FELIZ ANIVERSÁRIO JORGE.

dezembro 20, 2010

QUE O SENHOR ILUMINE SEMPRE O TEU CAMINHO, ABENÇOE VOCÊ E SUA LINDA FAMÍLIA E QUE VOCÊ CONTINUE DEIXANDO RASTROS DE DEUS POR TODOS OS LUGARES QUE PASSA.

PARABÉNS, PROSPERIDADE E FELICIDADES.

PAZ E BEM.

CÍRCULO AZUL. 

 


ENTÃO É NATAL

dezembro 20, 2010

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Então é Natal

Tempo de oferecermos ao outro o que temos de melhor

 

Mas um ano termina, outro começa a chegar e com ele chegam também novos sonhos, planos, aspirações e desejos de fazer o mundo melhor. As ruas iluminadas, as casas decoradas, a troca de cartões e presentes nos contagiam. Há um clima diferente no ar que nos envolve e faz nosso lado melhor vir à tona. Gestos de ternura e perdão são espontâneos e votos de felicidades voam distâncias e cruzam mares para chegar aos corações.

Então é Natal! A esperança volta a brilhar nos horizontes, nos lares e na alma de cada um que se deixa contagiar pelo encanto desta época de paz, amor e luz. E é precisamente no contexto deste tempo que somos convidados a vivenciar o Mistério do nascimento de Cristo.

Acredito que quando celebramos o Natal algo diferente acontece dentro de nós e nos contagia, inclinando-nos à mudança, à simplicidade e à busca do essencial.

Lembro-me de que, quando eu era criança, gostava muito de ouvir as histórias a respeito do nascimento de Cristo. Depois das narrativas que sempre apresentavam diferentes versões, eu ficava tentando entender, com minha ingênua razão, por que Deus, sendo assim tão grande e podereso, foi nascer justamente em um lugar tão simples. Fui crescendo no conhecimento e encontrando respostas para a questão, mas a verdade é que elas não calam o meu coração. Não consigo ver o presépio apenas como decoração de Natal. Principalmente porque suas figuras nos falam e nos desafiam à construção de um mundo melhor.

No centro do presépio dois bracinhos de criança, que se abrem em nossa direção, cheios de ternura e de paz, nos ensinam que é abrindo os braços na direção do outro que construímos um feliz ano novo e uma feliz vida nova. Discreto e sereno lá está também José, figura tão importante no nascimento de Cristo. Homem simples, trabalhador, como tantos entre nós. Dedicação, pureza, humildade e obediência a Deus movem seu coração e conduzem suas atitudes. É com razão que padre Zezinho afirma, em uma das suas inúmeras canções, que “O mundo seria bem melhor se todo pai fosse José […]”. Ainda no presépio encontramos Maria refletindo a serenidade, a luz e a paz de que a humanidade tanto precisa. Sua ternura materna irradia e consola o coração de filhos aflitos que a contemplam, buscando aprender com ela o jeito de corresponder a Deus.

E quando vamos a caminho do presépio também nos deparamos com os Reis Magos. Eles também nos ensinam, pois envolvidos pelo encanto do Natal, trazem em suas mãos: ouro, incenso e mirra, ou seja, o que tinham de melhor para oferecer. Certamente é próprio do tempo natalino oferecermos ao outro aquilo que temos de melhor. Não falo de bens materiais, aliás, os presentes de Natal só têm sentido se simbolisam o amor que nos move a doá-los e nunca podem ocupar o centro das celebrações. Natal é tempo de oferecer o que temos de melhor sim, e o que temos de melhor habita dentro de nós, não se vende nem se compra, só pode ser oferecido. Procuremos, portanto, oferecer hoje nosso melhor sorriso, o abraço mais caloroso, a palavra mais afavel e amemo-nos uns aos outros sem esperar nada em troca.

É tempo de nos deixarmos envolver pela eterna simplicidade, alegria e pureza do presépio, expressas nos bracinhos abertos do Menino Jesus. Assim, verdadeiramente o Natal estará acontecendo em nossa vida e haverá paz na terra e em nossos corações!

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Dijanira Silva
dijanira@geracaophn.com
Dijanira Silva Missionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal. Trabalha na Rádio CN FM 103.7

17/12/2010

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12127


PADRE FABIO DE MELO – A CIGARRA

dezembro 19, 2010

NASCIMENTO DO MENINO JESUS: MOMENTO SUBLIMÍSSIMO

dezembro 19, 2010

Giotto di Bondone entre 1302 e 1306,
Capela degli Scrovegni, Pádua (Itália)

O afresco representa o Nascimento do Menino Jesus e é de autoria do célebre pintor italiano Giotto.

São José está dormindo, as ovelhinhas estão por perto, o burrico também, e os Anjos enchem o céu, cantando a Glória de Deus. Os pastores estão ouvindo o cântico celeste: “Glória a Deus no mais alto dos Céus, e paz na Terra aos homens de boa vontade”.

É exatamente o que a Liturgia, na noite do dia 24 para 25, deverá estar celebrando.

É noite, e Nossa Senhora acaba de dar à luz o Menino Jesus, de modo misterioso e maravilhoso.

O gesto d’Ela, a sua atitude, são apresentados como os de uma pessoa inteiramente sadia, que se empenha em aconchegar o Menino Deus. Mas Ela o faz com um desembaraço físico de movimentos, que não é o da mãe comum após o parto.

O processo de nascimento é dolorido e difícil, em virtude do pecado original. Contudo, tendo Nossa Senhora sido virgem antes, durante e depois do parto, esse nascimento se deu de modo milagroso.

Não representou nenhum esforço para a Virgem Santíssima. Ela parece ter acordado de um sono brando.

É uma cena lindíssima, que empolga. Pode-se imaginar a situação de Nossa Senhora ao ver — pela primeira vez com seus olhos terrenos, seus olhos carnais — o fruto do Divino Espírito Santo concebido em suas próprias entranhas. E que fisionomia apresenta o Homem-Deus que acaba de nascer d’Ela!

O Menino Jesus aparenta a atitude de uma criança recém-nascida. É preciso notar que — como Nosso Senhor foi concebido sem pecado original e sua natureza humana estava ligada à natureza divina, mediante a união hipostática, com a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade — sua inteligência era plena desde o primeiro instante em que Nossa Senhora O concebeu.

E já no claustro materno Ele rezava, oferecia reparações a Deus, O adorava e implorava pelos homens. Ele começou a sua vida inteiramente consciente. De maneira que essa Criança teve comunicações com Nossa Senhora, de caráter místico, durante o período da gestação.

Ela sabia que o olhar daquele Menino era lúcido e cheio de amor. Os dois estavam se conhecendo. Ele analisava o rosto de sua Mãe e Ela estava fixando a fisionomia de Seu Divino Filho. É um momento sublimíssimo da vida de ambos.

Podemos imaginar o auge de amor de Deus que Ela atingiu nesse momento. E o Divino Infante, desde logo, que olhar de amor dirigiu à Sua Mãe Santíssima!

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira; Catolicismo, dezembro de 2002, sem revisão do autor).
Extraído do site: http://lourdes-150-aparicoes.blogspot.com/2010/12/nascimento-do-menino-jesus-momento.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Lourdes150AniversrioDasAparies+%28Lourdes+e+suas+apari%C3%A7%C3%B5es%29


SALLETE FERREIRA – HONRA E GLÓRIA

dezembro 16, 2010

O AMOR DE DEUS NOS CURA

dezembro 16, 2010

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O amor de Deus nos cura

Salva, ressuscita e dá vida nova

O   amor de Deus nos cura. A força do amor nos cura. O amor salva, ressuscita, dá vida nova. Um dos momentos mais bonitos em nossa vida é quando reconhecemos o amor de Deus por nós. Mas, para isso, é preciso fazer essa experiência com o amor do Pai.

O que é realmente a cura interior? A cura interior consiste em estarmos abertos para ser amados e para amar. Os remédios, as terapias, os tratamentos ajudam. Mas não resolvem. O que resolve é a experiência com o amor de Deus. E muitas pessoas, infelizmente, não estão abertas para serem amadas. Eu preciso ter essa compreensão do amor que o Senhor tem por mim.
Deus é Pai com um coração de mãe!

O amor de Deus é um amor de totalidade. Não é um amor “em partes”. O amor do Senhor é único e precisa ser trabalhado em nosso interior. Certa vez, madre Teresa de Calcutá foi pregar num retiro para sacerdotes do mundo inteiro. Ela estava diante de teólogos, homens de grande intelecto, os quais ficavam surpresos em perceber a autoridade com que ela falava. Uma autoridade na simplicidade. Ela dizia aos sacerdotes: “Deus não os chamou para o sucesso, mas para servi-Lo com amor e humildade”. Certa vez também, um repórter perguntou a ela: “O que é ser santo?” E ela respondeu: “Ser santo é fazer as pequenas coisas com um grande amor”.

Meus irmãos, amar é treino. É a cada dia colocar uma “pitada”. Muitas vezes, Deus nos leva a situações em que dizemos: “Meu Deus! Onde o Senhor está?” Mas Deus não nos abandonou. Pelo contrário, Ele está sofrendo conosco. Ele está sempre ao nosso lado. Talvez você esteja apavorado em meio ao sofrimento, mas saiba que isso é necessário, pois, do contrário, nunca amadureceremos!

Isaías 49,14-16 diz: “Sião vinha dizendo: ‘O Senhor me abandonou, o Senhor esqueceu-se de mim!’ Acaso uma mulher esquece o seu neném, ou o amor ao filho de suas entranhas? Mesmo que alguma se esqueça, eu de ti jamais me esquecerei! Vê que escrevi teu nome na palma de minha mão, tenho sempre tuas muralhas diante dos olhos”.

A cura é um processo, que acontece por meio de passos. E durante esse processo de cura, nós vamos fazendo a descoberta de que o Altíssimo nos ama mesmo com os nossos pecados, traumas, carências, etc..

Se Deus cuida de cada detalhe da criação, Ele não cuidará de cada detalhe da nossa vida? Ele não apenas nos criou, mas Ele mesmo cuida de cada detalhe da nossa vida. E jamais se esquece de você! Ele jamais se esquece do Seu povo. Ele cuida de cada detalhe da sua vida.

(Trecho extraído da pregação de 17/10/2010).

Adquira também o livro da missionária: Perdão e cura das emoções.

Irmã Maria Eunice

15/12/2010
 

MONSENHOR JONAS ABIB – VIRGEM DO SILÊNCIO

dezembro 15, 2010

PAPA CONVIDA A ESPERAR O SENHOR COM CONFIANÇA

dezembro 15, 2010

ANGELUS DO PAPA BENTO XVI.

PAPA CONVIDA A ESPERAR O SENHOR COM CONFIANÇA

12.12.2010 – Cidade do Vaticano: Bento XVI presidiu a oração mariana do Angelus deste 3° Domingo do Advento, na Praça São Pedro, no Vaticano, onde o aguardavam vários fiéis e peregrinos, e muitas crianças que levaram vários meninos Jesus para que fossem abençoados pelo Papa.

O Papa frisou que este domingo da alegria nos convida a reforçar o vigor interior que nos ajuda a preparar a vinda do Senhor com confiança operosa.
Citando o capítulo 5 da Carta de São Tiago, o Santo Padre convidou a olhar para o agricultor que espera paciente o fruto precioso da terra, até receber a chuva do outono e da primavera. “Sejam pacientes vocês também; fortaleçam os corações, pois a vinda do Senhor está próxima” – disse o Papa.
“O agricultor não é fatalista, mas é um modelo de uma mentalidade que une de forma equilibrada a fé e a razão, porque, por um lado, ele conhece as leis da natureza e faz bem o seu trabalho, e, por outro, confia na Providência, porque algumas coisas fundamentais não estão em suas mãos, mas nas mãos de Deus. A paciência e a constância são uma síntese entre o compromisso humano e a sua entrega a Deus” – acrescentou o Santo Padre.
“Fortaleçam seus corações” – diz a Sagrada Escritura. Quanto a isso, Bento XVI fez a seguinte pergunta: “Como podemos fortalecer o nosso coração fragilizado e que se tornou mais instável por causa da cultura em que vivemos? A ajuda não nos falta: é a Palavra de Deus”, frisou ainda Bento XVI.
“De fato, enquanto tudo passa e muda a Palavra de Deus não passa. Se os acontecimentos da vida nos deixam desanimados e toda certeza parece desabar, temos uma bússola que nos orienta, temos uma âncora que nos ampara. E aqui nos é oferecido o modelo dos profetas, ou seja, daquelas pessoas que Deus chamou para que falem em seu nome” – ressaltou o pontífice.
O Santo Padre sublinhou que “o profeta encontra a sua alegria e a sua força na Palavra do Senhor, e enquanto os homens buscam, muitas vezes, a felicidade pelas ruas, o profeta anuncia a verdadeira esperança que não decepciona porque está fundamentada na fidelidade de Deus. Todo cristão, por causa do Batismo, recebeu a dignidade profética: possa cada um redescobri-la, alimentá-la com a assídua escuta da divina Palavra”.
Após a oração mariana do Angelus, o Papa saudou em várias línguas os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro. Saudou as crianças e os jovens de Roma que foram à praça por ocasião da tradicional bênção dos “Bambinelli”, ou seja, dos meninos Jesus que depois de abençoados pelo Papa as crianças colocam em seus presépios feitos em casa. “Queridos jovens amigos, quando vocês colocarem o Menino Jesus na gruta ou na cabana, façam uma oração pelo Papa e por suas intenções” – frisou o pontífice.
Depois de saudar as crianças, seus pais, professores e catequistas, o Papa saudou os fiéis de língua portuguesa com as seguintes palavras:

Saúdo com amizade os fiéis das paróquias de Barcarena e Milharado, no Patriarcado de Lisboa, e demais peregrinos de língua portuguesa. Agradecido pela presença orante, desejo que esta romagem confirme a vossa adesão a Cristo: confiai no seu poder, deixai agir a sua graça! Por modelo e proteção, tomai a Virgem Mãe.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/PAPA%20CONVIDA%20A%20ESPERAR%20O%20SENHOR%20COM%20CONFIANÇA.htm


ELIANA RIBEIRO – MARIA – (NOSSA SENHORA DE FÁTIMA)

dezembro 14, 2010

O MELHOR PRESENTE É SER PRESENTE

dezembro 14, 2010

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O melhor presente é ser presença

Não podemos deixar de fazer o amor acontecer

O fim do ano é sempre um tempo de alegria e esperança: alegria por tudo aquilo que conquistamos durante todo este ano de 2010 e esperança para tudo que nos aguarda em 2011. Neste tempo, lembramo-nos de tudo que nos aconteceu e também das pessoas que entraram em nossa vida, nos fizeram felizes, dividiram conosco momentos felizes, algumas, com certeza, se casaram, outras tiveram a alegria de ter um filho (talvez aquele tão esperado há muito tempo), entraram na faculdade, muitas encontraram verdadeiros amigos que as ajudaram a vencer um sofrimento, uma dor, a encontrar a direção perdida pelo caminho e, assim, a vencer diversas dificuldades.

Nas proximidades do Natal e do Ano Novo, surge em nós o desejo de demonstrar nossa gratidão e amor por meio de um gesto concreto, de um presente que seja, ao mesmo tempo, útil para a pessoa que o recebe e que possa ter também um pouco de nós, que expresse nossa relação pessoal, nosso afeto por ela. Como encontrar o melhor presente então?

Hoje, nosso mundo é marcado fortemente pelo consumismo, que progressivamente gera nas pessoas um sentimento profundo de insatisfação com aquilo que se tem, o forte desejo de ter algo diferente, algo novo. Isso influencia até mesmo em nossa vida prática, pois tantos querem uma novidade em suas vidas, sonham com grandes mudanças e, por vezes, sentem-se sozinhos, porque não têm tempo de olhar para os lados e ver as pessoas que eles amam e que convivem com eles. Queremos sempre dividir nossa felicidade com nossos amigos.

Nós construímos uma família, uma amizade com nossa capacidade de entrelaçar nossas vidas, nossos sonhos, etc. É isso que nos faz verdadeiramente mais fortes. Nossa presença fortifica os outros, especialmente os que mais amamos, e a presença deles nos fortifica também. Somos fortes por sermos juntos.

Em um mundo no qual há tanto a se fazer, não podemos deixar de fazer também o amor acontecer, assim como não devemos nos deixar controlar demais pelas obrigações e sonhos simplesmente, mas encontrar espaço para dar o presente de nossa presença.

Na verdade, o melhor presente é ser presença. Não qualquer presença, mas a presença que acrescenta algo melhor à vida dos outros. E como ser presença?

Devemos ser presença na vida daqueles que amamos para que sintam nosso amor. Para uma missão assim grande, talvez necessitemos do ano de 2011 inteiro, por isso comecemos por aqueles que são mais próximos de nós. Nossos familiares, nossos amigos, oferecendo a eles o que temos de melhor para dar, o presente de nossa presença, nosso afeto manifestado em uma boa conversa, lembrando-nos do que Deus tem realizado de bom em nossa vida.

Escolha o presente certo, dê a presença de bom humor, e da alegria que possui muitas expressões visíveis nos detalhes. Conceda a presença que demonstra gratidão.

A quantos precisamos agradecer e ainda não o fizemos? Quantos merecem nossos elogios e por algum motivo ainda não os elogiamos?

Presença que traz paz e harmonia. Como a presença de um pai e uma mãe que, em casa, semeiam a paz, o diálogo, dando aos filhos mais que sonhos, dando-lhes valores. É bonito ver uma família em que os filhos sonham em ser pais, como seus pais o são. Infelizmente, muitos não têm a oportunidade de viver isso.

Volto a dizer que o presente é bem-vindo, é uma demonstração do afeto, mas a presença é o melhor presente, porque é o próprio afeto!

Deus os abençoe!

Padre Xavier
Comunidade Canção Nova

10/12/2010
 

A AVE MARIA E O ANGELUS

dezembro 13, 2010

 

A AVE MARIA E O ANGELUS 

 
Até o século XV, a Ave-Maria não incluía a jaculatória que começa com “Santa Maria”, e terminava com as palavras “Jesus Cristo. Amém”. Daí em diante ajuntou-se-lhe: “Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores. Amém”. A partir do século XVI, veio o final da oração com as palavras “agora e na hora de nossa morte”. O papa S. Pio V colocou no Breviário a Ave-Maria assim rezada.

 

Muito agrada à Ssma. Virgem a saudação angélica, pois através dela renovamos a alegria que sentiu, quando S. Gabriel lhe anunciou que fora escolhida para mãe de Deus. Nessa intenção devemos saudá-la muitas vezes com a Ave-Maria.

A Santíssima Virgem disse a Sta. Matilde que “não lhe podemos dirigir saudação mais agradável do que com a Ave-Maria”. A Santa Gertrudes, prometeu a Mãe de Deus que lhe daria tantos auxílios na hora da morte quantas Ave-Marias lhe houvesse recitado em vida.

Outrora, ao som das Ave-Marias, todos se ajoelhavam para rezar o “Anjo do Senhor”. São Carlos Borromeu não se acanhava de descer da carruagem para recitá-lo de joelhos na rua, muitas vezes na lama.

A recitação do Angelus data do tempo das cruzadas, e foi prescrita pelo Papa Urbano II em memória da Anunciação de Maria ─ cuja festa é celebrada a 25 de março ─ verdadeiro início dos novos tempos de graça e reconciliação da humanidade com Deus.

Em alguns países (Itália e Alemanha) começaram os fiéis a recitá-lo também de manhã. A forma atual do “Anjo do Senhor” valia por uma profissão de fé. Quem não o rezasse ao toque das Ave-Marias ficava suspeito de ser protestante ou herege.

(S. Afonso de Ligório, “Glórias de Maria”; C. Benigno Lyra, “Rosas de todo o ano”)

 

http://www.espacomaria.com.br Artigo n.º 2950
Publicado em: 10/12/10 às 09:13:07

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=2950


ELIMINAR O MOTIVO DE SUA TRISTEZA

dezembro 11, 2010

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Eliminar o motivo de sua tristeza

Os cristãos são o suave odor de Cristo

Em algumas situações específicas, em que duas pessoas eram condenadas à morte, os romanos costumavam aplicar uma pena extremamente cruel. Amarravam as duas pessoas uma à outra, rosto com rosto, braço com braço, mão com mão, perna com perna, e assim por diante; depois matavam apenas uma delas e as colocavam ambas no sepulcro, amarradas. À medida que o cadáver ia se decompondo, liberava substâncias que consumiam em vida o corpo daquela que com ele estava amarrada.

Dessa maneira, podemos entender melhor a que São Paulo aludia ao dizer: “Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?” (Rm 7,24). Ele não falava de seu corpo físico, mas do corpo do pecado ao qual estava amarrado.

Qual aquele condenado, não temos forças para nos livrar deste corpo de pecado que nos consome; estamos de tal maneira amarrados a ele que parecemos formar um só corpo, e não estamos amarrados por fora, mas por dentro, em nosso coração.
Precisamos de alguém que nos desamarre e nos livre desse corpo que nos mata e que nos faz apodrecer em vida.

Os cristãos são o suave odor de Cristo, mas, quando se tem um corpo de pecado trancado no coração, o próprio coração se corrompe e começa a empestear, com o mau cheiro, o ar à sua volta. Dessa forma, em vez de ser causa de alegria e felicidade para si e para os outros, torna-se causa de sofrimento e infelicidade porque se afasta de Deus e entra em discórdia com as pessoas para defender interesses egoístas.

A verdade é que somos as primeiras vítimas desse mal; sentimo-nos tristes, abatidos e abandonados porque somos pecadores, porque, em nosso coração, vive uma lepra chamada pecado, que o insensibilizou à presença amorosa de Deus. E o pior é que não podemos fugir dele como se foge de uma pessoa desagradável; não podemos fugir, porque o pecado nos fala de dentro do nosso coração (cf. Sl 36,2), nós o levamos conosco para onde vamos.

Tenha certeza: o pecado é o motivo de sua tristeza, e só Jesus pode lhe devolver a alegria verdadeira. É necessário que Ele o liberte desse mal, mate essa lepra e mude seu coração corrompido em um novo coração. Toda pessoa que pensa ser impossível que seus pecados lhe sejam perdoados, entra em desespero e com o seu desespero torna o seu estado pior do que era antes. Então, tenha confiança em Deus!

Se você alguma vez já se sentiu perdido e, por causa de alguma coisa que fez, teve medo de cair no inferno, sentiu-se desolado e sem forças, se depois de repetidas lutas contra um mesmo pecado mais uma vez você foi vencido por ele e sentiu vontade de desistir, tenho uma ótima notícia para você: Só quem assim se sentiu pode experimentar o que é ser salvo pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, e este mesmo Jesus pode eliminar a sua tristeza na raiz!

.: Do livro: “Vencendo Aflições – Alcançando Milagres”

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Márcio Mendes
marciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros “Quando só Deus é a resposta” e “Vencendo aflições, alcançando milagres”.

10/12/2010

SALLETE FERREIRA – PAI DAS MISERICÓRDIAS

dezembro 10, 2010

Maria, mulher do silêncio, da palavra, do serviço, da obediência

dezembro 10, 2010

 

 

 
O dogma da Imaculada Conceição foi instituído pelo Papa Pio IX no dia 8 de dezembro de 1854, que declara: “Desde a sua concepção, Maria foi preservada do pecado original e de suas conseqüências pelos méritos de Cristo, que se chama redenção preventiva”. O devoto da Virgem Maria é aquele que toma a decisão de viver as virtudes dela. A saber:

Mulher do silêncio: Precisamos aprender com Nossa Senhora a silenciar o nosso coração de todas as agitações do mundo e de todo barulho, fruto das realidades que são contrárias à vontade de Deus na nossa vida. Silenciar é muito mais que não fazer barulho, é ter a coragem de retirar-se constantemente para encontrar-se com o Senhor, e aí escutar o Seu Coração.
 
Mulher da Palavra: A Santíssima Virgem rezava os salmos; era íntima da Palavra de Deus; prova disso é ela repetir o Cântico de Ana ao se encontrar com Isabel, cântico este lá do Antigo Testamento. Muito mais que o fato de narrar esse cântico, a prova de que a Virgem Maria é a mulher da Palavra é a sua total confiança na misericórdia e na providêcia de Deus, que regia toda a sua vida e a vida do mundo.

Mulher do serviço: Maria sobe a montanha para visitar a sua parenta Isabel; ela vai à casa da prima não tendo como prioridade tratar de serviços domésticos, mas para levar o mistério até a vida daquela que, com certeza, muitos traumas trazia pelo fato de ter sido estéril por muitos anos – fato tido como sinal de maldição para o povo daquela época e lugar.

O mistério em Maria, que é o próprio Deus, leva-a até a prima, para que esta possa ser curada. Isso nos diz que devemos ser, efetivamente, portadores e condutores do mistério, que é Deus, para as pessoas, pois Ele se encontra em nós, dentro de nós, desde o momento do nosso batismo.

Mulher da obediência: Maria só tinha olhos para a vontade de Deus, para obedecer ao Todo-poderoso nas circunstâncias ordinárias da vida; é ela quem diz a cada um de nós – única frase de Maria na Sagrada Escritura, de forma direta: “Fazei tudo o que Ele vos disser.”

A Santíssima Virgem Maria é aquela que pode, verdadeiramente, nos ajudar a encher as talhas da nossa vida. Esta água viva é o Espírito Santo, o Esposo de Nossa Senhora. Quando o Espírito Santo percebe uma alma tomada de amor e da presença de Maria – a Sua esposa – o Ele vem e realiza maravilhas nessa alma, pois Ele não pode ficar separado da Sua esposa. As maravilhas que o Espírito realiza em nós nada mais são do que encher as talhas da nossa vida para que Cristo nos transforme neste vinho novo.

Viver esta festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, ser devoto de Maria por excelência, é obedecer a Deus e fazer com que Ele seja o Senhor, verdadeiramente, da nossa vida.

Imaculada Conceição de Maria

O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro de nós e que não renunciamos nunca.

A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma, foi definida em 1854, pelo papa Pio IX, através da bula “Ineffabilis Deus”, mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa. A festa já existia no Oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII.

A festa não existia, oficialmente, no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia chamado bem-aventurado João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de são Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria como início do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade.

Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476. Em 1570, foi confirmada e formalizada pelo papa Pio V, na publicação do novo ofício, e, finalmente, no século XVIII, o papa Clemente XI tornou-a obrigatória a toda a cristandade.

Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram as prodigiosas confirmações dessa verdade, do dogma. De fato, Maria proclamou-se, explicitamente, com a prova de incontáveis milagres: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

Deus quis preparar ao seu Filho uma digna habitação. No seu projeto de redenção da humanidade, manteve a Mãe de Deus, cheia de graça, ainda no ventre materno. Assim, toda a obra veio da gratuidade de Deus miseriordioso. Foi Deus que concedeu a ela o mérito de participar do seu projeto. Permitiu que nascesse de pais pecadores, mas, por preservação divina, permanecesse incontaminada.

Maria, então, foi concebida sem a mancha do orgulho e do desamor, que é o pecado original. Em vista disso, a Imaculada Conceição foi a primeira a receber a plenitude da bênção de Deus, por mérito do seu Filho, e que se manifestou na morte e na Ressurreição de Cristo, para redenção da humanidade que crê e segue seus ensinamentos.

Hoje, não comemoramos a memória de um santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a rainha de todos os santos, a Mãe de Deus. 

 

 

Padre Pacheco
Homilia diária – Canção Nova

 

http://www.espacomaria.com.br Artigo n.º 2943
Publicado em: 09/12/10 às 17:04:41

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=2943


LITURGIA DA PALAVRA COM PADRE FABIO DE MELO NA MISSA DO HOSANA BRASIL 2010

dezembro 9, 2010

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5


NATAL: ACOLHIDA DA SAGRADA FAMÍLIA NO PRESÉPIO DE UM CASTELO FRANCÊS

dezembro 9, 2010

« Gloire à Dieu au plus Haut des Cieux, Et paix sur la Terre au hommes de bonne volonté »

[“Glória a Deus nas alturas! E paz na Terra aos homens de boa vontade!”]

Em Belém, nenhum albergue abriu suas portas para a Sagrada Família.

E o Menino Jesus nasceu numa pobre gruta, aquecido pelo calor de um boi e de um asno.

Como reparação, no Natal de cada ano, salões franceses abrem suas portas ao Divino Menino, sua Santa Mãe e o Patriarca São José.

Em salões nobremente decorados, num ambiente penetrado pelo sorriso e cortesia, etiqueta e elegância, uma sociedade de salão apresenta-se diante de um presépio que não tem nada do salão.

Mas, o Menino-Deus está ali, Nossa Senhora e São José, príncipes da Casa de David, também.

O charme e a beleza, a graça e o encanto, homenageiam ao Rei dos Reis.

Ó Jesus que tanto se humilhou por nós!


Ó Majestade Onipotente!

Ó criança tão pequenina e Rei tão poderoso, vinde reinar inteiramente sobre nós!

É um ato de submissão dos mais requintados salões da Terra, ao Divino Monarca que conquistou o Mundo deitado naquele simples presépio!

No Céu, a Corte dos anjos se rejubila juntamente com a Corte dos homens glorificando o Divino Menino Rei e Redentor.

Video: Natal num castelo da França
CLIQUE AQUI e assista

Fonte: http://lourdes-150-aparicoes.blogspot.com/2010/12/natal-acolhida-da-santa-familia-no.html


PADRE FABIO DE MELO – A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO

dezembro 8, 2010

MARIA: A MULHER QUE ANTECIPA A NOSSA RESSURREIÇÃO!

dezembro 8, 2010

MARIA: A MULHER QUE ANTECIPA A NOSSA RESSUREIÇÃO!

O seio maternal de Maria é o lugar de encontro do Divino com humano. Neste movimento, sem simbiose, mas de profunda doação e reciprocidade acontece a ‘Plenitude dos Tempos’. Maria é a testemunha histórica de que vale a pena entregar-se, total e absolutamente, ao Pai Eterno. Todo o seu ser tem raízes fincadas no céu. Suas atitudes foram as expressões mais coerentes em amar e em viver a fidelidade ao Evangelho. O ‘sim’ de Maria nos trouxe Deus. Sua vida silenciosa, em Nazaré, santifica o nosso itinerário cristão no mundo. 

Pela Revelação Trinitária e pela Tradição Apostólica, sabemos que o nascimento de Jesus, a partir de uma mulher, “constitui o ponto culminante e definitivo da auto-revelação de Deus à humanidade” (João Paulo II). Em Maria, a mulher resgatou a sua vocação e dignidade dentro da Redenção realizada pelo Pai, no Filho, por meio do Espírito Santo.

Na imagem do Divino Pai Eterno, reverenciada por milhares de devotos no Brasil e no mundo, Maria está logo abaixo, de forma central, sendo coroada pela Santíssima Trindade. Suas mãos estão postas para manifestar o caráter da mulher orante: experimentada na fé e acostumada a encontrar-se com o sagrado de Deus face a face.  Sua roupa branca expressa a pureza imaculada de viver ‘no’ Pai e ‘para’ o Pai. O manto azul nos abre ao Mistério Divino que está além do celestial.

A existência de Maria foi adornada pela presença de Deus, que a fez dom para a humanidade. É por isso que a podemos chamar de agraciada. “Por sua fé e pela sua disponibilidade a Deus, Maria foi se tornando progressivamente cheia da graça do Senhor, a ponto de abandonar-se conscientemente e com toda a liberdade de seu ser, ao plano salvífico que o Pai tinha em mente realizar” (Lina Boff). A graça, pela qual Maria se abre, tem um rosto e um nome. Chama-se Jesus de Nazaré!

Em Maria há um sentimento humano e Divino de mulher, mãe, esposa e discípula! Nela podemos encontrar aquele silêncio interior, fruto das almas maduras e adultas na fé. Arraigada na memória histórica do povo de Israel, “[…] Maria produz fruto e traz o Fruto de seu ventre para doá-lo ao mundo. Esse fruto é a vida de intimidade com Jesus que veio morar na nossa condição de criaturas assumindo-nos em tudo, menos no pecado” (Linha Boff). Portanto, já não nos é estranho afirmar que o Verbo Divino veio ao mundo pela vontade de Deus e pela adesão de Maria. 

Foi diante dessa tradição mariológica, desde as primeiras comunidades cristãs, que o Papa Pio XII, por meio da Bula Munificentissimus Deus, proclamou, solenemente, o dogma da Assunção de Maria, em 1950. O dogma não é uma verdade em si nem uma doutrina rígida, mas, sobretudo, um mergulho no mistério de Deus. Trata-se de uma verdade de fé que antecede a nossa própria condição na eternidade, uma vez que a assunção de Maria já evidencia a assunção de todos ao coração do Pai. Dele viemos, Nele somos, nos movemos e existimos, e para Ele haveremos de voltar (Cf. At 17,28).

Justamente por isso, é crível que o Dogma da Assunção está a sinalizar o nosso futuro. Maria não subiu aos céus, pois isso seria ascensão, algo que só compete a Cristo. Por conseguinte, após a morte, foi “elevada” à glória celeste. Isso significa uma mudança em seu ser e em seu corpo, assumindo, assim, uma nova condição, junto ao corpo glorioso de seu Filho Jesus. “Maria Santíssima nos mostra o destino final dos que escutam a Palavra de Deus e a cumprem (Cf. Lc 11,28). Estimula-nos a elevar nosso olhar às alturas, onde se encontra Cristo, sentado à direita do Pai, e onde também está a humilde serva de Nazaré, já na glória celestial” (João Paulo II).

A assunção de Maria é, em síntese, a antecipação e a participação do gênero humano na Ressurreição de Cristo. Assim sendo, sua presença é a certeza do lugar que todo homem e toda mulher ocupam no coração de Deus.  Contemplá-la é o mesmo que descobrir a nossa origem divina, é encontrar o tesouro perdido, é conceder um rumo santo para histórias desumanizadas pelo pecado. Abramo-nos à Santíssima Trindade e façamos do ‘sim’ de Maria a adesão eterna àquilo que o Pai Eterno sonhou para nós!

Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.
Missionário Redentorista, Reitor da Basílica de Trindade e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.
www.paieterno.com.br

Fonte: http://blog.paieterno.com.br/


PADRE FABIO DE MELO – IMAGENS E SÍMBOLOS RELIGIOSOS

dezembro 7, 2010

NÃO PERCA O ENCANTO PELA VIDA

dezembro 7, 2010

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Não perca o encanto pela vida

Ser feliz não é viver sem sofrimento

Viver é uma aventura, e, diga-se de passagem, uma aventura muito bela. Descobrem a beleza da vida, as almas que nunca perdem o encanto e a ternura diante de cada novo dia e de cada nova experiência.

Enche-se de leveza e alegria o coração que nunca perde a novidade e que enfrenta as realidades, a cada dia, como se tudo fosse novo, encantando-se diante da criação e diante da beleza presente nos detalhes do existir. Ao contrário, quem perdeu o encanto com a vida e a enxerga com ares de “hora extra”, acreditando já ter contemplado tudo o que ela tem a oferecer, acaba por conceber a existência como um peso, como realidade opaca e destituída de significado.

Uma das piores coisas do mundo, pior até que “dor de dente”, é conviver com alguém que se cansou de viver, que vê a vida de maneira distorcida e negativa, em virtude das marcas que o passado lhe acrescentou… Quem fica com os olhos fixados no passado se torna incapaz de ver o presente. E quem não o vê está morto. Não existe maior expressão de morte para alguém do que deixar de enxergar o mundo e o presente, como se fosse a primeira vez…

Que as dores – que vivemos – não nos roubem o olhar de esperança diante de cada situação.

Nosso presente é o presente que Deus nos entrega, e cabe a nós, com o auxílio e a graça d’Ele, reconstruir, no hoje, as belas e originais ilustrações e formas de nossa história.

Fomos criados para a felicidade, independentemente do nosso passado e das dores que vivenciamos. Ser feliz não é viver sem sofrimentos, mas é saber crescer com estes, não permitindo que eles nos aprisionem.

Não existe realização sem luta e desafio. Quem luta por sua felicidade já a alcançou, é apenas uma questão de tempo. É possível ser feliz no hoje. A felicidade é sempre uma real possibilidade, depende apenas da forma como enxergamos a vida.

Nunca desista de lutar pela vida e por seus sonhos, saiba que você é muito mais do que seu passado e suas escolhas erradas. Creia que hoje, agora, é o momento ideal para ser feliz!

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Adriano Zandoná
verso.zandona@gmail.com
Adriano Zandoná Seminarista e Missionário da Comunidade Canção Nova. Reside na Missão de Cachoeira Paulista. É formado em Filosofia e em Teologia, e está preparando-se para a Ordenação Diaconal. Atualmente trabalha na Rádio Canção Nova, onde apresenta o programa “Viver Bem”. Acesse: blog.cancaonova.com/adrianozandona e acompanhe outros artigos do autor.

06/12/2010