PADRE LÉO: EU SOU O PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU

maio 30, 2013
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ATOS PARA DE MANHÃ

maio 30, 2013

ATOS PARA DE MANHÃ

Faça o sinal da cruz e diga: Meu Deus, eu Vos adoro e me humilho na presença da Vossa infinita majestade.Dou-Vos graças por todos os benefícios, que de Vós tenho recebido, especialmente por me haverdes chamado à santa fé e conservado a vida até hoje.

Ofereço-Vos tudo quanto fizer, padecer, disser e pensar neste dia e sempre; tenho a intenção de unir as minhas ações e trabalhos aos de Jesus e Maria, e de lucrar todas as indulgências que puder.
Creio firmemente em tudo o que crê a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, porque Vós o revelastes, e estou pronto a derramar o sangue e perder a vida em confirmação desta fé.
Em Vós, meu Deus, coloco toda a minha confiança, e de Vós espero pelos infinitos merecimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo todos os bens que posso possuir nesta e na outra vida.

Amo-Vos de todo o coração, porque Vós sois a suma e perfeitíssima bondade; uno o meu amor ao que Vos consagram todos os santos e anjos, a Virgem Maria e Jesus Cristo Senhor nosso.
E porque com os meus pecados Vos tenho ofendido, ó bondade infinita, deles me pesa e me arrependo do íntimo do coração: proponho com a Vossa graça, antes morrer do que pecar, fugir de todo o pecado e das ocasiões dele e particularmente emendar-me das culpas em que costumo cair, (Aqui será muito conveniente determinar a resolução sobre o defeito em que cai mais frequentemente) e Vos rogo me deis força contra os inimigos e perseverança na Vossa graça: proponho sobre tudo nas adversidades conformar-me com a Vossa santíssima vontade dizendo sempre: Senhor seja feita a Vossa vontade.


Rogo-Vos pelo Sumo Pontífice e pelas necessidades da Santa Igreja, e por todos os meus parentes, benfeitores, amigos e inimigos.
Encomendo-Vos as almas do purgatório, para que as alivieis das suas penas; peço-Vos pelos miseráveis pecadores, para que, convertendo se, Vos conheçam, amem e sirvam.
Meu bom Jesus, não retireis de mim a Vossa mão; Maria Santíssima, ajudai-me; santo do meu nome, santos meus advogados, santos todos do Paraíso, intercedei por mim. Pai nosso, Ave Maria, Credo e:

Coração do meu Jesus
Doce, terno, alanceado,
Seja o meu no amor do Vosso
Cada vez mais abrasado.

Logo reze três vezes a Ave Maria ao Santíssimo e Imaculado Coração de Maria com esta depreciação antes de cada uma: Minha Mãe ajude-me hoje para não ofender a Deus.  Depois a jaculatória: Ó Maria, refúgio dos pecadores, rogai por nós.

Oração extraída do livro:Maria falando ao coração das
donzelas pelo Abade A. Bayle, 1917

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=2&id=4082

 


MONSENHOR JONAS ABIB: MARIA DESTROI AS DIFERENÇAS

maio 29, 2013

PELA VIDA DO MUNDO

maio 29, 2013

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Pela vida do mundo

Tudo seja oferecido como matéria de sacrifício

Há pouco, a Igreja encerrou o Tempo Pascal. Foram cinquenta dias de celebração do mistério central da vida de Jesus, fonte de testemunho da presença do Cristo ressuscitado, de onde os cristãos podem beber as forças necessárias para sua presença no mundo, chamados que foram a transformá-lo a partir de dentro.

Três grandes celebrações desdobram diante do olhar da fé a mesma riqueza da vida cristã, com a qual a Igreja forma a todos nós fiéis, a saber, a Solenidade da Santíssima Trindade, Corpus Christi e a Festa do Sagrado Coração de Jesus. Comunhão de vida na Trindade, Sacrifício de Cristo que se renova e a verdadeira humanidade do Verbo de Deus que se encarnou. A oração litúrgica da Igreja demonstra a fé professada e proporciona a educação para o crescimento da mesma fé. Tudo nos permite aclamar que “esta é a nossa fé, que da Igreja recebemos e sinceramente professamos, razão de nossa alegria, em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Cf. Ritual do Batismo).

Ao celebrar, nestes dias, a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, a Igreja quer recolher a riqueza de sua vida eucarística e oferecer, com maior abundância, a riqueza do Pão da vida para a vida de todos. “Pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir um povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito” (Oração Eucarística III). Assim proclama a Igreja numa de suas orações eucarísticas. O único sacrifício de Cristo se faz presente e se renova onde quer que se celebre a Santa Missa, desde a mais solene das liturgias até a mais simples das capelas, onde o mesmo altar testemunha o mistério da fé.

Em toda parte, quando o pão e o vinho apresentados são consagrados no Corpo e no Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, continuamos a aclamar: “Anunciamos, Senhor, a Vossa Morte e proclamamos a Vossa Ressurreição. Vinde, Senhor Jesus”! E o povo fiel se alimenta do próprio Cristo presente, para dali sair com o compromisso de entregar a sua própria vida pela vida verdadeira que só Jesus Cristo Salvador pode oferecer.

Ao celebrar a Eucaristia, a Igreja volta seus olhos para o Céu e, ao mesmo tempo, para o mundo. Calvário e manhã da Ressurreição estão presentes, a vinda de Jesus, no final dos tempos, antecipa-se no sacramento e os discípulos se tornam missionários, saindo da Missa para amar e servir. De forma especial, o domingo, dia da Ressurreição de Cristo, aparece como um dia a ser preparado, celebrado e prolongado na vida. Tem grande sentido um cartaz encontrado à entrada de uma capela: “Entro para orar, saio para amar”!

Ao sair da Missa dominical, brotem em cada cristão as disposições para que se celebre também uma “Missa sobre o mundo”, expressão do padre Teilhard de Chardin S.J, de quem trouxemos um pequeno trecho: “Senhor, o sol acaba de iluminar, ao longe, a franja extrema do primeiro oriente. Mais uma vez, sob a toalha móvel de seus fogos, a superfície viva da terra desperta, freme, e recomeça seu espantoso trabalho. Colocarei sobre minha patena, meu Deus, a messe esperada desse novo esforço. Derramarei no meu cálice a seiva de todos os frutos que, hoje, serão esmagados. Meu cálice e minha patena são as profundezas de uma alma largamente aberta a todas as forças que, em um instante, vão elevar-se de todos os pontos do Globo e convergir para o Espírito. Que venham pois, a mim, a lembrança e a mística presença daqueles que a luz desperta para uma nova jornada!… Mais confusamente, mas todos sem exceção, aqueles cuja tropa anônima forma a massa inumerável dos vivos: aqueles que me rodeiam e me sustentam sem que eu os conheça; aqueles que vêm e aqueles que vão; sobretudo, aqueles que, na Verdade ou pormeio do Erro, no seu escritório, laboratório ou fábrica, creem no progresso das coisas e, hoje, perseguirão apaixonadamente a luz. Quero que, nesse momento, meu ser ressoe ao murmúrio profundo dessa multidão agitada, confusa ou distinta, cuja imensidade nos espanta, desse oceano humano cujas lentas e monótonas oscilações lançam a inquietação nos corações que mais acreditam. Tudo aquilo que vai aumentar, no mundo, ao longo deste dia; tudo aquilo que vai diminuir – tudo aquilo que vai morrer também -, eis, Senhor, o que me esforço por reunir em mim para vos oferecer; eis a matéria de meu sacrifício, o único que Vós podeis desejar.. Recebei, Senhor, esta hóstia total que a criação, movida por Vossa atração, apresenta-Vos à nova aurora. Este pão, nosso esforço, não é em si, eu o sei, mais que uma degradação imensa. Este vinho, nossa dor, não é ainda, ai de mim, mais que uma dissolvente poção. Mas, no fundo dessa massa informe, colocastes – disso estou certo, porque o sinto – um irresistível e santificante desejo que nos faz a todos gritar, desde o ímpio ao fiel: “Senhor, fazei-nos um”!

A Missa dominical, bem participada, desperte a sensibilidade para tudo acolher, identificar o que é bom, oferecer a própria contribuição para superar o mal, estabelecer laços, superar conflitos, corrigir com mansidão, buscar mais o que une do que aquilo que separa as pessoas, os problemas encarados como desafios e não como ameaças, valorizar o dia a dia como o nosso tempo e a nossa grande oportunidade para viver no amor de Deus e do próximo. O espírito com que nos dispomos a agir assim seja o mesmo do altar de Cristo. Tudo seja oferecido como matéria de sacrifício. Exercite-se, para que o mundo tenha a vida que nasce do Mistério Pascal de Cristo na entrega pessoal de Sua existência. A lição do altar suscite o amor mútuo nas comunidades cristãs e nas atitudes de cada pessoa de fé. Grandes ideais, dignos da fé que professamos e queremos testemunhar!

 

Foto Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

29/05/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13185

 


PADRE CHRYSTIAN SHANKAR: OS 4 TIPOS DE PENSAMENTOS

maio 28, 2013

COMO TRABALHAR MEU SENTIMENTO DE CULPA?

maio 28, 2013

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Como trabalhar meu sentimento de culpa?

Deus perdoa o meu pecado

Aqui, não quero falar sobre a culpa, mas do sentimento de culpa. Se tiver pecado, tenho que dizer: “Eu pequei, sou um pecador”. As culpas são realidades que não devem nos desencorajar, mas nos jogar ainda mais nas mãos de Deus; realidade que deve nos fazer encontrar o Cristo Salvador!

O problema maior, nos dias de hoje, é sustentar que não precisamos de um Cristo Salvador, porque podemos nos salvar sozinhos. Esta é toda a teoria,  toda a filosofia – podem chamá-la como quiserem – da Nova Era, pois dizem não precisar mais do Salvador: “O Salvador sou eu, o Cristo está em mim!”. Não se referem, naturalmente, ao Cristo que mora em mim, o Cristo pessoal, mas àquela força, àquela energia que está em mim; eu a descubro em mim mais ela sai de mim. Portanto, eu me transformo no Deus de mim mesmo, eu me transformo no Cristo.

Como podemos ver, aqui temos alguma coisa que, verdadeiramente, está distorcisa, destruindo toda a nossa vida espiritual. Para eles, a vida espiritual consiste nas experiências feitas por eles mesmos. Ficando uma hora na frente de uma árvore, por exemplo, recebem a energia da árvore. Isto para eles é a experiência espiritual. Estamos sobre trilhos totalmente diferentes, portanto, podemos falar que a espiritualidade da Nova Era é, provavelmente, o inimigo mais sutil e mais sério da espiritualidade cristã do nosso dia.

Dessa forma, não me refiro às culpas, mas aos sentimentos de culpa. A realidade dela é aquilo que faz São Paulo falar: “Em mim existe uma lei que não me deixa fazer o bem que eu quero, mas me leva a fazer o mal”. Essa é a culpa!

Os sentimentos de culpa, ao invés, consistem em fazer com que eu me senta culpado, quando, na realidade, não sou; porém, eu digo para mim mesmo: “Deus perdoa o meu pecado, mas eu ainda o vivo!”. Aqui, temos uma grande ferida psicológica. Encontramos muitos fiéis com estes sentimentos de culpa que podem transformar-se em escrúpulos ou talvez em depressão, em obsessão. Muitas vezes, fixamo-nos em uma ideia. Fixamos a nossa atenção sobre um ponto que é praticamente irreal, porque, se Deus me perdoa, eu já não sou culpado. O diabo fica festejando quando acha uma fraqueza deste tipo no homem. Ele tenta e consegue, com certa facilidade, nos convencer de que Deus já não nos ama.

“Deus me ama!” Tudo começa daqui, a caminhada para a cura começa aqui. Ela não começa ao falar: “Eu sou um pecador!”, mas ao dizer: “Deus me ama, Ele perdoa o meu pecado”.

Uma vez que o Senhor me ama, tento não pecar mais, porque o amor deve ser respondido com amor. Portanto, o início da caminhada está aqui: “Deus me ama!” Deus não é amor? Assim o define São João! Quando existe o senso de culpa é muito fácil que o inimigo entre de forma muito sutil para me atrapalhar e fazer com que eu pare de continuar na minha caminhada.

Frei Elias Vella, OFM

(Extraído do livro “Cura do Mal e Libertação do Maligno”)

27/05/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13182

 


PADRE PAULO RICARDO: SER ESCRAVO DE MARIA

maio 24, 2013