O FARISEU E O PUBLICANO

Olá meus amados irmãos em Cristo Jesus, que a paz do Cristo ressuscitado esteja convosco!

Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.
Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado“.
 Lucas 18:10-14

O Padre Léo usa essa passagem no livro Cura para os traumas da morte no capítulo, Não mascarar a morte. Quando vamos iniciando a leitura dessa passagem, fatalmente muitos de nós logo nos identificamos com a oração do fariseu.

Mas quando termina o trecho nós achamos que a nossa oração não é como a do fariseu, mas sim como a do publicano. A verdade é que se formos sinceros consigo mesmos, a nossa oração é como a do fariseu. Mas sabe porque nós achamos que a nossa é a do publicano? O título do capítulo explica: devido as máscaras que usamos para nós mesmos.

Mascaramos nossos problemas, nossos medos, nossos traumas, e como o Padre Léo cita em vários trechos do livro que em nossa sociedade tudo é feito para que o ser humano não sinta dor. Se tem dor de cabeça toma remédio, se alguém morre dopam a pessoa para que ela não sofra com a perda do ente querido. Hoje se faz de tudo para não sentirmos a dor e como ele bem frisa lá: e qual o problema em sentir dor?

A cura interior, algo tão sonhado por cada um de nós, cada dia se torna mais difícil devido as máscaras que usamos para nós mesmos, muitas vezes até de forma consciente. Mentimos uma vez, como vemos que o resultado é satisfatório, mentimos duas, três e uma infinidade de vezes, chega um ponto em que sentimos um vazio tão grande dentro da gente e não sabemos o motivo disso.

Um dos motivos para esse vazio é a falta de autenticidade, de tanto mentir e mascarar, de tanto medo em não enfrentar as situações ruins, os problemas, os medos, traumas, acabamos por não saber nem quem nós somos.

Talvez você esteja passando por isso, talvez seja eu, talvez sejamos todos nós. E talvez você esteja procurando um caminho, uma resposta para sair dessa situação. Cada dia mais me convenço que não foi a toa que o Padre Léo se tornou um sacerdote do Sagrado Coração de Jesus, pois como ele mesmo falou:

Eis aí uma das respostas que mais ansiamos para começar a escrever uma nova história. Jesus em seu infinito amor nos DEU TUDO em seu sacrifício na cruz. Ele se deu por completo, corpo, alma e coração, tudo por amor. Que hoje cada um de nós possa se colocar diante desse coração rasgado de Cristo na cruz e pedir a graça da cura de nosso coração.

Que hoje diante do coração transpassado de Cristo nós possamos rezar como o publicano:
“Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!”.
Vamos rezar mais? Clique aqui!
Abraço fraterno…
Jonathan Melo

Fonte: http://www.padreleoeterno.com/2013/08/o-fariseu-e-o-publicano.html

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