PADRE JOSÉ AUGUSTO: CONHEÇA A VIDA DE JESUS AFIM DE EVANGELIZAR O SEU PRÓXIMO

outubro 18, 2011

O CASAMENTO

outubro 18, 2011

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O casamento

Minha felicidade depende desta pessoa com a qual me encontrei
 

Os noivos vêm à Igreja para se casar diante de Deus e da comunidade cristã, pois sentiram que esse amor que nascia se oferecia como uma promessa de felicidade.

Foi tão profunda a experiência de amor, que o casal decidiu fazer com que durasse para sempre. Então, cada um diz a si mesmo: “Minha felicidade depende desta pessoa extraordinária com a qual me encontrei. Percebo que sem ela eu não posso crescer, não posso ser feliz; necessito dela. Por isso quero unir minha vida a dela.
Iniciam o caminho do matrimônio, cheios de esperança. Mas o que significa o sacramento do matrimônio para a história de amor que estão vivendo?

Penso que a grande maioria dos casamentos cristãos não tem muito claro esse significado. Existe muito de costume, de rotina e até de pressão familiar nisso. Muitos creem que o casamento não é mais que uma simples bênção do próprio amor – assim como se abençoa um automóvel ou uma medalhinha – para que Deus os proteja e não lhes suceda nenhum mal.

Eu sei que esse não é o conceito que vocês têm deste sacramento, porque o verdadeiro sentido do matrimônio cristão é que, através dele, o Senhor faz algo com o amor, modificando-o. Deus o faz diferente do que era quando entraram na Igreja.
Algo semelhante aconteceu na Última Ceia, quando o Senhor transformou o pão em Seu Corpo. O pão continuou parecendo pão, mas já não o era, mas sinal de que lá está o Corpo de Cristo.

A mesma coisa faz o Senhor com o amor no dia do casamento. Deus toma o amor dos noivos e o transforma em sinal e em presença de Seu próprio amor divino.
O amor continua sendo o mesmo, mas ao mesmo tempo é mais, assim como a hóstia consagrada é mais do que pão. O amor do casal recebe a missão de ser sinal e reflexo do amor de Deus entre os homens.

No sacramento do matrimônio, os noivos vão aceitar essa missão. Vão dizer ao Senhor: “Sim, aceito que meu amor se transforme em reflexo do Seu”.

Quero amar meu cônjuge não segundo meus desejos, mas tratar de amá-lo como o Senhor ama a Igreja, como Ele ama a humanidade inteira, como ama cada ser humano.
No profundo de seu coração, eles dirão um ao outro: “Eu o aceito como a pessoa por meio da qual Cristo vai se aproximar de mim. Eu sei que o Senhor se aproxima de mim através de muitas coisas, de muitas pessoas e acontecimentos, mas, ao me casar com você, eu o aceito como o grande caminho pelo qual Cristo vai se aproximar de mim.

Cada um se aceita e se doa ao outro como lugar privilegiado de encontro com o Senhor. Cada um se transforma para o outro em santuário vivo, onde encontra Cristo. O rosto da esposa e do marido se transformam no rosto de Cristo: rosto cheio de amor, de ternura, de generosidade, entrega e fidelidade. Por isso, Deus os chama a se transformar em sinais permanentes de amor em sacramentos vivos.

O importante da cerimônia do casamento não é o vestido da noiva nem a quantidade de convidados, mas o encontro profundo com o Deus do amor.

No livro do Apocalipse e na tradição cristã há uma imagem muito bonita, que é a imagem de Cristo como sol. Sabemos que o sol é a fonte de luz, de calor e de vida.
Jesus é nosso sol, porque Seu amor ilumina, esquenta e vivifica nossa existência. E isso significa o quê? Cada um há de ser Sol de Cristo para o outro: dar-lhe luz, calor e a vida que necessita para crescer.

Vocês se casam, porque cada um descobriu que o outro era seu sol; porque o encontro com o outro o fez sentir feliz, seguro, aceito. Então, decidiram se casar para seguir sendo sol do outro, para continuar doando, mutuamente, essa luz.

Queridos irmãos, peço a Deus e a Santíssima Virgem, Mãe do amor bonito, que cada um seja Cristo para o outro, seja sol de Cristo para o outro.

Pe. Nicolás Schwizer
Movimento apostólico Shoenstatt

18/10/2011
 
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12533
 

PADRE JOSÉ AUGUSTO: SE DESFAÇA DAS VAIDADES E ADMINISTRE BEM O SEU TEMPO

outubro 17, 2011

FORÇA PARA RESISTIR À TENTAÇÃO

outubro 17, 2011

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Força para resistir à tentação

A cada tentação há sempre uma proposta sedutora

Os fiéis pedem a Deus, em oração, na Liturgia das Horas: “Dai-nos força para resistir à tentação, paciência na tribulação e sentimentos de gratidão na prosperidade”. A prece exprime o estado de espírito de quem se vê diante de Deus com suas limitações, entre as quais está a tentação, que se manifesta de muitas maneiras.

Com a publicação do Catecismo da Igreja Católica (CIC), em 1992, os fiéis entendem melhor o pedido que fazem no Pai-Nosso em relação à tentação: “Este pedido implora o Espírito de discernimento e de fortaleza. (…) O Espírito Santo nos faz discernir entre a provação, necessária ao crescimento do homem interior em vista de uma ‘virtude comprovada’; e a tentação que leva ao pecado e à morte. Devemos também discernir entre ‘ser tentado e consentir’ na tentação. Por fim, o discernimento desmascara a mentira da tentação: aparentemente, seu objeto é ‘bom, sedutor para a vista, agradável’ (Gn 3,6), ao passo que, na realidade, seu fruto é a morte. (…)

Ao dizer ‘Não nos deixeis cair em tentação’, pedimos a Deus que não nos permita trilhar o caminho que conduz ao pecado. Este pedido implora o Espírito de discernimento e de fortaleza; solicita a graça da vigilância e a perseverança final. (…) A fortaleza é a virtude moral que dá segurança nas dificuldades, firmeza e constância na procura do bem. Ela firma a resolução de resistir às tentações e superar os obstáculos na vida moral.”

Por sua vez, o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, publicado em 28 de junho de 2005, resume em que consiste o pedido “Não nos deixeis cair em tentação”: “Nós pedimos a Deus Pai que não nos deixe sós ao sabor da tentação. Pedimos ao Espírito que saibamos discernir, de uma parte, entre a prova que faz crescer no bem e a tentação que leva ao pecado e à morte; e de outra, entre ser tentado e consentir na tentação. Esse pedido nos une a Jesus que venceu a tentação com a sua oração. Solicita a graça da vigilância e da perseverança final.”

O YOUCAT (Catecismo Jovem da Igreja Católica), publicado em 2011, antes da Jornada Mundial da Juventude, explica aos jovens a razão do “Não nos deixeis cair na tentação”: “Por que corremos a cada dia e a cada momento o risco de negarmos a Deus e de pecarmos, pedimos a Ele que não nos deixe indefesos na violência da tentação. (…) O próprio Jesus foi tentado, sabe que somos pessoas fracas, que não conseguem resistir ao mal pelas próprias forças. Ele nos apresenta, então, o pedido do Pai Nosso que nos ensina a confiar no auxílio de Deus na hora da provação.”

Bento XVI se reportou às tentações no seu discurso aos seminaristas em Madrid: “Sim, há muitos que, julgando-se deuses, pensam que não têm necessidade de outras raízes nem de outros alicerces para além de si mesmo. Desejariam decidir, por si só, o que é verdade ou não, o que é bom ou mau, justo ou injusto; decidir quem é digno de viver ou pode ser sacrificado; em cada momento dar um passo à sorte, sem rumo fixo, deixando-se levar pelo impulso de cada instante. Estas tentações estão sempre à espreita. É importante não sucumbir a elas, porque, na realidade, conduzem a algo tão fútil como uma existência sem horizontes, uma liberdade sem Deus.”

No bojo de cada tentação há sempre uma proposta sedutora e enganadora, porque é isso, precisamente, que a caracteriza. A literatura eclesial já se refere às “tentações modernas” que têm a linguagem do momento, com apelos à negação de valores fundamentais como vida, dignidade, fidelidade, honestidade e estímulos à prática de antivalores como relativismo, indiferentismo, materialismo e hedonismo. O ser humano sempre esteve submetido às tentações, como ensina o Catecismo da Igreja Católica: “As tentações que vos acometeram tiveram medida humana. Deus é fiel; não permitirá que sejais tentados acima de vossas forças. Mas, com a tentação, Ele vos dará os meios de sair dela e a força para a suportar” (1 Cor 10,13). Essa certeza também existe em relação às “tentações modernas”.

Dom Genival Saraiva
Bispo de Palmares – PE

17/10/2011

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12522


PROFESSOR FELIPE AQUINO: ESCOLA DA FÉ – A PREDESTINAÇÃO DE MARIA

outubro 15, 2011

DEUS É O SENHOR DA HISTÓRIA HUMANA

outubro 15, 2011

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Deus é o senhor da historia humana

Nem sempre entendemos os caminhos que nos libertam e salvam

O ser humano tem seu verdadeiro significado quando vive o processo de liberdade, condição necessária para atingir a salvação proposta por Deus. Esta liberdade, que deve ser própria e íntima de cada pessoa, pode acontecer até numa situação de escravidão.
A liberdade interior existe também sem a presença da fé em Deus para quem não tem formação nesta área. O Senhor pode usar de pessoas, até no contexto político, para realizar a salvação do ser humano. Nem sempre entendemos os caminhos que libertam e salvam.

Deus é o Senhor da história em todos os tempos e a conduz de formas diversas. Isto Ele faz até usando maneiras diferentes do nosso modo de agir. A marca principal é a honestidade, nos termos do “dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”, vendo aí autoridade religiosa e política.
Temos que reconhecer a autenticidade da autoridade verdadeiramente constituída, mas não podemos nos conformar com atos de injustiça praticados por elas nas comunidades. Sua ação não pode estar acima do poder de Deus e tomando o seu lugar. Sendo assim, seus atos tornam-se desumanos.

Toda autoridade legítima, que age para o bem comum, passa a ser representante de Deus. Ela não pode se proclamar divina, agindo acima dos princípios de Deus com injustiça e desonestidade. Não pode ser uma autoridade de idolatria do poder temporal, que se acha dona da vida e da realização das pessoas.
Nenhuma autoridade constituída na história dos povos é eterna e absoluta a ponto de impedir a realização do plano de Deus. Podemos sim escolher colaborar ou não com esse plano. É uma questão de livre arbítrio, isto é, de ação feita por uma autoridade ou por uma pessoa simples do povo.

Todo pessoa humana foi criada para ser comprometida com a construção do humano, ou de condições necessárias para que todos vivam bem. Mas precisa entender que, por traz de tudo, existe a mão de Deus construindo os eventos históricos.
Assim não podemos confundir autoridade humana com autoridade divina.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto

14/10/2011

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12530


PADRE FABIO DE MELO: A CORDA DA VIDA

outubro 14, 2011

COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 16/10/2011

outubro 14, 2011

COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO XXIX DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO:A DO DIA 16/10/2011, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista:

http://www.gloria.tv/?media=204983


O CORAÇÃO DE MARIA E O ESPÍRITO DE REPARAÇÃO

outubro 14, 2011

O CORAÇÃO DE MARIA E O ESPÍRITO DE REPARAÇÃO

Para um mundo que está perdendo o sentido do pecado, as mensagens de Fátima começam exigindo uma conversão do coração. O Anjo ensina as crianças a rezar com um sentido de reparação “pelos que não crêem, não adoram, não esperam e não amam”. Ensina-lhes a oferecer orações e sacrifícios “pela conversão dos pecadores”. E lhes convida a gestos de penitência: ajoelhar-se, prostrar-se em terra, inclinar a cabeça até o chão. 

A Virgem Maria, além de estabelecer a devoção ao seu Coração Imaculado, cujo fruto espontâneo é o amor, pediu com insistência a reparação pelos ultrajes cometidos contra o seu Coração Imaculado: “Quereis vos oferecer a Deus para fazer sacrifícios e aceitar voluntariamente todos os sofrimentos que Ele quiser vos enviar, em reparação de tantos pecados com que a divina Majestade é ofendida, para obter a conversão dos pecadores
e em desagravo das blasfêmias e ultrajes feitos ao Imaculado Coração de Maria?” Seu ensinamento doutrinal é simples e direto, dirigido contra o pecado: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores”. As suas últimas palavras são: “Não
ofendam mais a Nosso Senhor, que já está muito ofendido”.

A forma de mortificação que os viventes praticaram continuamente compreende uma gama imensa de pequenas e grandes mortificações. Especialmente depois da visão do inferno estão sempre pendentes de qualquer ocasião de sacrifício para aproveitá-la: privavam-se da comida dando-a aos pobres ou às ovelhas, passavam de joelhos longos tempos com a cabeça tocando o chão rogando pelos pecadores, deixavam de beber quando era o mais intenso do verão, apesar do sol ardente e da nuvem de pó que o rebanho levantava; se aplicavam urtigas, dormiam sobre o chão, se privavam de toda classe de guloseimas, suportavam as contradições e os maus tratos com resignação e conformidade… Seu desejo de sacrifício lhes inspirou levar a cintura cingida com uma corda grossa e áspera de junco todo o dia e noite, até que Nossa Senhora teve que lhes dizer na aparição de 13 de setembro: “Deus está contente dos vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda posta. Levai-a só durante o dia”. Lúcia se mostra especialmente impressionada pela tristeza da Santíssima Virgem em outubro: “Nesta aparição as palavras da Virgem que mais profundamente ficaram gravadas no coração foram aquelas com que Nossa Senhora a Mãe do Céu pedia que não ofendessem mais a Deus Nosso Senhor, que já estava demasiado ofendido. Que amoroso lamento e que suplica tão terna contêm! Quem dera ressoasse por todo o mundo e que todos os
filhos da Mãe do Céu escutassem a sua voz!”. O mesmo acontece com Francisco, em quem causaram profunda impressão as palavras do Anjo na sua terceira aparição: “Consolai o vosso Deus”. “Enquanto a Jacinta parecia preocupada com o único pensamento de converter os pecadores e de preservar as almas do inferno. Ele
[Francisco] tratava somente de pensar em consolar a Nosso Senhor
e a Virgem, que lhe pareciam estar tão tristes”.

Como mortificação cristã fundamental, Fátima pôs de relevo a importância que tem a prática do dever cotidiano bem cumprido: “Deus se vai deixando aplacar. Mas se queixa
amargamente e dolorosamente do número limitadíssimo das almas em graça dispostas a renunciar-se no que delas exige a observância da sua lei. Porque esta é a penitência que Deus pede agora: “o sacrifício que cada pessoa tem que se impor a si mesma para levar
uma vida de justiça na observância da sua Lei. E, desta maneira, que se dê a conhecer com claridade este caminho às almas, porque muitas, julgando o sentido da palavra “penitência” por grandes austeridades e não sentindo força nem generosidade para elas, se desanimam e repousam numa vida de tibieza e de pecado”.


Para acompanhar com a oração a prática dos sacrifícios, a Virgem lhes ensina a que poderíamos chamar a “jaculatória reparadora de Fátima”: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes e em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”.

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=3659


GIULIA SONCINI: AVE MARIA

outubro 13, 2011

AS BEM-AVENTURANÇAS

outubro 13, 2011

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As bem-aventuranças

Felizes são aqueles que se deixam transformar

No início do Evangelho (Mateus 5,1-12a), Jesus fala com as multidões. Que todos nós nos aproximemos hoje da Palavra de Jesus que nos revela Deus como fonte, razão de toda a felicidade. As bem-aventuranças são a beleza da presença Divina que alcança o homem e o quer feliz.

A primeira bem-aventurança se volta aos pobres em espírito. “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus”. Ela é para os humildes, para os pequenos. São felizes aqueles que se apresentam diante de Deus com as mãos vazias, porque renunciaram as atitudes orgulhosas.
Devemos olhar cada bem-aventurança e perceber que é um apelo a todo aquele que quer seguir Jesus. Não há lugar no Reino dos Céus para quem não for pobre em espírito.

A segunda bem-aventurança fala aos aflitos. “Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados”. É a bem-aventurança daqueles que vivem a aflição. O humilde que passa pela aflição em Deus confia. Somente o humilde passa pela aflição confiando e se deixa consolar pelo Senhor.

A terceira bem-aventurança fala da mansidão. “Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra”. O homem e a mulher, governados por essa mansidão, são aqueles que constroem as coisas desarmados, sem a autodefesa. É alguém que não tem o próprio ego como centro. Somente aquele que é manso, se deixa conduzir por Deus que vai conduzindo-o no Seu querer. A mansidão é segredo da santidade.

A quarta bem-aventurança: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados”. Essa bem-aventurança é para aquele que está sempre com sede da santidade, porque quer ver Deus. Está engajado na vontade divina a todo momento e se angustia se fica longe da vontade do Pai. Somente o sedento da vontade de Deus será saciado no Reino dos Céus. Há essa fome, essa sede em você? O Reino dos Céus é para os sedentos e famintos da vontade do Senhor.

Quinta bem-aventurança: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”. As bem-aventuranças partem da humildade, porque chegam na misericórdia. São aqueles que concretamente liberam em seus corações o perdão que reconcilia; não vivem tomados de divisões interiores, porque, em seus corações, reina a misericórdia do Pai. O que reina em seu coração? Se não reinar a misericórdia, você não será feliz.

A sexta bem-aventurança fala aos puros de coração: “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.” Os que trazem essa pureza são declarados bem-aventurados por Jesus. Com que você tem alimentado seu coração? Você tem buscado aquilo que é puro e verdadeiro? Caso contrário, seu coração se tornará impuro. No Reino de Deus há lugar somente para os corações puros.

Sétima bem-aventurança: “Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus”. Jesus se congratula com os que semeiam a paz, com os que promovem a reconciliação. O shalom do Pai se revela na face, na palavra e nos gestos dessas pessoas. Você faz bem para os outros? As pessoas têm alegria em conviver com você?

A oitava bem-aventurança é para os perseguidos: “Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus”. São felizes os que são perseguidos por causa da justiça. Não é uma perseguição por qualquer coisa, mas por causa da fidelidade ao querer de Deus. As demais bem-aventuranças precisam reinar em nosso coração para que, na perseguição, nós tenhamos força.

Na nona bem-aventurança, Jesus se dirige aos discípulos: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”.

Essa última bem-aventurança é do discípulo que, de fato, segue o seu Senhor; e não de quem segue a si mesmo. Jesus fala do discípulo que segue a Deus por aquilo que Ele é, não simplesmente por causa da recompensa. É a bem-aventurança do discípulo que sofre pela verdade. Aqui Jesus é a causa da perseguição e também a fonte da salvação. Se você sofre por ser cristão, não fique envergonhado.

Nós precisamos e desejamos a manifestação de Jesus. Essa é nossa esperança e ela está no fato de que somos cidadãos dos Céus. Somos vocacionados para a eternidade. A felicidade não está nesse mundo, mas ainda tem muita gente buscando a plenitude naquilo que é passageiro.
O homem é aquilo que ama e admira. Somente uma vivência de fé coerente suportará a tribulação. De outra forma, ninguém a suportará, pois é violenta demais para aqueles que não viveram seu batismo.

Cuidado com aquilo que você tem amado, porque, senão, você não será esse bem-aventurado do Evangelho.

Padre Eliano
Fraternindade Jesus Salvador

13/10/2011

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12526


PADRE FABIO DE MELO: SEJA FIEL AS FASES DA SUA VIDA

outubro 12, 2011

OS CAMINHOS DO SENHOR

outubro 12, 2011

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Os caminhos do Senhor

Somos livres para recusar os dons de Deus

As formas de Deus agir, sempre manifestadas quando Ele se revela, são diferentes do jeito de ser da pessoa humana. O Seu projeto passa a constituir-se como proposta para o nosso proceder. As respostas que damos a Ele devem ser de forma consciente e livre. 

As pessoas têm plena liberdade para atender o chamado feito pelo Senhor. Elas devem dizer um “sim” que realmente seja “sim”, com autenticidade e coração livre. Muitos trocam seu “sim” pelo “não”, deixando de realizar o bem como primeira proposta assumida.

Somos livres para recusar os dons de Deus, podendo até agir de forma contrária, evidenciando nosso orgulho próprio. Foi o que aconteceu com o filho que disse “sim” e acabou realizando o “não”, contrariando a vontade de seu pai.

Pelo nosso livre-arbítrio, podemos escolher fazer o bem ou o mal. Tendo feito a escolha, somos também capazes de mudar de rumo. Isso é sinal de que temos limitações e nunca estamos prontos e totalmente certos sobre o caminho que devemos percorrer.

Diante de tudo isso, o seguimento do caminho do Senhor supõe frequente revisão de vida. É um processo de conversão constante, de discernimento sobre o que seja melhor a ser realizado, e que traga consequências realmente positivas para o bem comum.

Para agir bem é preciso afastar de nós a arrogância e o egoísmo, porque eles ameaçam a convivência e criam privilégios. Com isso deixamos de ser servos. A prática da humildade faz a diferença na construção de uma comunidade fraterna e humana.

Nos caminhos do Senhor temos que evitar uma prática religiosa intimista, que tem um olhar voltado para Deus sem dar importância ao irmão com quem convivemos. É o perigo da prática vertical sem dimensão horizontal da fé, sendo ação apenas subjetiva. Assim caímos facilmente na ideologia da prosperidade, muito falada hoje, de olhar para si mesmo sem dar conta de que os caminhos do Senhor passam pela vida de comunidade. Deus quer nosso trabalho e luta para conquistarmos os bens necessários de sobrevivência.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto

26/09/2011
 
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=12503
 

PAPA BENTO XVI: A FÉ DOS SANTOS RENOVA O MUNDO!

outubro 11, 2011

Angelus do Papa

 Bento XVI

A fé dos Santos renova o mundo!

09.10.2011 – Lamezia Terme: Após a Santa Missa celebrada em Lamezia Terme, no sul da Calábria, Bento XVI rezou o Angelus.

Queridos irmãos e irmãs,

Enquanto nos aproximamos do final de nossa Celebração, dirijamo-nos com filial devoção à Virgem Maria, que, neste mês de outubro, veneramos particularmente com o título de Rainha do Santo Rosário. Sei que muitos são os Santuários marianos presentes nesta vossa terra, e me alegro em saber que, na Calábria, é viva a piedade popular.

Encorajo-vos a praticá-la constantemente à luz dos ensinamentos do Concílio Vaticano II, da Sé Apostólica e dos vossos pastores. A Maria, confio com afeto a vossa Comunidade diocesana, para que caminhe unida na fé, na esperança e na caridade. Ajude-vos a Mãe da Igreja a ter sempre no coração a comunhão eclesial e o compromisso missionário. Sustente os sacerdotes no seu ministério, ajude os pais e os educadores na missão educativa, conforte os doentes e os sofredores, conserve nos jovens um ânimo puro e generoso.

Invoquemos a intercessão de Maria também para os problemas sociais mais graves deste território e de toda a Calábria, especialmente aquele do trabalho, da juventude e da proteção das pessoas deficientes, que requerem atenção por parte de todos, em particular das Instituições. Em comunhão com os vossos Bispos, exorto, em particular a vós, fiéis leigos, a não deixar de dar a vossa contribuição de competência e de responsabilidade pela construção do bem comum.

Como sabeis, hoje, à tarde, dirigir-me-ei à Serra San Bruno para visitar a Cartuxa. São Bruno veio a esta terra há nove séculos, e deixou um sinal profundo com a força da sua fé. A fé dos Santos renova o mundo! Com a mesma fé, também vós renoveis hoje a vossa, a nossa amada Calábria!

Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Angelus%20do%20Papa%20Bento%20XVI%20%20.htm


KARINA MARIA: SÓ DEUS PODE PREENCHER O SEU VAZIO INTERIOR

outubro 10, 2011

PAPA BENTO XVI: O BANQUETE DE NÚPCIAS AO QUAL MUITOS SÃO CONVIDADOS

outubro 10, 2011

PAPA BENTO XVI NA CALÁBRIA

O BANQUETE DE NÚPCIAS.

09.10.2011 – Lamezia Terme: O Papa Bento XVI, em sua homília na manhã deste domingo, proferida na cidade de Lamezia Terme, na Calábria, no sul da Itália, lembrou da parábola que fala de um banquete de núpcias ao qual muitos são convidados.

Caros Irmãos e Irmãs,

E grande minha alegria em poder dividir com vocês o pão da Palavra de Deus e da Eucaristia. Estou feliz por estar pela primeira vez aqui na Calábria, em Lamezia Terme. Saúdo todos vocês que vieram em grande numero e agradeço pelo caloroso acolhimento.

Saúdo em especial o seu Pastor, Dom Luigi Antonio Cantafora, e lhe agradeço as gentis palavras de boas vindas que me dirigiu em nome de todos. Saúdo ainda os arcebispos e bispos presentes, os sacerdotes, os religiosos e as religiosas, os representantes das associações e dos movimentos eclesiais. Dirijo ainda um pensamento especial ao Prefeito Gianni Speranza, a quem sou grato pelas palavras de saudação, e também aos representantes do governo e às autoridades civis e militares, que com sua presença honram ainda mais este nosso encontro. Um agradecimento especial a todos que generosamente colaboraram para a realização desta visita pastoral.

A liturgia deste domingo nos propõe uma parábola que fala de um banquete de núpcias ao qual muitos são convidados. A primeira leitura, do livro de Isaías, prepara este tema, porque fala do banquete de Deus. A imagem deste banquete muitas vezes é usada nas Escrituras para indicar a alegria na comunhão e da abundância dos dons do Senhor, e deixa intuir qualquer coisa da festa de Deus com a humanidade, como descreve Isaias: “O Senhor dos Exércitos prepara para todos os povos, sobre esta montanha, um banquete de carnes gordas, um banquete de vinhos finos!” (Is 25,6)

O profeta acrescenta que a intenção de Deus é colocar fim à tristeza e à vergonha, quer que todos os homens vivam felizes no amor a Deus e na comunhão recíproca; o seu projeto é eliminar a morte para sempre, enxugar as lágrimas de cada rosto, fazer desaparecer as condições desonrosas do seu povo, como acabamos de ouvir.

Tudo isso suscita profunda gratidão e esperança: “Aqui está o nosso Deus, dele esperamos nossa salvação; este é o Senhor que esperávamos, alegremo-nos, exultemos por sua salvação”.

Jesus no Evangelho nos fala da resposta que nos é dada ao convite de Deus, representado como um rei, para participar no seu banquete. Os convidados são muitos, mas acontece uma coisa inesperada: se negam a participar da festa, tem outros compromissos, aliás, alguns até mesmo desprezam o convite.

Deus é generoso para conosco, nos oferece sua amizade, seus dons, sua alegria, mas muitas vezes não ouvimos suas palavras, mostramos mais interesse por outras coisas, colocamos em primeiro lugar nossas preocupações materiais, nossos interesses.

O convite do rei encontra até mesmo reações hostis, agressivas. Mas isso não freia sua generosidade. Ele não perde a coragem, e manda seus servos convidar muitas outras pessoas. A rejeição dos primeiros convidados tem como efeito a extensão do convite a todos, mesmo aos mais pobres, abandonados e deserdados.

Os servos reuniram todos aqueles que encontraram, e a sala fica repleta: a bondade do rei não tem limites e a todos e dada a possibilidade de responder ao seu chamado. Mas existe uma condição para permanecer neste banquete de núpcias: vestir a roupa nupcial. E entrando na sala, o rei vê alguém que não quis vesti-la e, por isso, é excluído da festa.

Gostaria de parar um momento sobre este ponto e fazer uma pergunta: como este que aceitou o convite do rei, entrou na sala do banquete, abriram a porta para ele, mas não vestiu a veste nupcial? O que é esta veste nupcial?

Na missa da Quinta-Feira Santa deste ano lembrei um belo comentário de São Gregório sobre esta parábola. Ele explica que aquele convidado que respondeu o convite de Deus para participar do seu banquete tem, de certo modo, a fé que abriu a porta da sala, mas falta qualquer coisa essencial: as vestes nupciais, que é a caridade, o amor.

E São Gregório acrescenta: “Qualquer um de vocês, que na Igreja tem fé em Deus já tem um lugar no banquete de núpcias, mas não pode dizer que tem a veste nupcial se não conserva a graça da Caridade”.

Todos nós somos convidados a dividir a mesa com o Senhor, a entrar com fé no seu banquete, mas devemos trajar e conservar a veste nupcial, a caridade, viver um profundo amor por Deus e ao próximo.

Caros irmãos e irmãs! Vim para dividir com vocês a alegria e a esperança, cansaços e compromissos, ideais e aspirações desta comunidade diocesana. Sei que vocês se prepararam para esta visita com um intenso caminho espiritual, adotando como lema um versículo do Ato dos Apóstolos. “Em nome de Jesus Cristo Narazeno, levanta-te e anda!”

Sei também que em Lamezia Terme, como em toda a Calábria, não faltam dificuldades, problemas e preocupações. Se observarmos esta bela região, reconhecemos nela uma terra sísmica não somente do ponto de vista geológico, mas também do ponto de vista estrutural, comportamental e social; uma terra onde os problemas aparecem de forma aguda e desestabilizante; uma terra onde a desocupação é preocupante, onde uma criminalidade muitas vezes feroz, fere o tecido social, uma terra onde se tem a contínua sensação de estar num estado de emergência.

À emergência, vocês calabreses souberam responder com prontidão e uma disponibilidade surpreendente, com uma extraordinária capacidade de adaptação a situações incomodas. Tenho certeza de que vocês saberão superar as dificuldades de hoje para preparar um futuro melhor. Não cedam jamais à tentação do pessimismo. Façam apelos aos recursos de sua fé e de suas capacidades humanas, esforcem-se para crescer na capacidade de colaborar, de ter cuidado com o próximo e com os bens públicos, conservem a veste nupcial do amor; perseverem no testemunho dos valores humanos e cristãos radicados na fé a na história deste território e de sua população.

Caros amigos! A minha visita se realiza quase no final do projeto de cinco anos da Igreja local. Quero agradecer junto com vocês ao Senhor pelo fértil caminho percorrido e por tantas sementes do bem plantadas para o futuro.

Para fazer frente à nova realidade social e religiosa, diferente do passado, talvez carregada com mais dificuldades, mas também mais rica em potencialidades, é necessário um trabalho pastoral moderno e orgânico que comprometa, em torno ao Bispo, todas as forças cristãs: sacerdotes, religiosos e leigos, animados pelo comum compromisso de evangelização.

A este respeito, aprendi graças ao esforço para ouvir com atenção e perseverança a Palavra de Deus, através da promoção de encontros mensais nos diversos centros da Diocese e da difusão da prática da leitura divina.

Tão oportuna é também a Escola da Doutrina Social da Igreja, seja pela qualidade articulada da proposta, seja pela sua divulgação capilar. Espero realmente que de tais iniciativas surja uma nova geração de homens e mulheres capazes de promover não os interesses de uma parte, mas o bem comum.

Espero ainda encorajar e abençoar os esforços de todos, sacerdotes e leigos, que estão empenhados na formação de casais cristãos para o matrimônio e para a família, com o objetivo de dar uma resposta evangélica e competente aos tantos desafios contemporâneos no campo da família e da vida.

Conheço o zelo e a dedicação com os quais os sacerdotes desenvolvem os seus serviços pastorais, como também o sistemático e incisivo trabalho de formação a eles dirigido, em particular para aqueles mais jovens.

Estimados sacerdotes, convido-os a radicar sempre mais a sua vida espiritual no Evangelho, cultivando a vida interior, uma intensa relação com Deus e afastando-se com decisão de uma mentalidade consumista e mundana, que é uma tentação recorrente da realidade na qual vivemos.

Aprendam a crescer na comunhão entre vocês e com o Bispo, entre vocês e o fiéis leigos, dando preferência à estima e à colaboração recíproca: e disso virão seguramente múltiplos benefícios seja para a vida das paroquiais assim como para a sociedade civil. Saibam valorizar, com discernimento, segundo os notáveis critérios eclesiais, os grupos e movimentos: esses caminham bem integrados dentro da pastoral ordinária da diocese e das paróquias, em profundo espírito de comunhão.

A vocês fiéis leigos, jovens e famílias, digo: não tenham medo de viver e testemunhar a fé nos vários âmbitos da sociedade, nas múltiplas situações da existência humana. Vocês têm todos os motivos para serem fortes, confiantes e corajosos, e isso graças à luz da fé e à força da caridade.

E quando vocês encontrarem a oposição do mundo façam suas as palavras do Apóstolo: “Tudo posso naquele que me fortalece”. Assim se comportaram os Santos e as Santas no decorrer dos séculos, em toda a Calábria. São eles que nos mantém unidos e alimentam em cada um o desejo de proclamar, com as palavras e com ações concretas, a presença do amor de Cristo.

A Mãe de Deus, por vocês tão venerada, os assista e os conduza ao profundo conhecimento do seu Filho. Amém!”

Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Extraído o site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/PAPA%20BENTO%20XVI%20NA%20CALÁBRIA%20.htm


PADRE FABIO DE MELO: PREPARAR O ENVELHECIMENTO

outubro 9, 2011

AS CARMELITAS DE LOURDES

outubro 9, 2011
 
AS CARMELITAS DE LOURDES
 
Há uma coisa talvez mais bonita do que os milagres em Lourdes: o Convento de Carmelitas. 

É um convento de contemplativas que têm o propósito de expiar e sofrer todas as doenças para obter graças para os corpos e almas das pessoas que vão lá pedir essas graças.

Elas nunca pedem a sua própria cura e aceitam todas as doenças que queiram cair em cima delas em benefício das almas que vão à Gruta de Lourdes para pedir a sua própria cura.

Então elas sofrem coisas horrorosas, elas levam às vezes uma vida inteira de sofrimentos, e às vezes morrem de uma morte prematura com objetivo especial de fazer bem para as outras almas.

Esses atos de abnegação estão tão longe da natureza humana, e causam um tal horror ao egoísmo humano, que este é um milagre maior do que todas as outras curas que se fazem em Lourdes.

E que mostra bem qual é a intenção de Nossa Senhora nas curas de Lourdes: é a de produzir milagres de caráter espiritual e moral que levam as almas para o Céu.

Por quê?

O quê é que seria Nossa Senhora, se Ela aparecesse em Lourdes para fazer bem para os corpos que perecem, e não para as almas que não perecem? Qual seria esse amor d’Ela aos homens, a não ser o principal objetivo de levar para o amor de Deus?

Multidão de doentes diante da Gruta
O maior ensinamento de Lourdes não é o ensinamento apologético, aliás, tão grande e importante. Mas é esse ensinamento da aceitação da dor, do sofrimento, da derrota, do fracasso se preciso for.

Alguém dirá: “Mas é muito difícil aceitar isto. É muito difícil carregar a dor por esta forma”.

E a resposta nós temos na agonia de Nosso Senhor Jesus Cristo no Horto das Oliveiras. Quando posto diante de todo o sofrimento que estava diante d’Ele, Ele disse: “Se for possível afaste-se de mim este cálice. Mas seja feita a vossa vontade e a não a minha.”

E é a posição que nós devemos ter diante de nossos sofrimentos particulares: “Se for possível, afaste-se de mim este cálice. Mas seja feita a vossa vontade e não a minha”.

Veio então um Anjo consolar a Nosso Senhor. A graça nos consolará a nós também nos sofrimentos.

Coragem, portanto, resolução, energia, compreensão do significado do sofrimento, e alegria por nós sofrermos.

Porque se sofre, é dos predestinados; são os réprobos os que não sofrem.

 
(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, palestra proferida em 6/2/65. Sem
revisão do autor).

Extraído do site: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=3641


COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 09/10/2011

outubro 8, 2011

COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO: A DO DIA 09 DE OUTUBRO DE 2011, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista:

http://www.gloria.tv/?media=202860


PADRE JOSE AUGUSTO: SUPLIQUE A INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA SOBRE A SUA VIDA

outubro 7, 2011