ELIANA RIBEIRO: DEVEMOS ESPERAR O TEMPO DE DEUS

outubro 23, 2012

PAPA BENTO XVI: O FILHO DO HOMEM VEIO PARA SERVIR E DAR A SUA VIDA COMO RESGATE PARA MUITOS (cf. Mc 10,45)

outubro 23, 2012

Que os novos Santos reforcem

a evangelização em todo o mundo.

O Filho do homem veio para servir

e dar a sua vida como resgate para muitos (cf. Mc 10,45)

21.10.2012 – Cidade do Vaticano: O Santo Padre o Papa Bento XVI beatificou neste domingo, na Praça S. Pedro, sete novos Santos. No Dia Mundial das Missões, em meio ao Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização e no início do Ano da Fé, em sua homilia Sua Santidade definiu “providenciais” essas beatificações. Elas nos reavivam a consciência de viver totalmente a Deus e no serviço generoso aos irmãos.
Venerados irmãos,
Queridos irmãos e irmãs!

Hoje a Igreja escuta mais uma vez estas palavras de Jesus, pronunciadas durante o caminho rumo a Jerusalém, onde devia cumprir-se o seu mistério de paixão, morte e ressurreição. São palavras que manifestam o sentido da missão de Cristo na terra, marcada pela sua imolação, pela sua doação total.

Neste terceiro domingo de outubro, no qual se celebrar o Dia Mundial das Missões, a Igreja as escuta com uma intensidade particular e reaviva a consciência de viver totalmente em um perene estado de serviço ao homem e ao Evangelho, como Aquele que se ofereceu a si mesmo até o sacrifício da vida.
Dirijo a minha cordial saudação a todos vós, que encheis a Praça de São Pedro, nomeadamente as Delegações oficiais e os peregrinos vindos para festejar os novos sete Santos. Saúdo com afeto os Cardeais e Bispos que nestes dias estão participando da Assembléia sinodal sobre a Nova Evangelização. É providencial a coincidência entre esta Assembléia e o Dia das Missões; e a Palavra de Deus que acabamos de escutar se mostra iluminadora para ambas. Esta nos mostra o estilo do evangelizador, chamado a testemunhar e anunciar a mensagem cristã conformando-se a Jesus Cristo, seguindo o Seu mesmo caminho.
O Filho do homem veio para servir e dar a sua vida como resgate para muitos (cf. Mc 10,45).
Estas palavras constituíram o programa de vida dos sete beatos que a Igreja hoje inscreve solenemente na gloriosa fileira dos Santos. Com coragem heróica eles consumiram a sua existência na consagração total a Deus e no serviço generoso aos irmãos. São filhos e filhas da Igreja, que escolheram a vereda do serviço seguindo o Senhor.

A santidade na Igreja teve sempre a sua fonte no mistério da Redenção, que já prefigurava o profeta Isaías na primeira Leitura: o Servo do Senhor, o justo que “fará justos inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas” (Is 53,11), é Jesus Cristo, crucificado, ressuscitado e vivo na glória. A celebração hodierna constitui uma confirmação eloquente dessa misteriosa realidade salvífica. A tenaz profissão de fé destes sete discípulos generosos de Cristo, a sua conformação ao Filho do Homem resplandece hoje em toda a Igreja.
Jacques Berthie, nascido em 1838, na França, foi desde muito cedo um enamorado de Jesus Cristo.Durante o seu ministério paroquial, desejou ardentemente salvar as almas. Ao fazer-se jesuíta, queria percorrer o mundo para a glória de Deus. Pastor incansável na Ilha de Santa Maria e depois em Madagascar, lutou contra a injustiça, levando alívio para os pobres e enfermos.

Os malgaxes o consideravam um sacerdote vindo do céu, e diziam: Tu és o nosso “pai e mãe”! Ele se fez tudo para todos, haurindo na oração e no amor do Coração de Jesus a força humana e sacerdotal para enfrentar o martírio, em 1896. Morreu dizendo: “Prefiro antes morrer que renunciar à minha fé”.

Queridos amigos, que a vida deste evangelizador seja um encorajamento e um modelo para os sacerdotes, para que sejam homens de Deus como ele o foi! Que o seu exemplo ajude os numerosos cristãos que são perseguidos por causa da sua fé nos dias de hoje! Que a sua intercessão, durante este ano da fé, produza frutos em Madagascar e no Continente africano! Que Deus abençoe o povo malgaxe!

Pedro Calungsod nasceu aproximadamente no ano 1654, na região de Visayas, nas Filipinas. Seu amor a Cristo o inspirou a preparar-se como catequista com os missionários jesuítas da região. Em 1668, junto com outros dois jovens catequistas, acompanhou o Padre Diego Luiz de San Vitores para as Ilhas Marianas com o fim de evangelizar o povo Chamorro.

Nesse lugar, a vida era difícil e os missionários enfrentaram a perseguição nascida da inveja e de calúnias. Pedro, contudo, demonstrou uma grande fé e caridade, e continuou catequizando os seus muitos convertidos, dando testemunho de Cristo através de uma vida de pureza e dedicação ao Evangelho.

O seu desejo de ganhar almas para Cristo se sobrepunha a tudo, e isso o levou a aceitar decididamente o martírio. Morreu no dia 2 de abril de 1672. Algumas testemunhas contaram que Pedro poderia ter fugido para um lugar seguro, mas escolheu permanecer ao lado do Padre Diego. O sacerdote, antes de ser morto, pôde dar a absolvição a Pedro. Que o exemplo e o testemunho corajoso de Pedro Calungsod inspire o dileto povo das Filipinas a anunciar corajosamente o Reino e ganhar almas para Deus!


Giovanni Battista Piamarta, sacerdote da Diocese de Brescia, foi um grande apóstolo da caridade e da juventude. Percebia a necessidade de uma presença cultural e social do catolicismo no mundo moderno, por isso se dedicou ao progresso cristão, moral e profissional das novas gerações, com a sua esplêndida humanidade e bondade.

Animado por uma confiança inabalável na Providência Divina e de um profundo espírito de sacrifício, enfrentou dificuldades e fatigas para dar vida a diversas obras apostólicas, entre as quais: o Instituto dos pequenos artesãos, a Editora Queriniana, a Congregação masculina da Sagrada Família de Nazaré e a Congregação das Humildes Servas do Senhor.

O segredo da sua vida, intensa e ativa, residia nas longas horas que ele dedicava à oração. Quando estava sobrecarregado pelo trabalho, aumentava o tempo do encontro, de coração a coração, com o Senhor. Demorava-se de muito bom grado junto do Santíssimo Sacramento, meditando a paixão, morte e ressurreição de Cristo, para alcançar a força espiritual e voltar a lançar-se, sempre com novas iniciativas pastorais, à conquista do coração das pessoas, sobretudo dos jovens, para levá-los de volta para as fontes da vida.
“Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, pois, em vós, nós esperamos!” Com essas palavras, a liturgia nos convida a fazer nosso este hino a Deus criador e providente, aceitando o seu plano nas nossas vidas. Assim o fez Santa Maria del Carmelo Salles y Barangueras, religiosa nascida em Vic, Espanha, em 1848. Vendo a sua esperança preenchida, após muitas dificuldades, ao contemplar o progresso da Congregação das Religiosas Concepcionistas Missionárias do Ensino, pôde cantar junto com a Mãe de Deus: “Seu amor de geração em geração, chega a todos que o respeitam”. A sua obra educativa, confiada à Virgem Imaculada, continua a dar frutos abundantes entre os jovens e através da entrega generosa das suas filhas que, como ela, se confiam ao Deus que pode tudo.
Passo agora para Marianne Cope, nascida em 1838 em Heppenheim, na Alemanha.Com apenas um ano de vida, foi levada para os Estados Unidos, e em 1862 entrou na Ordem Terceira Regular de São Francisco, em Siracusa, Nova Iorque. Mais tarde, como Superiora geral da sua congregação, Madre Marianne abraçou voluntariamente a chamada para ir cuidar dos leprosos no Havaí, depois da recusa de muitos.

Ela partiu, junto com seis irmãs da sua congregação, para administrar pessoalmente um hospital em Oahu, fundando em seguida o Hospital Mamulani, em Maui, e abrindo uma casa para meninas de pais leprosos. Cinco anos depois, aceitou o convite para abrir uma casa para mulheres e meninas na Ilha de Molokai, partindo com coragem e, encerrando assim seu contato com o mundo exterior. Ali, cuidou do Padre Damião, então já famoso pelo seu trabalho heróico com os leprosos, assistindo-o até a sua morte e assumindo o seu trabalho com os leprosos.

Em uma época em que pouco se podia fazer por aqueles que sofriam dessa terrível doença, Marianne Cope demonstrou um imenso amor, coragem e entusiasmo. Ela é um exemplo luminoso e valioso da melhor tradição de religiosas católicas dedicadas à enfermagem e do espírito do seu amado São Francisco de Assis.
Kateri Tekakwitha nasceu no que hoje é o Estado de Nova Iorque, em 1656, filha de pai Mohawk e de mãe Algoquin cristã, que lhe transmitiu a fé no Deus vivo. Foi batizada aos 20 anos de idade, para escapar da perseguição, se refugiou na Missão São Francisco Xavier, perto de Montreal. Ali ela trabalhou, fiel às tradições culturais do seu povo, embora renunciando as convicções religiosas deste, até a sua morte com 24 anos. Levando uma vida simples, Kateri permaneceu fiel ao seu amor por Jesus, à oração e à Missa diária. O seu maior desejo era saber e fazer aquilo que agradava a Deus.
Kateri impressiona-nos pela ação da graça na sua vida, carente de apoios externos, e pela firmeza na sua vocação tão particular na sua cultura. Nela, fé e cultura se enriqueceram mutuamente! Possa o seu exemplo nos ajudar a viver lá onde nos encontremos, sem renunciar àquilo que somos, amando a Jesus! Santa Kateri, protetora do Canadá e primeira santa ameríndia, nós te confiamos a renovação da fé entre os povos nativos e em toda a América do Norte! Que Deus abençoe os povos nativos!
A jovem Anna Schäffer, de Mindelstetten, quis entrar em uma congregação missionária.Nascida em uma família humilde, ela conseguiu, trabalhando como doméstica, acumular o dote necessário para poder entrar no convento. Neste emprego, sofreu um grave acidente com queimaduras incuráveis nos seus pés, que a prenderam em um leito pelo resto da vida. Foi assim que o seu quarto de enferma se transformou em uma cela conventual, e o seu sofrimento, em serviço missionário.

Inicialmente se revoltou contra o seu destino, mas em seguida, compreendeu que a sua situação era uma chamada amorosa do Crucificado para que O seguisse. Fortalecida pela comunhão diária, tornou-se uma intercessora incansável através da oração e um espelho do amor de Deus para as numerosas pessoas que procuravam conselho. Que o seu apostolado de oração e de sofrimento, de oferta e de expiação seja para os crentes de sua terra um exemplo luminoso e que a sua intercessão fortaleça a atuação abençoada dos centros cristãos de curas paliativas para doentes terminais.
Queridos irmãos e irmãs! Estes novos Santos, diferentes pela sua origem, língua, nação e condição social, estão unidos com todo o Povo de Deus no mistério de Salvação de Cristo, o Redentor. Junto a eles, também nós aqui reunidos com os Padres sinodais, provenientes de todas as partes do mundo, proclamamos, com as palavras do salmo, que o Senhor é “o nosso auxílio e proteção”, e pedimos: “sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos” (Sal 32, 20-22).

Que o testemunho dos novos Santos, a sua vida oferecida generosamente por amor a Cristo, possa falar hoje a toda a Igreja, e a sua intercessão possa reforçá-la e sustentá-la na sua missão de anunciar o Evangelho no mundo inteiro.

Fonte: Boletim da sala de Imprensa da Santa Sé.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/Que%20os%20novos%20Santos%20reforcem%20a%20evangelização%20em%20todo%20o%20mundo.%20.htm


VIRGEM DE NAZARÉ

outubro 23, 2012

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Virgem de Nazaré

A presença da mãe de Deus em meio a seu povo

Belém do Pará, o Brasil e muitas partes do mundo assistiram há poucos dias a uma das mais expressivas manifestações de devoção e piedade popular, quiçá a maior de todo o Orbe católico. Para os paraenses, cada ano, quando chega outubro, sempre se trata do mais lindo de todos, o mais participado de todos os Círios. Como pastor visível da Igreja de Santa Maria de Belém do Grão Pará, confirmo com todo gosto que foi mesmo assim.

Fomos privilegiados com a presença do Senhor Núncio Apostólico no Brasil Dom Giovanni D’Aniello, representante do Papa em nosso país, e do Cardeal Dom Cláudio Hummes, Presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, e durante a quadra nazarena, quando acontecem quinze dias de aprofundamento espiritual do tema do Círio, continuaremos a verdadeira missão, aberta em meados de agosto, na qual foram visitadas em peregrinação mais de cento e dez mil famílias da Arquidiocese. Fizemos ainda pequenos “círios”, visitando mais de duzentas entidades da sociedade que solicitaram e escancararam suas portas.

A Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré é um instrumento, escolhido por Deus, para que a evangelização e a formação catequética cheguem às multidões. Cresceu o conhecimento dos Mandamentos, contribuindo para que mais uma parte do Catecismo da Igreja Católica chegue a todos, num caminho de formação programado até a realização do XVII Congresso Eucarístico Nacional, que acontecerá em nossa Arquidiocese, de quinze a vinte e um de agosto de dois mil e dezesseis, na comemoração do duplo quarto centenário, a saber, do início da Evangelização da Amazônia e da fundação da cidade de Belém.

O reconhecimento da grande obra realizada pela Providência de Deus no Círio de Nazaré, cuja explicação supera nossa capacidade, apura o olhar da fé, para enxergar o mistério humano que se esconde e se revela nos participantes do grande acontecimento. Tive o cuidado de guardar no coração e na mente algumas cenas que me formaram de novo na Escola do seguimento de Jesus. A exiguidade do espaço me leva a escolher algumas experiências.

Um jovem, ao final da grande procissão do domingo, no meio da multidão, com um pedaço da corda, um de nossos ícones do Círio mais apreciados, pede uma bênção e declara, no meio de lágrimas, o sentido de seu esforço para chegar ao final. Tratava-se de um pedido a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora, pelo seu pai, que sofre por uma grave enfermidade. Pude apenas apertar suas mãos, assegurando-lhe minhas preces. Depois, perdeu-se no meio da multidão, mas as lágrimas que se misturaram ao sorriso ampliaram minha compreensão dos muitos mistérios a serem respeitados e acolhidos.

Foi o sinal de Deus para mim, e fiquei até o final, apertando um sem número de mãos de devotos e aspergindo-os com a água santa, que recorda o Batismo, porque só Deus sabe o que existe no coração humano e eu não sou capaz de ver. Descubro outra vez minha missão, que é ir ao encontro de todos, sem exceção, em nome do Senhor e debaixo do manto de Nossa Senhora, buscando aí o espaço para dar guarida especialmente aos que sofrem mais. A profecia de Oséias se cumpria mais uma vez: “Sim, fui eu quem ensinou Efraim a andar, segurando-o pela mão. Só que eles não percebiam que era eu quem deles cuidava. Eu os lacei com laços de amizade, eu os amarrei com cordas de amor; fazia com eles como quem toma uma criança ao colo e a traz até junto ao rosto. Para dar-lhes de comer eu me abaixava até eles” (Os 11, 3-4).

Os muitos promesseiros encontraram sempre, ao longo do percurso do Círio, ajuda para cumprir o empenho assumido. Ainda que seja possível mudar, no confessionário, algumas promessas feitas no arroubo das necessidades espirituais e materiais, era obrigatório, no Círio, respeitar a palavra dada por tantas pessoas ao Senhor, contando com a oração da Virgem de Nazaré. Trata-se de um espaço garantido pelo Senhor no mais íntimo da consciência. É terreno sagrado!

“Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequenos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não ficará sem receber sua recompensa” (Mt 10,42). No último final de semana devem ter chegado ao Céu muitos registros de tal promessa do Senhor! Brotava do meio da multidão presente pelas ruas de Belém, como nascida do chão, uma quantidade incrível de copos de água. Jovens, sem qualquer acanhamento, giravam por todas as partes para que ninguém ficasse com sede. Uma Comunidade da Assembleia de Deus também se agregou aos católicos do Círio, passando pela porta da água distribuída. Seu pastor escreveu ao Arcebispo e agradecia “pelo seu carinho e amor”. Disse ainda: “Os membros da nossa Igreja, que participaram da comunhão fraternal entre nós, estão felizes pela oportunidade que tiveram de estar próximo do seu rebanho”, e augurava, declarando o amor, em Cristo Jesus, “que Deus possa permitir mais momentos como este”.

Final do Círio, quando multidões gritam de alegria ao conseguirem uma lembrança a ser abençoada pelo Arcebispo, e há uma mão que se estende. Não se tratava de um pedaço de corda a ser levado pela casa, mas era justamente uma mão abençoada que dava um pouco da mesma corda ao que abençoava. Mais do que o sinal externo, era a festa da reciprocidade. Aprendi de novo que o movimento era de mão dupla, dar e receber. O mandamento do amor recíproco se realizava no Círio: “Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,34-35). Quem nos viu unidos e irmãos no Círio teve o privilégio de acolher o maior espetáculo de todos e se abrir à conversão.

Muitas pessoas só têm contato direto com o Bispo no Círio! Que se sintam convidadas a participarem sempre da Igreja, mas não ouso apagar a chama do fumega, mesmo quando estiverem mergulhadas em tantos problemas, conhecidos no imenso mar da misericórdia de Deus. Viva o Círio! Viva Nossa Senhora de Nazaré! Viva Cristo!

Foto Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PADom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

19/10/2012

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12967