PADRE VAGNER BAIA: TRANSFORMAR OS NOSSOS DEFEITOS EM VIRTUDES

julho 29, 2013

TÍMIDO? COMO ASSIM?

julho 29, 2013

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Tímido? Como assim?

A timidez não pode tirar a sua liberdade de viver

Ainda que sejamos espontâneos na maior parte do tempo, todos nós experimentamos algum grau de timidez. Prova disso é que muitos artistas, cujas vidas são constantemente expostas pela mídia, declaram-se tímidos. Diante disso, a tendência da nossa racionalidade é duvidar. “Tímido? Como assim?”. Essa reação acontece em vista da exposição e da repercussão a que eles se submetem.

De fato, existe em nós um mistério que o inconsciente insiste em não revelar. É a sacralidade, o território, a morada interior que se caracteriza com o mais profundo “eu”. Onde está a nossa essência, nosso núcleo íntimo como pessoa. E quando sentimos que alguma situação ou outra pessoa está rompendo, violando esse território interior, nos sentimos roubados de nós mesmos.

A timidez é a consciência de preservação do ser interior, portanto, natural e boa. Mas se você é tímido demais e chega ao extremo de se ver paralisado diante de alguma situação, saiba que está precisando vencer essa barreira. A timidez não pode tirar a sua liberdade de viver e o gosto de compartilhar vitórias e bons momentos entre as outras pessoas. Até porque o nosso íntimo tem a vocação de estar em comunhão, pois precisamos de relacionamentos, dividir o que somos.

As virtudes também são adquiridas pelo exercício. Inicie devagar, sem a imposição, a obrigação de acabar com a timidez de uma hora para outra, dê passos. Comece com alguma coisa mais fácil para você no momento. Disponha-se a fazer uma leitura na igreja, a ensinar algo a alguém ou a um pequeno grupo de pessoas. A partir de tarefas assim, vamos nos acostumando a mostrar um pouquinho mais de nós mesmos.

Com certeza, dentro de algum tempo, descobriremos a alegria de poder estar mais à vontade em meio aos demais, de fazer parte da vida deles e estarmos inseridos na vivência de outras pessoas também.

Não tenha medo de se lançar. Tudo parte de uma decisão que, com o exercício da virtude, aos poucos se torna natural em nós.

 

Foto Sandro Ap. Arquejada

Sandro Aparecido Arquejada é missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em administração de empresas pela Faculdade Salesiana de Lins (SP). Atualmente trabalha no setor de Novas Tecnologias da TV Canção Nova. É autor do livro “Maria, humana como nós” e “As cinco fases do namoro”. Também é colunista do Portal Canção Nova, além de escrever para algumas mídias seculares.
23/07/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13243

 


SER HERÓI É SER SANTO

julho 23, 2013

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Ser herói é ser santo

O aprendiz de santo é aquele que sabe que é nada
 

Não é à toa que a primeira coisa que se verifica em um processo de canonização são as virtudes heróicas, que seriam a comprovação do comportamento e o percurso do candidato à santidade, tende de ficar claro, e para além de qualquer dúvida, que, em vida, a conduta do candidato se pautou pela prática das virtudes para além do comum. É ser herói!
Viver o Cristianismo é um ato de coragem, pois só os corajosos se declaram cristãos, afirmam sua fé no Cristo. E sabem que todo poder é d’Ele.

Todo super-herói tem um ponto fraco. Assim como todo santo tem um limite. Mas a santidade não se restringe a anular limites, mas sim usá-los como trampolim para chegar mais alto.

Não devemos ser santos que correm do mundo, que fogem das pessoas, escondem-se de uma vida sem doação e se privam do outro; nem podemos ser santos de rosto triste, que se colocam como um “extraterrestre” ou como alguém que deixou de ser gente. Muito menos podemos ser santos que se esquecem de quem tem pecados, possui limites e, por conseguinte, acaba por viver uma vida de aparências. Não podemos ser santos que perderam a alegria de viver e passam por esta vida apenas como um mero espectador. Não devemos ser, por fim, um santo que se acha perfeito e despreza o imperfeito.

Santidade é para todos. Nossa primeira vocação é ser santo, contudo, muitas vezes, perdemos o verdadeiro significado disso. Às vezes, acreditamos que nosso jeito de viver não nos levará à santidade, uma vez que nos fixamos nos modelos dos santos do passado. Certamente, eles são referências, mas não a regra, visto que eles só se tornaram santos na medida em que viveram as virtudes heróicas em seu tempo.

A regra para a santidade é uma só: deixar o poder que está em nós nos impulsionar em todas as coisas. Este poder é o Espírito Santo, pois é Ele quem nos santifica.

Nosso erro é tentar moldar uma santidade segundo nossos esquemas, e não segundo a ação do Espírito Santo. Ser santo não é ser perfeito e nunca pecar, mas ter atitude de ser aquilo que é, sempre se perguntando: “Jesus faria isso? Jesus faria assim? Jesus estaria aqui?”.

Não falo de coisas certinhas, mas sim daquilo que vale a pena. Falo de Cristianismo, atitude, de uma vida com sentido. O perfeito é aquele que “se acha” e não quer ninguém veja seus limites, seus pecados. O aprendiz de santo é aquele que sabe não ser nada. Ser nada é deixar todo espaço para Deus ser tudo.

 

Trecho extraído do livro ‘Santos de calça jeans’.

 

Foto Adriano Gonçalves
adriano@geracaophn.com

Mineiro de Contagem (MG), Adriano Gonçalves dos Santos é membro da Comunidade Canção Nova. Cursou Filosofia no Instituto da Comunidade e é acadêmico de Psicologia na Unisal (Lorena). Atua na TV Canção Nova como apresentador do programa Revolução Jesus. Mais que um programa, o Revolução Jesus é uma missão que desafia o jovem a ser santo sem deixar de ser jovem. Dessa forma, propõe uma nova geração: a geração dos Santos de Calça Jeans. É autor dos seguintes livros: “Santos de Calça Jeans”, “Nasci pra Dar Certo!” e “Quero um Amor Maior”

19/07/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13240

 


COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 14/07/2013

julho 10, 2013

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COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO XV DOMINGO DO TEMPO COMUM, ANO C, DO DIA 14 DE JULHO DE 2013, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA DA DIVINA MISERICÓRDIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista:

http://pt.gloria.tv/?media=472119

Ou se preferir assista aqui:


PADRE IVAN PAIXÃO: PREPARE-SE PARA A VINDA DO SENHOR

julho 10, 2013

OBSERVE COMO VOCÊ ENCARA O MUNDO AO SEU REDOR

julho 10, 2013

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Observe como você encara o mundo ao seu redor

Este pode ser um primeiro passo para não ser refém da vida
Em nossa vida fazemos planos, estabelemos metas e, com isso, visualizamos situações que “podem vir a ser”, que “podem ocorrer”, e nos colocamos numa posição de expectativa e investimento de energia, trabalho e emoção. As expectativas de vida podem, em algum momento, concretizar-se ou não.

O acúmulo de expectativas e situações não resolvidas, bem como problemas cotidianos, profissionais e pessoais podem nos levar ao famoso estresse, que não vem apenas por aquilo que está externo a nós e visível, como problemas, pessoas, falta de dinheiro, desemprego, etc., mas especialmente ao que chamamos de fatores internos, e um em especial: a maneira como interpretamos a vida e seus acontecimentos, as pessoas com as quais convivemos, as situações pelas quais passamos.
 
Geramos ou pioramos um estado de estresse pela forma como encaramos a vida. Quer um exemplo bem simples de como isso acontece? Por um descuido, você bate seu carro. Não é nada grave, não houve vítimas. Qual a solução mais prática? Buscar um funileiro, avaliar os danos, fazer o orçamento, as formas de pagamento, se você pode ou não pagar agora e decidir por fazer o conserto. Isso é prático, racional e direto (mesmo sabendo que haverá um gasto e que você não poderá pagá-lo agora).
Porém, um modo que gera grande desgaste é olhar para a mesma situação cobrando-se: “Eu fiz tudo errado! Como pude bater este carro! Eu não me perdoo, sou mesmo um idiota”. Todos esses pensamentos estressantes e autopunitivos trouxeram alguma solução? Certamente não. Percebe agora como nossos pensamentos e crenças pessoais podem influenciar nossa reação diante de um acontecimento?
 
A forma como interpretamos as situações e o modo como nossos pensamentos se desenrolam desencadeiam, portanto, a produção do famoso estresse. Crença é aquilo que dá significado à nossa vida. Se eu creio em Deus, meus atos tendem a ser pautados por essa crença. Por outro lado, se creio que tudo será péssimo, que não sou capaz, que nada dá certo comigo ou que nunca minhas expectativas darão certo, temos aí um bom caminho para atitudes desfavoráveis e um amontoado de novos pensamentos negativos e um belo caminho para o adoecimento e para um círculo contínuo e vicioso de estresse.
 
Muitas vezes, quando estamos nesse estado, achamos mil desculpas para justificá-lo: “Estou estressado porque meu carro quebrou”. Ou: “Porque meu time perdeu”, assim como: “Porque meu namoro acabou”, porque … porque… porque… sempre baseados em fatos externos.

Você já parou para pensar qual é a sua parcela de responsabilidade diante do que não deu certo? Será que não é devido à sua forma de ver o mundo que o estresse acontece e com ele todas as consequências físicas e emocionais em sua vida?


Faço este convite a você: pare e observe como você encara o mundo ao seu redor. Este pode ser um primeiro passo para não ser refém da vida e dar um novo significado à sua história.
 
 
Um grande abraço!
 
Foto Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com

Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional, colaboradora da Comunidade Canção Nova.
Blog: temasempsicologia.wordpress.com
Twitter: @elaineribeirosp

10/07/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13232

 


EUGÊNIO JORGE: EU CREIO NAS PROMESSAS DE DEUS

julho 8, 2013