PADRE JOSE AUGUSTO: NÃO SE APEGUE A COISAS MATERIAIS

maio 31, 2012
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POR QUE DEVO IR À IGREJA?

maio 31, 2012

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Por que devo ir à igreja?

Lá mataremos nossa sede
 

Nas regiões onde a carência de água é bastante prejudicial à sobrevivência do ser humano, os caminhões-pipa são indispensáveis para que muitas famílias possam receber periodicamente o mínimo necessário de água para sua sobrevivência. Sem este veículo que leva a água em seu reservatório, muitas famílias estariam condenadas a conviver com a falta d’água. E todos sabem que esse líquido é um elemento necessário para nossa sobrevivência.

O caminhão-pipa transportando a água está de certa forma levando vida a todos aqueles que dependem dessa substância para continuar vivos. Abastecido, ele cumpre o seu papel de ser um rio onde não há nascentes.

Muitas pessoas se perguntam qual a importância de participar da Igreja. Muitos se afastam da comunidade cristã pelos mais variados motivos. Outros até participam, mas voltam para casa do mesmo modo como chegaram. Em meio a uma sociedade que, muito rapidamente, vai criando a mentalidade de que a espiritualidade é algo individualista, qual o sentido de participar da Igreja? Por que ir à igreja?

Muitas vezes se chega à igreja como um caminhão-pipa, porém vazio, sem a água necessária que é sinal de vida. Diante do mistério de Deus, da Palavra proclamada, refletida e meditada, do pão e do vinho que se tornam o Corpo e Sangue de Cristo, nos abastecemos da Vida em Plenitude oferecida pelo próprio Cristo. Deste modo voltamos para casa cheios da Água Viva e, assim, podemos partilhar com aqueles que convivem conosco a Água que em nós foi depositada em nosso coração.

O coração é o depósito da Vida em Plenitude, no qual levamos o amor de Deus a nossos irmãos e irmãs. Quando deixamos de participar da Igreja nosso coração fica vazio e seco. Como alguém pode saciar a sede de outra pessoa se não possui nem mesmo água suficiente para saciar a própria sede?

Um caminhão-pipa só cumpre seu papel se estiver abastecido de água. Um ser humano só se sente completo como pessoa se estiver abastecido da presença de Deus. Por que ir à igreja? Ir à igreja porque nela está a Fonte de Água Viva, que sacia nossas sedes interiores. E porque, uma vez abastecidos da presença de Deus em nós, podemos levar esta mesma Água a todos aqueles que pedem uma gota da Água da Vida, a qual lhes devolva o sentido de viver em uma sociedade que partilha outras águas artificiais que não saciam a sede; mas pelo contrário, fazem com que o ser humano sempre tenha mais sede de vida verdadeira.

Ir à igreja porque lá encontramos a comunidade reunida. Na união com os irmãos e irmãs de comunidade partilhamos as dores e alegrias da vida em uma comum unidade. Ir à igreja porque é lá que o milagre da Eucaristia acontece em toda Santa Missa celebrada. Ir à igreja para voltarmos para casa melhores do que chegamos.

Muitas pessoas quando voltam para casa, ouvem de seus familiares: “Você foi rezar e voltou pior?” Quando voltamos para casa abastecidos do Amor de Cristo em nós é impossível voltarmos para o cotidiano da vida do mesmo jeito que chegamos. Somente quem teve sua sede saciada por Deus poderá saciar a sede de outras pessoas com o mesmo amor que recebeu.

Se o caminhão-pipa leva a água que sacia a sede humana biológica, nós somos convidamos a sair da igreja com o coração abastecido da Água Viva que sacia a nossa sede humana do Amor Divino.

 

Foto Padre Flávio SobreiroBacharel em Filosofia pela PUCCAMP. Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre – MG.
Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Cambuí-MG). Padre da Arquidiocese de Pouso Alegre – MG.
http://www.flaviosobreiro.com

28/05/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12794


PROFESSOR FELIPE AQUINO: POR QUE DEVO ME CONFESAR?

maio 29, 2012

O OITAVO MANDAMENTO: NÃO LEVANTAR FALSO TESTEMUNHO

maio 29, 2012

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O Oitavo Mandamento – Não levantar falso testemunho

Aprenda a viver na verdade

O Oitavo Mandamento prescreve o seguinte: Não levantar falso testemunho (cf. Ex 20,16), ou seja, proíbe-nos falsear a verdade nas relações com os outros. Essa prescrição moral decorre da vocação do povo santo a ser testemunho de seu Deus, que é e quer a verdade. As ofensas à verdade exprimem, por palavras ou atos, uma recusa de abraçar a retidão moral: são infidelidades fundamentais a Deus, e neste sentido, minam as bases da Aliança com Ele.

Ele exige de nós a verdade. Mentir significa falar ou agir consciente e voluntariamente contra a verdade. Quem mente se engana a si mesmo e ilude os outros, os quais têm o direito a conhecer a verdade integral de um fato. Desta forma, toda a pessoa é chamada à sinceridade e à veracidade no agir e no falar. Cada um tem o dever de procurar a verdade e de aderir a ela, organizando toda a sua vida segundo as exigências dessa virtude.

Viver no respeito pela verdade não significa apenas ser fiel a si mesmo. Ser verdadeiro significa ser fiel a Deus, pois, em Jesus Cristo, a verdade de Deus manifestou-se na sua totalidade: Ele é a Verdade. Seguir Jesus é viver do «Espírito de verdade» (cf. Jo 14,17) e evitar a duplicidade, a simulação e a hipocrisia. O cristão deve testemunhar a verdade evangélica em todos os campos da atividade pública e privada, mesmo com o sacrifício da própria vida, se necessário. O martírio é o supremo testemunho dado em favor da verdade da fé.

O Oitavo Mandamento proíbe: O falso testemunho, o perjúrio e a mentira, cuja gravidade se mede pela natureza da verdade que estes deformam, das circunstâncias, das intenções do mentiroso e dos danos causados às vítimas. Proíbe também: O juízo temerário, a maledicência, a difamação, a calúnia, que lesam ou destroem a boa reputação e a honra a que a pessoa tem direito. Ele condena também: a lisonja, a adulação ou complacência, sobretudo se finalizadas à realização de pecados graves ou à obtenção de vantagens ilícitas. Uma culpa contra a verdade exige a reparação, quando se ocasionou dano a outrem.

Este mandamento requer o respeito da verdade, acompanhado pela discrição da caridade: na comunicação e na informação, que devem assegurar o bem pessoal e comum, a defesa da vida particular e o perigo de escândalo; na reserva dos segredos profissionais, que se devem sempre manter, salvo em casos excepcionais, por motivos graves e proporcionados. Exige-se também o respeito pelas confidências feitas sob o sigilo do segredo.

Dessa forma, ser verdadeiro significa agir seriamente e falar honestamente. Quem é a favor da verdade se protege da ambiguidade, do fingimento, da ilusão e da dissimulação. A pior forma de mentira é o juramento falso.

Quando se fala em não levantar falso testemunho, a Doutrina da Igreja chama a atenção para os meios de comunicação em massa, hoje com o advento destes meios, este pecado é cada vez mais comum, por isso, a informação mediática deve estar a serviço do bem comum, ser sempre verdadeira no conteúdo e, salva a justiça e a caridade, deve ser também íntegra. Além disso deve expressar-se de modo honesto e conveniente, respeitando escrupulosamente as leis morais, os direitos legítimos e a dignidade da pessoa.

O Magistério da Igreja aponta alguns perigos existentes nos meios de comunicação, uma vez que, muitas pessoas, especialmente as crianças, consideram real o que veem na mídia. Quando no contexto da diversão, a violência é glorificada, o comportamento antissocial e a sexualidade humana são banalizadas, pecam tanto os responsáveis pela mídia, como as instâncias de controle, que deveriam rejeitar os produtores sem qualidade ética.

Por fim, o Catecismo da Igreja Católica nos ensina que a verdade é bela por si mesma. Ela comporta o esplendor da beleza espiritual. E existem numerosas formas de expressão da verdade, em especial as obras artísticas. São o fruto do talento dado por Deus e do esforço do homem, destacando a arte sacra, que, para ser verdadeira e bela, deve evocar e glorificar o Mistério de Deus, revelado em Cristo e conduzir à adoração e ao amor de Deus Criador e Salvador, Beleza excelsa de Verdade e de Amor.

Portanto, o homem é chamado a buscar e viver a verdade no agir e no falar, fugindo da duplicidade, da simulação e da hipocrisia, não se envergonhando de dar testemunho de Nosso Senhor, que é a Verdade plena, mesmo que, por amor à verdade, este alcance o martírio.

 

Redação Portal
Fonte: Catecismo da Igreja Católica, 2464 a 2513

24/05/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12790


PAPA BENTO XVI: O FRUTO DO ESPÍRITO É A CARIDADE, A ALEGRIA, A PAZ

maio 28, 2012

Papa Bento XVI.

A Solenidade de Pentecostes.

 

27.05.2012 – Cidade do Vaticano: O Papa Bento XVI celebrou, na Basílica Vaticana, na manhã deste domingo, 27, a Santa Missa na solenidade de Pentecostes, “festa da união, da compreensão e da comunhão humana”.
Queridos irmãos e irmãs!
Estou feliz por celebrar convosco esta Santa Missa, animada hoje pelo Coral da Academia de Santa Cecília e pela Orquestra Jovem – aos quais agradeço -, na Solenidade de Pentecostes.
Este mistério constitui o batismo da Igreja, é um evento que a deu, por assim dizer, a forma inicial e o impulso para sua missão. E esta “forma” e este “impulso” são sempre válidos, sempre atuais, e se renovam, de modo particular, mediantes as ações litúrgicas. Esta manhã gostaria de abordar um aspecto essencial do mistério de Pentecostes, que em nossos dias conserva toda sua importância.
O Pentecostes é a festa da união, da compreensão e da comunhão humana. Todos nós podemos constar como em nosso mundo, mesmo se estamos sempre mais próximos uns dos outros com o desenvolvimento dos meios de comunicação, e as distancias geográficas parecem desaparecer, a compreensão e a comunhão entre as pessoas são sempre superficiais e difíceis.
Persistem desequilíbrios que muitas vezes levam a conflitos; o diálogo entre as gerações torna-se difícil e às vezes prevalece a oposição; assistimos a acontecimentos cotidianos onde parece que os homens estão se tornando mais agressivos e mais irritados; a compreensão parece que requer muito empenho e prefere-se permanecer no próprio eu, nos próprios interesses. Nesta situação, podemos encontrar realmente e viver aquela unidade que precisamos?
A narração de Pentecostes, nos Atos dos Apóstolos, que escutamos na primeira leitura (cfr At 2,1-11), contém no fundo um dos últimos grandes afrescos que encontramos no início do Antigo Testamento: a antiga história da construção da Torre de Babel (cfr Gen 11,1-9).
Mas o que é Babel? É a descrição de um reino no qual os homens concentraram tanto poder ao pensar que não deveriam mais fazer referência a um Deus distante e serem assim fortes para poder construir sozinhos um caminho que os levasse ao céu para abrir as portas e colocarem-se no lugar de Deus.
Mas justamente nesta situação se verifica algo estranho e singular. Enquanto os homens trabalhavam juntos para construir a torre, de repente, eles perceberam que construíam um contra o outro. Enquanto tentavam ser como Deus, corriam o perigo de não serem mais nem mesmo homens, porque perderam um elemento fundamental no serem pessoas humanas: a capacidade de concordarem, de compreenderem-se e de trabalharem juntos.
Esta narração bíblica contém uma verdade perene; podemos ver ao longo da história, mas também no nosso mundo. Com o progresso das ciências e das técnicas encontramos o poder de dominar as forças da natureza, de manipular os elementos, de fabricar seres vivos, chegando quase ao próprio ser humano.
Nesta situação, rezar a Deus parece algo ultrapassado, inútil, porque nós mesmos podemos construir e realizar tudo aquilo que queremos. Mas não nos notamos que estamos revivendo a mesma experiência de Babel. É verdade, multiplicamos as possibilidades de comunicação, do acesso a informações, de transmissão de noticias, mas podemos dizer que cresceu a capacidade de compreensão ou talvez, paradoxalmente, nos compreendemos sempre menos? Entre os homens não parecem serpentear talvez um sentimento de desconfiança, suspeita, medo recíproco, até o ponto de se tornar perigo um para o outro? Voltamos novamente para a pergunta inicial: pode haver realmente unidade, harmonia? E como?
A resposta, nós encontramos na Sagrada Escritura: a unidade pode existir somente com o dom do Espírito de Deus, que nos dá um coração novo e uma nova língua, uma capacidade nova de comunicação. E isso é aquilo que se verificou em Pentecostes. Naquela manhã, cinquenta dias depois da Páscoa, um vento forte soprou sobre Jerusalém e a chama do Espírito Santo desceu sobre os discípulos reunidos, pousou sobre cada um e acendeu neles aquele fogo divino, um fogo de amor capaz de transformar. O medo desapareceu, o coração sentiu uma nova força, as línguas se desfizeram e iniciaram a falar com franqueza, de modo que todos podiam compreender o anúncio de Jesus Cristo morto e ressuscitado. Em Pentecostes, onde existia divisão e estranhamento, nasceu unidade e compreensão.
Mas observemos para o Evangelho de hoje, no qual Jesus afirma: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13). Aqui, Jesus, falando do Espírito Santo, nos explica o que é a Igreja e como essa deve viver para poder ser ela mesma, para ser o lugar da unidade e da comunhão da Verdade; diz-nos que agir como cristãos significa não ser fechados no próprio “eu”, mas orientar-se para todos; significa acolher em si mesmo toda a Igreja ou, ainda melhor, deixar interiormente que essa nos acolha.
Então, quanto falo, penso, ajo como cristão, não o faço fechando-me no meu eu, mas faço-o sempre no tudo e a partir de tudo: assim, o Espírito Santo, Espírito da unidade e da verdade, pode continuar a ressoar em nossos corações e nas mentes dos homens e impulsioná-los a se encontrarem e acolherem-se reciprocamente. O Espírito, justamente pelo fato que age assim, nos introduz em toda verdade, que é Jesus, nos guia para aprofundá-la, compreendê-la: nós não crescemos no conhecimento fechando-nos em nosso eu, mas somente tornando capazes de escutar e compartilhar, somente no “nós” da Igreja, com a atitude de profunda humildade interior.
E assim, torna mais claro porque Babel é Babel e Pentecostes é Pentecostes. Onde os homens querem fazer-se Deus, somente colocam-se uns contra os outros. Onde, em vez, colocam-se na verdade do Senhor, abrem-se para a ação do Espírito que os sustenta e os une.
A oposição entre Babel e Pentecostes também ecoou na segunda leitura, onde o Apóstolo diz: “Deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne” (Gal 5,16). São Paulo nos explica que a nossa vida pessoal é marcada por conflitos interiores, por uma divisão, entre os impulsos que provêm da carne e aqueles que provêm do Espírito; e nós não podemos seguir a todos. Não podemos, de fato, sermos contemporaneamente egoístas e generosos, seguir a tendência de dominar os outros e provar a alegria do serviço desinteressado.
Devemos sempre escolher aquele impulso e podemos fazer de modo autêntico, somente com a ajuda do Espírito de Cristo. São Paulo elenca – como vimos – as obras da carne, são os pecados do egoísmo e da violência, como inimizade, discórdia, inveja e ciúme; são pensamentos e ações que não fazem viver de modo verdadeiramente humano e cristão, no amor. É uma direção que leva a perda da própria vida. Em vez, o Espírito Santo nos guia para as alturas de Deus, para que possamos viver já nesta terra a semente da vida divina que está em nós.
Afirma, de fato, São Paulo: “O fruto do Espírito é a caridade, a alegria, a paz” (Gal 5,22). E notamos que o Apóstolo usa o plural para descrever as obras da carne, que provocam a dispersão do ser humano, enquanto usa o singular para definir a ação do Espírito, fala do “fruto”, justamente como a dispersão de Babel se contrapõe a unidade de Pentecostes.
Queridos amigos, devemos ser segundo o Espírito de unidade e verdade, e para isso devemos rezar para que o Espírito nos ilumine e nos guie para vencer o fascínio de seguir nossa verdade, e para acolher a verdade de Cristo transmitida na Igreja.
A narração de Lucas do Pentecostes nos diz que Jesus antes de subir ao Céu pede aos Apóstolos que permanecem juntos para prepararem-se para receber o dom do Espírito Santo. E assim se reuniram em oração com Maria, no Cenáculo, a espera do evento prometido (cfr Ato 1,14). Recolhida com Maria, como em seu nascimento, a Igreja também nesse dia reza: “Veni Sancte Spiritus! – Vem, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor!” Amém.

Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Papa%20Bento%20XVI%20-%20A%20Solenidade%20de%20Pentecostes.%20%20.htm


PADRE JOSÉ AUGUSTO: VIVER PENTECOSTES – FICAR CHEIO DO ESPÍRITO SANTO

maio 27, 2012

O QUE VOCÊ ESPERA DO ESPÍRITO SANTO?

maio 27, 2012

Márcio Mendes

Foto: Wesley Almeida/Cancaonova.com

 

O que você espera do Espírito Santo?

Meus irmãos, a paz!

Que Deus venha em nosso socorro neste dia, para que sejamos cheios do Espírito Santo, Ele tem uma palavra, uma luz, um discernimento para você neste dia. Desde já convido você a abrir sua Bíblia em Romanos 8,26-27. São Paulo nos ensina: “Da mesma forma, o Espírito vem em socorro de nossa fraqueza. Pois não sabemos o que pedir nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito, pois é de acordo com Deus que ele intercede em favor dos santos”.

Tenho a ousadia de dizer que esta é a Palavra de Deus para você hoje. Se não sabe o que o Senhor tem reservado para você neste dia, tenha confiançã, pois, até mesmo a Virgem Maria perguntou como as coisas iriam acontecer, e o anjo a respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus.” (Lc 1,35). Meus irmãos, o Espírito Santo vem em nosso socorro, é Ele mesmo que vem nos tocar, em socorro da nossa fraqueza, da nossa necessidade. Agora você pode está se perguntando como isso acontecerá, como resolverei tal situação, digo a você é o Espírito Santo que vem em nosso socorro.

Feliz você que aceitou o convite do Senhor para que estivesse aqui neste momento, então tenha fé, ponhe sua confiança em Jesus, pois aquilo que Ele quer realizar em sua vida se cumprira, e tenha certeza o Senhor mudara toda a sua vida, por meio do Espírito Santo.

Recordo da minha primeira experiência do batismo no Espírito Santo, era o ano de 1989, e fui convidado a ir a um grupo de oração, não sabia o que era Renovação Carismática, nem ao menos grupo de oração, não queria ir, mas fui simplesmente para não ser mal educado diante do convite. Ao chegar lá vi as pessoas rezando de maneira animada, achei aquilo tudo muito estranho, mas fiz a opção por rezar, e uma pessoa rezou por mim pedindo o Espírito Santo. Naquele momento não “sentir” nada, mas percebi logo que houve uma transformação em minha vida e em toda a minha família.

Eu era um jovem triste, solitário, inclusive em minha juventude pensei que o melhor para mim seria morrer, também tinha medo de muita coisa, e me apegava a algumas pequenas superstições, vivia escravizado pelo medo. Porém, com a experiência do batismo no Espírito Santo, fui tomado por uma confiança em Deus, e percebi claramente que isto já era consequência da vida nova no espírito, e este reorientou toda a minha vida.

 

“Ser batizado no Espírito Santo é experimentar o socorro de Deus”
Foto: Wesley Almeida/Cancaonova.com

 

Sabe quem é o Espírito Santo? É aquele que socorre você em sua necessidade!

Você vai receber o Senhor força e cura, pois Ele vem em socorro da nossa fraqueza, mas para que isso aconteça é preciso que tenhamos fé, e abrir o nosso coração para está graça maravilhosa. Pois a palavra é clara, quando afirma que o Espírito Santo vem em nosso socorro!

A força de Deus, o socorro de Deus se manifesta onde a necessidade for maior, então meu irmão, aquele que se encontra mais carente, mas necessitado será socorrido abundantemente socorrido pelo Senhor.

Ser batizado no Espírito Santo é experimentar a força, o socorro de Deus, basta apenas abrir-mos para ser socorrido. Posso aqui relatar muitas coisas que Deus fez em minha vida por meio do batismo no Espírito, não sou melhor do que ninguem, apenas abrir-me para a graça de Deus.

Uma destas situações ocorreu-me quando estava em uma missão em São Paulo, e lá chegou uma mulher, encurvada há mais de 30 anos, passando mal, fomos ao encontro daquela senhora, e começamos a conversar, ela relatou que todas as vezes que iria rezar começava a passar mal, e se encurvava. Porém ela queria muito sair daquela situação, desejou imensamente viver uma vida nova. O Espírito Santo, foi nos revelando toda a opressão que aquela mulher vivia. Rezamos pedindo sobre ela o Espírito Santo, e ela foi batizada no Espírito Santo. Pude perceber que através da oração o Senhor realizou uma maravilhosa libertação naquela mulher, e esta quando se levantava para agradecer a Deus, sua coluna indireitou, recebeu a graça do Espírito Santo.

Dei a você este testemunho, para mostrar inclusive os carismas que o Senhor concede aquele que recebem o sacramento do Batismo. Por isso meus irmãos, somos cheios dos carismas do Espírito Santo, através de uma vida no Espírito, nos faz vivermos próximos de Deus, cheios de fé e confinça.

Coragem, se abra o Espírito Santo, quem é cheio dele experimenta uma unção que o leva infalivelmente a um acerto em suas decisões. Quem é cheio do Expírito Santo, possui gosto pela palavra de Deus, sente-se amado por Deus, e principalmente recebem a força, o socorro para jamais se afastar de Deus.

Se você quer receber esta graça de Deus, se abra, saiba que mesmo se você não sentir nada é o Senhor quem realiza a obra, apenas deseje receber o Espírito Santo, e se abandone no amor do Senhor. Não somos nós que vamos até Ele, e o Senhor quem vem até nós, nos enviando seu Espírito.

Reze com as suas palavras suplicando a vinda do Espírito Santo! Ore, pedindo a graça do encontro pessoal com o Senhor, através do batismo no Espírito Santo. Reze pedindo a libertação ao Senhor, suplicando uma vida nova, para que você seja um homem e uma mulher nova pelo poder do Espírito Santo.


Deseje ardentemente receber o Espírito Santo, e você terá uma vida nova através do Espírito Santo.

Não tenha medo, o Senhor vem em nosso socorro!


Vem Espírito Santo!

 

Transcrição e adaptação: Ricardo Gaiotti

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=2684&pre=7470&tit=O%20que%20você%20espera%20do%20Espírito%20Santo?