BENTO XVI.

DEUS AMA OS POBRES
E OS LEVANTA DA SUA HUMILHAÇÃO.

26.09.10 – Castel Gandolfo:  “Deus ama os pobres e os levanta da sua humilhação”. Foi o que recordou Bento XVI ao meio-dia de hoje em Castel Gandolfo, antes da oração do Ângelus, destacando que o “destino eterno” de cada um é condicionado pela escolha de seguir o caminho que Deus tem nos mostrado isto é, o amor.

No Evangelho deste domingo, recordou o Papa, Jesus conta a parábola do homem rico e do pobre Lázaro. O primeiro vive no luxo e egoísmo, e quando morre, acaba no inferno. O pobre, ao invés, que come os restos da mesa do rico, quando morre é levado pelos anjos à morada eterna de Deus e dos santos. “Bem-aventurados vós, os pobres – proclamou o Senhor aos seus discípulos – porque vosso é o reino de Deus” (Lc 6:20).

“Mas a mensagem da parábola vai além disso; recorda que enquanto estamos neste mundo, devemos escutar o Senhor que nos fala através das Sagradas Escrituras e viver segundo a sua vontade, caso contrário, após a morte, será tarde demais para se arrepender. Portanto, – continuou o Papa – essa parábola nos diz duas coisas: a primeira é que Deus ama os pobres e os alivia de suas humilhações; e a segunda é que o nosso destino eterno é condicionado pelo nosso comportamento, depende de nós seguir o caminho que Deus tem nos mostrado para chegar à vida, e esse caminho é o amor, não entendido como sentimento, mas sim como serviço aos outros, na caridade de Cristo”.

Por feliz coincidência – observou o Papa – nesta segunda-feira, 27 de setembro, celebra-se a memória litúrgica de São Vicente de Paulo, patrono das organizações caritativas católicas, falecido há 350 anos.

“Na França de 1600, ele tocou com suas próprias mãos o forte contraste entre os mais ricos e os mais pobres. De fato, como sacerdote, ele pode freqüentar seja os ambientes aristocráticos, seja o meio rural, como também as áreas mais marginalizadas de Paris. Impulsionado pelo amor de Cristo, – destacou o Santo Padre – Vicente de Paulo soube organizar formas estáveis de serviço às pessoas marginalizadas, dando origem às chamadas “Charitées”, a “Caridade”, isto é, grupos de mulheres que colocavam seu tempo e os seus bens à disposição dos mais marginalizados”.

De entre essas voluntárias – lembrou ainda Bento XVI -, algumas optaram por consagrar-se totalmente a Deus e aos pobres. Foi assim que, com Santa Luísa de Marillac, São Vicente fundou as “Filhas da Caridade”, primeira congregação feminina a viver a consagração “no mundo”, no meio das pessoas, com os doentes e os necessitados.

Em seguida o Papa falou do Amor com “A” maiúsculo, que dá a verdadeira felicidade! Demonstra-o outra testemunha, uma jovem que ontem foi proclamada Bem-aventurada aqui em Roma.

“Falo de Chiara Badano, uma jovem italiana nascida em 1971, e que uma doença a levou à morte em menos de 19 anos, mas que foi para todos um raio de luz, como diz o seu sobrenome: “Chiara Luce”, “Clara Luz”. Sua paróquia, a diocese de Acqui Terme e o Movimento dos Focolares, ao qual ela pertencia, estão hoje em festa – e é uma festa para todos os jovens, que podem encontrar nela um exemplo de coerência cristã. As suas últimas palavras, de plena adesão à vontade de Deus, foram: “Mamãe, adeus. Seja feliz porque eu sou feliz”. Demos graças a Deus, porque seu amor é mais forte do que o mal e a morte; e agradecer à Virgem Maria que conduz os jovens também através das dificuldades e sofrimentos, a apaixonarem-se por Jesus e a descobrir a beleza da vida.

Na conclusão o Papa recordou que retorna ao Vaticano na próxima quinta-feira e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/DEUS%20AMA%20OS%20POBRES%20E%20OS%20LEVANTA%20DE%20SUA%20HUMILIAÇÃO%20.htm