COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 01/05/2011

abril 30, 2011

Comentário do Evangelho do 2º Domingo da Páscoa da Divina Misericórdia Ano:A 01/05/2011, feito pelo Padre Mateus Maria.

Clique no link abaixo e confira:

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JOÃO PAULO II – NOSSO SANTO

abril 30, 2011

PEREGRINO DO AMOR – MÚSICA GRAVADA POR ANJOS DE RESGATE

Papa João Paulo II aos jovens chilenos – legenda português


EXCESSOS: VOCÊ OS VÊ EM SUA VIDA?

abril 30, 2011

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Excessos: você os vê em sua vida?

Por trás da compulsão há um descompasso, um desequilíbrio

Muitos de nós já nos pegamos fazendo algo por excesso: comer, beber, jogar, limpar, comprar, amar, depender afetivamente de alguém, mentir, ter ciúme, dentre outros. É um impulso quase que incontrolável, no qual as pessoas se precipitam e, muitas vezes, têm até dificuldade para planejar qualquer tipo de tarefa, ou mesmo planejar a parada dessa compulsão.

Quantas vezes vemos pessoas cujo “hábito” é comprar, para terem cada vez mais, pois nunca se satisfazem com o que possuem. Tal “hábito” passa a movimentar nosso sentido de felicidade: tendo isso ou tendo aquilo, jogando determinado jogo, comendo isso ou aquilo, seremos mais felizes e preencheremos o “vazio” que há em nós.

As causas do comportamento compulsivo podem ser as mais variadas: predisposição, hábitos aprendidos, histórico familiar (que também é aprendido), razões biológicas. Ao percebermos que algo “é demais”, que passa dos limites do normal e saudável, decidimos parar. O ato de parar pode acontecer naturalmente para muitas pessoas, mas para uma parte das pessoas isso não acontece. Ou seja, o comportamento, chamado de compulsivo ou aditivo, continua acontecendo em paralelo à ansiedade que a pessoa vivencia.

Geralmente, são hábitos pouco saudáveis ou inadequados que são repetidos muitas vezes e levam a consequências negativas como o uso de álcool, drogas em geral, comer exageradamente, gastar fora do controle, fugir do contato social, praticar esportes em excessivamente, lavar as mãos de forma exagerada (até mesmo chegando a se ferir), participar de jogos de azar, depender de relações virtuais, excesso do uso de remédios ou de idas a médicos em busca de uma doença, dentre outros. Tais atitudes são feitas quase que automaticamente; quem as pratica não percebe ou nota prejuízos num primeiro momento.

Ter um comportamento compulsivo acontece por hábitos que são aprendidos e seguidos de alguma gratificação emocional, de algum alívio da angústia ou da ansiedade que a pessoa sente. Ou seja, ela faz alguma coisa e recebe outra em troca. Com os prejuízos que essa pessoa pode ter em seus relacionamentos, no trabalho, na saúde, ou mesmo quando os demais indicam que ela tem esse distúrbio, ela passa a se observar mais detalhadamente. Aquilo que, num primeiro momento, era fonte de prazer e gratificação, posteriormente passa a dar uma sensação negativa, pois a pessoa cede em fazer aquilo.

Se por trás dessa compulsão existe um descompasso, um desequilíbrio, é importante canalizar essa energia, que antes ia para os excessos, em outras atividades e buscar “retirar” o foco do comportamento que acarreta prejuízo para a pessoa.
Vale lembrar que todos nós temos rotinas e hábitos e isso é muito saudável; fica apenas a atenção para aquilo que é excessivo! Como dizem, de forma popular, “tudo o que é demais, faz mal”!

Então, se você identifica alguns excessos em sua vida, procure analisar os afetos que lhe faltam e como você tem canalizado suas forças, se tem buscado o ter ou fazer em troca do ser.
 
Deixe seus comentários!

Abraço fraterno!

Foto Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional, colaboradora da Comunidade Canção Nova.
Blog: temasempsicologia.wordpress.com
Twitter: @elaineribeirosp

28/04/2011

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12330


PADRE LÉO – POR HOJE SIM

abril 29, 2011

QUANDO O SOFRIMENTO BATER À NOSSA PORTA

abril 29, 2011

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Quando o sofrimento bater à nossa porta

Pare de ficar neste sepulcro e venha viver! 

O Evangelho escolhido foi o da Ressurreição de Lázaro, um grande amigo de Jesus. Estar em Betânia com os amigos era uma forma de Jesus curar e restaurar as forças. Jesus Cristo sofreu muito, porque amou muito. Quanto mais estivermos ligados às pessoas, tanto mais sofreremos. Mas não construamos cercas. Tenhamos essa sensibilidade diante do sofrimento. Era isso que Jesus ia buscar em Betânia: consolo em amigos verdadeiros. 

Quando Ele chegou em Betânia, já fazia 4 dias que Lázaro estava morto. Não podiam fazer mais nada, mas para Jesus não havia tempo a perder e Ele foi ter com o amigo morto. O Senhor era muito humano. Quando Ele chegou, tapou o nariz, pois a situação estava ‘podre’, porém, movido pelo amor àquele homem, Ele disse: ‘Venha, Lázaro’. 

Na verdade, Jesus queria nos mostrar que a morte não foi feita para nós. Um dia, todos nós iremos morrer, isso é fato, mas Cristo está falando de outra morte e quer nos propor a ressurreição. Se olharmos somente para a pedra posta no sepulcro, não haverá nenhuma esperança e nos desesperaremos, porque ela [pedra] é imóvel. Se ficarmos olhando para a pedra, ficaremos fixados ali, no mesmo lugar, e não é isso que Jesus quer. “Lázaro, venha para fora”. Quantas vezes experimentamos estar no sepulcro, que é um lugar escuro e cheira mal? Mas se deixarmos essa pessoa ficar lá muito tempo, não a encontraremos do mesmo jeito, pois ela entrou em processo de decomposição. É um lugar de silêncio e não há mais nada, terminou. Agora, se olhamos a morte como um lugar de transição, daí sim, ele fica cheio e revestido de esperança. Quantas vezes você já morreu? 

Estamos ressuscitando todos os dias. A cigarra fica um ano debaixo da terra para cantar somente um dia. Um ano se preparando para cantar até se arrebentar. O sofrimento é isso, um tempo de preparo. Louvado seja Deus pelos sofrimentos! 

Todos os artistas compõem maravilhosas obras quando estão sofrendo, e, todas as vezes em que tocamos em nossos limites, vamos além. Compomos músicas, pinturas, criamos vida e caráter. Você pode se perguntar sempre: “Mas eu não sou artista, e aí?” Você pode desenhar a sua alma, pode esculpir o seu caráter. 

A cigarra não fica debaixo da terra por motivo de masoquismo. Não. É um tempo de preparo existencial da natureza. Quando você perceber que o seu sofrimento está infértil, é o tempo de parar de sofrer. Quando começamos a derramar as lágrimas, passamos por um processo de cura que está nos lavando e purificando. 

Quanto tempo pode durar um velório dentro de nós? O sepultamento do corpo tem que iniciar um processo de amizade com a vida. O sofrimento é criado dentro de nós; o velório não é uma situação de morte. O que fazemos com o ruim que aconteceu conosco? Não importa o que a vida fez com você, mas o que você faz com o que a vida fez com você. Não temos como evitar o desprezo do outro, vão acontecer coisas das quais não vamos gostar, mas somos nós que vamos ver quanto custa esse sofrimento. 

Boa parte dos sofrimentos do ser humano está naquilo que nós pensamos e permitimos em nosso pensamento. Se racionalizarmos a nossa emoção, nós não sofreremos.

Neutralizar o pensamento do sofrimento é lançar um pensamento bom em cima de um ruim. Quantas pessoas sofrem por não terem a capacidade de filtrar as coisas ruins que escutam? Não temos o direito de ser mesquinhos por querermos ser o que o outro é. Não tenha inveja, floresça onde Deus o plantou. 

Há pessoas invejosas, que querem ser o que você é. Que não são capazes de olhar quem elas, realmente, são. Pare de olhar para a vida do outro, pois você não tem os valores que ela tem; mas você tem valores que ela não tem. Temos que ter nossa coerência e nosso modelo. Liberte-se dessas ideias pessimistas sobre você mesmo, você é capaz! 

A ordem de Jesus: “Pare de ficar neste sepulcro e venha viver”. Estamos em horário do cristão: Está na hora de viver! Você não tem o direito de ficar no túmulo com seus problemas e lutos. O tempo previsto para o sofrimento tem data marcada para terminar, já passou, chega! Faça alguma coisa pela sua vida! Só sofra de verdade pelas coisas que valem a pena. Quantas pessoas não sofreram o que deveriam sofrer? Esse tempo é curto, e é maravilhoso descobrir que, hoje, temos a oportunidade de escutar a voz de Jesus dizendo que não quer mais a morte para a nossa vida. Deus está segurando na nossa mão. 

Se você está sofrendo muito, permita que Jesus cuide de você. Revolucione sua vida, pois quem fica parado é poste. Melhore esta cara e faça o que puder fazer, pois assim beneficiará as pessoas ao seu lado. O cuidado de Deus é lindo: “Saia deste sepulcro!” Não perca seu tempo em bobagens que tornam o sofrimento enorme em sua vida. 

O ‘cuidar’ é sempre expressão de alguém que ama. Ninguém gosta de ver a pessoa amada sofrendo. Precisamos acordar para a vida. 

O nosso objetivo é sermos felizes! Não há problema que resista a uma pessoa transformada por Deus! Nem a um ser humano com vontade de resolver os problemas. Não há nada maior do que uma pessoa de coragem. 

Quando o sofrimento bater à sua porta, abra a janela para que você veja a dor do outro. 

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Padre Fábio de Melo

Padre Fábio de Melo é professor no curso de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa “Direção espiritual” na TV Canção Nova.

26/04/2011 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12328


PAPA BENTO XVI: CRISTO RESSUSCITADO DOS MORTOS É O FUNDAMENTO DA NOSSA FÉ

abril 28, 2011

Catequese do Papa

 Bento XVI

 Cristo ressuscitado

 dos mortos é o

fundamento da nossa fé.

27.03.2011 – Cidade do Vaticano Bento XVI deixou sua residência de Castelgandolfo, onde está descansando estes dias, e veio esta manhã ao Vaticano. Na Praça São Pedro, uma multidão de fiéis o aguardava. A semana que precede a beatificação de JPII e segue as cerimônias pascais está trazendo à Cidade Eterna milhares de turistas que, somados aos peregrinos, lotaram a praça diante da Basílica.

Após uma volta com o papamóvel para saudar todos, o papa proferiu a sua catequese, como faz sempre às quartas feiras, em várias línguas. Hoje, o pontífice discorreu sobre a carta de São Paulo aos Colossenses, na qual o Apóstolo recorda aos cristãos que devem buscar as coisas “do alto” e defender-se das coisas “da terra”.

Queridos irmãos e irmãs,

Nestes primeiros dias do Tempo Pascal, que se prolonga até Pentecostes, estamos ainda preenchidos pelo frescor e alegria nova que as celebrações litúrgicas trouxeram aos nossos corações. Portanto, hoje, gostaria de refletir convosco brevemente sobre a Páscoa, coração do mistério cristão.

Tudo, de fato, começa a partir daqui: Cristo ressuscitado dos mortos é o fundamento da nossa fé. Da Páscoa se irradia, como de um centro luminoso, incandescente, toda a liturgia da Igreja, tirando dessa conteúdo e significado. A celebração litúrgica da morte e ressurreição de Cristo não é uma simples comemoração desse evento, mas é a sua atualização no mistério, para a vida de cada cristão e de cada comunidade eclesial, para a nossa vida.

De fato, a fé no Cristo ressuscitado transforma a existência, operando em nós uma contínua ressurreição, como escrevia São Paulo aos primeiros fiéis: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade” (Ef 5, 8-9).

Como podemos então fazer tornar-se “vida” a Páscoa? Como pode assumir uma “forma” pascal toda a nossa existência interior e exterior? Devemos partir da compreensão autêntica da ressurreição de Jesus: tal evento não é um simples retorno à vida precedente, como o foi para Lázaro, para a filha de Jairo ou para o jovem de Nain, mas é algo de completamente novo e distinto.

A ressurreição de Cristo é a via para uma vida não mais submetida à caducidade do tempo, mas uma vida imersa na eternidade de Deus. Na ressurreição de Jesus inicia uma nova condição do ser homens, que ilumina e transforma o nosso caminho de cada dia e abre um futuro qualitativamente diferente e novo para a humanidade inteira. Por isso, São Paulo não somente liga de maneira inseparável a ressurreição dos cristãos àquela de Jesus (cf. 1Cor 15,16.20), mas indica também como se deve viver o mistério pascal na cotidianidade da nossa vida.

Na Carta aos Colossenses, ele diz: “Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra” (3,1-2). À primeira vista, lendo esse texto, poderia parecer que o Apóstolo pretenda favorecer o desprezo às realidades terrenas, convidando assim a esquecer-se deste mundo de sofrimentos, de injustiças, de pecados, para viver antecipadamente em um paraíso celeste.

O pensamento “céu” seria, em tal caso, uma espécie de alienação. Mas, para captar o sentido verdadeiro dessas afirmações paulinas, basta não separá-las do contexto. O Apóstolo precisa muito bem aquilo que entende pelas “coisas do alto”, que o cristão deve buscar, e as “coisas da terra”, das quais deve proteger-se. Eis, antes de mais nada, quais são as “coisas da terra” que é preciso evitar: “Mortificai, pois, os vossos membros no que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria” (3, 5). Fazer morrer em nós o desejo insaciável pelos bens materiais, o egoísmo, raízes de todo o pecado. Portanto, quando o Apóstolo convida os cristãos a desapegarem-se decididamente das “coisas da terra”, deseja claramente fazer compreender aquilo que pertence ao “homem velho” do qual o cristão deve despir-se, para revestir-se de Cristo.

Como ficou claro no citar de quais são as coisas pelas quais não se precisa fixar o coração, com igual clareza São Paulo indica-nos quais são as “coisas do alto”, que o cristão deve, ao contrário, buscar e apreciar. Essas dizem respeito àquilo que pertence ao “homem novo”, que revestiu-se de Cristo uma vez por todas no Batismo, mas que tem sempre necessidade de renovar-se “à imagem d’Aquele que o criou” (Col 3,10).

Eis como o Apóstolo dos Gentios descreve estas “coisas do alto”: “Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente […]. Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição” (Col 3,12-14). São Paulo está, portanto, bem distante de convidar os cristãos, cada um de nós, a fugir do mundo no qual Deus nos colocou. É verdade que nós somos cidadãos de uma outra “cidade”, onde encontra-se a nossa verdadeira pátria, mas o caminho rumo a essa meta devemos percorrê-lo cotidianamente sobre essa terra. Participando desde agora da vida de Cristo ressuscitado, devemos viver como homens novos neste mundo, no coração da cidade terrena.

E esse é o caminho não somente para transformar a nós mesmos, mas para transformar o mundo, para dar à cidade terrena um rosto novo que favoreça o desenvolvimento do homem e da sociedade segundo a lógica da solidariedade, da bondade, no profundo respeito pela dignidade própria de cada um. O Apóstolo recorda-nos quais são as virtudes que devem acompanhar a vida cristã; no vértice está a caridade, à qual todas as outras estão relacionadas como à fonte e à matriz. Essa resume e compendia “as coisas do céu”: a caridade que, com a fé e a esperança, representa a grande regra de vida do cristão e define sua natureza profunda.

A Páscoa, portanto, traz a novidade de uma passagem profunda e total de uma vida sujeita à escravidão do pecado a uma vida de liberdade, animada pelo amor, força que abate toda barreira e constrói uma nova harmonia no próprio coração e na relação com os outros e com as coisas. Cada cristão, assim como cada comunidade, se vive a experiência dessa passagem de ressurreição, não pode deixar de ser fermento novo no mundo, doando-se sem reservas para as causas mais urgentes e mais justas, como demonstram os testemunhos dos Santos em cada época e em cada lugar.

São tantas também as expectativas do nosso tempo: nós, cristãos, crendo firmemente que a ressurreição de Cristo renovou o homem sem retirá-lo do mundo em que constrói a sua história, devemos ser as testemunhas luminosas dessa vida nova que a Páscoa trouxe. A Páscoa é, portanto, dom a se acolher sempre mais profundamente na fé, para poder agir em cada situação, com a graça de Cristo, segundo a lógica de Deus, a lógica do amor. A luz da ressurreição de Cristo deve penetrar este nosso mundo, deve chegar como mensagem de verdade e de vida a todos os homens através do nosso testemunho cotidiano.

Queridos amigos, Sim, Cristo verdadeiramente ressuscitou! Não podemos reter somente para nós a vida e a alegria que Ele nos deu na sua Páscoa, mas devemos doá-la a quantos nos são próximos. É o nosso objetivo e a nossa missão: fazer ressurgir no coração do próximo a esperança onde há o desespero, a alegria onde há tristeza, a vida onde há morte. Testemunhar a cada dia a alegria do Senhor ressuscitado significa viver sempre de “modo pascal” e fazer ressoar o alegre anúncio de que Cristo não é uma idéia ou uma recordação do passado, mas uma Pessoa que vive conosco, por nós e em nós, e com Ele, por e n’Ele podemos fazer novas todas as coisas (cf. Ap 21,5).
Ao final da Catequese, o Papa dirigiu aos peregrinos de língua portuguesa a seguinte saudação:

Queridos peregrinos de língua portuguesa, particularmente os portugueses vindos de Lisboa e da Sertã e os brasileiros de Poços de Caldas, a minha saudação, com votos duma boa continuação de santa Páscoa! Não podemos guardar só para nós a vida e a alegria que Cristo nos deu com a sua Ressurreição, mas devemos transmiti-la a quantos se aproximam de nós. Assim, fareis surgir no coração dos outros a esperança, a felicidade e a vida! Sobre vós e vossas famílias, desça a minha Bênção Apostólica.!

Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Cristo%20ressuscitado%20dos%20mortos%20é%20o%20fundamento%20da%20nossa%20fé..htm


PADRE FABIO DE MELO – ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA E JUVENTUDE

abril 27, 2011