O QUE PODE ACONTECER QUANDO SE PERDE A FÉ?

agosto 30, 2013

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O que pode acontecer quando se perde a fé?

A fé precisa ser alimentada

Corremos o risco de passarmos uma vida inteira – 30, 40, 50, 80, 100 anos – estudando, trabalhando, comprando, investindo, construindo, mas não pararmos para refletir sobre o nosso crescimento espiritual, sobre a nossa essência perdida na correria do dia a dia.

Ficamos tristes ao perder a carteira com dinheiro, o talão de cheque, o cartão de crédito, a casa própria (tão difícil adquirir e, por falta de pagamento, foi a leilão), o roubo do carro que foi comprado com tanto esforço. Mas como ficamos diante do alerta que a Palavra de Deus nos dá a respeito de perder a fé?

Escutamos tanto sobre qualidade de vida, defesa do meio ambiente, melhores condições financeiras, mas não ouvimos falar sobre a defesa da fé. O que pode acontecer com o ser humano sem a fé? Sem ela, o homem caminha em direção à sua própria destruição.

Famílias, sejam perseverantes na fé e não se agitem por nada, agarrem-se e ancorem-se na fé para não ficarem à deriva em meio às perdas. Mesmo que a sua casa esteja em meio ao caos, proclame a vitória diante do que humanamente é impossível.

Quando os acontecimentos estão escapando das nossas mãos e do nosso controle, é na fé que nos apoiamos. Ela é a bateria do ser humano, é uma palavra simples e pequenininha capaz de comandar a nossa vida.

Um carro sem bateria não funciona; o homem e mulher sem fé não conseguem dar passos perante os problemas da vida.

Só percebemos que a bateria está fraca quando acionamos a chave na ignição e o carro não funciona. Muitos de nós já vivenciaram isso! Quando acontece, chamamos alguém para nos ajudar a empurrar o carro e fazer pegar no tranco, mesmo sabendo que a melhor solução é colocar bateria nova!

Vivemos, muitas vezes, “aos trancos e barrancos”. Não esperemos a fé acabar para começar a “empurrar com a barriga”. Recarreguemos a nossa fé em Jesus, pois ela é alimentada na Bíblia, na Missa e na adoração, só assim continuaremos prontos para caminharmos em meio ao sufoco.

 

Cleto Coelho
Comunidade Canção Nova

:: Conteúdo extraido do livro “Tem jeito!” Adquira este material de evangelização em nossa Loja Virtual

29/08/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13285

 


COMUNIDADE CATÓLICA OÁSIS: FAÇA UMA EXPERIÊNCIA DA MISERICÓRDIA

agosto 29, 2013


AOS CATEQUISTAS, COM GRATIDÃO

agosto 29, 2013

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Aos catequistas, com gratidão!

Um tesouro para Deus e sua amada Igreja

Catequista, você é uma pérola especial e um tesouro para Deus e sua amada Igreja. A sua singular vocação foi gerada no coração de Deus Pai, para que pudesse chegar aos corações dos seus filhos e filhas com a mensagem da vida – Jesus Cristo. Catequista, você não é apenas um transmissor de ideias, conhecimentos, doutrina ou, mais ainda, um professor de conteúdos e teorias, mas é um canal da experiência viva do encontro intrapessoal com a pessoa de Jesus Cristo.

Essa experiência é comunicada pelo Ser, Saber e Saber Fazer em comunidade, no coração da missão catequética. O ser e o saber do catequista se fundamentam numa dinâmica divina pautada na espiritualidade da gratuidade, da confiança, da entrega, da certeza de que somos impulsionados pelo Espírito Santo, fortalecidos pelo Cristo e amparados pelo Pai.

Catequista, com certeza são muitos, grandes e difíceis os desafios hoje de nossa catequese. Vivemos numa realidade que muitas vezes é contrária àquilo que anunciamos em nossa missão de levar e testemunhar a mensagem de Jesus Cristo. Mas temos a certeza de que não caminhamos sozinhos, somos assistidos pela grande catequista, a Virgem Santíssima.

Por isso, peço-lhe que a experiência do encontro com Jesus Cristo seja a força motivadora capaz de lhe trazer o encantamento por esse fascinante caminho de discipulado, cheio de desafios, mas que o faz crescer e acabam gerando profundas alegrias.

“A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com o fim de iniciá-los na plenitude da vida cristã” (CT). Ensina o Catecismo da Igreja Católica: “no centro da catequese encontramos essencialmente uma Pessoa, a de Jesus Cristo de Nazaré, Filho único do Pai…”(cf CIC 1992). A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade. Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: ‘Minha doutrina não é minha, mas Daquele que me enviou’ (Jo 7,16) (CIC, 426-427).

Catequista, acolha o afetuoso abraço de gratidão de nossa amada mãe Igreja, nos seus bispos, padres e de milhares de pessoas, vidas agradecidas pela sua presença na educação da fé de nossos catequizandos, crianças, adolescentes, jovens e adultos. Em sua ação se traduz, de uma forma única e original, a vocação da Igreja-Mãe que cuida maternalmente dos filhos que gerou na fé, pela ação do Espírito.

Poderíamos dizer muitas coisas, palavras eloquentes e profundas, mas uma só é necessária: Deus lhe pague! E que a força da Palavra continue a suscitar-lhe a fé e o compromisso missionário!

Que a comunidade continue sendo o referencial da experiência do encontro com Cristo naqueles que sofrem, naqueles que buscam acolhida e necessitam ser amados, amparados e cuidados.

A ternura amorosa do Pai, a paz afável do Filho e a coragem inspiradora do Espírito Santo que cuida com carinho dos seus filhos e filhas, que um dia nos chamou a viver com alegria a vocação de catequista discípulo missionário, estejam na sua vida, na vida da sua comunidade hoje e sempre!

 

 

Foto Dom Orani João Tempesta, O. Cist

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

28/08/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13284

 


PADRE CHRYSTIAN SHANKAR: VALORIZA AS TRADIÇÕES FAMILIARES

agosto 27, 2013

POR QUE VOCÊ ESTÁ BRIGANDO?

agosto 27, 2013

harmonia

Por que você está brigando?

Resolva tudo antes do sol se pôr

Enquanto o ressentimento continuar presente em nosso coração, seremos seus escravos, e isso nos transforma em vítimas permanentes. Em qualquer lugar em que chegamos, se alguém sorri, já pensamos que está rindo de nós. Se não sorri, ficamos pensativos, achando que está com raiva de nós. “Imagina… ela passou por aqui e nem falou comigo, deve estar com raiva de mim. Mas eu não fiz nada para ela…”. “O que será que aconteceu com fulano? Por que está agindo assim?” “Por que está rindo desse jeito? Por que me olha dessa forma?” Temos a mais absoluta convicção de que todas as ações da pessoa, mesmo se nunca a vimos mais gorda ou mais magra, são em consequência de nossa presença ali. Veja só o poder que nos atribuímos quando teimamos em ficar achando culpados ou encontrar desculpas para tudo o que acontece ao nosso redor.

Se com estranhos agimos assim, não é difícil imaginar como nos comportamos diante daqueles que nos são mais próximos. Quantos casais transformaram o lar num inferno em consequência de ressentimento acumulado. Mágoas não resolvidas acabam sempre por gerar brigas, violência, discussões, acusações, bate-bocas, inimizades e separações. Muitas vezes, uma grande briga começa com uma pequena bobagem: “Só porque fiz um comentário bobo, ele ficou transtornado”. “Eu falei por falar. Se soubesse que iria ficar assim, nem teria dito”. “Só porque reclamei de ter deixado o pano jogado no sofá, o homem virou um bicho…”. “Eu nem me incomodo com cachorro, mas foi só falar do cachorrinho dele e ele saiu daqui feito louco…”. “Só porque eu reclamei de ter entrado com os pés sujos?”

É triste, mas é verdade! A grande maioria das pessoas nem sequer sabe por que está brigando. Alguns até já se tornaram especialistas em brigas, são sempre a favor do contra!

O mais terrível de tudo isso é que quando brigamos com as pessoas, quando criamos o dossiê, quando elegemos nossos culpados, estamos, ao mesmo tempo, quebrando nosso relacionamento com Deus. Vem daí a insistência: “Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis oportunidade alguma ao diabo” (Ef 4,26b-27 – Bíblia Tradução Ecumênica, TEB, São Paulo, Loyola).

Eis um ensinamento mais prático para acabar com nossas brigas. Se não for possível evitar a discussão, que ao menos ninguém vá dormir com mágoa no coração. Resolva tudo antes do sol se pôr, peça perdão e perdoe sinceramente, para não permitir que o encardido se aloje em suas palavras, em seus sentimentos, em seu corpo, em sua vida e em seu comportamento.

O único jeito de restaurar um coração ressentido é pelo perdão mútuo, pelo perdão a Deus e pelo perdão a si mesmo. Não podemos deixar que as coisas negativas que sempre acompanham o ressentimento acabem por se enterrar em nosso coração. “Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de vós, bem como toda malícia” (Ef 4,31). Quando acham terreno fértil para se enraizar em nosso coração, essas tranqueiras acabarão por produzir frutos de inferno em nós, para nós e por meio de nós.


Padre Léo, scj

 

:: Adquira o livro de Padre Léo “A cura do ressentimento” 

23/08/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13279


ELIANA RIBEIRO: LIVRE ACESSO

agosto 26, 2013

SALVA-SE QUEM PUDER?

agosto 26, 2013

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Salve-se quem puder?

Deus vem ao encontro dos anseios humanos

Está inscrito na natureza humana o anseio pela felicidade, a busca da plena realização de todas as suas potencialidades. Ainda bem! É altamente consolador ter a clareza de que não fomos feitos para nivelar pelo rodapé da existência nossos sonhos, mas buscar o que é melhor, mirar as coisas do alto, acolher o chamado de Deus a sermos perfeitos. Entra aqui um dado importante, pois não se trata apenas de construção pessoal, mas resposta, a modo de um diálogo iniciado desde toda a eternidade. Fomos pensados e amados por alguém. Não somos obra do acaso nem estamos perdidos, sem rumo.

Entretanto, a luta renhida do cotidiano pode levar as pessoas a se engajarem numa competição, tantas vezes desigual, pelos melhores lugares na sociedade, oportunidades de trabalho e reconhecimento, num “salve-se quem puder” semelhante à correria que se segue a tragédias, como incêndios ou revoltas populares. Cada um quer receber o seu naco de proveito e, infelizmente, tantas vezes à custa do pescoço do outro a ser pisado. Todas as diversas manifestações que pululam hoje pelo mundo e pelo nosso país têm como pano de fundo o desejo profundo de realização e a busca do espaço de liberdade para a qual fomos feitos. Só que muitos entram de roldão nas ondas de protestos, criando-se um estado de insatisfação em que se perde o sentido do respeito às pessoas e os justos limites da liberdade de cada homem e cada mulher. Também as situações pessoais e os dramas familiares nos deixam estarrecidos, de modo a suscitar um “até quando?” que inquieta a todos pela multiplicação de fatos inusitados. E que dizer da absurda eliminação da vida das pessoas e a violência que se espalha? Podemos até destruir justamente o que mais nos atrai, o sonho de felicidade e dignidade!

Deus vem ao encontro dos anseios humanos; antes, criou a todos com uma sede de eternidade e de felicidade. Ele quer que todos se realizem, mas há uma interrogação, cuja atualidade se revela perene, diante das perspectivas que se abrem para a humanidade de cada tempo: “Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo o caminho para Jerusalém. Alguém lhe perguntou: ‘Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?’ Ele respondeu: ‘Esforçai-vos por entrar pela porta estreita. Pois eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão'” (Lc 13,22-14). Ao invés de oferecer respostas prontas e aparentemente fáceis de serem absorvidas, Jesus envolve as pessoas numa verdadeira aventura de engajamento na estrada da salvação e da liberdade. De fato, Deus quer o bem de todos e a vida em abundância (Cf. Jo 10,10).

Ninguém se sinta excluído de Seu projeto! No entanto, faz-se necessário, justamente pela liberdade com que as pessoas foram criadas, arriscar-se pela porta estreita do amor ao próprio Deus e ao próximo. Não fomos feitos para ficar assentados, esperando a grande sorte na loteria da vida ou reduzindo a sonhos de consumo o sentido da existência. As soluções aparentemente mágicas não são plenamente humanas. Humano é sair de si para amar e servir! Humano é tecer relações novas entre pessoas e grupos, superar a desconfiança, exercitar a criatividade, inventar soluções novas, acreditar nos pequenos passos.

Daí nasce o convite e o compromisso cristão na construção de um mundo melhor. Começa no alto, no plano de Deus a nosso respeito. “É do amor de Deus por todos os homens que, desde sempre, a Igreja vai buscar a obrigação e o vigor do seu ardor missionário: ‘Porque o amor de Cristo nos impele’ (2 Cor 5, 14). Com efeito, ‘Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade’ (1Tm 2,4). Os que obedecem à moção do Espírito da verdade estão já no caminho da salvação. Mas a Igreja, à qual a mesma verdade foi confiada, deve ir ao encontro dos que a procuram. É por acreditar no desígnio universal da salvação que “a Igreja deve ser missionária” (Catecismo da Igreja Católica, 851). O anúncio da “salvação” proclama que a vida tem sentido e que é para a felicidade que Deus nos fez. “Chamado à felicidade, mas ferido pelo pecado, o homem tem necessidade da salvação de Deus. O auxílio divino lhe é dado em Cristo, pela lei que o dirige e na graça que o ampara: ‘Trabalhai com temor e tremor na vossa salvação, porque é o Senhor quem opera em vós o querer e o agir, segundo os seus desígnios’” (Fl 2, 12-13 – Catecismo da Igreja Católica 1949).

Consequência é nosso olhar positivo, ao mesmo tempo realista, a respeito da realidade. Fomos feitos para o bem e temos a semente plantada por Deus em nossos corações, com todas as possibilidades de nos realizarmos. No entanto, existe em nós o mistério da iniquidade, pelo que, olhando no espelho da vida, reconhecemos as rugas deixadas pelo pecado. Olhamos também para os outros e os acolhemos, sabendo que neles existe esta desafiadora mistura de boa intenção e pecado. Acreditamos que o amor de Deus é maior do que toda a maldade existente, engajando-nos na luta pelo bem e pela verdade. Consequência é o primeiro passo a ser dado. Cabe a cada um de nós começar, sem aguardar que os outros venham ao nosso encontro. Consequência é a construção de novos relacionamentos, certos da Palavra de Jesus: “Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).

Para tanto, só a graça de Deus nos sustenta, por isso pedimos: “Ó Deus, que unis os corações dos vossos fiéis num só desejo, dai ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeira alegrias. Amém.”

 

Foto Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

23/08/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13278

 


PADRE VAGNER BAIA: CLAME BENÇÃOS SOBRE A SUA FAMÍLIA

agosto 26, 2013

ORAÇÃO CONTRA TODOS OS MALES

agosto 25, 2013

ORAÇÃO CONTRA TODOS OS MALES

Espírito do Senhor, Espírito de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, Santíssima Trindade, Virgem Imaculada, anjos, arcanjos
e santos do paraíso, descei sobre mim.

Fortalecei-me, Senhor, formai-me, enchei-me de Vós e servi-vos de mim.

Expulsai de mim todas as forças do mal, aniquilai-as, destruí-as, para que eu fique bem e possa praticar o bem.

Afastai de mim os malefícios, a bruxaria, a magia negra, as missas negras, os feitiços, as amarrações, as maldições,

o mau olhado, a infestação diabólica, a possessão diabólica, a obsessão diabólica, tudo o que é mal, pecado, ódio,

inveja e perfídia; a doença física, psíquica, moral, espiritual e diabólica.

Queimai todos estes males no inferno, para que nunca mais me possam prejudicar, nem a nenhuma outra criatura no mundo.

Com a força de Deus Todo Poderoso, em nome de Jesus Cristo, o Redentor, e pela intercessão da Virgem Imaculada,

ordenai a todo o mal presente, a todos os espíritos impuros, que me deixem imediatamente, para nunca mais voltar,

que vão para o fogo eterno, acorrentados pelo Arcanjo São Miguel, por São Gabriel, por São Rafael e pelos nossos

santos Anjos da Guarda e esmagados pelo pé da SS. Virgem Imaculada Amém. Aleluia!

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=2&id=309


RICARDO SÁ: A VIDA NOVA COMEÇA DENTRO DE VOCÊ

agosto 23, 2013

ELE ME AMOU PRIMEIRO

agosto 23, 2013

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Ele me amou primeiro

Escolha fazer o bem sem esperar recompensas

Naquela noite de sábado, quando, mais uma vez, fui convidada para participar do grupo de oração, diferente das outras vezes, eu disse “sim” e fui, mesmo sem estar interessada em participar de uma experiência de fé e sem acreditar que algo interessante pudesse acontecer naquele lugar.

Era uma capelinha bem simples e antiga, que fica ao lado do cemitério da pequena cidade onde eu nasci. Mas Deus, que costuma ir sempre além de nossas expectativas, concedeu-me a graça de viver uma das experiências mais importantes de minha vida, justamente naquela noite e naquele lugar.

Ajudada pelos cânticos, testemunhos e pregação da Palavra, descobri que Jesus, Aquele que ouvi dizer que havia morrido há muito tempo, na verdade estava vivo e podia interagir comigo. Senti Sua presença e Seu amor tocar-me profundamente. Saí daquele lugar transformada. Não sabia explicar com palavras o que aconteceu, mas tinha certeza de que aquela alegria, leveza e toda experiência que eu acabava de viver não poderia ficar só comigo; eu precisava proporcioná-la a outras pessoas.

Recordo-me que, desde criança, eu pensava em fazer algo bom, capaz de tornar o mundo melhor, e falei sobre isso com Jesus já naquele primeiro encontro. Mais tarde, vim a perceber que o desejo de fazer o bem ao próximo já era um dos sinais da minha vocação.

O certo é que, depois daquela noite, eu queria que minha família, meus amigos e todas as pessoas do mundo soubessem, o quanto antes, que Jesus estava vivo e continuava realizando o impossível em nossos dias. A presença de Deus transbordava em meu ser e, quanto mais eu ia tomando consciência do Seu amor, mais me sentia chamada a fazer alguma coisa concreta para correspondê-Lo. Diz a Palavra que “o amor de Deus é tão forte que nos constrange”, e eu estava experimentando exatamente isso.

Já parou para pensar que, antes mesmo da sua existência, Alguém já o amava tão profundamente que deu a vida por você? “Antes que te formasse no ventre de tua mãe Eu te conheci e antes que de lá saíste Eu te santifiquei…” (Jeremias 1,5). Tomar conhecimento disso gera uma enorme gratidão e, no mínimo, desperta-nos a sermos melhores neste mundo.

Recordo-me de um filme que assisti há vários anos e que marcou minha vida nesse sentido: “A corrente do bem”. A ideia principal do longa-metragem é a de proporcionar aos outros o bem que recebemos; assim, os atos de bondade vão se multiplicando rapidamente entre as pessoas.

Tudo começa com um menino, cuja tarefa escolar dizia que para o mundo ser melhor era preciso começar por ele. Portanto, deveria fazer três coisas boas naquele dia. Então, o garoto inicia, sem grandes pretensões, a corrente do bem com três metas: ajudar uma velhinha a atravessar a rua, comprar um lanche para um faminto e sorrir para alguém triste. As pessoas que receberam estes gestos ficaram surpresas e quiseram retribuir, mas o menino logo ensinava a lição: faça o bem a outra pessoa. E assim os atos de bondade iam ganhando forças e se multiplicando pelo mundo afora, mudando a vida de muita gente. O filme continua, mas eu volto a falar da realidade.

O fato é que, quando eu menos esperava, descobri que Deus me amou primeiro e estava, agora, me chamando a ser mais um elo na corrente do bem que Ele iniciara com Sua Paixão, Morte e Ressurreição: “Não foste vos que me escolhestes, mas eu que vos escolhi…” (Jo 15,16). Sentia- me fortemente chamada! Era preciso descobrir por onde começar a caminhar. Foi aí que tive a graça de conhecer a Comunidade Canção Nova e dar início à descoberta vocacional que me levou a pertencer a esse carisma.

Na Canção Nova, para minha alegria, encontrei muitas pessoas que também haviam sido chamadas – embora em lugares e situações diferentes – para o mesmo fim: corresponder ao amor de Deus, promovendo o bem na vida das pessoas que o Senhor nos envia a cada dia, seja pelos meios de comunicação, seja nos encontros que realizamos e em tudo que fazemos, mesmo as atividades mais simples do dia a dia.

Certamente, a gratidão é o que nos move, pois não existe momento no relacionamento com Deus em que o amor que eu recebo seja o amor que eu mereço. E quanto mais experimento isso, mais tenho a certeza de que a corrente do bem que Ele começou – enviando Seu Filho ao mundo para pagar o preço dos nossos pecados – não pode parar em mim nem em você.

Já percebeu que o bem que você recebe pode ser multiplicado e atingir muitas outras pessoas, principalmente as que estão ao seu lado? Tenha a coragem de ser “elo” no dia de hoje. Escolha fazer o bem sem esperar recompensas. Na verdade, o mundo torna-se melhor quando eu e você nos tornamos melhores. Optar pela bondade é seguir o exemplo de doação do próprio Deus, tornando-nos canais para levar Seu amor a tantos corações sedentos por este mundo afora.

Dizer “sim” ao seu chamado é corresponder à vocação para a qual Jesus nos criou. Talvez sua vocação aconteça aí mesmo onde você está ou pode ser que Deus o chame a deixar tudo e partir. O mais importante, no entanto, é discernir seu chamado e ter a coragem de dizer “sim” sem medo.

É Ele mesmo quem garante Sua proximidade e assistência àqueles que aceitam o desafio de seguir Seus passos: “Permanecei em Mim que eu permaneço em vós” (Jo 15,4).

Portanto, coragem! Digamos “sim” com alegria e gratidão ao chamado de Deus nesse dia, considerando que Ele nos amou primeiro.

Estou unida e rezo por você!

Foto Dijanira Silva
dijanira@geracaophn.comDijanira Silva, missionária da Comunidade Canção Nova, atualmente reside na missão de São Paulo. Apŕesentadora da Rádio CN América (SP).

21/08/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13276


COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 25/08/2013

agosto 22, 2013

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COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM, ANO C, DO DIA 25 DE AGOSTO DE 2013, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista: 

http://pt.gloria.tv/?media=489972


DÊ A DEUS O DIREITO DE SER O SENHOR DA SUA VIDA

agosto 22, 2013

COMO SUPERAR A DEPRESSÃO?

agosto 22, 2013

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Como superar a depressão?

A fé dá sentido a nossa existência

Hoje, há uma forte tendência ao aparecimento da depressão. Muitos são os fatores que causam esta patologia. Em qualquer caso, faz-se necessária uma ajuda terapêutica. Em muitos casos, é necessária a ajuda de medicamentos. Depressão é um sintoma do nosso tempo. Pode ser que ela sempre tenha existido em outros tempos, contudo, recebia outros nomes e outros diagnósticos.

Não cabe aqui apresentarmos um relato clínico da depressão. Esta tarefa cabe a um profissional da área médica. Contudo, gostaria de conversar com você sobre a depressão a partir de uma perspectiva espiritual. É preciso que fique claro que não pretendo dizer ou afirmar que a causa do processo depressivo seja a área espiritual, mas a espiritualidade pode colaborar no processo de tratamento do depressivo.

Somos um todo. Sabemos que o ser humano não é visto mais como um ser fragmentado. Tudo aquilo que vivenciamos produz em nosso ser uma resposta positiva ou negativa. Neste totalitário que somos, a espiritualidade está inserida. E a maneira como a vivenciamos afeta todo o nosso ser e, consequentemente, nossa vida.

A fé dá sentido à nossa existência. Hoje, o ser humano tem sede de uma vivência espiritual profunda em sua vida. Na maioria dos casos, quando alguém diz que está com depressão e é questionado sobre a sua vivência espiritual, esta pessoa diz: “Não tenho nenhuma vivência espiritual”, “Não participo de nenhuma Igreja”, “Faz muito tempo que não faço orações”, “Não tenho nenhum relacionamento com Deus”. Essas respostas são seguidas das seguintes afirmações: “Estou sentido um vazio em meu coração”, “Minha vida não tem sentido”, “Não consigo sentir Deus perto de mim”, “Ninguém gosta de mim”, “Queria morrer, porque não faria falta para ninguém”. Outras afirmações ainda presentes: “Não consigo me amar”, “Não deveria ter nascido”.

Não quero afirmar que essas respostas e afirmações de quem passa por um momento depressivo seja a causa da depressão. A raiz pode estar em outros setores da vida, os quais podemos comentar em outra ocasião.

Esse vazio interior, alegado por um grande número de pessoas depressivas, pode ser desencadeado por inúmeros fatores. Do ponto de vista espiritual, o vazio interior pode ser ocasionado pela falta da presença de Deus. E quando me refiro a essa “falta”, não estou afirmando que o Senhor não esteja junto da pessoa. Deus está sempre conosco, mas nós estamos sempre com Ele? Esta é uma grande questão espiritual que necessita de uma resposta clara e verdadeira de quem enfrenta um quadro depressivo.

A oração abre nossa alma para percebermos a presença de Deus em nossa vida. A participação na vida de comunidade nos coloca em contato com outras pessoas que se unem para juntos alimentar-se do Pão da Palavra e da Eucaristia. A Eucaristia, o próprio Cristo, devolve-nos o sentido da vida. O relacionamento com o Senhor só é despertado em nós quando tomamos consciência de que somente Ele pode preencher o vazio que carregamos em nosso coração. Santo Agostinho já afirmava: “Fizeste-nos para ti e inquieto está nosso coração enquanto não repousa em ti”.

Superar o processo depressivo depende, em grande parte, da pessoa que sofre essa patologia. No entanto, a espiritualidade é uma forte aliada neste processo de superação. Afinal, no todo que somos Cristo está presente.

 

Foto Padre Flávio Sobreiro

Padre Flávio Sobreiro Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP. Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre – MG. Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Cambuí-MG). Padre da Arquidiocese de Pouso Alegre – MG.
http://www.facebook.com/oficialpadreflavio
http://www.padreflaviosobreiro.com

20/08/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13274

 


PADRE KLEITON PENA: MARIA NOS MOSTRA A REALIDADE NA QUAL NÓS ESTAREMOS DIANTE…

agosto 21, 2013

UM PAI QUE NÃO REZA

agosto 21, 2013

UM PAI QUE NÃO REZA

Ao pé do leito, Pedrinho (quatro anos e meio) faz a sua oração que parece bem comprida.
– Então não acabaste ainda a oração? – pergunta a senhora.
– Já – responde a criança embaraçada.
– Mas então que estás aí a fazer?

A criança cora e murmura timidamente:

– É que eu faço duas cada noite: a minha e a do Papai; ouvi-o dizer à mamãe que não estava disposto para rezas; faço-a eu por ele.

Precocidade? Sim. E as crianças não têm perspicácias destas que nos desnorteiam?

Ah! esses pais que julgam poder ser incoerentes diante dos filhos! Como eles ignoram as exigências desses cerebrozinhos, desses corações infantis!

E como sabem também os filhos aproveitar-se do que se diz diante deles!

Uma protestante convertida ao catolicismo, Lady Baker, conta no seu livro La Maison de Lumière, como criança ainda, – tinha onze anos aproximadamente, e, claro esta, pertencia como seus pais a Religião Reformada – lhe acontecera surpreender uma conversa entre seu pai e sua mãe. Dizia o pai: “Ouvi hoje um bom sermão; demonstrava-se que as Reformas fora um erro e que a Inglaterra teria passado muito bem sem ela.”

“Psiu! interrompe a mãe escandalizada, cuidado que as crianças podem ouvir!”.

“Retiraram-se da sala de estudos, escreve Lady Baker, e não ouvimos mais nada. Mas comecei logo a maturar sobre essas estranhas palavras”. Nessa mesma tarde, em passeio, pedia ela à criada para entrar numa igreja católica. A partir dessa data germinara nela o desejo de estudar as origens da peseudo-Reforma, e, no caso em que seu pai tivesse dito a verdade, de mudar mais tarde de religião.

Graças a Deus, não perdi o hábito da oração. Mas talvez, por qualquer pretexto, eu não mostre bastante a meus filhos que oro. São efetivamente duas coisas distintas: orar e deixar perceber aos filhos que se ora. Não me basta, pois, orar só para mim. O meu dever de chefe de família é orar em nome da família, diante da família e com a família. É necessário que os meus filhos saibam que o seu pai honra a Deus, e aprendam, a exemplo seu, o grande dever da adoração e do culto. A oração, e da noite pelo menos, deve ser feita em comum.

Em muitos lares onde no fim do dia todos se reúnem para honrar a Deus, é a mãe quem preside à oração, o que mais tarde fará cada filho, por ordem. Melhor seria que fosse o pai. É uma função que lhe pertence, uma função em certo modo sacerdotal, falando num sentido lato…

(Cristo no lar, meditações para pessoas casadas, por Raúl Plus, S.J, tradução de Pe. José Oliveira Dias, S.J. ; 2ª Edição, Livraria Apostolado da Imprensa, 1947, com imprimatur)

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=3018


PADRE FABIO DE MELO: ESCRAVOS DO SOFRIMENTO

agosto 20, 2013

A CULTURA DO DESCARTE

agosto 20, 2013

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A cultura do descarte

Qual tem sido a tendência dos nossos tempos atuais?

Quando o Papa Francisco esteve no Brasil, ele chamou a atenção para a “cultura do descarte”. Confesso que essa expressão me chamou muito a atenção. Eu me lembro bem do tempo em que ter um celular era coisa para poucas pessoas e, quando se conseguia comprar um, era motivo de comemoração. Hoje, no entanto, temos postos de coleta para o “descarte” de dispositivos móveis.

Claro que o fato de a maioria das pessoas ter um telefone celular é algo que deve nos alegrar, pois pode aproximar as pessoas e contribuir para a superação de muitas dificuldades. No entanto, quando nos acostumamos a descartar coisas, corremos o risco de também descartarmos pessoas, seguindo os mesmos critérios que usamos em relação ao celular: serve ou não serve. É justamente nesse sentido o discurso e a prática do Santo Padre em relação aos pobres.

Quando olhamos sob a perspectiva da utilidade, o que um mendigo que bate à nossa porta pode nos oferecer? Nada! Pelo contrário, ele, provavelmente, nos incomodará. Qual tem sido a tendência dos nossos tempos atuais? Desprezar essas pessoas, pois elas não “servem”. O Santo Padre, seguindo um ensinamento católico por excelência, que foi transmitido fortemente por todos os últimos papas, especialmente o Beato João Paulo II e Bento XVI, mostra o valor da gratuidade.

Há, de fato, uma misteriosa felicidade em dar a quem não pode retribuir. Isso ocorre, porque, no fundo, sem percebermos, estamos dando a quem nos deu tudo: oferecemos a Deus. São justamente essas as palavras do Evangelho: “Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes” (Mt 25,40).

Com isso, Nosso Senhor jamais condenou a propriedade privada, isso é, o direito de possuir coisas conquistadas por nosso trabalho ou por nossa capacidade na vida econômica; pelo contrário, ela é fruto da liberdade humana, e o próprio Jesus exalta o que multiplica os talentos, o que, bem compreendido, também se aplica aos bens materiais. Na verdade, somente quando nós temos a propriedade sobre alguma coisa é que podemos dá-la ao outro. Se eu dou a alguém o que não é meu, isso, no fundo, é roubo, como nos ensina o professor Cézar Saldanha ao falar sobre a caridade.

No entanto, a nossa propriedade contribuirá para a nossa verdadeira felicidade quando ela for coroada pela caridade, isto é, pela virtude infundida em nossa alma por Deus, segundo a qual reconhecemos o “sabor” de renunciarmos ao que é nosso para que o outro possa ter. Neste ponto, está a grande singularidade do pensamento autenticamente cristão: diante da pobreza, a minha ação imediata não é a alteração dos sistemas econômicos, mas a Caridade Misericordiosa. É claro que, na sequência, o pensamento e a prática cristã exigem o empenho para que as instituições políticas e econômicas sejam mais racionais e sirvam de maneira adequada à pessoa humana.

Diante daquele que nos pede um prato de comida, não podemos dizer: “Aguarde, meu amigo, pois estou lutando por um mundo melhor; amanhã faremos uma passeata, e, quem sabe, um dia você não precisará mendigar”! Não foi assim, pelo menos, que agiu a Beata Madre Teresa de Calcutá. Pelo contrário! Diante dos sofredores, ela “abraçava a Carne de Cristo” para citar outra expressão marcante do Papa Francisco. E ela fazia isso, porque a Carne de Cristo não é descartável, mas preciosa.

Mesmo entre as coisas, ainda há muitas que não queremos descartar: desconheço pontos para descartar jóias; um valor infinitamente maior impede o descarte da pessoa humana.

 

 

Foto Evandro Gussi
http://www.evandrogussi.com.br/

Nascido em Presidente Prudente (SP), formou-se em Direito pela Toledo de Presidente Prudente, é Mestre em Direito do Estado e Teoria do Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Doutor em Direito do Estado pela USP. É professor nas áreas de Direito, Filosofia, Política e Doutrina Social da Igreja.

19/08/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13272

 


PADRE FABRÍCIO ANDRADE: ATRAÍDOS PARA JESUS

agosto 19, 2013

O EVANGELHO É RECEITA PARA A FELICIDADE CRISTÃ

agosto 19, 2013

Felicidade versus Facilidade

“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.”

Mateus 5:3-12

A vida nos ensina que não tem receita mágica para a felicidade. No mundo e no contexto que vivemos primeiro precisamos ser curados do conceito de ser feliz. Conversão é mudança de pensamento.

Felicidade para muitas pessoas, é ser rica, ter um iate, ir a festas importantes, tem gente que fala se eu tivesse cabelo mais liso seria mais feliz. As vezes pedimos a Deus o dom de ser feliz em realidades pagãs, e por isso muitas vezes não nos sentimos felizes.

Quando você ouvi Jesus dizer : “Feliz são os humildes , porque eles herdarão a terra”, que ser feliz desça do salto da arrogância. Se você alimenta arrogância, você não pode experimentar a felicidade cristã. Precisamos aprender urgente a não ser arrogante, porque arrogância é um dedo do diabo na nossa vida.

O cristianismo é proposta de superar seus limites, mas antes é preciso reconhecer nossas fraquezas. É um caminho constante, que não nos permite dizer que estamos prontos, ou que somos melhores, humildade é primeiro passo para sermos felizes.

A felicidade que esse olhar arrogante pode nos dá é temporária, é como os grande impérios que cresce, cresce e depois decai porque não tem mais para onde crescer. A Palavra de Deus nos ensina que o que te alimenta é muito mais que uma maquiagem no rosto, uma reunião de amigos.

Se mil vezes eu tivesse que ser cristão, mil vezes eu escolheria
 

O maior tribunal que podemos ter, é olhar no espelho e perguntar valeu a pena ou construir felicidades pagãs e passageiras?

Não existe nada melhor que olhar as pessoas que passaram na sua história e perceber que as pessoas se tornaram melhores. A nossa humildade vai atrair as pessoas para Deus. Queremos a felicidade mas não queremos esforçamo-nos.

“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados” Parece loucura. Mas é um fruto demoníaco, achar que não podemos ser fraco, que não podemos ter fragilidades, e que precisamos ser fortes, ricos. De nada vale uma casa bonita se não está habitada por pessoas que se ama. O amor não é construído só nos sorrisos, mas também na hora da dor.

Me preocupo com esta geração que está sendo educado a parti das pilulas, que não pode ter encomodos. Uma geração que não pode ficar triste que já toma remédio. Não tenham medo das tristezas que faz parte do processo humano, antes de procurar as pílulas olhe para você. Chore, e interprete as lagrimas que estão caindo, porque elas que vão dá o caminho para o seu crescimento.

Se mil vezes eu tivesse que ser cristão, mil vezes eu escolheria. Deus nos ama, e Ele não realiza os nossos pedidos, porque nos mas, mas Ele agir nas nossas necessidade.

Em Pentecostes do ano passado, vivi um grande encontro com Deus eu escutei do próprio Deus, dizer: “Fábio de Melo vou te dizer não, porque quando eu digo não, estou dizendo sim, lhe protegendo” E assim vivo neste caminho de fé, acreditando que quando ouço não é um sim.

O evangelho é simples, é não matar, é não fofocar, é cuidar de si. Se você quer ser feliz prepare-se para as durezas das bem aventurança. Converta!

Você não é obrigado a ser cristão, você não é obrigado a ser justo, humilde, manso. Mas se você quiser permanecer ser cristão as bem aventuranças é código da felicidade. “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.” Felizes os que são misericordiosos, os corações que tem espaços para acolher outros corações Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus;
Deus nos ama, e a vida cristã é uma resposta ao amor de Deus. Investigue bem o seu coração e qual é o conceito que você tem de felicidade. O que realmente te faz feliz?

O cristianismo bem vivido quando nos ensina doar a vida a quem amamos, é a melhor religião, digo porque experimentei. Se mil vezes eu tivesse que ser cristão, mil vezes eu escolheria. Bem aventurado são aqueles que tem alguém para lhe pegar na mão e dizer que: Deus te ama, e que Ele pode reconstruir a sua vida.

Padre Fábio de Melo 

Padre que evangeliza como cantor, compositor, escritor e apresentador do programa “Direção espiritual” na TV Canção Nova. 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=2845&pre=8037&tit=Felicidade%20versus%20Facilidade