PADRE FABIO DE MELO: O QUE É FAMÍLIA

setembro 30, 2013


A IGREJA É DE NATUREZA DIVINA

setembro 30, 2013

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A Igreja é de natureza divina

Perseguida por causa de sua fidelidade e coerência

Diz o Papa Francisco: “A Igreja não é de natureza política, mas essencialmente espiritual” (Audiência aos representantes dos meios de comunicação social, 16/03/2013).

A Santa Igreja Católica de Cristo é uma realidade viva, renovada, reavivada, indestrutível, eterna, visível, espiritual, tradicional, presente, atuante e futurista sem nunca perder a fidelidade do projeto do Reino de Deus. Guiada em toda verdade de Jesus Cristo, na beleza da santidade do Espírito Santo e no infinito amor de Deus Pai. Dizia o Papa Gregório XVI: “É mais fácil destruir o sol do que destruir a Igreja e o papado”.

O Espírito Santo leva a Igreja continuamente a abrir espaço para a vinda do Reino, ser fiel à sua identidade e coerente com sua missão. Por causa dessa sua fidelidade e coerência, a Igreja encontra rejeições e perseguições como Cristo as encontrou.

Mas a Igreja não passa apenas por provações externas. Seus próprios membros, às vezes, se comportam como se ela fosse uma instituição puramente humana. Nos dois mil anos da sua história, o povo de Deus sofreu repetidamente a tentação de construir para si fortalezas, com o risco de confundi-las com o Reino de Deus ou de identificar-se com estruturas sociais e políticas.

Não é de pouca monta o julgamento que continuamente vitaliza sua história, ainda que a presença do Espírito é garantia de que jamais será destituída da sua primogenitura e da sua vocação católica. Ela é, todavia, sempre a barca que consegue navegar entre as ondas da história. Os dons do Espírito Santo lhe garantem que não naufragará: “As portas do inferno nada poderão contra ela” (Mt 16,18).

A Igreja é certamente santa, isto é, inteiramente de Deus, pela fé que ensina e professa, pela graça que recebe e doa, principalmente pelo Espírito que nela está. Como tal, permanece unida a Cristo, sua cabeça, e é sacramento universal de salvação. Todavia, se reconhece “sempre necessitada de purificação” (LG 8), no tocante à fidelidade a Cristo e, portanto, a si mesma. Reconhece assim que o julgamento de Deus está sobre ela e que a história pode ser seu lugar e instrumento.

O antigo Israel, nas desventuras e no exílio, crescia graças à voz – ora ameaçadora ora encorajadora – dos profetas. A Igreja cresce e se renova também pelos sofrimento e pelas derrotas. “A Igreja confessa que progrediu muito e pode progredir com a própria oposição daqueles que lhe são adversários ou que a perseguem” (GS 44).

A narrativa dos Atos Apóstolos mostra que a Igreja cresce em qualidade quando, deixando-se interpelar pela Palavra de Deus, vive de modo mais evangélico. Cresce quantitativamente quando, aumentado o número de crentes, fundam-se novas igrejas locais, alargam-se seus limites visíveis, melhoram suas estruturas pastorais. Mas um aspecto não deve prevalecer sobre o outro. Isto acontece quando nos contentamos com uma minoria de eleitos ou damos crédito demasiado às estatísticas.

Há uma alternação nas situações que acompanha este duplo crescimento: sucessos e fracassos, rupturas e recuperações da comunhão. Na história da Igreja não existem épocas inteiramente de ouro ou inteiramente de ferro. O bem e o mal se entrelaçam sempre e os olhos de Deus julgam os acontecimentos e situações com medidas diferentes das nossas. O que nos parece prosperidade satisfatória pode, na realidade, ser aparência estéril; onde vemos desolação, pode estar em preparação um fecundo progresso.

Não é por acaso que épocas particularmente difíceis foram marcadas por grandes figuras de santos e seguidas de desenvolvimentos nunca imaginados.

A vida da Igreja se desenvolve com contínua tensão: entre memória, celebração dos fatos salvíficos do passado e empenho pelo futuro do Reino. Deus quis condividir este empenho com os homens: explicitamente, com os crentes convocados na Igreja; implicitamente, com quantos, sem saber ou querer, mesmo combatendo e perseguindo a Igreja, possam colaborar com o seu desígnio.

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Padre Inácio José do Vale
pe.inacio.jose@gmail.com

 

Padre Inácio José do Vale é professor de História da Igreja no Instituto de Teologia Bento XVI (Cachoeira Paulista). Também é sociólogo em Ciência da Religião.

26/09/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13316

 


PROGRAMAÇÃO DA FESTA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS NO SANTUÁRIO DA 914 NORTE EM BRASÍLIA

setembro 27, 2013

Programação São Francisco de Assis - 2013


NÃO ESMOREÇA NOS MOMENTOS DE SOFRIMENTO

setembro 23, 2013


DESAPEGO

setembro 23, 2013

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Desapego

Há uma insaciável febre de compras

Não é fácil enfrentar um tempo marcado por propostas estimulantes de consumismo e com requinte de esbanjamento. A questão é tão grave que chega até a provocar desequilíbrio social, complicando a vida de muitas pessoas em condições financeiras desconfortáveis. Há uma insaciável febre de compras, induzida pela força e pertinência da mídia.

Seria saudável se todas as pessoas tivessem o necessário para o próprio consumo, mas com capacidade também para certas renúncias, concretizando uma vida de desapego e capacidade de partilha fraterna. Apego exagerado a determinadas riquezas pode denotar sintoma de injustiça, de incapacidade para viver em comunidade e de enxergar o vazio na vida de muitos outros.

Não encarar o desapego de forma concreta pode levar o rico a ficar cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. Com isto aumenta o fosso existente entre uma classe social e outra, ocasionando uma sociedade que experimenta “na pele” o mundo da violência, do inconformismo e da insegurança. Com isto, sofrem os ricos e os pobres e toda a sociedade com eles.

Existem administradores desonestos e inescrupulosos, agindo de forma escandalosa e injusta com todos. É uma esperteza que clama aos céus, provocando a ameaça e o confronto da justiça. Sabemos que, quem pratica o mal, mais cedo ou mais tarde, poderá sofrer as consequências. A injustiça, em muitos casos, é percebida por quem de direito que, às vezes, toma providências.

É importante agir com inteligência diante dos bens que o mundo coloca à nossa disposição. São repugnantes as fraudes que se cometem na administração pública e nos atos privados, deixando transparecer apego a realidades que pertencem a outros. Diz o Mestre Jesus que os filhos das trevas são muito espertos.

O desapego faz as pessoas serem ricas diante de Deus, porque a vida do mundo passa e tudo fica por aí. A grande riqueza é a vida em todas as suas dimensões, na integridade e gratuidade diante da natureza e do Criador. A riqueza pode criar vazio, porque ela é passageira.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)

23/09/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13311

 


PAPA FRANCISCO: A ALEGRIA DE DEUS É PERDOAR

setembro 18, 2013


NÃO AGUENTO MAIS CARREGAR A MINHA CRUZ. O QUE FAÇO?

setembro 18, 2013

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Não aguento mais carregar a minha cruz. O que eu faço?

Abraçar a própria cruz é um ato de fé

Se carregar a cruz fosse algo simples e agradável, Jesus não teria sofrido tanto para carregar a Sua nem teria contado com a ajuda de Simão de Cirene, conforme narra o Evangelho.

Carregar uma cruz… É preciso entender que não se trata de algo que nos trará benefício do ponto de vista humano. Não! Vez por outra, e isso não é raro, olharemos para ela com olhar de relutância, de um peso maior do que podemos suportar. Alguns dirão que não precisamos nos humilhar, que “Deus não quer nosso sofrimento, Ele nos quer sorrindo”. Afirmações “clássicas”, frases feitas, etc., podem confundir o que é, de fato, verdade: Deus não poupou Seu próprio Filho de percorrer o caminho da cruz.

A cruz que, em Jesus, deixa de ser uma maldição para se tornar caminho de expiação dos nossos pecados, foi feita para ser carregada, e cada um de nós precisa assumir a sua. O Senhor não se omitiu diante da cruz e não omitiu que sofreríamos. Muito pelo contrário, Ele nos disse: “Quem quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz a cada dia, depois vem e segue-me” (cf. Lc 9,23). O que Deus quer é nos dar toda a capacidade para carregarmos nossa cruz, a exemplo de Seu próprio Filho.

E como responder a essa pergunta: “O que eu faço se não aguento mais carregar a minha cruz?”. Em primeiro lugar, precisamos assumir a “nossa” cruz. Ela é só nossa e de mais ninguém, não podemos renegá-la, não podemos querer que outros a carreguem. Não, ela é nossa.

Deus, na Sua infinita e amorosa providência, se encarregará de “aliviar”, aqui e ali, esse caminho de cruz. O cireneu vai aparecer no momento em que mais precisarmos, mas precisamos fazer o caminho e, no caminho, experimentar essas manifestações do Senhor que não nos poupa por amor, porque sabe que a nossa humanidade decaída só tem um caminho de purificação: o caminho percorrido pelo Seu Filho Jesus, Aquele que nos amou e se entregou por nós.

Tomar a cruz a cada dia significa que entramos na dinâmica do Reino dos Céus livremente, esperando n’Ele a capacidade para carregá-la, contemplando o socorro de Deus quando, humanamente, não temos mais forças físicas, espirituais nem mentais para ir em frente.

Isso implica, é claro, num ato de fé. Eu creio em Deus, por isso me disponho a carregar minha cruz no dia de hoje. O amanhã não existe, só tenho o hoje, e por isso me disponho a carregá-la.

E não só isso: eu também me disponho a ser feliz apesar da cruz. O ato humano da fé traz para nós esse dom que é graça. Essa dinâmica de me dispor e ser socorrido por ela vai produzir o fruto da virtude da fé na cruz como meio eficaz de redenção e salvação.

Se você não aguenta mais, abrace a cruz. Renegá-la? Ignorá-la? Jamais! Abraçar é um ato de fé. E Deus nos dará o amor para irmos até o fim!


Márcio Todeschini
Comunidade Canção Nova

@TodeschiniCN

13/09/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13303

 


PADRE CHRYSTIAN SHANKAR: AS 5 ÁREAS ATACADAS PELO INIMIGO DA FAMÍLIA

setembro 15, 2013


COMO NOS APROXIMARMOS DA PALAVRA DE DEUS?

setembro 15, 2013

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Como nos aproximarmos da Palavra de Deus?

É necessário criar vínculo com a Palavra

Conta-se que o Imperador alemão Frederico II (+ 1250) quis saber qual era a primeira língua do mundo, aquele que utilizavam Adão e Eva no jardim do Éden. Como acreditava que todas as línguas são aprendidas por imitação, escolheu doze recém-nascidos para que fossem criados isoladamente, sem que ninguém lhes dirigisse uma palavra sequer. Deste modo, segundo o Imperador, se ninguém falasse com eles, não poderiam aprender a língua dos seus cuidadores, e o idioma “original” brotaria espontaneamente de seus lábios. Assim se fez. Os bebês eram cuidados, mas ninguém podia dirigir alguma palavra próximo a eles. O resultado foi que, gradativamente, os bebês foram morrendo um a um. Por quê? Porque lhes faltou a palavra.

Dar a palavra a alguém significa entrar em contato com essa pessoa, criar vínculos, fazer com que o outro participe de nossa própria interioridade.

Quando uma pessoa fica ferida por outra, costuma negar a esta sua palavra, e, embora esta não seja uma atitude cristã – pois o perdão que o Senhor pede que manifestemos nos leva a não excluir a ninguém do nosso amor -, tal gesto nos indica o peso que há no “dar a palavra”.

Quando alguém nos pede que creiamos no que diz, costuma afirmar que “dá sua palavra”.

Essas breves considerações antropológicas nos ajudam a perceber o modo como Deus escolheu agir entre nós. Ele nos deu Sua Palavra. Cristo é a Palavra que se fez carne e habitou entre nós. Sua Palavra permite que conheçamos a intimidade da vida divina, cria vínculo com quem A recebe. Ele “deu Sua Palavra” para que nós acreditássemos que Ele é a verdade, para que participássemos de sua vida. Deus, com toda a força que implica este verbo, entregou Sua Palavra por nós até o extremo.

Vivemos num mundo no qual a palavra praticamente não tem valor. Estão em toda parte: nas “timelines” frenéticas de nossas redes sociais, nos anúncios publicitários, nos abundantes discursos dos políticos, dos “profissionais da fé”, e daqueles que procuram oferecer uma solução mágica para toda espécie de problemas. São tantas palavras que terminamos praticamente por desprezá-las, pensando: “não são mais que palavras”.

Um grande risco para nós seria permitir que esse clima de desvalorização da palavra permeasse a nossa relação com a Palavra feita carne. O acostumar-se com a Palavra de Deus, o pensar que já a conhecemos suficientemente, impediria a abertura necessária para que Ele possa comunicar-se conosco. Seríamos como aqueles bebês da lenda, que morreram, neste caso, não por não ouvirmos uma palavra, mas por tornar-nos impermeáveis a ela.

Estamos diante de uma Palavra que, embora próxima, não pode ser costumeira. Nossa atitude diante dela deve ser a mesma de Moisés no Horeb. Tirar as sandálias dos pés, sandálias empoeiradas pela rotina, para aproximarmo-nos com a expectativa de receber a eterna novidade de Deus.

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Padre Demétrio Gomes
@pedemetrio
Diretor espiritual do Seminário São José de Niterói, e chanceler do Arcebispado da Arquidiocese de Niterói. Vigário Judicial Adjunto e Juiz do Tribunal Interdiocesano de Niterói. Professor do Instituto Filosófico e Teológico do Seminário São José. Está cursando o mestrado de Direito Canônico no Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico do Rio de Janeiro, agregado à Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Presidente da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil para o Regional Leste 1 da CNBB. Membro da Sociedade Brasileira de Canonistas (SBC). Administra também o website Presbíteros para a formação do clero católico.

12/09/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13301

 


PADRE FABIO DE MELO: AMAR MESMO SEM RAZÃO

setembro 14, 2013


COMO CONVIVER COM ALGUÉM DE TEMPERAMENTO DIFÍCIL?

setembro 14, 2013

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Como conviver com alguém de temperamento difícil?

Dê uma resposta diferente!

Quando pensamos em determinados comportamentos e situações, logo nos lembramos dos momentos nos quais não conseguimos lidar com determinados tipos de pessoas pelas características que elas possuem.

Pessoas consideradas “difíceis” encontraremos em todos os lugares: no trabalho, na escola, na família, na comunidade, entre nossos amigos, enfim, no convívio social sempre encontraremos pessoas com as quais teremos algumas ou muitas dificuldades.

O que popularmente chamam de “temperamento forte”, pode revelar uma pessoa determinada, firme em seus propósitos, mas também alguém que pode dificultar relacionamentos, ser dura em seus pensamentos e, muitas vezes, alguém que pode ter barreiras nos seus relacionamentos em grupo. Nosso temperamento traz características herdadas de nossos pais. Se este “nosso tempero” é forte, logo lembramos que pode ter uma dose de “pimenta”, de “sal” e outros tantos sabores.

Nenhuma pessoa pode ser taxada pela característica mais evidente, ou seja, eu não posso julgar alguém apenas por ter um temperamento forte. Mas como ajudar e ser ajudado nestes casos?

Nos relacionamentos cotidianos, vamos aprendendo a perceber as pessoas e a lidar com seus comportamentos. O primeiro ponto que podemos pensar é: “Será que esta pessoa tem algum comportamento que me irrita, pois se parece em algo comigo?”. Será que você também é uma pessoa difícil? Procure, então, perceber-se, deixe de lado as acusações e passe a observar-se melhor. Ao perceber seus valores, sua forma de agir e perceber o mundo, muitas coisas poderão ser clareadas.

Claro que pessoas mal humoradas, de atitudes negativas, que apenas criticam ou para as quais o mundo sempre é ruim, pouco colaboram quando estão convivendo com os demais.

Com uma pessoa assim, é importante que sejamos assertivos, ou seja, que sejamos claros ao dizer, de forma adequada, os comportamentos dela que prejudicam aquele ambiente. Quando deixamos o fato de lado, eles podem “crescer” e quando percebemos todo o relacionamento pode ser perdido. Não “caia no jogo”. Você pode ter um temperamento também forte e facilmente irritar-se e até alimentar aquela situação constrangedora. Acalme-se, olhe para a situação de forma racional e dê uma resposta diferente.

Compreender a forma da outra pessoa pensar também ajuda bastante. Procure pensar antes de dizer, não reaja de forma impulsiva. Quando uma situação está muito difícil, às vezes é melhor recuar e conversar quando ambos estiverem mais calmos.

Gosto muito de uma citação do Padre Joãozinho que diz assim: “Nós precisamos viver como patos e não como esponjas. Os patos têm uma glândula que distribui óleo em suas penas para torná-las impermeáveis. Depois que eles mergulham, sacodem as penas e já estão prontos para outra. Tudo fica por fora deles, nem a água nem a sujeira os atingem. Por outro lado, quando vivemos como esponja, absorvemos tudo que as pessoas nos dizem e acabamos nos tornando complexos, cheios de ressentimento”.

Paciência e benevolência são poderosos instrumentos dos quais precisamos nos lembrar para um bom relacionamento com nossa família, filhos, amigos, trabalho, comunidade, escola. Pensemos nisso!

 

 

Foto Elaine Ribeiro
elaine.ribeiro@cancaonova.com

Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional, colaboradora da Comunidade Canção Nova.
Blog: temasempsicologia.wordpress.com
Twitter: @elaineribeirosp

11/09/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13300

 


COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 15/09/2013

setembro 14, 2013

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COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM, ANO C, DO DIA 15 DE SETEMBRO DE 2013, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista:

http://pt.gloria.tv/?media=499066


PADRE BENILDO CERESA: COMO RENUNCIAR POR AMOR A JESUS CRISTO?

setembro 13, 2013


HÁ DOIS TIPOS DE ARREPENDIMENTO – O PERFEITO: POR AMOR DE DEUS E O IMPERFEITO: POR MEDO DO INFERNO

setembro 13, 2013

HÁ DOIS TIPOS DE ARREPENDIMENTO – O PERFEITO: POR AMOR DE DEUS E O IMPERFEITO: POR MEDO DO INFERNO

COMO FAZER UM ATO DE CONTRIÇÃO PERFEITA
Pouco antes da eclosão da II Guerra Mundial, São Maximiliano Kolbe escreveu uma carta aos seus dirigidos.
 

O objetivo desta carta era exortar os seus discípulos a se prepararem para a festa da Imaculada Conceição, 8 de dezembro, que se aproximava.

Mas também mostrou-lhes como receber o perdão para os pecados, na guerra que se avizinhava, onde os padres eram escassos e era difícil receber a confissão sacramental.

Ele escreveu:

“Quem pode, deve receber o sacramento da Penitência. Quem não pode, por causa das circunstâncias que impedem, deve purificar  a sua alma por atos de contrição perfeita. Isto é, a tristeza de uma criança amorosa que não considera tanto a dor ou recompensa quando ela pede o perdão de seu pai e de sua mãe, a quem ele deu descontentamento.”

Esta é uma magnífica fórmula e lição sobre como fazer um ato de contrição perfeita.

Como a maioria das pessoas sabe, existem dois tipos de contrição:

– Perfeito: por amor de Deus;

– Imperfeito: por medo do inferno.

A Doutrina católica distingue um duplo ódio do pecado. Um, a contrição perfeita, decorrente do amor de Deus, que foi gravemente ofendido; o outro, a contrição imperfeita.  Esta resulta principalmente por causa de outros motivos, tais como a perda do céu, o medo do inferno, a hediondez do pecado, etc. (Concílio de Trento, Sess. XIV, cap. iv de Contritione). (A Enciclopédia Católica, “Contrição”)

Quando fazemos a confissão sacramental (com um sacerdote), a contrição imperfeita é suficiente para recebermos  o perdão de nossos pecados.

No entanto, em circunstâncias extraordinárias em que não podemos fazer a confissão sacramental, devemos fazer um ato de contrição perfeita, o que é suficiente para ter nossos pecados perdoados.

Importante: O ato de contrição perfeita inclui o desejo do sacramento da Penitência (ou reconciliação) e da intenção de receber a confissão sacramental na primeira oportunidade.

NOTA: Aquele que está consciente de pecado mortal não pode receber a Santa Eucaristia sem prévia confissão sacramental.

O fato de que podemos sempre fazer um ato de contrição perfeita, em qualquer circunstância e em qualquer momento, é muito consolador e muito importante dele lembrarmos frequentemente.

Sobretudo quando pensamos em nossos soldados que estão em perigo. Eles podem não ter um capelão junto da tropa, antes de entrar em ação. Nesse caso, eles devem sempre dizer um ato de contrição perfeita.

Na verdade, não é só em circunstâncias extraordinárias que devemos fazer atos de contrição perfeita. A qualquer momento, se tivermos a infelicidade de cometer um pecado mortal, devemos procurar reconciliar-nos com Deus, logo que possível, por um ato de contrição perfeita, antes de ir para o trabalho.

Além disso, mesmo não tendo incorrido em pecado grave, devemos fazer frequentes atos de contrição perfeita para pedir perdão pelos pecados graves do passado, e dos pecados veniais do presente.

Ao fazê-lo, manifestamos nosso amor por Deus. E provamos nossa aversão ao pecado, que O ofende. Procedendo assim, certamente receberemos as graças mais abundantes para não mais pecar. Uma prática altamente recomendada é incluir um ato de contrição em nossas orações de “antes de dormir”.

Ato de Contrição

Ó meu Deus, sinceramente me arrependo de ter-vos ofendido; detesto todos os meus pecados, porque temo a perda do céu, e as consequentes penas do inferno, mas, acima de tudo, porque eles ofendem a Vós, meu Deus, que sois tudo de bom e merecedor de todo o meu amor. Estou firmemente resolvido, com a ajuda da vossa graça, a confessar os meus pecados, para fazer penitência, e para mudar de vida para não mais pecar. Amém.

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=4210


PADRE CHRYSTIAN SHANKAR: A PALAVRA DE DEUS OPERA MARAVILHAS!

setembro 11, 2013


TER A CORAGEM DE ENFRENTAR OS SEUS MEDOS

setembro 11, 2013

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Tenha a coragem de enfrentar os seus medos

Se o medo vencer, acabará asfixiando a fé

“Até mesmo os cabelos de vossa cabeça estão todos contados. Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais” (Lc 12,7).

Dizem que, na Bíblia, a expressão “não tenhais medo” está escrita 365 vezes. Isso significa que para cada dia no ano temos de nos lembrar de que podemos vencer esse inimigo.

Mesmo que esta conta não seja exata, o certo é que, nesse duelo “medo x você”, Deus quer fazer de você um vencedor. O Senhor não vai lutar por você, mas, com certeza, lutará com você. Não sei se percebeu, mas você já está na arena da vida, a luta já vai começar. Resta saber quem vai vencer: você ou o seu medo.

Existem muitos tipos de medos: medo do passado, do presente, do futuro; medo de pessoas de dentro de casa, medo de pessoas de fora; medo de solidão, de multidão; medo de morrer, de viver; medo de homem, de mulher. Existem pessoas que têm medo de quem está vivo, outras de quem está morto.

Alguns com medo da traição, outros da paixão; outros com medo do perdão (dar ou receber); alguns com medo de falar, outros com medo de calar; alguns com medo do conhecido, outros do desconhecido. Enfim, são muitos tipos de temor e escrever uma lista de todos seria, talvez, algo quase impossível.

Certa vez, ouvi padre Rufus Pereira dizer que o demônio é o “deus do medo” e que esse sentimento é como um louvor aos infernos: quanto mais uma pessoa o alimenta, tanto mais força tem o demônio de fazer mal a ela. Medo e fé são como água e óleo: não se misturam. Ou uma pessoa tem fé ou tem medo. Se o medo vencer, acabará asfixiando a fé.

O temor, na maioria das vezes, surge da nossa imaginação (como Santa Teresa dizia: “A imaginação é a louca da casa”); por isso, muitas vezes, o medo é como um manipulador, um “cara bom de papo” ou até um ilusionista, que o faz ver o que não existe, acreditar no que não é verdade e assustar-se com fantasmas que já foram sepultados, mas que ele insiste em dizer que estão vivos.

Na grande arena da vida, os ponteiros da decisão apontam a hora de enfrentar os seus medos, não de mãos vazias, mas com “as armas da fé” (cf. Rm 13,12). Não se esqueça também de que todo lutador tem sempre um técnico que lhe diz o que fazer. O seu é Jesus, Aquele que lhe diz: “Não tenhas medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do vosso Pai dar a vós o Reino” (Lc 12,32).

Quem não tiver coragem de enfrentar os seus medos nunca descobrirá que é maior do que eles, não importa o nome que tenham; você não pode mais lutar de costas, essa é a posição do pânico, dos covardes, dos derrotados. Na luta entre o medo e você, creia que o cinturão da vitória é seu.


Padre Sóstenes Vieira
Comunidade Canção Nova

 

10/09/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13298

 


PADRE VAGNER BAIA: O PODER DE DEUS É MAIOR QUE AS CILADAS DO DEMÔNIO

setembro 10, 2013


PAPA FRANCISCO EXORTA FIÉIS A ANUNCIAREM JESUS SEM TEMOR E VERGONHA

setembro 10, 2013

Papa exorta fiéis a anunciarem Jesus sem temor e vergonha

Francisco advertiu que há cristãos sem a crença no Cristo Ressuscitado

Da Redação, com Rádio Vaticano em italiano

Os cristãos são chamados a anunciar Jesus sem temor, sem vergonha e sem triunfalismo. Esta foi a reflexão do Papa Francisco na Missa celebrada na Casa Santa Marta nesta terça-feira, 10, no Vaticano. Ele reafirmou que Cristo é sempre o centro e a esperança da vida.

A homilia do Santo Padre desenvolveu-se a partir das palavras sobre Jesus na Carta de São Paulo aos Colossenses, recordando que São Paulo aconselha todos a caminharem com Jesus. “Porque Ele venceu, caminhar com Ele enraizados e construídos sobre Ele, sobre esta vitória, firmes na fé”.

Francisco destacou que a ressurreição de Jesus é o ponto chave, mas nem sempre é fácil entendê-la. Ele explicou que há muitos cristãos sem o Cristo Ressuscitado e, pensando nesses casos, ele destacou três atitudes desses cristãos: os temerosos, os vergonhosos e os triunfalistas. “Estes três não se encontraram com Cristo Ressuscitado!”, disse.

Os temerosos, segundo o Santo Padre, são aqueles que temem pensar na Ressurreição. Sobre os vergonhosos, ele explicou que são aqueles que têm vergonha de confessar que Cristo ressuscitou tendo em vista um mundo com tantos avanços na ciência. Por fim, Francisco falou dos triunfalistas, que em seu íntimo não acreditam no Ressuscitado e querem fazer uma ressurreição mais majestosa que a verdadeira.

“Quando nós olhamos para estes cristãos, com tantas atitudes triunfalistas, na sua vida, em seus discursos e em suas pastorais, na Liturgia, tantas coisas assim, é porque no mais íntimo não acreditam profundamente no Ressuscitado”.

O Papa destacou, por fim, que esta é a mensagem de Paulo para o dia de hoje: Cristo é tudo, é a totalidade e a esperança. “Jesus está vivo, é o Ressuscitado. E assim venceu o mundo. Que o Senhor nos dê a graça de entender e viver estas coisas”, finalizou.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/papa-exorta-fieis-a-anunciarem-jesus-sem-temor-e-vergonha/

 


COMENTÁRIO DO EVANGELHO DE DOMINGO DIA 08/09/2013

setembro 6, 2013

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COMENTÁRIO DO EVANGELHO DO XXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM, ANO C, DO DIA 08 DE SETEMBRO DE 2013, FEITO PELO PADRE MATEUS MARIA, FMDJ.

Clique no link abaixo e assista:

http://pt.gloria.tv/?media=495718


PADRE IVAN PAIXÃO: SEJA O MODELO DE CRISTO NA SUA CASA

setembro 6, 2013