CONSELHOS PARA ENSINAR OS FILHOS A PENSAR

agosto 21, 2012

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Conselhos para ensinar os filhos a pensar

Os pais devem estimular os hábitos intelectuais dos filhos
1. Em primeiro lugar, é preciso agir conforme a verdade das coisas: ensinar os filhos a não se enganarem, a serem sinceros, a agirem com coerência. “Podemos conhecer a química cerebral que explica o movimento de um dedo, mas isso não explica por que esse movimento é usado para tocar piano e não para apertar um gatilho” (Marcus Jacobson). E também “não podemos baratear a verdade” (F. Suárez), rebaixando o seu valor, como se fosse uma liquidação.2. Um segundo ponto é que “o treinamento é um privilégio da inteligência humana” (José Antônio Marina). É preciso enriquecer a linguagem, é preciso estimular o diálogo, o exercício mental de raciocinar, de defender uma causa, de ter argumentos para as próprias decisões, e não somente fazer o que fazem os outros, como os bois no pasto. Aprender a pensar é descobrir como é grande o poder da moda sobre o mundo inteiro, e saber sair da jaula em que a moda pode nos encerrar. O pensador livre não deve sacrificar a sua liberdade no altar da moda, pois essa é uma das perversões mais nocivas para um pensador. No entanto, é excessiva a frequência com que a razão fica presa na jaula da moda. Treinamento e cultivo, porque “a terra que não é lavrada, trará abrolhos e espinhos, ainda que seja fértil. Assim sucede com o entendimento do homem” (Santa Teresa de Ávila).

3. Já que é impossível não se equivocar nunca, pelo menos por utilidade e por dever temos de aprender com os nossos enganos. Se quisermos aprender a pensar, deveremos descobrir o mundo tão humano do erro. “Errar é humano”, diziam já os antigos. O erro é o preço que o animal racional tem de pagar.

4. Seremos mais inteligentes e mais livres quando conhecermos melhor a realidade, quando soubermos avaliá-la melhor e quando formos capazes de abrir mais caminhos novos. Seria um erro pensar – observa Leonardo Polo – que o homem inventou a flecha, porque tinha necessidade de comer pássaros. Também o gato tem essa necessidade, porém o ilustre felino nunca inventou nada. O homem inventou a flecha, porque a sua inteligência descobriu a oportunidade escondida no graveto.

5. Manter aberta a nossa capacidade de dirigir a própria conduta mediante valores pensados. É preciso passar do regime do impulso irracional para o regime da inteligência. Mais do que ensinar a pensar, a função dos pais há de ser a de motivar os filhos para que queiram pensar por sua própria conta. Com atitudes positivas, as crianças topam qualquer parada; com atitudes negativas, pensar parece-lhes uma coisa cansativa, e agir lhes parece uma coisa medíocre.

6. Ensinar a tomar decisões. A inteligência é a capacidade de resolver problemas vitais. Não é muito inteligente quem não seja capaz de se decidir, nem mesmo quem, dentro do seu refúgio isolado, consiga resolver facilmente problemas de trigonometria. Se admitirmos que educar é essencialmente ajudar a crescer na liberdade e na responsabilidade, então aprender a decidir bem acaba sendo um dos aspectos chave nessa tarefa: quanto maior a capacidade de decisão, maior liberdade.

7. Devemos recuperar e estimular nas crianças a sadia estratégia de perguntar continuamente. As três perguntas fundamentais são: “O que é?”, “Por que isso é assim?” e “Como é que você sabe?”. Aristóteles definia a ciência como “o conhecimento certo pelas causas”: portanto, é preciso habituar-se a perguntar os porquês. Os pais devem estimular, comentar e favorecer (criando o clima adequado) os hábitos intelectuais dos filhos.8. A inteligência tem de saber aprender, mas sobretudo tem de desfrutar aprendendo. Trata-se de formular perguntas que levem à reflexão, a perguntar-se sobre o próprio pensamento: “Por que o homem pensa?”, “Você já se pensou por que lembramos das coisas?“, “Pensamos quando estamos dormindo?”, “O que mais faz você pensar?”, “Você pode pensar duas coisas diferentes ao mesmo tempo?”. Leonardo Polo define o homem como um ser que não somente resolve problemas, mas que também os formula. Com efeito, o ser humano progride propondo a si mesmo novos problemas e tentando resolvê-los.

9. A inteligência deve ser eficazmente linguística. Graças à linguagem, não somente nos comunicamos com os outros, mas também com nós mesmos. A inteligência não se parece com uma coleção de fotografias, mas com um rio. Rio e inteligência “discorrem”. A nossa língua original – a língua materna – é um rio em que deságuam milhares de afluentes. “A pluma e a palavra são as armas do pensador” (J.A. Jauregui). Aprender a pensar é aprender a tocar os instrumentos do pensamento: a pluma e a palavra.

10. Fomentar a leitura e controlar o uso da televisão. Já que estamos falando do voo da inteligência, trata-se de “ser mais inteligentes que a televisão” (Jiménez). Os livros “tem de ser obras que alimentem a inteligência sem deixar o coração seco”, ou seja, devem “iluminar a mente com a verdade e não mergulhá-la nas névoas da dúvida ou na escuridão do erro” (F. Suárez).

11. Urge encontrar momentos para refletir, para pensar, coisa, aliás, muito menos trabalhosa do que muitas das necessidades que inventamos. Pensar sobre o sentido da vida, das coisas, do homem, de Deus. Quando Unamuno disse que costumava sair para passear com os pastores de ovelhas para aprender a pensar, para desprender-se dos preconceitos e dos dogmas de escola, muitos rasgaram as vestes. Unamuno, porém, estava sendo sincero. Um pastor de ovelhas tem tempo para pensar, para dar rédea solta à sua imaginação e para descobrir horizontes filosóficos que jamais foram vistos por nenhum outro pensador. Fernando Corominas diz que é preciso “instalar”, na mente e no coração dos filhos, as coisas boas antes que cheguem as nocivas. Esse “chegar antes” é educar pensando no futuro. Sempre que nos abandonamos, retornamos à selva. Essa selva de que falo, metaforicamente, é sempre uma claudicação da inteligência.

Luis Olivera
http://www.quadrante.com.br/

17/08/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12897


DAVIDSON SILVA: AMAR-TE MAIS

agosto 20, 2012

PAPA BENTO XVI: REDESCUBRAMOS A BELEZA DO SACRAMENTO DA EUCARISTIA

agosto 20, 2012

Angelus do Papa Bento XVI.

Redescubramos a beleza
do Sacramento da Eucaristia.

19.08.2012 – Castel Gandolfo – O evangelho do domingo foi o tema da alocução de Bento XVI, ao meio-dia, no encontro com os fiéis, para a recitação da oração do Angelus. No pátio interior da residência de Castel Gandolfo, o Santo Padre comentou a última parte do longo discurso de Jesus na sinagoga de Cafarnaum, capítulo sexto do Evangelho segundo São João.

Jesus revela aos seus auditores o sentido da multiplicação dos pães para os alimentar, apresentando-se Ele próprio como Pão de vida eterna, na sua “carne” – a sua vida, oferecida em sacrifício por todos.

 “Trata-se, portanto, de O acolher com fé, sem se escandalizar da sua humanidade; trata-se de comer a sua carne e beber o seu sangue, para ter em si mesmo a plenitude da vida. É evidente que este discurso não é feito para suscitar consensos”.

Jesus sabe-o bem, e é intencionalmente que pronuncia estas palavras, num momento para ele crítico, uma viragem na sua vida pública. A partir daí, depois do entusiasmo suscitado pelos milagres, muitos começarão a abandoná-lo, incapazes de aceitar que Jesus não seja um “messias” como o queriam: potente, triunfante.

Escutando este discurso, perceberam que Jesus não era um Messias com aspirações a um trono terreno. Não procurava consensos para conquistar Jerusalém. Iria, sim, à Cidade Santa, mas sim para partilhar a sorte dos profetas: dar a vida por Deus e pelo povo.

“Aqueles pães, partilhados por milhares de pessoas, não queriam provoca ruma marcha triunfal, mas preanunciar o sacrifício da Cruz, em que Jesus se torna Pão repartido, corpo e sangue oferecidos em expiação”.
O Papa concluiu convidando todos a deixarem-se surpreender de novo pelas palavras de Cristo: “Ele, grão de trigo semeado nos sulcos da história, é a primícia da nova humanidade, libertada da corrupção do pecado e da morte. Redescubramos a beleza do Sacramento da Eucaristia, que exprime toda a humildade e a santidade de Deus: o seu fazer-se pequeno, fragmento do universo, para reconciliar todos no seu amor. A Virgem Maria, que deu ao mundo o Pão da vida, nos ensine a viver sempre em profunda união com Ele”.

Na saudação aos numerosos peregrinos polacos, o Papa recordou a visita do Patriarca de Moscovo, Cirilo, nos últimos dias, à Polônia, “hóspede da Igreja Ortodoxa” do país. “Saúdo cordialmente Sua Santidade, assim como todos os fiéis ortodoxos. O programa desta visita incluiu também encontros com os Bispos católicos e a declaração comum do desejo de fazer crescer a união fraterna e de colaborar para difundir no mundo contemporâneo os valores evangélicos, no espírito da própria fé em Cristo Jesus. Trata-se de um acontecimento importante, que suscita esperança no futuro”.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Angelus%20do%20Papa%20Bento%20XVI%20Redescubramos%20a%20beleza%20do%20Sacramento%20da%20Eucaristia.%20.htm


MARIA FRANCISCA: PARA DEUS NÃO HÁ PERDA TOTAL, ELE QUER TE RESTAURAR!

agosto 19, 2012

ANIMA CHRISTI: UMA ORAÇÃO DIFICILMENTE SUPERÁVEL

agosto 19, 2012

ANIMA CHRISTI: UMA ORAÇÃO DIFICILMENTE SUPERÁVEL

Origem
Esta famosa oração apareceu na primeira metade do século XIV e foi enriquecida com indulgências pelo Papa João XXII em 1330. Não se tem certeza sobre a autoria, tal vez seja do próprio João XXII.Entretanto, é geralmente atribuída a Santo Inácio de Loyola (1491-1556, muito posteior) pois o grande santo colocava-a sempre no início de seus “Exercícios Espirituais” e referia-se com freqüência a ela.
 

O texto mais antigo foi achado no British Museum de Londres datado de 1370.

Em Avignon, França, conserva-se um livo de orações do Cardeal Pedro de Luxemburgo falecido em 1387. Nele encontra-se o Anima Christi na forma que o rezamos hoje.

Esta oração era tão famosa no tempo de Santo Inácio que o santo a citava como sendo conhecida por todos.

Latim


Anima Christi, sanctifica me.
Corpus Christi, salve me.
Sanguis Christi, inebria me.
Aqua lateris Christi, lava me.
Passio Christi, conforta me.
O bone Iesu, exaudi me.
Intra tua vulnera absconde me.
Ne permittas me separari a te.
Ab hoste maligno defende me.
In hora mortis meae voca me.
Et iube me venire ad te,
ut cum Sanctis tuis laudem te
in saecula saeculorum.
Amen

Português

Alma de Cristo, santifica-me
Corpo de Cristo, salva-me
Sangue de Cristo, extasia-me
Água que vem de Cristo, lava-me
Paixão de Cristo, conforta-me
Ó bom Jesus, escuta-me
Entre tuas feridas, esconde-me
Não permitas que me separe de ti
E dos exércitos do maligno, defende-me
E na hora da Morte, chama-me
E deixa-me ir a ti
e com teus santos, te louvar
Pelos séculos dos séculos
Amém

 

Talvez não haja entre todas as orações compostas por mente de homem, uma que supere o “Anima Christi”.

Em deliciosa intimidade, em confiante e terníssimo respeito, em clareza de sentido e esplêndida riqueza de substância, só conheço, que se lhe iguale, a Salve Rainha e “Memorare”.

Compõe-se o “Anima Christi” de doze súplicas que podemos dividir em duas parte bem distintas.

Nas sete primeiras, o fiel cristão considera o Corpo e Alma de Nosso Senhor Jesus Cristo, aproxima-se dEle tão e tão de perto, que se tem a impressão de sentir o próprio calor do Corpo Divino, de tocar real e verdadeiramente nossos lábios penitentes, nas dulcíssimas chagas do Redentor.

Quando imagino São Francisco de Assis, na famosa visão em que o Crucificado o abraçou, imagino-o balbuciando em êxtase, uma a uma, as sete primeiras súplicas do Anima Christi, e não se fartando de as repetir durante todo o tempo que durou a glória e a doçura do divino amplexo.

Na segunda parte da prece, a alma já não está de pé, abraçada ao Redentor. Cessou o êxtase, e o fiel está ao pé da Cruz, exprimindo seus últimos e mais ardentes anelos numa humildade divina, como Maria, depois de se ter apartado a angélica visitação.

 

O que quer dizer “Sangue de Cristo inebria-me”? A sagrada Comunhão, como Sangue de Cristo, dá-nos uma lucidez por onde a nossa alma fica levada muito além das realidades comuns.

Ao contrário da embriaguez do vinho que nos leva para um irreal de mentira, a embriaguez do Espírito Santo nos leva para o auge da posse da verdade, o auge do conhecimento da verdade revelada, da religião. Essa é a casta embriaguez do Espírito Santo.

“Aqua lateris Christi, lava me”: aquela água do lado de Cristo que correu por ocasião da Paixão dEle, que caia sobre nós para nos lavar.

Os senhores conhecem a piedosa tradição de que o centurião (Longinos) que perfurou Nosso Senhor era quase cego, tinha uma vista muito curta e que aquele Sangue jorrou, aquela água caiu sobre ele e curou-o da cegueira.

Que bonita coisa para pedir para nós:

“Eu sou quase cego para as coisas de Deus; eu ouço as coisas de Deus e não sei bem o que dizer a respeito delas, não as vejo bem. Meu Deus, que vosso sangue, a água do vosso lado, que está aqui, está em mim, que essa água de vosso lado caia sobre mim e que ela me tire as escamas de minha vista. Por Nossa Senhora eu vos peço, atendei a minha oração”.

 

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=1&id=3948


LUZIA SANTIAGO: DEUS TEM O PODER DE FAZER NOVAS TODAS AS COISAS

agosto 19, 2012

MILAGRES DE LOURDES: JEANNE FRETEL (1948) APÓS 10 ANOS DE HOSPITAL E 7 CIRURGIAS SEM RESULTADO

agosto 18, 2012

MILAGRES DE LOURDES: JEANNE FRETEL (1948) APÓS 10 ANOS DE HOSPITAL E 7 CIRURGIAS SEM RESULTADO

Jeanne Fretel, nascida a 27 de maio de 1914 na Bretanha, teve uma infância sofrida: rubéola, escarlatina, difteria etc.
Em janeiro de 1938, quando conta vinte e quatro anos, é operada de apendicite no Hôtel-Dieu em Rennes. Depois disto, passará dez anos no hospital, praticamente sem interrupções. Primeiro tem que operar um quisto tuberculoso nos ovários, depois, uma peritonite tuberculosa que a acometeu, logo seguida por uma fístula estercoral.
 

É somente no fim da guerra que sai, finalmente, do hospital, porém aparece uma erisipela, em seguida um hallux valgus bilateral, finalmente uma osteíte do maxilar superior, que não lhe deixou mais do que três dentes na arcada superior e seis na inferior.

A 3 de dezembro de 1946, dá entrada no hospital de Pontchaillou, em Rennes, onde já estivera internada durante algum tempo após a guerra. Desta feita, diz ela, é “para morrer lá”.

Está sempre acamada e todas as noites a febre atinge os 39° 5. Tem o abdômen inchado, distendido, terrivelmente dolorido: faz-se necessário uma aplicação diária de seis centigramas de morfina. Apesar de se ter submetido a um prolongado tratamento de estreptomicina, cuja descoberta era recente, o estado de Jeanne Fretel não apresenta melhoras, segundo o demonstra este atestado médico redigido pelo Dr. Pellé:

“De agosto de 1948 a outubro de 1948, a enferma mostra-se cada vez mais cansada: só consegue ingerir pequenas quantidades de líquido. Surgem sinais meningíticos. Um deles é o ventre, volumoso e dolorido. Há um escoamento abundante de pus com as fezes, bem como nos vômitos, acompanhado de sangue negro. Os desfalecimentos cardíacos são freqüentes e colocam em perigo a vida da paciente. Toda esperança parece estar perdida.”

Pela terceira vez em cinco anos, a 20 de setembro de 1948, a doente recebe a extrema-unção. A temperatura oscila todos os dias entre 40° à noite e 36° pela manhã. As aplicações de morfina são feitas de três a quatro injeções diárias de dois centigramas cada uma: “O simples esforço para sentar-se na cama já lhe é quase impossível”. Deixa-a extenuada.

E, no entanto, é neste estado que empreende a peregrinação a Lourdes, no dia 4 de outubro de 1948, levando consigo o seguinte atestado do Dr. Pellé:
“Peritonite tuberculosa. A enferma foi submetida a sete intervenções cirúrgicas abdominais a partir de 1938. Há três anos encontra-se em completo repouso, alimenta-se muito pouco e as dores no ventre obrigam-na a permanecer quase que totalmente imóvel”

Ao ser levada a Lourdes, está semi-consciente, sempre acometida por vômitos que a impedem de alimentar-se e dormir. Na sexta-feira, 8 de outubro, levam-na muito cedo, às 7h30, para assistir a missa dos doentes no altar de Santa Bernadette.

O padre que oficia a cerimônia, assustado e constrangido com a presença dessa doente dominada pelas náuseas, hesita em lhe administrar a comunhão. O maqueiro que carrega Jeanne FreteI insiste. E assim a enferma recebe a hóstia…
“Foi então ‒ contará ela mesma mais tarde ‒ que comecei a perceber que estava melhor e que me achava em Lourdes. Perguntaram pela minha saúde. Respondi que me sentia outra! Meu ventre continuava duro e inchado, mas já não padecia nenhuma dor. Deram-me uma xícara de café com leite que tomei com apetite e prazer.

“Após a missa, levaram-me até a gruta, sempre carregada na maca. Chegando ali, ao cabo de alguns minutos, tive a impressão que uma pessoa me amparava sob as axilas para me ajudar a sentar. E vi-me sentada. Virei-me a fim de ver quem me havia auxiliado, porém não vi ninguém. Tão logo me sentei, tive a sensação de que as mesmas mãos que me tinham ajudado a sentar seguravam as minhas para colocá-las sobre minha barriga.

“Perguntei a mim mesma o que estava me acontecendo: se estava curada ou saindo de um sonho. Notei que meu ventre tinha voltado ao normal. E então senti uma fome fora do comum.”

Volta para o hospital ainda na maca. Pede algo para comer. O Dr. Guégan examina-a e dá-lhe autorização para alimentar-se. Faz uma refeição frugal: um pedaço de vitela e purê de batatas com três pedaços de pão. Mas para ela é um banquete extraordinário: já faz dez anos que não tem uma refeição igual.

“Ao terminar ainda continuava com fome. Pedi mais uma porção. Fui atendida e pedi mais. Então me trouxeram como sobremesa um prato de sêmola de arroz, com receio que me sentisse mal.”

À tarde, a recuperada, satisfeita sem estar saciada, levanta-se, veste-se sozinha e sai para dar um passeio:

“Já fazia três anos que eu não andava e naquele instante caminhei com a mesma desenvoltura de hoje ‒ esclarece Jeanne Fretel –. Assim que cheguei às piscinas, tomei um banho de pé, sem me cansar.”

À noite, torna a ingerir uma refeição (sopa, pão e patê, sobremesa) e adormece, mas desperta por volta da meia-noite, ainda atormentada pela fome; serve-se de pão, manteiga, doces, bolo e readormece.

No dia seguinte, levam-na até a Junta das Constatações onde cinco médicos assinam em conjunto um boletim em que declaram:

“Enorme melhora, talvez cura completa.”

Jeanne Fretel sente-se tão aliviada no trem de volta que pede e suporta muito bem a parada brusca das injeções de morfina, sem experimentar as perturbações graves e costumeiras de uma desintoxicação tão violenta.

E podemos imaginar o assombro do médico assistente da doente, o Dr. Pellé, que escreve a 13 de outubro de 1949:
“Voltamos a ver a senhorita Fretel no mesmo dia de seu retorno de Lourdes para Rennes, onde a examinamos e observamos o desaparecimento completo de todos os sinais patológicos. Temos acompanhado a paciente com regularidade e constatamos que a melhora do seu estado geral prossegue. Seu peso que era de 44 quilos no dia 5 de outubro de 1948 passou para 58,200 quilos. Durante os oito primeiros dias, esta jovem ganha 1,350 por dia. A temperatura é normal: 36°8 pela manhã, 37°2 à noite. O apetite e o sono são muito bons.”

Jeanne Fretel, após o seu regresso, teve condições de reencetar uma vida ativa que prossegue sempre sem qualquer acidente patológico. Nunca mais sentiu qualquer tipo de dor. A vida normal retomou seu curso na plenitude de uma saúde perfeita. Todos os dias levanta-se às 5h30 e recolhe-se às 11 da noite. E, no entanto, tem que fazer as tarefas mais cansativas da casa.

Um ano depois, a jovem comparecerá diante dos vinte e oito médicos da Junta médica de Lourdes. Em 1950, após terem concluído tratar-se de uma “cura inexplicável”, o processo de Jeanne Fretel é enviado à Comissão canônica criada expressamente para examinar este caso pelo cardeal Roques, arcebispo de Rennes. E a 8 de novembro de 1950, a Comissão canônica declara:

“O caso da senhorita Fretel situa-se na série das curas extraordinárias, cientificamente inexplicáveis, na presença das quais só podemos repetir: O dedo de Deus se faz sentir.”

Em seguida, o cardeal Roques, na data de 20 de novembro, apresenta um “reconhecimento de milagre” assim redigido:

“Reconhecemos que a senhorita Jeanne Fretel, acometida de peritonite tuberculosa com sinais meningíticos e em estado muito grave de caquexia, foi curada súbita e radicalmente a 8 de outubro de 1948, no momento em que comungava no altar de Santa Bernadette em Lourdes, e nós julgamos e declaramos que a cura é milagrosa e deve ser atribuída à Nossa Senhora de Lourdes.”

 

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=3958


15 DE AGOSTO DE 2012 – UMA CRUZ APARECEU NO CÉU DE MEDJUGORJE

agosto 18, 2012
15 DE AGOSTO DE 2012 – UMA CRUZ APARECEU NO CÉU DE MEDJUGORJE
Pouco depois de sete horas em 15 de agosto de 2012, muitos peregrinos e cidadãos de Medjugorje locais notaram como uma cruz apareceu no céu. Embora a formação da Cruz inicialmente parecesse o rastro dos aviões que cruzam entre si, testemunhas oculares dizem que a cruz apareceu a nas nuvens.

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=3973


COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 19/08/2012

agosto 17, 2012

COMENTÁRIO DO EVANGELHO DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA, ANO B, DO DIA 19 DE AGOSTO DE 2012, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista:

http://pt.gloria.tv/?media=322121


HOMILIA DA MISSA DO DIA 16/08/2012: VOCÊ É CHAMADO A VIVER A DINÂMICA DO PERDÃO – TV CANÇÃO NOVA

agosto 17, 2012

SEGUINDO O EXEMPLO DA VIRGEM MARIA

agosto 17, 2012

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Seguindo o exemplo da Virgem Maria

Tudo está submetido ao poder de Deus
 

Não sabemos para onde apontam os sinais da realidade brasileira em momentos de campanhas eleitorais e do cenário de julgamento do mensalão. Será que, em tudo isso, está a vitória do povo brasileiro? Quem sairá ganhando? Quem vai perder? É a grande incógnita de um país que não prima pela justiça.

A Festa da Assunção de Maria contempla a vitória de Jesus Cristo sobre todos os poderes que tentam impedir a construção do reino de Deus. Maria é sinal da Igreja, cuja missão é conduzir o povo para a condição de liberdade e de vida feliz. Isto acontece na prática da fraternidade e da partilha em gesto de justiça.

A fé e o compromisso com o reino da vida são fundamentais. Isto é condição para que a pessoa seja sinal e aponte para o bem de forma correta. A fé na Palavra de Deus gera compromisso e faz das pessoas discípulas e missionárias de uma cultura de paz. Isto supõe dizer nas palavras de Maria: “Eis a serva do Senhor” (Lc 1, 38).

 

Quando vamos ao encontro do outro, como fez Maria em relação a Isabel, algo de revelador acontece. A generosidade, o serviço, o querer ajudar os mais necessitados acaba sendo sinal da presença de Deus, fazendo a pessoa superar todo tipo de atitude egocêntrica, egoísta e alheia às carências dos marginalizados da comunidade.

Tudo na natureza e na história está submetido ao poder de Deus, mas é uma realidade também sujeita à ação do mal. O Apocalipse apresenta a figura do “dragão” que está, a todo momento, desarticulando os planos do Criador. É o retrato de quem sinaliza o poder destruidor, seja de autoridades ou de pessoas comuns.

Não podemos viver esperanças vãs nem uma fé inútil, porque deixamos de ser sinal de vida para o mundo. Maria, com muitos títulos, foi sinal de uma nova realidade. Ela é sinal da Igreja com a missão de levar Cristo para as pessoas.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba

15/08/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12891


VOCÊ JÁ ERROU NA VIDA?

agosto 15, 2012

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Você já errou na vida?

Reconheça a queda e levante a cabeça
 
Quero lhe falar sobre uma história real. Trata-se da vida de um jovem que, aos 25 anos de idade, não tinha mais nenhuma perspectiva, não conseguia ver esperança, apenas um vazio existencial. Os dias iam passando e o desespero aumentava no coração dele por não avistar uma saída. A entrada para o mercado de trabalho lhe parecia muito difícil. Sem faculdade e sem currículo, quem o contrataria? Quanto ganharia? Quem ganha bem é quem tem um excelente currículo e uma boa formação acadêmica. Casar-se e formar família também era complexo, já que não conseguia administrar sua própria vida. Então, não conseguia mirar uma vida de fidelidade a uma única mulher; e outro ponto se tornava ainda mais distante de sua vida: ter filhos e dar a eles educação moral e cristã.

Situações que resultavam numa conclusão: não havia perspectiva profissional, não havia esperança de ser um bom esposo e um bom pai. Além desses fatos, ele havia jogado fora todas as oportunidades que estiveram em suas mãos, uma delas foi a carreira profissional de futebol de salão. O mais complicado para este jovem era pensar que não havia mais jeito de dar a volta por cima. Não existia esperança para sair do caos.

Não sei a sua idade nem o quais são suas perdas; só sei de uma coisa: em meio a uma situação de desesperança, é hora de tomar cuidado para não perder dois valores: a alegria e a esperança.

A letra de uma música diz: “reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Jovem, é preciso reconhecer a queda, reconhecer a perda, reconhecer-se pequeno, mas não desanimar. 

 
Consciente de que para levantar e dar a volta por cima é preciso o auxílio do Alto, do Céu, levante a cabeça e acredite, pois é possível começar um tempo novo. Levantar-se, porque sem Deus é arriscado. Levantar-se com Deus é humildade. “A alegria do coração é a vida da pessoa, tesouro inesgotável de santidade; a alegria da pessoa prolonga-lhe a vida. Tem compreensão contigo mesmo e consola teu coração; afugenta para longe de ti a tristeza. A tristeza matou a muitos e não traz proveito algum” (Eclo 30,23-25). Essa passagem bíblica nos apresenta um valor que deve ser cultivado: a alegria.

Jesus é o seu amigo e está junto de você nestes momentos tão difíceis. Ele é o único que não pode estar presente na Sua lista de perdas. “Eu vos chamo amigos” (Jo 15, 15). O lindo desafio para este dia é virar a folha e começar a escrever um tempo novo. Coloque, no início dessa folha, a frase “Jesus é meu amigo”; isso é o bastante para você dar a volta por cima.

Este jovem, hoje, tem 43 anos de idade, é casado há 15 anos e tem três filhos. Este jovem sou eu! Hoje, sou “semeador de alegria e esperança” e aprendiz na descoberta de valores em meio às perdas. Não canso de repetir: “Com Deus tem jeito!”.

Cleto Coelho
http://blog.cancaonova.com/temjeito/

14/08/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12890


PADRE LÉO: NÃO TENHA MEDO DE SOFRER

agosto 14, 2012

O VERDADEIRO BEM DOS FILHOS

agosto 14, 2012

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O verdadeiro bem dos filhos

O que de melhor posso deixar para os meus filhos?
 
Um dos maiores amores do mundo é aquele que – com algumas tristes exceções – os pais têm pelos filhos. Sai-lhes da mais entranhada fibra da alma querer bem a seus filhos e desejar o melhor para eles. Mas são poucos os que entendem qual é o maior bem para eles. 

Muitos dirão que o maior bem é a saúde, porque é um pressuposto básico de quase todos os outros bens: “Tendo saúde, tudo se pode superar, tudo se pode conseguir!”. Será preciso, como é lógico, acrescentar uma boa educação(procurar – como costumam dizer muitos pais orgulhosos dos filhos – que “não fumem, não bebam, não caiam na droga”) e proporcionar-lhes um preparo profissional de excelência, o qual lhes permita ter segurança e bom nível material de vida pessoal e familiar. 

Será que isso é o “maior bem”, o “melhor” para os filhos? Tudo o que acabamos de mencionar é excelente, sem dúvida, mas não é o mais “essencial”; em vários aspectos, nem sequer é “imprescindível” (há, por exemplo, pessoas com sérias deficiências físicas ou com carência de bens materiais que são fantásticas, realizadas e felizes).

Seria um contrassenso que o bem mais “essencial” fosse desprezado, deixado de lado pelos pais. Faltando o essencial, todas as coisas “boas” dos filhos ficam como os materiais excelentes de uma ótima casa, a qual não tem alicerces nem pilares sólidos. É bom lembrar o que Cristo diz da casa construída sobre a areia: “Caiu a chuva (das dificuldades e provações), vieram as enchentes (momentos de crise e tormenta familiar, profissional ou social), os ventos sopraram e se abateram contra aquela casa (injustiças, perseguições, inimizades, falência, dívidas, etc.) e ela desabou. Sua ruína foi grande (cf. Mt 7,27). 

Daí a grande importância de não perdermos nunca de vista qual é o verdadeiro bem do homem, o único bem imprescindível, sem o qual nenhum dos outros se sustenta. A resposta a essa questão já foi dada por Cristo: “Que aproveita o homem ao ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma? Ou que poderá dar o homem em troca da sua alma? (Mt 16,26). 

São palavras que brilham como um farol no meio do nevoeiro. Nenhum “bem” vale a pena se a alma estiver privada da Vida divina, da Verdade e da graça de Deus. Com efeito, sem a graça divina, uma alma está “morta” e, então, as melhores qualidades e “bens” de que possa dispor não passam de flores vistosas enfeitando um corpo sem vida. Estando ausente a vida, “de que aproveitam” as flores? 

Os pais deveriam pensar mais nisso, todos os pais cristãos deveriam ser capazes de compreender o que significa Cristo, o único Caminho, Verdade e Vida (Jo 14,6), e o valor de uma eternidade feliz. Uma e outra vez deveríamos repetir-nos que “querer bem” outra coisa não é senão “querer o bem” dos filhos, e que não pode haver “bens” autênticos quando falta Deus. “A quem tem Deus – dizia Santa Teresa de Ávila – nada lhe falta”. A quem não O tem – poderíamos acrescentar – falta-lhe o suporte, impedindo que as melhores coisas (família, amor, alegria, sentido da vida) se esfarelem. 

É excelente, sem dúvida, o empenho dos pais para que os filhos tenham saúde, cultura, bem-estar, capacitação profissional que lhes permita enfrentar, com segurança, o futuro. Mas é um empenho muito mais excelente e vital – por ser decisivo nesta terra e na eternidade – esforçarem-se com a sua oração, o seu exemplo e uma orientação prudente e contínua, para que os filhos conheçam as verdades da fé cristã – a doutrina salvadora de Cristo – e aprendam a amá-las e praticá-las. 

Podem ter a certeza de que as virtudes cristãs de um filho vão lhe fazer, ao longo da vida, um bem infinitamente maior do que todos os diplomas ou contas bancárias que lhes possam proporcionar. Mil vezes mais vale a fé do que a saúde, a união com Deus do que o sucesso. Só as virtudes cristãs são os tesouros verdadeiros de que Cristo falava (Mt 6,19-20). 

Somente esses tesouros proporcionam, àqueles que amamos, a “realização”, o bem pleno, quer nesta terra, quer na eternidade. Sem esta convicção, todos os carinhos cheios de boa vontade podem vir a desfazer-se como um sonho ilusório. 

Por isso, sempre deveria ecoar em nossos ouvidos, como um norte para a vida e, especificamente, para a família, o segredo que Cristo confidenciou a Marta: Tu te inquietas e te perturbas por muitas coisas; no entanto, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada (Lc 10, 41-42). A “melhor parte” é estarmos junto de Cristo, segui-Lo atentos às Suas palavras, fazer do amor de Deus e da Sua santa vontade a estrela que guia nossa vida. Aí está o verdadeiro bem do homem. 

Padre Francisco Faus
http://www.padrefaus.org/

13/08/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12887


SALLETE FERREIRA: NÃO PERMITA QUE A CÓLERA O DOMINE

agosto 14, 2012

PAPA BENTO XVI: EU SOU O PÃO DA VIDA (Jo 6,48)

agosto 13, 2012

Ângelus do Papa Bento XVI

EU SOU o Pão da vida.
(Jo 6,48)

12.08.2012 – Castel Gandolfo: Como habitualmente aos domingos (também neste período de Verão em Castelo Gandolfo), Bento XVI assomou, ao meio dia, à varanda da sua residência estiva, para rezar juntamente com os fieis ali congregados, a oração mariana do Angelus. O Papa teceu algumas reflexões sobre o sexto capítulo do Evangelho de São João que se tem vindo a apresentar na liturgia dominical e que nos coloca perante a questão do pão que sacia a fome física e o que sacia a fome espiritual.
Depois do milagre dos pães e dos peixes, Jesus dirigiu-se à multidão que tinha saciado, procurando fazer-lhe compreender o significado profundo desse milagre, predispondo-os ao anuncio de que Ele é o pão descido dos céus que sacia a fome de forma definitiva, mantendo-nos em vida para sempre.

“Ele é a comida que dá a vida eterna, porque é o Filho unigênito de Deu, que está no seio do Pai, vindo para dar ao homem a vida em abundância, para o introduzir na própria vida de Deus.”
Mas os israelitas não perceberam isso. Não conseguiram ir para além da origem terrena de Cristo e recusaram-se a acolhê-Lo como a Palavra de Deus feito carne. Comentando isto – disse o Papa – Santo Agostinho dizia que não sentiam a fome porque tinha a boca do coração doente, eram incapazes de sentir a fome de Deus.

E acrescentou Bento XVI: Somente quem é atraído por Deus Pai, quem o escuta e se deixa instruir por Ele, pode acreditar em Jesus, encontrá-Lo e nutrir-se d’Ele para ter a vida em plenitude, a vida eterna”
O Senhor – continuou o Papa citando Santo Agostinho – disse que era o Pão descido dos Céus e nos exortou a acreditar n’Ele. Com efeito, comer o Pão vivo, significa acreditar n’Ele.
Quem acredita come; de forma invisível é saciado, assim como de forma invisível renasce. Renasce interiormente, no seu intimo torna-se um homem novo”
O Papa concluiu invocando Nossa Senhora para que nos guie ao encontro com Jesus, para que a nossa amizade com Ele seja cada vez mais intensa, e nos introduza na plena comunhão de amor com o seu Filho, pão vivo descido dos céus, por forma a sermos renovados interiormente por Ele.
Depois da oração do Angelus, o Papa elevou o pensamento às populações asiáticas, pedindo orações e solidariedade para com eles. Ouçamos as suas palavras:
“O meu pensamento vai, neste momento, às populações asiáticas, de modo particular das Filipinas e da República Popular Chinesa, duramente atingidas por chuvas violentas, assim como também àquelas do Noroeste do Irã, atingidas por um violento terremoto. Estes eventos provocaram numerosas vítimas e feridos, milhares de deslocados e ingentes prejuízos. Convido-vos a unir-vos à minha oração para quantos perderam a vida e para todas as pessoas afetadas por tão devastadoras calamidades. Que não falte a esses irmãos a nossa solidariedade e o nosso apoio.”

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Ângelus%20do%20Papa%20Bento%20XVI%20-%20EU%20SOU%20o%20Pão%20da%20vida.%20.htm


FELIZ DIA DOS PAIS

agosto 12, 2012

“NENHUMA LÍNGUA É CAPAZ DE EXPRESSAR A FORÇA DO AMOR DE UM PAI”

Seguem dois vídeos abaixo para reflexão em homenagem aos pais


PADRE FABIO DE MELO: O ÓDIO É VENENOSO

agosto 11, 2012

CARTA AOS PAIS

agosto 11, 2012

Imagem de Destaque

Carta aos pais

A eles foi entregue a tarefa de serem testemunhas do amor de Deus

Dirijo-me, hoje, com grande alegria no coração, a todos os homens que receberam a graça da paternidade, participação misteriosa e sempre carregada de surpresas no ato criador de Deus. Com as mulheres, mães com as quais geraram vidas, vocês são indispensáveis à continuação da espécie humana sobre a terra, e mais ainda indispensáveis para serem imagens do Pai do Céu, a quem chamamos de “Pai nosso”.

Em cada homem que se fez pai, quero saudar o exercício sadio da masculinidade, agradecendo-lhes pela vocação que Deus lhes confiou de serem personalidades carregadas de força e, ao mesmo tempo, de grande ternura. A todos peço para valorizarem o dom de conquistarem, sadiamente, o maravilhoso mundo feminino, presente no recesso do lar que Deus lhes concedeu. Se casados há pouco ou muito tempo, não importa, suplico a Deus para todos os esposos a graça de redescobrirem o namoro permanente, feito de olhares e carinhos, surpresas e gestos gratuitos de atenção. A vocês foi entregue a tarefa de serem testemunhas do amor misericordioso do “Pai nosso”.

Tomo a liberdade de entrar na casa daqueles homens que são pais, mas ainda não descobriram a beleza de um sacramento feito para o homem e a mulher que se amam. De fato, o matrimônio é graça de Deus, do mesmo modo que o batismo, a crisma, a Eucaristia e outros sacramentos. Ele é um presente de Deus, não instituído para dar mais ou menos sorte a quem quer que seja, mas para transformar o casal que o recebe num sinal do amor de Cristo e da Igreja. Serve para que você, pai, aponte, com sua vida e seu amor, para aquele que, sendo “Pai nosso”, quer ser servido e amado por todos os homens e mulheres. Você é chamado a se casar na Igreja!

Sei que há muitos pais que perderam filhos ou filhas e não me esqueço deles, como o “Pai nosso” não os esquece. Trata-se de algo muito sério, pois relembro muitos homens aos quais me foi dada a graça de ajudar em momentos dolorosos. Quantas lágrimas correm de rostos enrijecidos pelas lutas da vida quando o sofrimento bate à porta. Se palavras, muitas vezes, são insuficientes para consolá-los e às suas esposas e famílias, aceitem a presença da Igreja, que quer, mesmo no silêncio, dizer-lhes que não estão sós. Desfrutem a companhia da comunidade católica, com a qual vocês, pais da terra, podem rezar ao “Pai nosso”.

Queridos pais, muitas vezes, suas mãos calejadas ou rostos cansados, os passos corridos de quem vai para o trabalho, uniformes ou ternos, empregos formais ou não, foram usados como sinal do que vocês representam: a força de trabalho na sociedade. Ainda que tantas mulheres tenham trabalho, cargos e responsabilidades fora de casa, vocês são vistos como os provedores das famílias. E o provedor “providencia” e acaba muito parecido com aquele que é o Senhor da Providência, a quem pedimos o pão de cada dia, quando rezamos o “Pai-Nosso”. Em nome da Igreja, reconheço todo o bem que fazem, o valor de seus esforços, sua labuta, seu cansaço, seu desejo de melhores condições de vida para suas famílias.

Dirijo-me agora aos pais que fazem muito e falam pouco, cuja dedicação e consciência são pouco conhecidas aos olhos humanos, mas patentes aos olhos de Deus. Vocês não são esquecidos por Deus nem pela Igreja. Desejo que Ele os faça superar a timidez e os ajude a se introduzirem mais e mais na vida das comunidades cristãs. Ajudem-nos a sermos bem realistas em nossas decisões. Ajudem seus filhos sem se omitirem na hora da correção. Mostrem o rumo, pois esta é a graça própria da paternidade. Afinal de contas, o “Pai nosso” quis contar com vocês!

Conheço também muitos homens que não experimentaram a fecundidade e, por um motivo ou outro, não tiveram filhos. Muitos de vocês deram um passo bonito, junto com sua esposa, assumindo filhos dos outros pela adoção. Outros se tornaram pais de muitos outros, com sensibilidade social apurada, ajudando a quem precisa. Com todos estes homens podemos dizer “Pai nosso”, porque, na fecundidade do Pai do Céu, cada um pode encontrar seu modo de fazer o bem e participar de Seu amor infinito.

Lanço, agora, meu olhar para os que ainda não são pais, mas querem sê-lo, os jovens ou adultos que se sentem chamados ao casamento e à fecundidade do matrimônio. Lembrem-se de que esta é uma vocação, um chamado, uma graça de Deus a ser acolhida e vivida com alegria. Não tenham medo das responsabilidades! Busquem o casamento e a família e não aventuras fortuitas. Saibam preparar-se bem para se realizarem na participação do mistério do “Pai nosso”.

Enfim, há homens que foram chamados a outro tipo de paternidade, pois Deus lhes concedeu a graça de serem pais da grande família de seus filhos na Igreja. São tão importantes que nós os chamamos “padres”, mais fecundos do que qualquer pai de família. A eles agradeço por nos ensinarem a rezar o “Pai-Nosso” e por gerarem os filhos de Deus pela Palavra e pelos sacramentos.

Com todos os pais, no dia que lhes é dedicado, qualquer que seja sua idade ou situação, fazemos o que existe de melhor, rezando juntos: “Pai nosso, que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”.

Foto Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PADom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

10/08/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12888


COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 12/08/2012

agosto 10, 2012

COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO XIX DOMINGO DO TEMPO COMUM, ANO B, DO DIA 12 DE AGOSTO DE 2012, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista:

http://pt.gloria.tv/?media=319839