TU ÉS DOM BOSCO

janeiro 31, 2011

O vídeo mostra imagens do filme Dom Bosco produzido para TV italiana em 2004, e narra a trajetória do santo São João Bosco (Dom Bosco) para fundar a Congregação Salesiana.


PAPA BENTO XVI: A IGREJA NÃO TEME À PERSEGUIÇÕES EXERCIDAS CONTRA ELA.

janeiro 31, 2011

ANGELUS DO PAPA BENTO XVI.

A IGREJA NÃO TEME PERSEGUIÇÕES;
MUNDO SE ABRA AOS VALORES DAS BEM-AVENTURANÇAS

30.01.2011 – Cidade do Vaticano: Ao meio-dia deste domingo, Bento XVI assomou à janela de seus aposentos que dá para a Praça São Pedro, para rezar a oração do Angelus com milhares de fiéis e peregrinos reunidos na praça.

A Igreja não teme a perseguição exercida contra ela por uma sociedade por demais voltada para o bem-estar e pouco propensa aos valores do espírito. Foi o que afirmou o Santo Padre na alocução que precedeu a oração mariana, comentando o Evangelho das Bem-aventuranças, proposto pela liturgia deste domingo.

Ao término da oração dominical, o Papa recordou o Dia mundial de luta contra a hanseníase e o “Dia internacional de intercessão pela paz na Terra Santa”. O Pontífice, tendo consigo dois adolescentes da Ação Católica Italiana da Diocese de Roma, concluiu – da janela de seus aposentos – soltando duas pombas.

O dia em que Jesus transformou a montanha numa “cátedra” não o fez para lançar uma nova ideologia, mas para ensinar à humanidade que os bens do céu saciam realmente a fome e enxugam totalmente as lágrimas de quem sofre, muito mais do que as riquezas e as consolações terrenas.

Foi o ensinamento extraído por Bento XVI, que se deteve numa breve reflexão sobre o “grande discurso” das Bem-aventuranças – como o definiu – quase um Evangelho no Evangelho. A mensagem que Cristo lança da montanha, proclamando “Bem-aventurados” os rejeitados, “é dirigido ao mundo inteiro no presente e no futuro – afirmou o Pontífice – e pode ser compreendido e vivido somente seguindo Jesus”:

“Não se trata de uma nova ideologia, mas de um ensinamento que vem do alto e toca a condição humana, justamente aquela que o Senhor, encarnando-se, quis assumir para salvá-la (…) As Bem-aventuranças são um novo programa de vida, para libertar-se dos falsos valores do mundo e abrir-se aos verdadeiros bens, presentes e futuros. De fato, quando Deus consola, sacia a fome de justiça, enxuga as lágrimas dos aflitos, significa que, além de recompensar cada um de modo sensível, abre o Reino dos Céus.”

O Santo Padre observou que “as Bem-aventuranças são a transposição da cruz e da ressurreição na existência dos discípulos”. Eles – acrescentou – “refletem a vida do Filho de Deus que se deixa perseguir, desprezar até a morte, a fim de que a salvação seja concedida aos homens”. Uma atitude que incidiu profundamente nos dois mil anos de história da Igreja:

“O Evangelho das Bem-aventuranças se comenta com a própria história da Igreja, a história da santidade cristã, porque – como escreve São Paulo – “o que é fraqueza no mundo, Deus o escolheu para confundir o que é forte; o que é vil e desprezado para o mundo, o que não é, Deus escolheu para reduzir a nada o que é” (1 Cor 1,27-28). Por isso a Igreja não teme a pobreza, o desprezo, a perseguição numa sociedade muitas vezes atraída pelo bem-estar material e pelo poder mundano.”

Após o Angelus, o Papa entrou em diálogo direto com os milhares de jovens e adolescentes da Ação Católica Italiana da Diocese de Roma, cerca de cinco mil, presentes na Praça São Pedro.

Tendo partido da Praça Navona – centro de Roma – percorreram as ruas do centro na tradicional “Caravana da paz”, até chegarem à Praça São Pedro, conduzidos pelo Vigário do Papa para a Diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini.

Bento XVI os ouviu com atenção e depois cedeu o microfone a um deles, que citou alguns projetos de solidariedade promovidos pela Ação Católica de Jovens, lançando em seguida um apelo em favor da paz. Disse o adolescente:

“Ouvimos ultimamente muitas notícias ruins. Muitas pessoas decidem usar a violência para impor suas idéias políticas e religiosas. Todas as vezes que brigamos com os companheiros, os adultos sempre nos dizem que devemos fazer as pazes, que devemos conversar e caminhar concordes. E nós hoje queremos dizer a mesma coisa a todos: devemos nos querer bem como irmãos, independentemente da religião ou cultura à qual pertencemos!”

Pouco antes, o Pontífice se detivera sobre o Dia mundial de combate à hanseníase, saudando a Associação Italiana Amigos de Raul Follereau – que este ano completa 50 anos de atividades, e acrescentando uma oração em favor de quem ainda hoje é vítima da lepra:

“A lepra, embora em diminuição, infelizmente ainda atinge muitas pessoas em condições de grave miséria. Asseguro a todos os doentes uma oração especial, que estendo àqueles que os assistem e, de diferentes modos, se prodigalizam para debelar o morbo de Hansen.”

O Pontífice fez votos de “serenidade e prosperidade” aos países do Extremo Oriente que nos próximos dias celebrarão o final do ano lunar. Falando aos fiéis e peregrinos de língua francesa, convidou os jovens francófonos a participarem, numerosos, da próxima Jornada Mundial de Juventude, que este ano terá lugar em Madri, na Espanha.

O Santo Padre concedeu a todos a sua Bênção Apostólica.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/A%20IGREJA%20NÃO%20TEME%20PERSEGUIÇÕES;%20MUNDO%20SE%20ABRA%20AOS%20VALORES%20DAS%20BEM-AVENTURANÇAS..htm


PADRE FABIO DE MELO: DAR SENTIDO À VIDA

janeiro 31, 2011

AMOR DE PAI

janeiro 31, 2011

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Amor de Pai

O pai encarna a autoridade que faz crescer

“A família é formadora de valores humanos e cristãos”. Um dos valores a serem destacados é a figura do pai, muitas vezes, desgastada pela dificuldade com que se olha ao redor, pondo em relevo mais as experiências negativas do que a quantidade de homens que descobriram e vivem de forma tão silenciosa quanto verdadeira a sua vocação e a sua missão. As pastorais e movimentos que se dedicam à Família têm oferecido uma ajuda preciosa para o aprendizado da missão paterna, quando possibilitam a escuta recíproca, na qual as experiências dos outros aplainam o caminho para o exercício da paternidade.

“A vida eterna consiste nisto: que te conheçam a ti, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17, 3). Toda a vida cristã é como uma grande peregrinação para a casa do Pai, de quem se descobre todos os dias o amor incondicional por cada criatura humana e, em particular, pelo «filho perdido» (cf. Lc 15, 11-32). Tal peregrinação parte do íntimo da pessoa, alargando-se depois à comunidade de fé até alcançar a humanidade inteira. A crise de civilização manifestou o ser humano tecnologicamente mais desenvolvido, mas interiormente empobrecido pelo esquecimento ou pela marginalização de Deus. À crise de civilização há que responder com a civilização do amor, fundada sobre os valores universais de paz, solidariedade, justiça e liberdade, que encontram em Cristo a sua plena atuação (Cf. Tertio Millenio Adveniente, 49-54).

A lucidez com que o Servo de Deus João Paulo II preparou a Igreja e a humanidade para o Grande Jubileu continua sendo preciosa para a compreensão de várias situações em que nos encontramos, sendo uma delas a crise da figura do pai. E muitas vezes se criam dificuldades para falar de Deus Pai, argumentando ser frágil a imagem paterna que as pessoas têm. João Paulo II notou que é necessário inverter a ordem das coisas. Não é Deus que realiza a figura do pai terreno, mas os pais da terra é que devem se espelhar no Pai do Céu. Você é filho ou filha de um Pai bondoso, forte e comprometido, um Pai suficientemente sábio para guiá-lo no caminho, suficientemente generoso para caminhar ao seu lado a cada passo. Essa talvez seja a coisa mais difícil de acreditar, realmente acreditar, do fundo do coração, de modo que nos mude para sempre, que mude a maneira como encaramos cada dia (cf. John Eldredge, “A grande aventura masculina”).

No âmbito da educação familiar, as ciências humanas estão descobrindo sempre mais a importância da figura paterna em vista de um desenvolvimento harmonioso dos filhos. Se a mãe encarna o acolhimento, a compreensão, o afeto protetor, o pai encarna a autoridade que fez crescer, faz sair do narcisismo infantil, introduz a pessoa na realidade, estimula a iniciativa, o altruísmo, o sentido de limite, a responsabilidade. Obviamente, para uma adequada relação educativa, o pai deve evitar o autoritarismo e o espírito de domínio, saber unir a ternura e a mansidão à racionalidade e à firmeza.

Ser pai é uma vocação, uma graça especial dada por Deus, para a qual o homem deve preparar-se, percorrendo as etapas de seu amadurecimento, chegando à capacidade de doar-se. O pai provedor, imagem tão ligada à sua missão, não desapareceu e continua tendo lugar nas próprias famílias e na sociedade. Só que sua realização exige um processo de aprendizagem, no qual a superação do egoísmo encontra espaço privilegiado. Para prover, o pai aprenda a prever e prevenir, antecipando-se em suas atenções com os filhos e, é claro, com sua esposa. Olhe para o alto, para aquele que é “o” Pai (cf. II Cor 6, 18), pois somente quem sabe ser filho aprende a ser pai, o que significa saber ouvir, não ser o dono da verdade, perguntar, aprender sempre de novo e aprender mais. E peça ardentemente, em sua oração, a graça de ser pai!

Nosso agradecimento a todos os homens que descobriram esta maravilhosa vocação. A eles chegue também nossa bênção, que desejamos estendida a todas as famílias, por intermédio dos próprios pais, aos quais pedimos abençoarem suas esposas e filhos no dia que lhes é consagrado. De fato, cada pai crie a oportunidade, neste dia, para transmitir a bênção de Deus a seus familiares. É direito e dever! 

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Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

28/01/2011
 

A FAMÍLIA É AMOR E PACIÊNCIA

janeiro 30, 2011

Padre Paulo Ricardo

Foto: Clarissa Oliveira/CN

A família é amor e paciência

Nós queremos, neste Acampamento de Oração para as famílias, entronizar Jesus Crucificado em nossas casas. Este Jesus Crucificado que tem perdido espaço em nossos lares. Antigamente, as casas sempre tinham a imagem de Jesus Crucificado em seu interior e isto, infelizmente, tem mudado com o passar dos anos. Muitas famílias não colocam mais a cruz de Jesus num lugar de honra em suas casas.

Muitos pensam que a cruz é uma derrota de Jesus. Mas é exatamente o contrário: a cruz é um sinal de vitória. A vitória contra Satanás acontece no momento em que Jesus dá Sua vida por amor, quando pregado na cruz. Deus não esperou a ressurreição de Seu Filho para vencer a Satanás. O inimigo foi vencido pela cruz de Nosso Senhor. Satanás foge da cruz.

Nós estamos lutando. É uma luta a vida do homem sobre a terra, ou seja, a nossa vida aqui é mais parecida com a cruz do que com a ressurreição. Mas, no céu, a nossa vida será mais parecida com a ressurreição do que com a cruz. Agora já pensou se a cruz fosse um sinal de derrota? Significaria que a nossa vida aqui na terra seria marcada pelo sinal da derrota! Mas não: a cruz é para nós um sinal de vitória. Na cruz já existe a vitória de Deus. Portanto, quem entroniza a cruz de Jesus em sua casa, traz para dentro do seu lar a vitória de Deus. Só tem um jeito de experimentarmos a vitória do Senhor em nossas vidas: abraçando a cruz de Cristo.

Eu quero falar sobre as virtudes da cruz de Cristo. O que a cruz de Jesus tem a ver com a família? Tem tudo a ver: a cruz é o grande sinal do amor de Deus, e a família é a vocação, o caminho que Deus escolheu para vivermos o Seu amor aqui na terra. Amor e cruz. Cruz e família. Tem tudo a ver.

Em 1 Coríntios 13,4-7 o apóstolo Paulo vai falar sobre as virtudes da cruz de Cristo:

“O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo”.

Neste texto, Paulo vai falar sobre quinze características do amor. Aqui encontramos quinze virtudes da cruz de Jesus. Eu vou me prender a primeira virtude que é tão importante ser vivida em nossa família: a paciência.

O amor é paciente. Dentro da família nós precisamos ser pacientes. Muitas vezes, dentro da família a paciência parece ser uma “fraqueza”. Veja: na oração desta manhã, nós fomos exortados à luta, ao combate na oração. Para lutar é preciso coragem e não paciência! A coragem e a paciência parecem ser virtudes opostas.

“O amor é paciente. Dentro da família nós precisamos ser pacientes”
Foto: Clarissa Oliveira/CN

 

Santo Tomás de Aquino nos ensina exatamente o contrário. Ele vai dizer que a paciência é um tipo de coragem. Existem coisas na vida que você pode dar um “basta”! Ter a coragem de dar um “basta” para vencer aquele vício, aquele pecado. Mas todo bom general sabe que não dá para vencer o inimigo de uma vez só. É preciso estratégia. Não basta para ser um bom soldado ter apenas coragem. O bom soldado precisa também ter paciência, ou seja, saber a hora de atacar.

Existem em sua casa problemas que precisam ser enfrentados com paciência. Na família a paciência tem que reinar! Quanta paciência os pais precisam ter com seus filhos! Mas também quanta paciência os filhos precisam ter com seus pais.

A paciência nos ensina que, no céu, minha família será perfeita. Mas aqui na terra a minha família viverá uma luta. Nós precisamos ter muita paciência uns com os outros se quisermos viver juntos. Você não pode querer “ocupar todo o espaço”. Você não é o centro do universo!

A paciência é a virtude que nos ensina a suportar aquele mal que ainda não conseguimos eliminar. Você, que é pai ou é mãe, consegue corrigir todos os defeitos do seu filho de uma só vez? É claro que não! Existem pais que são muito vaidosos. “Massacram” os seus filhos exigindo demais deles. E não fazem isso por amor à virtude, por amor a Deus, mas por vaidade! Afinal de contas, seus filhos não podem ter nenhum defeito. E, assim, transformam a própria vida e a vida de seus filhos num “inferno”. Gente, existem defeitos que são maiores do que os outros. E, na educação dos filhos, é preciso tratar primeiro dos grandes defeitos, pois eles são os primeiros a aparecer. Depois você vai cuidar dos defeitos menores. Não tem como você, que é pai ou mãe, querer tirar todos os defeitos do seu filho de uma só vez. Isso é vaidade!

O Papa Bento XVI, disse em um de seus primeiros discursos: “Quantas e quantas vezes nós somos impacientes com as coisas de Deus. Tenhamos paciência. A paciência que Jesus manifestou na cruz, porque o mundo é salvo pelo Crucificado e não pelos que crucificam”.

São Pedro vai dizer que “a paciência de Deus é fonte de salvação”. E quando que a paciência é fonte de salvação? Quando Deus não nos trata conforme os nossos pecados, mas Ele demora, nos dá tempo para nossa conversão!

Jesus pacientemente carregou a cruz. Todas as vezes em que você estiver agitado, nervoso, precisar corrigir seu filho pela “milésima vez” ou se irritar com algo dentro da sua casa, faça o seguinte: corra até o Crucificado. Coloque-se diante da cruz de Jesus entronizada em seu lar.

Jesus suportou cuspes, chicotadas, chutes, humilhações e xingamentos por amor. Olhando para a cruz de Cristo diga para você mesmo: “O amor é paciente”.

Jesus poderia pedir, pregado na cruz, que o Pai enviasse um exército celeste para dizimar àqueles que O crucificavam. Mas o que Ele fez? Ele pediu misericórdia: “Pai, perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem!” Se Jesus que é inocente teve paciência, porque eu e você que somos culpados não podemos ser pacientes uns com os outros?

Jesus morreu na cruz por todos nós. Mas existem algumas pessoas que são eleitas por Deus para sofrerem por Ele. A exemplo de Dom Eugênio Sales, a exemplo do monsenhor Jonas Abib, existem pessoas que vivem uma escolha de Deus, um privilégio, que é o de sofrer por amor a Cristo. O privilégio de carregar a cruz por amor a Cristo.

Existem os sofrimentos do dia-a-dia. Mas existem aqueles sofrimentos que surgem em sua vida pelo simples fato de você amar a Jesus. As perseguições, as calúnias por parte de seus próprios familiares, as provações suportadas por causa do seu amor a Deus, tudo isso é decorrente deste processo em que você vai se configurando a Cristo neste sofrimento vivido por amor a Deus.

Padre Paulo Ricardo no ‘Acampamento para famílias’
Foto: Clarissa Oliveira/CN

 

Mas tudo isso desabrocha em esperança. Se tivermos paciência, ela desabrochará em esperança. A nossa libertação está próxima. Tenhamos paciência uns com os outros. E tenha paciência também com você mesmo. Esta paciência desabrochará em esperança também para aqueles que fazem parte da sua vida.

Repita comigo: “O amor jamais acabará!” E pense agora na sua família. A família jamais acabará! Deus se fez “família”. E a família na qual somos resgatados é aquela que nasceu da cruz de Cristo. Se a sua família hoje se parece mais com Jesus morto na cruz, saiba: assim como Ele ressuscitou, sua família também ressuscitará. O amor jamais acabará. Portanto, a família jamais acabará.

Transcrição e adaptação: Alexandre de Oliveira

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=2505&pre=6815&tit=Família:%20aliança%20de%20amor


PADRE FABIO DE MELO: A IMPORTÂNCIA DO CONVÍVIO

janeiro 29, 2011

O SORRISO DE MARIA

janeiro 29, 2011

 

 

Esta lembrança de Maria não pode deixar de nos cativar os corações e elevá-los ao céu. Mas, para tornar ainda mais doce e atraente esta lembrança, imaginemos a Virgem a esboçar este suave sorriso, que afasta toda timidez e nos dá a impressão de estarmos tratando com uma mãe, com a mais amante das mães.

 

A este respeito recordamos aqui um episódio das aparições de Lourdes. Trata-se do sr. conde de Bruissard, convertido pelo sorriso da Virgem.
Deixemo-lo narrar o fato. (A grinalda de Maria)
“Estava eu em Cauterets, conta-nos ele, no momento em que se falava tanto das aparições. Não acreditava mais nestas aparições do que na existência de Deus. Era um libertino e, mais do que isto, era um ateu.
Tendo lido em um dos nossos jornais que Bernadete tivera uma aparição, no dia 16 de julho, e que a Virgem lhe sorria, resolvi ir a Lourdes, por curiosidade, e tomar a menina em uma flagrante mentira.
Dirigi-me à casa dos Soubirous, e lá encontrei Bernadete no limiar da habitação, consertando um par de meias pretas. A mim Bernadete pareceu bastante vulgar. Entretanto, o seu aspecto sofredor tinha uma certa doçura.
A meu pedido ela me contou as suas aparições com uma simplicidade e segurança que me impressionaram. Enfim, disse-lhe eu, como é que esta bela Senhora sorria?…
A jovem pastora olhou-me com certo espanto e, após um momento de silêncio, assim falou:
– Oh! senhor, para reproduzir esse sorriso, seria preciso ir até ao céu.
– E não poderíeis vós reproduzi-lo para mim? Sou um incrédulo, e não creio em vossas aparições.
O semblante da jovem anuviou-se, e tomou uma expressão severa:
– Então, o sr. julga-me uma mentirosa?
Senti-me desarmado. Não, Bernadete não era mentirosa, e quase que me pus de joelhos a perdir-lhe perdão.
– Já que sois um pecador, respondeu ela, eis qual foi o sorriso da Virgem.
Lentamente, a jovem elevou-se, juntou as mãos e esboçou um sorriso celestial que jamais eu vi em lábios mortais. Sua fisionomia iluminara-se de um reflexo perturbador.
Ela ainda sorria, com os olhos elevados ao céu, e eu estava de joelhos aos seus pés, certo de ter admirado no semblante da vidente o sorriso da Santíssima Virgem.
Desde então conservo comigo no íntimo da alma esta lembrança divina que me enxugou muitas lágrimas. Perdi minha mulher e minhas duas filhas, e me parece não estar só no mundo: Vivo com o sorriso da Virgem”.
“Viver com o sorriso da Virgem!” – Talvez nunca tenhas pensado nesta prática, piedoso filho de nossa Mãe!

E, entretanto, que fonte de pensamento sublimes e luminosos!
Muitas vezes sentimo-nos inclinados à tristeza; nossos ombros curvam-se quase sempre ao peso do acabrunhamento ou do desgosto. Contemplai então o sorriso da Virgem!
Este sorriso é a confiança, é o abandono, é o amor, irradiando sobre a nossa alma e envolvendo-a como que em uma atmosfera de paz e de tranquilidade.
Ó terna Mãe, doravante o Vosso sorriso ilumine a minha vida e presida às minhas alegrias como às minhas lágrimas, santificando as primeiras e enxugando as segundas.
Possa ele, ainda, preservar-me do mal, excitar-me à virtude, guiar-me durante a vida e tranquilizar-me na hora da morte, pois é sob este sorriso suave que quero viver e morrer.
(Por que amo Maria, Tratado substancial e completo dos principais motivos de devoção para com a Virgem Maria segundo os Santos Padres, os Doutores e os Santos; pelo Pe. Júlio Maria, missionário de Nossa Senhora do SS. Sacramento; Editora Vozes, ano de 1945)

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=3095


PERSEVERANÇA

janeiro 27, 2011

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Perseverança

Onde está aquele fervor do início?

Como é bom encontrar pessoas entusiasmadas porque tiveram uma “trombada” com Jesus. Mal comparando, é como o encontro com aquela pessoa que você ama, aquela paquera, o início do namoro, aquele primeiro beijo. Você acorda pensando na pessoa, dorme pensando nela, não pode perder a oportunidade de encontrá-la novamente. O coração vai da barriga à garganta, bate forte.

O encontro com Jesus é assim, um impacto em nossa vida. Não vemos a hora de encontrá-Lo na Eucaristia, de ir ao grupo de oração ou de jovens. Passamos horas lendo a Bíblia e em adoração, queremos que todas as pessoas que conhecemos experimentem o mesmo. Deus está tão próximo de nós que a sensação é de que estamos experimentando o céu, andando nas nuvens. É a manifestação do amor de Deus em nós, a maravilhosa ação do Espírito Santo, a qual não conseguimos explicar em palavras, como diz São Paulo “gemidos inefáveis (inexplicáveis)” (cf. Rom 8, 28).

Tudo isso é necessário para uma relação de amor e de entrega a Deus, no entanto, todo relacionamento amadurece e passa pela prova do tempo. Um namoro e também um casamento (aliança) são feitos de presença e ausência, de consolações e desertos.

Digo isso porque não poucas pessoas que começaram na fé comigo hoje viraram as costas para Deus. E me pergunto: Por onde andam? Onde está aquele fervor do início? O que fizeram com as juras de amor a Jesus quando viveram aquela forte experiência com Ele?

Aprendi que o segredo de uma caminhada em Deus está em uma palavra que faz toda a diferença: Perseverança.

Este “apaixonamento” por Jesus vai amadurecer, as provas virão, o deserto vai acontecer. Os arrepios e as sensações do início desaparecerão e, entrar em oração com Deus será uma batalha interior. Pessimismo? Não, realidade. Porque fé não é feita de sensações, mas sim, de convicção.

Deus não irá “blindá-lo” das tentações e das quedas na sua caminhada. Mas Ele não está interessado em sua queda, e sim em sua capacidade de se levantar, não importa quantas vezes isso ocorra. Perseverança significa “não importa o que acontecer, eu não vou desistir de Deus”, tendo a consciência de que Ele jamais desistirá de mim.

Se você se encontrou com Jesus agora, saboreie mesmo este tempo, deixe-O transformar a cada dia sua vida. Sinta o amor de Deus por você, deixe que o “homem velho” e as coisas antigas morram, mas lembre que você está entrando numa guerra. Pode ser que, nesta sua nova caminhada, você perca algumas batalhas, mas não é o fim. Levante-se, confesse sua queda, entre mais uma vez na batalha e a vitória se dará pela sua perseverança.

Jesus disse que a palavra que cai na terra boa “são os que ouvem a Palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança” (Lucas 8,15).

E aí? Vai perseverar?

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Daniel Machado
conteudoweb@cancaonova.com
Daniel Machado, missionário da Comunidade Canção Nova é formado em Filosofia pelo Instituto Canção Nova de Filosofia e produtor do portal cancaonova.com. blog.cancaonova.com/asas twitter: @dancancaonova

26/01/2011
 

MONSENHOR JONAS ABIB: O PERDÃO RESSUSCITA AS FAMÍLIAS

janeiro 26, 2011

Papa Bento XVI: CADA DIVISÃO NA IGREJA É UMA OFENSA A CRISTO

janeiro 26, 2011

Angelus do Papa

 Bento XVI.

CADA DIVISÃO NA

IGREJA É UMA

OFENSA A CRISTO

23.01.2011 – Cidade do Vaticano: O Papa Bento XVI dedicou a alocução que precedeu a oração mariana do Angelus deste domingo em grande parte ao tema do ecumenismo e do diálogo entre as diversas igrejas cristãs.

Queridos irmãos e irmãs!

Nesses dias, de 18 a 25 de janeiro, está se desenvolvendo a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Este ano o tema é uma passagem do livro dos Atos dos Apóstolos, que resume em poucas palavras a vida da primeira comunidade cristã de Jerusalém: “Perseveraram eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações” (Atos 2, 42).

É muito significativo que este tema foi proposto pelas Igrejas e Comunidades eclesiais de irmãs da Terra Santa e do Oriente Médio. O serviço delas é ainda mais precioso, alvorada de um testemunho que, em certos casos, chega ao sacrifício da própria vida. Por isso, enquanto acolhemos com alegria os pontos de reflexão oferecidos pelas Comunidades que vivem em Jerusalém, nos reunimos em torno a eles, e isso torna para todos um fator adicional de comunhão.

Também hoje, para ser no mundo sinal e instrumento de íntima união com Deus e de unidade entre os homens, nós cristãos devemos fundar a nossa vida sobre esses quatro “pilares”: a escuta da Palavra de Deus transmitida na viva Tradição da Igreja, a comunhão fraterna, a Eucaristia e a oração.

Somente deste modo, permanecendo firmemente unida a Cristo, a Igreja pode cumprir eficazmente a sua missão, apesar dos limites e das falhas dos seus membros, apesar das divisões, que o apóstolo Paulo devia enfrentar na comunidade de Coríntios, como recorda a segunda Leitura bíblica deste domingo: “Rogo-vos, irmãos – escreve Paulo – que todos sejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisão, mas vivei em boa harmonia, no mesmo espírito e no mesmo sentimento” (1,10).

O apostólico, de fato, sabia que na comunidade cristã de Corinto nasceram discórdias e divisões; por isso, com grande firmeza, acrescenta: “Então estaria Cristo dividido?” (1,13). Assim dizendo, ele afirma que cada divisão na Igreja é uma ofensa a Cristo; e, ao mesmo tempo, que é sempre Nele, único Deus e Senhor, que podemos reencontrar-nos unidos, para a força inesgotável da sua graça.

Aqui está o apelo intemporal do Evangelho de hoje: “Fazei penitência, pois o Reino dos céus está próximo” (Mt 4,17). O sério empenho de conversão em Cristo é o caminho que conduz a Igreja, com os tempos que Deus dispões, à plena unidade visível. É um sinal os encontros ecumênicos que nestes dias se multiplicam em todo mundo.

Aqui em Roma, outras delegações ecumênicas estarão presente a partir de amanhã numa sessão de encontro da Comissão para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e as Antigas Igrejas Orientais. E depois de amanhã, concluiremos a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos com a solene celebração das Vésperas na festa da Conversão de São Paulo. Nos acompanha sempre, neste caminho, a Virgem Maria, Mãe da Igreja. 

Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/CADA%20DIVISÃO%20NA%20IGREJA%20É%20UMA%20OFENSA%20A%20CRISTO.htm


PADRE FABIO DE MELO – OS CONTEXTOS DA BÍBLIA

janeiro 25, 2011

POR QUE PRECISO REZAR?

janeiro 24, 2011

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Por que preciso rezar?

A oração nos torna semelhantes Àquele a quem buscamos

Uma das maiores descobertas que já fiz na vida foi saber que Deus me ama e me acolhe independentemente do que faço, pois Ele me ama a partir do que sou. Neste caso, se eu rezo ou não rezo, Ele continua amando-me com a mesma intensidade. No mundo existem milhões de pessoas que nunca oraram e, no entanto, não deixam de viver. Trabalham, estudam, viajam, fazem descobertas, constroem prédios, vão à praia, ao shopping e vivem naturalmente. Daí vem a pergunta, que já ouvi várias vezes: Então por que preciso rezar?

A resposta pode ser dada de inúmeras formas, mas acredito que a vida diz mais que as palavras. Enquanto escrevo, recordo-me de tantos momentos nos quais, sem saber o que fazer, procurei uma direção da parte de Deus por meio da oração e fui ajudada. Certamente você também já viveu experiências assim e é nessas horas que percebemos o valor da oração em nossa vida.

Padre Kentenich, autor do livro “Santidade de todos os dias”, diz que quando oramos, além de nos assemelharmos a Cristo, que é orante por excelência e nos aproximarmos do Pai, que nos ama em Cristo, nos tornamos também possuidores das riquezas divinas, já que a vida dos santos e cristãos piedosos confirma que os tesouros de Deus estão à disposição daqueles que rezam. Na verdade, existe algo que não podemos esquecer jamais: Não é Deus que precisa de nossas orações, mas somos nós que precisamos de Sua graça, e esta costuma manifestar-se quando a Ele recorremos por meio da oração.

A oração também tem o poder de despertar nossos sentidos para percebermos os presentes que Deus nos dá, mas que, por uma razão ou outra, não conseguimos reconhecê-los. É que quando oramos o Espírito Santo nos devolve a calma, assim temos condições de ver o outro lado da história, tirando os olhos de nós mesmos e do problema em si. Aliás essa é uma das maiores graças alcançadas pela oração. Já que quando estamos com dificuldades, naturalmente acabamos colocando o problema no centro da vida e isso nos impede de encontrarmos solução para ele.

Já ouvi dizer que a oração é como um grito, um pedido de socorro, mesmo que seja no silêncio, pois Deus vê o coração e não deixa quem ora sem resposta. Existe até uma história que pode ilustrar essa afirmativa:

Conta-se que um navio estando há vários dias no mar, havia-se esgotado sua reserva de água potável. O capitão não avistava margem alguma no horizonte e os viajantes sentiam cada vez mais sede… Até que avistaram um barco que navegava ao seu encontro e, aos gritos, pediram que os socorressem com água doce.

No entanto, obtiveram, também aos gritos, a resposta: ‘Ora, tirai a água do mar e bebei, não veem que é água doce?’ Experimentaram. E recolhendo a água do mar, notaram que, já havia tempo, navegavam em água doce, no imenso estuário de um rio“.

Podemos concluir que se os tripulantes do navio não pedissem ajuda, poderiam morrer de sede estando tão próximos da água doce. Em nosso caso, quando não oramos, corremos o mesmo risco. Ou seja, de estarmos bem próximos da solução, mas não conseguirmos percebê-la.

Por essa e outras razões, considero a oração como algo importante e até diria fundamental para uma vida plena. Ela nos coloca em sintonia com Deus e esta é a maior graça que podemos almejar como cristãos. Também é verdade que quando oramos, o brilho da vida divina, que está em nós, brota do interior, como que transfigurando nosso rosto. Não sei se você já observou que as pessoas idosas que levaram uma vida pura e agradável a Deus têm uma aparência sobrenatural; um exemplo claro disso é o inesquesivel e saudoso João Paulo II. Pessoas santas, independente da idade que têm, às vezes nos parecem seres de um outro mundo. É que a oração nos transfigura e nos torna aos poucos semelhantes Àquele a quem buscamos.

Portanto, apesar de saber que Deus nos ama e nos acolhe independentemente se rezamos ou não, temos muitas razões para recorrer a Ele por meio da oração.

Se hoje você passa por alguma situação dificil, se está atribulado e não sabe a quem recorrer, estou o convidando para rezarmos juntos. É o próprio Senhor quem nos fala: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). Jesus chama para si todas as nossas dores, aflições e angústias e nos dá a certeza de que, se crermos na Sua Palavra e guardarmos os Seus mandamentos, seremos libertos do mal.

Coloquemo-nos agora na presença de Jesus Cristo e oremos juntos:

Senhor Jesus Cristo, eu tomo posse do Teu amor, acolho a salvação que nos trouxeste pela Tua morte na cruz e ressurreição gloriosa. Convido-te para entrar agora na minha vida, tocar o meu coração e possuir todo o meu ser. Vem curar minhas feridas, Senhor, lava com Teu Sangue o meu coração sofrido e restaura minha esperança, minha fé e minha alegria. Eu só tenho a Ti, Senhor, e hoje Te busco de todo meu coração.
Obrigada por Teu amor infinito, Senhor, obrigada por acolher a minha oração e a de tantos que rezam nesta hora. A Ti toda honra, glória e louvor para sempre!

Você pode dar continuidade à oração. Eu também estarei orando por você.

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Dijanira Silva
dijanira@geracaophn.com
Dijanira Silva Missionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal. Trabalha na Rádio CN FM 103.7

24/01/2011
 

PADRE FABIO DE MELO – INCENDIAR OS EXCESSOS

janeiro 24, 2011

PAPA BENTO XVI – INTENSIFICAR A PREPARAÇÃO PARA O MATRIMÔNIO.

janeiro 23, 2011

DISCURSO DO PAPA À ROTA ROMANA.

INTENSIFICAR A PREPARAÇÃO PARA O MATRIMÔNIO.

22.01.2011 – Cidade do Vaticano: É necessário prestar a máxima assistência pastoral à preparação ao matrimônio, porque aqueles que estão para se casar são os mais interessados em celebrar um matrimônio válido. Foi o que disse o papa, na manhã deste sábado, ao receber em audiência os membros do Tribunal da Rota Romana, por ocasião da inauguração do ano judicial. Bento XVI exortou-os a desenvolverem uma ação pastoral eficaz, com o objetivo de prevenir as declarações de nulidade matrimonial.

Diante da atual crise da família, o Santo Padre convidou a Igreja a fornecer uma melhor e mais intensa preparação e assistência aos casais que estão prestes a contrair o matrimônio, lamentando que, frequentemente, os cursos pré-matrimoniais, o exame dos noivos, os proclamas e outros meios oportunos para conhecer as necessárias informações sobre os futuros cônjuges sejam vistos apenas como tarefas de natureza meramente formal.

Bento XVI observou a existência de uma mentalidade segundo a qual os pastores deveriam ser mais abertos no admitir os casais ao sacramento do matrimônio, mentalidade esta que se baseia no “direito natural de as pessoas se casarem”. Nesse contexto, o pontífice explicou que as exigências pastorais de admissão ao sacramento do matrimônio não são pretensões subjetivas que devem ser satisfeitas apenas com um mero reconhecimento formal, independentemente do conteúdo efetivo da união.

O direito de contrair o matrimônio – sacramento administrado pela Igreja – pressupõe que se possa e se queira celebrá-lo realmente, portanto, na verdade da sua essência, assim como ensinado pela Igreja. Ninguém pode afirmar que “tem direito a uma cerimônia nupcial”. O direito de se casar no religioso – o ius connubiise refere ao direito de celebrar um autêntico matrimônio – sublinhou o papa.

Para ser admitidos ao matrimônio, portanto, os noivos deverão comprovar que estão convencidos dos empenhos, dos compromissos irrenunciáveis que o matrimônio comporta, a fim de que o sacramento seja válido.

“Um sério discernimento nessa etapa poderá evitar que impulsos emocionais ou razões superficiais induzam os noivos a assumirem uma responsabilidade que, depois, não saberão honrar” – disse Bento XVI.

Os noivos devem ser levados a descobrir a verdade de sua vocação ao matrimônio, com suas características de unidade e indissolubilidade. Nesse contexto, o exame pré-matrimonial não pode ser considerado como uma mera “etapa burocrática”.

“Trata-se, em vez – refletiu o papa – de uma ocasião pastoral única, a ser vivida com toda a seriedade e atenção.” Uma ocasião na qual, através de um diálogo desenvolvido num clima de respeito e de cordialidade, o pastor busca ajudar os noivos, individualmente, a se colocarem seriamente diante da verdade de si mesmos e a avaliarem sua vocação humana e cristã ao matrimônio.

É um diálogo no qual se espera total sinceridade por parte dos noivos, pois eles mesmos devem ser conscientes de que somente a sinceridade os coloca em posição de celebrar um matrimônio válido perante as leis da Igreja. Dessa maneira – acrescentou o Santo Padre – “se pode desenvolver uma ação pastoral eficaz, voltada à prevenção das declarações de nulidade matrimonial”.

“É preciso atuar a fim de que se interrompa, na medida do possível, o círculo vicioso que frequentemente se verifica” entre uma “pretendida” admissão ao sacramento do matrimônio, sem uma preparação adequada e sem um sério exame dos requisitos previstos para a celebração; e uma também “pretendida” fácil declaração de nulidade matrimonial por parte da Sacra Rota, baseando tal pretensão apenas na falência do casamento – disse o pontífice. A nulidade matrimonial não pode ser pretendida apenas porque “a convivência não deu certo”.

O papa convidou todos aqueles que atuam na pastoral familiar a uma forte conscientização acerca de suas responsabilidades nessa matéria. E exortou os tribunais eclesiásticos a transmitirem “uma mensagem inequívoca acerca do que seja essencial no matrimônio, em sintonia com o Magistério e com a lei canônica, falando a uma só voz”. A seguir, reiterou “a necessidade de julgar retamente as causas relativas à incapacidade consensual”.

“A questão – prosseguiu o Santo Padre – continua a ser muito atual e, infelizmente, ainda existem posições incorretas, como a de identificar a “capacidade de discernimento” exigida para ser admitido ao matrimônio, com a “desejada prudência” na decisão de se casar, confundindo, assim, uma questão de capacidade (exigida para a validade do matrimônio) com outra, de menor importância, que não incide sobre a validade do sacramento, uma vez que esta última diz respeito ao grau de maturidade e de sabedoria no julgar e no tomar uma decisão.”

Mais grave ainda – arrematou o papa – seria pretender atribuir uma eficácia de invalidade a opções imprudentes adotadas durante a vida matrimonial.

O perigo – sublinhou Bento XVI – é o de “buscar motivos de nulidade nos comportamentos que não dizem respeito à constituição do vínculo conjugal, mas sim à própria realização na vida. É preciso resistir à tentação de transformar simples erros e faltas dos cônjuges, no âmbito da vida conjugal, em defeitos de consenso”.

O Santo Padre concluiu suas reflexões, convidando os membros da Sacra Rota a superarem a aparente contraposição entre o direito e a pastoral, porque – como dizia João Paulo II, citou – “não é verdade que para ser mais pastoral, é preciso tornar-se menos jurídico”. A dimensão jurídica e a dimensão pastoral, de fato, “estão inseparavelmente unidas na vida da Igreja peregrina na Terra”, uma vez que “existe uma harmonia entre elas, harmonia que deriva de sua finalidade comum que é a salvação das almas”.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/INTENSIFICAR%20A%20PREPARAÇÃO%20PARA%20O%20MATRIMÔNIO..htm


DEPRESSÃO, UM MAL QUE ATINGE A TODOS

janeiro 22, 2011

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Depressão, um mal que atinge a todos

Não adianta só falar que a pessoa é fraca

Não há quem não tenha depressão, até entre os salmistas você encontra deprimidos. Até Jesus. Mas não podemos parar nela, senão vira enfermidade. Depressão significa “buraco”. A pessoa cai no buraco – e todo mundo cai. Quem nunca ficou triste? Importante é não ficar nele. Com Deus nós saímos do buraco.

O Vaticano fez um congresso sobre esse tema [depressão], porque eles estão preocupados com esse mal. Eu li o resumo desse evento e vi que são 300 milhões de pessoas no mundo que sofrem com essa enfermidade. Precisamos tratar desse povo.

Depressão tem cura, e esta tem 3 caminhos:
– Procure um médico psiquiatra; ele pode dar remédio;
– É preciso um psicólogo para saber como se comportar diante das situações difíceis;
– O tratamento tem de ser físico e espiritual.

A medicina cuida do corpo e Deus cuida da alma. E a depressão é uma doença mais da alma que do corpo. E quem cuida da alma é o psicólogo e a religião. Não tenha medo de procurar os três tratamentos. Vá ao grupo de oração e peça oração, mas vá também ao médico. Se você puder buscar alguém que tenha experiência e maturidade para rezar por você, ótimo.

Essa doença é muito difícil de ser diagnosticada. Eu coloquei no meu livro uma relação de coisas que uma pessoa deprimida pode apresentar: doença crônica, problema afetivo, falta de sentido para a vida, excesso de trabalho. Essas são causas. Mas o que a pessoa sente? Muitos podem ser os sintomas da depressão como: cansaço, pensamento de culpa, tristeza, autoestima baixa, falta de apetite, falta de vontade de rezar, fadiga, memória fraca, insônia, dificuldade para decidir, pensamento de morte, quedas de cabelos.

Não adianta falar que a pessoa é fraca. Não importa por que ela está em depressão, você tem de tirá-la do buraco. Tem de juntar pai, mãe, irmãos, namorado. Rezar abraçado com a pessoa uma Ave-Maria, chamá-la para tomar um sol, sair, tomar um sorvete… Tem de tirar a pessoa do buraco com carinho e devagar. É um ato de amor e caridade – e a família é importantíssima nisso.

O deprimido tem de agir contra esse mal, ou seja, reagir, não pode se entregar à tristeza. Temos de cultivar a alegria. Não podemos ficar no buraco.

Como sair da depressão? Você tem de ver o valor que você tem. Só assim não ficará no buraco. Só fica nesse local quem não dá valor a si mesmo. Quem fica nesse lugar é lixo. E você é uma obra de Deus! Perceba o valor que você tem. Você é um ser, alguém muito importante para Deus. Pare de falar que você não tem valor, que você não presta! Você tem valor: isso é a primeira coisa que um deprimido tem de entender. Você é filho do Dono do mundo!

Você quer a prova de que Deus Pai o ama? Jesus disse que Ele pode ter 99 ovelhas, mas se tem uma perdida Ele deixa as 99 para buscar você. Se você é a ovelha deprimida, perdida, Ele larga as outras e vai buscá-lo.

Entenda o valor que você tem. Você é um filho amado de Deus, e não tem direito de “queimar” sua vida. A graça não dispensa a natureza. O Todo-poderoso está pronto para mover o céu para que seu milagre possa acontecer, mas Ele não move uma palha para fazer aquilo que você pode fazer.

(Artigo extraído de uma palestra do professor Felipe de setembro de 2006).

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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Trocando Idéias”. Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: http://www.cleofas.com.br

21/01/2011
 

PADRE JOSE AUGUSTO – VOCÊ É CONVIDADO A LEVA JESUS AO MUNDO

janeiro 22, 2011

ORAÇÃO PELO CLERO

janeiro 21, 2011

 

 

Deixai, ó Jesus, que em Vosso Coração Eucarístico, depositemos nossas mais ardentes preces pelo nosso Clero e sede propício nos nossos pedidos.

 

Multiplicai as vocações sacerdotais em nossa Pátria; atraí ao Vosso altar os filhos do nosso Brasil; chamai-os com instância ao Vosso Ministério. Conservai, na perfeita fidelidade ao Vosso serviço, aqueles a quem já chamaste: afervorai-os, purificai-os, santificai-os, não permitindo que se afastem do espírito da Vossa Igreja.
Não consistais, ó Jesus, nós Vos suplicamos, que debaixo do céu brasileiro sejam por mãos indignas profanados os Vossos mistérios de amor. Também Vos pedimos com instância: deixai que a misericórdia de Vosso Coração vença a Vossa Justiça divina por aqueles que se recusaram à honra da vocação sacerdotal ou desertaram das fileiras sagradas.
Atendei, ó Jesus, a esta insistente oração,
vo-lO pedimos por Vossa Mãe,
Maria Santíssima, Rainha dos Sacerdotes.

Ó Maria, a Vosso Coração confiamos o nosso Clero;
guiai-o, guardai-o, protegei-o, salvai-o.

(100 dias de indulgência aos que recitarem esta oração,
antes ou depois da comunhão sacramental ou espiritual – Rio 27-X-1922)

Coração Eucarístico de Jesus, modelo do Coração Sacerdotal,
tende piedade de nós.

(300 dias de indulgência. – Pio X)

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=2&id=3077


DEUS VISITA O SEU POVO

janeiro 20, 2011

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Deus visita o Seu povo

É hora de transformar as lamentações em confiança

“Onde está Deus?” “Por que não se manifesta diante de todas as misérias do mundo?” “Um fogo vindo do Céu não seria oportuno para acordar as pessoas?” São perguntas recorrentes em nosso tempo, assim como em outros períodos da história humana.

E muitas vezes nos escandalizamos com o aparente silêncio de Deus, enquanto Jesus Cristo, Deus verdadeiro e Homem verdadeiro, faz notar que o Pai trabalha sempre! Deus Pai age em silêncio, mas age sempre. E em Sua misericórdia, enviou o Filho amado, que percorreu as estradas de nosso mundo, sentindo tudo com um coração humano. E concedeu-nos o Espírito de Amor, para que tenhamos entranhas de misericórdia e, em nome de Cristo, testemunhemos a ternura de Deus por Seu povo e sejamos Seus instrumentos até os confins da terra, pois o que esperamos, de acordo com a Sua promessa, são os novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça (cf. 1 Pd 3, 13).

Jesus percorria a Galileia e se aproximou da pequena cidade de Naim (cf. Lc 7, 11-17). A narrativa é dramática: parecia castigada por Deus a mulher que perdera prematuramente o marido e o filho único. Uma cena de dor e um enterro! E dois cortejos se encontram à porta de Naim: o cortejo da vida e o cortejo da morte. O primeiro é formado por Jesus e pelos discípulos d’Ele, o segundo era constituído pela pobre viúva e muita gente da cidade.

Também nossa existência é frequentemente atravessada por dois movimentos, a vida que se afirma em nós, como um instinto que parece invencível, e a cada dia a dolorosa experiência da morte e que ronda, bem perto de nós, sabendo que um dia nos tocará de perto. E em nosso tempo, muitas vezes, é a morte que vem mais em relevo, tornando-se mais divulgada com seus rasgos de violência, corrupção e maldade em todos os recantos. E acabamos esquecendo-nos da vida presente e da vida prometida no futuro por Deus, em quem cremos.

A emoção de Jesus, que sente compaixão da mulher, toma conta de todo o Seu ser! O Filho de Deus anuncia e vive a ternura profunda do Pai pelos sofredores, aos quais anuncia o Evangelho da salvação: “Não chores!” Seu gesto é de aproximação: “Tocou o caixão”. E sua palavra forte é “Jovem, eu te ordeno, levanta-te”!

“O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. Todos ficaram tomados de temor e glorificavam a Deus dizendo: ‘Um grande profeta surgiu entre nós’, e: ‘Deus veio visitar o seu povo’. Esta notícia se espalhou por toda a Judéia e pela redondeza inteira”. Terminou a procissão da morte! A vida venceu!

As atitudes de Cristo são para nós sinais de esperança e consolação, pois dizem que Ele olha para a nossa condição e que Suas entranhas de misericórdia não ficam indiferentes diante do sofrimento humano. Ele pode transformar nossos cortejos fúnebres em danças de louvor a Ele, Autor da vida. Por isso, pode pedir-nos que não choremos. E se Ele restitui a vida ao jovem, a esperança se transforma em certeza.

Tudo isso, em realidade, já nos aconteceu. Quantas vezes, Deus nos visitou! E continuamos a transformar a vida em procissões fúnebres, sem prestar atenção ao bem que se faz presente e ao bem que podemos fazer. É hora de transformar as lamentações em confiança, na certeza da vitória da vida! É hora de ouvir as canções entoadas pela fé e ritmadas pela esperança!

E o Evangelho poderá fazer-se vida em nós, quando superarmos a indiferença diante de tudo o que acontece em nosso tempo, pondo mãos à obra na construção de um mundo diferente. Com a graça de Deus, que nos acompanha, seremos instrumentos d’Ele para que a festa da vida se celebre no dia a dia, onde quer que passemos.

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Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

19/01/2011
 

MONSENHOR JONAS ABIB NO REVOLUÇÃO JESUS

janeiro 19, 2011

NINGUÉM É ESTRANGEIRO PARA JESUS

janeiro 19, 2011

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Ninguém é estrangeiro para Jesus

Em nossas amizades precisamos avaliar a quem estamos rejeitando

É importante que nós como cristãos procuremos sempre saborear a Palavra de Deus e nela encontrar o alimento que nos dá a vida e nos fortalece. Olhando para a pedagogia de Jesus, vemos que Ele nos mostra que o Senhor está no meio de nós. É um Deus que por amor a nós se tornou pobre, humilde, igual a nós em tudo (menos no pecado). Veja a que ponto chegou o amor d’Ele por nós.
Jesus revela isso em nossa vida, pois Ele está na casa das pessoas, nas estradas; Ele acolhe a todos, questiona as estruturas não somente sociais, mas religiosas que se distanciavam da essência do amor de Deus e do amor ao próximo.

No Evangelho, vemos que os judeus tinham uma reserva quanto ao povo que não era judeu. Mas uma mulher estrangeira tinha ouvido falar de Jesus e se aproximou d’Ele. Não por ela, mas por sua filha que estava possessa. Ela vai a Jesus cheia de esperança; é uma mãe que vê a filha sofrendo. Cristo a acolhe e liberta sua filha. Aqui, podemos observar a questão do preconceito em relação às pessoas, nós as rotulamos, fazemos juízo muito facilmente dos outros.

É preciso que façamos uma avaliação da nossa vida para ver a quem estamos rejeitando, a quem não estamos acolhendo. Outra indicação que essa Palavra nos deixa é que aquela mulher estrangeira havia ouvido falar de Jesus Nazareno. O Senhor atendeu ao pedido dela, porque, ao ouvir falar d’Ele, ela se encheu de esperança e aproximou-se d’Ele com fé. Uma pagã acreditando num judeu, que era também estranho para ela.

Há pessoas estrangeiras entre nós? Podemos dizer que “sim”, até mesmo em nossa família, pois não aceitamos o jeito delas de ser, não as acolhemos como elas são.

Meus irmãos, a importância dos nossos gestos verdadeiros é o que nos salva e nos liberta. Nós precisamos de ternura, carinho e afeição. Jesus mostra esse carinho com as pessoas. Ninguém é estrangeiro para Ele, todos tinham lugar no Seu coração. Aquela mulher ouviu falar do Senhor pelos missionários daquele tempo.

Vemos, então, que precisamos de missionários que falem de Jesus Cristo. O Documento de Aparecida está aí nos conclamando para que, como Igreja, sejamos discípulos e missionários; para que nós falemos de Jesus aos outros. E falar de Cristo não é só falar com palavras, mas é testemunhá-Lo e mostrar que Ele é o caminho da salvação, da libertação. N’Ele, encontramos a libertação de todos os demônios que infernizam a nossa vida, nossa família. Precisamos falar de Jesus Ressuscitado, principalmente com nosso testemunho de vida pessoal, familiar, comunitário e eclesial.

Quais são os demônios que afetam nossa vida? São muitos: o egoísmo, o individualismo que nos leva ao “cada um por si”, as drogas que matam a nossa juventude e destroem as famílias, a injustiça, a corrupção, a perda da moral e da ética na vida pública, comunitária e política; todos esses males que causam tantos estragos. Assim como a raiva e o ódio são causadores de tantos desentendimentos. Precisamos ser curados desses males. Por essa razão, devemos ir a Jesus e pedir-Lhe que nos cure para que vivamos com alegria e satisfação.

Quando rezamos “Venha a nós o vosso Reino”, esse é o Reino que o Senhor quer para nós, pois o Reino de Deus é o jeito de viver com amor. Temos de nos cuidar, e isso é feito por meio da oração, da vivência Eucarística, da vida comunitária, partilhada; cada um e todos juntos para que nos sustentemos uns aos outros.

O alerta vale para todos nós para que cultivemos a felicidade.

Com muita fé, vamos a Jesus com muita abertura de coração, porque Ele quer e pode nos libertar de todo mal.

(Artigo transcrito da palestra de fev/2010)

Dom Antônio Cavuto
Bispo titular de Itapipoca (CE)

18/01/2011

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12170