VENCENDO AS AFLIÇÕES

maio 31, 2011

Imagem de Destaque

Vencendo as aflições

Jesus pode eliminar a sua tristeza na raiz!

 
 

Em algumas situações específicas em que duas pessoas eram condenadas à morte, na época do Império Romano, os romanos costumavam aplicar uma pena extremamente cruel. Amarravam as duas pessoas uma à outra, rosto com rosto, braço com braço, mão com mão, perna com perna, e assim por diante; depois matavam apenas uma delas e as colocavam ambas no sepulcro, amarradas. À medida que o cadáver ia se decompondo, liberava substâncias que consumiam em vida o corpo daquela que com ele estava amarrada.

Dessa maneira, podemos entender melhor a que São Paulo aludia ao dizer: “Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?” (Rm 7,24). Ele não falava de seu corpo físico, mas do corpo do pecado ao qual estava amarrado.

Qual aquele condenado, não temos forças para nos livrar deste corpo de pecado que nos consome; estamos de tal maneira amarrados a ele que parecemos formar um só corpo com ele, e não estamos amarrados por fora, mas por dentro, em nosso coração. Precisamos de alguém que nos desamarre e nos livre desse corpo que nos mata e que nos faz apodrecer em vida.

Os cristãos são o suave odor de Cristo, mas, quando se tem um corpo de pecado trancado no coração, o próprio coração se corrompe e começa a empestear, com o mau cheiro, o ar à sua volta. Dessa forma, em vez de ser causa de alegria e felicidade para si e para os outros, torna-se causa de sofrimento e infelicidade porque se afasta de Deus e entra em discórdia com as pessoas para defender interesses egoístas.

A verdade é que somos as primeiras vítimas desse mal; sentimo-nos tristes, abatidos e abandonados porque somos pecadores, porque, em nosso coração, vive uma lepra chamada pecado, que o insensibilizou à presença amorosa de Deus. E o pior é que não podemos fugir dele como se foge de uma pessoa desagradável; não podemos fugir, porque o pecado nos fala de dentro do nosso coração (cf. Sl 36,2); nós o levamos conosco para onde vamos.

Tenha certeza: o pecado é o motivo de sua tristeza, e só Jesus pode lhe devolver a alegria verdadeira. É necessário que o Senhor o liberte desse mal, mate essa lepra e mude seu coração corrompido em um novo coração. Toda pessoa que pensa ser impossível que seus pecados lhe sejam perdoados, entra em desespero e, com o seu desespero, torna o seu estado pior do que era antes. Então, tenha confiança em Deus!

Se você alguma vez já se sentiu perdido e, por causa de alguma coisa que fez, teve medo de cair no inferno, sentiu-se desolado e sem forças, se depois de repetidas lutas contra um mesmo pecado mais uma vez você foi vencido por ele e sentiu vontade de desistir, tenho uma ótima notícia para você: Só quem assim se sentiu pode experimentar o que é ser salvo pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, e este mesmo Jesus pode eliminar a sua tristeza na raiz!

(Do livro: “Vencendo Aflições – Alcançando Milagres”).

Foto Márcio Mendes
marciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros “Quando só Deus é a resposta” e “Vencendo aflições, alcançando milagres”.30/05/2011

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12368


CANTO DE COMUNHÃO: ANTES DA MORTE

maio 30, 2011

PAPA BENTO XVI: “AONDE CHEGA O EVANGELHO, FLORESCE A VIDA.”

maio 30, 2011

ANGELUS DO PAPA BENTO XVI.

“Aonde chega o Evangelho, floresce a vida”.

29.05.2011 – Cidade do Vaticano:  “Ao longo dos séculos, foram os santos e não os poderosos a levar esperança aos povos” – disse o papa na oração mariana do Regina Coeli, esta manhã. Como exemplos, Bento XVI citou São Carlos Borromeu em Milão dos tempos da peste; Madre Teresa de Calcutá e missionários cujos nomes Deus conhece, que deram suas vidas para levar o anúncio de Cristo e fazer brotar entre os homens alegria mais profunda.

A Igreja tem por vocação evangelizar, levar esta boa nova, ajudar as pessoas a descobrir ou redescobrir a beleza e a alegria da fé, a vida plena a que conduz. Foi o que fizeram e fazem tantos santos missionários. Também o beato João Paulo II foi um grande missionário.
Sublinhou-o Bento XVI, neste domingo, ao meio-dia, na costumada alocução da janela dos seus aposentos sobre a Praça de São Pedro, comentando a primeira leitura da Missa, do Livro dos Atos dos Apóstolos, que refere a pregação do diácono Filipe, numa cidade da Samaria. O texto refere que o anúncio de Cristo ressuscitado era acompanhado de numerosas curas. Este episódio conclui de modo significativo: “E houve grande alegria naquela cidade”.
“Impressiona-me sempre muito esta expressão, que, na sua essencialidade, nos transmite um sentido de esperança; como se dissesse: é possível! É possível que a humanidade conheça a verdadeira alegria, porque onde chega o Evangelho, floresce a vida; como um terreno árido que, irrigado pela chuva, logo reverdece”.
“Lendo esta passagem, é-se espontaneamente levado a pensar na força restauradora do Evangelho, que no decurso dos séculos “irrigou” como rio benéfico, tantas populações”.
O Papa recordou que por vezes “grandes santos e santas levaram esperança e paz a cidades inteiras”. O caso, por exemplo, do bispo Carlos Borromeu, em Milão, ou Madre Teresa, em Calcutá. Assim como “tantos missionários, cujo nome só Deus conhece, que deram a vida para levar o anúncio de Cristo e fazer florescer entre os homens a alegria profunda”. “Enquanto que os potentes deste mundo procuravam conquistar novos territórios por interesses políticos e econômicos, os mensageiros do Evangelho iam por toda a parte para levar Cristo aos homens e os homens a Cristo”.
“Também hoje a vocação da Igreja é a evangelização. Tanto em relação às populações que ainda não foram irrigadas pela água viva do Evangelho; como também em relação àqueles que, embora tendo antigas raízes cristãs, têm necessidade de nova linfa para levar novos frutos e redescobrir a beleza e a alegria da fé”.
A concluir, Bento XVI fez ainda uma alusão ao seu predecessor, o beato João Paulo II, recordando-o como “um grande missionário”. “Ele relançou a missão ad gentes, promovendo ao mesmo tempo a nova evangelização. Confiemos uma e outra à intercessão de Maria Santíssima. Que a Mãe de Cristo acompanhe sempre e por toda a parte o anúncio do Evangelho, para que se multipliquem e alarguem no mundo os espaços em que os homens reencontram a alegria de viver como filhos de Deus”.

Após o Regina Coeli, Bento XVI referiu-se à beatificação, ontem, em Itália de uma religiosa, Irmã Maria Serafina do Sagrado Coração de Jesus. “Originário da zona de Trento, fundou na província de Nápoles o Instituto das Irmãs da Caridade dos Anjos. “Recordando o centenário do seu nascimento para o céu, congratulamo-nos com as suas filhas espirituais e com todos os seus devotos”.
Uma outra saudação em italiano reservou-a o Papa ao Instituto de Música Sacra, criado há 100 anos… “Tenho a alegria de saudar os docentes e estudantes do Pontifício Instituto de Música Sacra, de que se está a celebrar o centenário de fundação. Caros amigos, uma vez mais vos asseguro da minha recordação na oração”.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/ANGELUS%20DO%20PAPA%20BENTO%20XVI.%20Aonde%20chega%20o%20Evangelho,%20floresce%20a%20vida.%20.htm

assa


AS RAZÕES DA ESPERANÇA

maio 30, 2011

Imagem de Destaque

As razões da esperança

Como ser cristão num ambiente paganizado?

O mundo em que vivemos, muitas vezes chamado de aldeia global pela diversidade de culturas que convivem com a proximidade oferecida pelos meios de comunicação, traz consigo o desafio da tolerância nas relações humanas e, ao mesmo tempo, a possibilidade de nos manifestarmos legitimamente, a fim de que tudo o que nos é próprio se transforme em dom a ser compartilhado.

Constata-se que o Cristianismo é hoje alvo de repetidas investidas, com as quais é questionado em seus princípios e orientações morais. Num tempo em que as espécies animais, as árvores e as águas são valorizadas como nunca – e com razão! – ser a favor da vida desde a concepção até a morte natural é considerado conservadorismo! As chamadas questões de gênero encontram artilharia pronta para mirar a Igreja e os cristãos, a ponto de os conceitos oriundos da Sagrada Escritura não poderem ser oferecidos para a formação das consciências. É possível que o relato da criação que afirma ter Deus criado homem e mulher seja censurado por aí! Um rolo compressor pretende calar a voz da pregação corajosa do Evangelho, quando personalidades da Igreja se levantam para denunciar o tráfico de pessoas e de drogas. Em nossa região, chega-se ao ponto de personalidades eclesiásticas necessitarem de esquemas especiais de segurança para exercerem o direito de ir e vir.

Como ser cristão num ambiente paganizado? O primeiro passo é a certeza nascida da escolha de Deus, no seguimento de Jesus Cristo, não se envergonhando d’Ele nem de Seu Evangelho. A coerência com as opções feitas conduz ao respeito nas relações interpessoais. Já ouvi, de algumas pessoas, a manifestação de apreço aos cristãos que, mesmo debaixo de saraivadas de acusações, se mantêm firmes. Depois, a verdade vem a ser oferecida e não imposta, acreditando na voz da consciência, muitas vezes abafada, mas sempre presente, por meio da qual o Espírito Santo suscita em todas as pessoas a busca do bem. Em algum momento as pessoas se sentirão provocadas pela força da retidão! Além disso, respeitar as opções dos outros não significa obrigatoriamente apoiá-las. Ninguém pode nos obrigar a assinar um manifesto a favor do erro patente, cujos frutos se fazem imediatamente notar!

E por falar em frutos, não é difícil notar a quantidade de crianças, adolescentes e jovens sem referências familiares sólidas, como resultado de algumas gerações até estimuladas ao divórcio. Vale continuar, de nossa parte, a fazer propaganda da família estável, dos filhos considerados dom de Deus, do relacionamento entre homem e mulher vivido segundo a lei de Deus. Retrógados? Tradicionais? Antes, corajosos, sem medo de pôr à disposição nosso modo de viver e entender a existência humana.

Mas as incompreensões são inevitáveis. Com o Apóstolo São Pedro, podemos tomar posição: “Quem é que vos fará mal, se vos esforçais por fazer o bem? Mais que isso, se tiverdes que sofrer por causa da justiça, felizes de vós! Não tenhais medo de suas intimidações, nem vos deixeis perturbar. Antes, declarai santo, em vossos corações, o Senhor Jesus Cristo e estai sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que a pedir. Fazei-o, porém, com mansidão e respeito e com boa consciência. Então, se em alguma coisa fordes difamados, ficarão com vergonha aqueles que ultrajam o vosso bom procedimento em Cristo. Pois será melhor sofrer praticando o bem, se tal for a vontade de Deus, do que praticando o mal. De fato, também Cristo morreu, uma vez por todas, por causa dos pecados, o justo pelos injustos, a fim de nos conduzir a Deus. Sofreu a morte, na existência humana, mas recebeu nova vida no Espírito” (I Pd 3, 15-18).

Para dar razões da esperança que em nós existe, é preciso não fugir da convivência com o que é diferente. Antes, com a necessária formação, aprender a dialogar, escutando as motivações das outras pessoas. O respeito mútuo fará vir à tona os verdadeiros valores. Aos cristãos caberá estar atentos ao que existe de mais humano, o mistério mais profundo da consciência.
Pode também acontecer que a brecha aberta pelo próprio Deus nos corações seja o mistério da dor. Por ela só pode passar o amor gratuito, livre, que ilumina todos os espaços. Muitas pessoas, aguerridas em suas batalhas verbais, escondem angústias terríveis, para as quais não há resposta senão no mistério de Cristo morto e ressuscitado, o Senhor em quem acreditamos. Ele é o melhor e definitivo presente que podemos oferecer a todos. O Espírito da verdade, prometido por Jesus, nos dê, também na atual geração, a necessária lucidez para o testemunho corajoso do Evangelho.

Foto Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PADom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

27/05/2011

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12364


PADRE FABIO DE MELO: CRESCENDO NA FÉ

maio 29, 2011

MILAGRE DE NOSSA SENHORA DE LOURDES MUDOU RUMO DA I GUERRA MUNDIAL

maio 29, 2011
 
MILAGRE DE NOSSA SENHORA DE LOURDES MUDOU RUMO DA I GUERRA MUNDIAL
 
No domingo 14 de janeiro de 1917, o jornal católico “Le Courrier de la Manche” editado em Saint-Lô (Normandia, França) publicou matéria baseada em fontes alemãs dignas de credibilidade.
Tratou-se do testemunho de um sacerdote e de dois oficiais germânicos.
 

Segundo eles, Nossa Senhora apareceu no Céu acima da rota para Paris ordenando aos prussianos voltarem. Perto de 100.000 homens a viram e o comando alemão mandou guardar segredo sob pena de fuzilamento. O milagre aconteceu na primeira sexta-feira de setembro e na oitava da Natividade de Nossa Senhora. Em 3 de janeiro de 1915, escreveu “Le Courrier de la Manche”: “Um sacerdote alemão ferido e aprisionado na batalha de Marne, morreu num hospital de campanha francês onde se encontravam algumas religiosas. Ele então lhes disse: ‒ “Enquanto soldado eu deveria fazer silêncio, mas como sacerdote eu creio estar obrigado a contar o que eu vi. Durante a batalha de Marne nós ficamos surpresos até a ponto de voltar atrás, porque nós éramos muitos mais que os franceses e nós esperávamos chegar até Paris. Mas, nós vimos a Santíssima Virgem vestida inteiramente de branco com uma faixa azul que se voltava para Paris e nos dava as costas, e com a mão direita fazia o sinal de nos rechaçar. Isso eu vi, assim como grande número dos nossos também”. “Nos mesmos dias, dois oficiais alemães prisioneiros como o referido sacerdote, ingressaram feridos num hospital de campanha francês da Cruz Vermelha. Foram atendidos por uma enfermeira que falava alemão. Quando eles entraram numa sala onde se encontrava uma estátua de Nossa Senhora de Lourdes, eles a olharam e disseram: “Oh! A Virgem de Marne!” “A melhor prova da autenticidade do fato foi recolhida por uma religiosa que cuidava dos feridos em Issy-les-Moulineaux. Ela testemunhou: ‒ “Depois da batalha de Marne, entre os feridos atendidos no hospital de campanha d’Issy, havia um alemão muito gravemente ferido e que era considerado terminal. Em virtude dos cuidados que lhe foram prodigados ele sobreviveu mais um mês. Ele era católico e dava grandes mostras de sentimentos de fé. “Todos os enfermeiros eram sacerdotes. Ele recebeu os auxílios da religião e não sabia como manifestar sua gratidão. Ele repetia freqüentemente: ‒ “Eu queria fazer uma coisa para vos agradecer”. “Por fim, o dia que recebeu a extrema-unção, ele disse aos enfermeiros: ‒ “Os senhores me trataram com muita caridade, e eu quero fazer uma coisa pelos senhores contando uma coisa que aconteceu não a nosso favor, mas que vai ser de vosso agrado. Assim eu pagarei um pouco minha dívida. “Se eu estivesse na frente de combate, eu seria fuzilado, pois foi dada proibição sob pena de morte de contar o que eu vou dizer agora. “Os senhores ficaram maravilhados pelo nosso recuo tão súbito quando chegamos às portas de Paris. “Nós não podíamos ir mais longe porque uma Virgem estava em pé diante de nós, com os braços estendidos, nos rechaçando cada vez que tínhamos ordem de avançar. “Durante vários dias nós não soubemos se era uma das vossas santas padroeiras: Santa Genoveva ou Joana d’Arc. Depois, compreendemos que era a Santíssima Virgem que nos mantinha cravados no chão. “No dia 8 de setembro, Ela nos empurrou para trás com tanta força, que todos fugimos como um só homem. Isto que eu vos digo, vós o ouvireis repetido mais tarde, pois fomos talvez 100.000 homens que a vimos”. (Fonte : A. DENIZOT, Le Sacré-Coeur et la Grande Guerre, Nouvelles Éditions Latines, rue Palatine, 75006 PARIS)

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=1&id=3382


PADRE CLEIDIMAR MOREIRA – DEUS ME ABRAÇA

maio 28, 2011