BANDA CONEXA: PERTO ESTÁ

outubro 31, 2013


HISTÓRIAS DE VIDA COM FINAL FELIZ

outubro 31, 2013

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Histórias de vida com final feliz

«Santo Padre, deixei de fazer abortos; agora luto pela vida»

Setembro é considerado o mês da primavera, das flores e da vida que vence a morte. Pelo menos, é o que atestam os dois fatos que me apresso a narrar.

No dia 3, Anna Romano, uma italiana de 35 anos, recebeu um telefonema que jamais imaginara possível: nada mais nada menos que do próprio Papa! Em junho, ela lhe havia enviado uma carta para contar a sua dolorosa história.

Sem muitos rodeios, informava-o de que havia sido abandonada pelo namorado ao revelar a ele que estava grávida. Agressivo e autoritário, a resposta dele não admitia réplica: para continuarem juntos, ela deveria procurar uma clínica e abortar, pois, sendo ele já casado, tinha um filho e não queria assumir outra criança.

Lá pelas quatro horas da tarde do dia 3, toca o telefone na casa de Anna. Do outro lado da linha, uma voz lhe diz: «O Papa Francisco quer falar com você!». A princípio, ela pensou que fosse trote, mas quando o Santo Padre lhe contou que tinha lido a sua carta, ela começou a acreditar, pois apenas seus pais e sua melhor amiga sabiam de seu drama.

«Fiquei muda, sem saber o que responder», explicou ela a um jornalista, alguns dias depois. «Eu lhe disse que queria batizar o meu filho, mas tinha medo, porque sou mãe solteira e já havia me divorciado uma vez. Mas o Papa me respondeu que, se não encontrasse um padre para celebrar o batismo, ele mesmo estava disposto a fazê-lo. Aquela ligação de poucos minutos mudou a minha vida. O Papa me falou que sou corajosa e forte por ter decidido ter o bebê, mesmo depois de seu pai me abandonar. O meu bebê nascerá em abril e, se for homem, seu nome será Francisco».

E acrescentou que, quando o noivo lhe pediu que abortasse, ela pensou que seria a melhor solução, pois «se sentia sozinha e infeliz, mas agora, só a ideia de abortar, me dá calafrios. Estou contando a minha história porque quero que seja de exemplo para tantas mulheres que se sentem longe da Igreja porque estão divorciadas ou por terem topado com homens que não merecem ser pais».

Um “aborto” com final feliz, portanto. Pouco depois, no dia 20, houve mais uma vitória da vida, quando ganhou as manchetes dos jornais a conversão de Antônio Oriente, vice-presidente da Associação Italiana de Ginecologistas e Obstetras Católicos. Naquela data, ele foi recebido pelo Papa Francisco, ocasião em que lhe entregou os instrumentos cirúrgicos de que, durante anos, se servira para praticar milhares de abortos, por amor ao dinheiro e por ter como ideal de vida – são palavras suas – «avançar na carreira e subir de classe social».

Sua história começou a mudar a partir do casamento com Maria Carmela, uma pediatra que, diferentemente do que acontecia com ele, gostava de crianças. Talvez pelo fato de continuar – como ele mesmo disse – «matando os filhos dos outros», os anos passavam e eles não conseguiam ter filhos. Não foram poucas as vezes em que, ao chegar em casa, o médico encontrava a esposa chorando.

Uma noite, não teve forças para deixar o consultório, porque «se sentia destruído e não podia voltar assim para casa». Na madrugada, ao perceber a luz acesa, um casal bateu à porta da clínica, intuindo que o médico estava passando por algum problema. O casal escutou a sua história de dor e o convidou a participar de um encontro de oração. «Depois disso – explicou Antônio – comecei a conhecer um Deus diferente daquele que eu conhecia. Antes, eu via o Cristianismo como uma imposição, e o odiava. Este Deus era misericordioso e me dizia: ‘Entrega-te a mim, e todo o teu sofrimento desaparecerá’».

Pouco depois da conversão do marido, Maria Carmela ficou grávida. «Com esta gravidez milagrosa, o doente deixou de ser para mim um pedaço de carne e se converteu num pedaço da carne do Cristo, que eu tinha o privilégio de tocar com minhas mãos. Deste dia em diante, dediquei a minha vida a Cristo e à vida», acrescentou Antônio.

Juntamente com os instrumentos de morte, o médico entregou ao Papa uma imagem de Nossa Senhora de Luján, Padroeira da Argentina, que lhe fora oferecida por uma jovem daquele país depois de convencê-la a não abortar: «Santo Padre, deixei de fazer abortos; agora luto pela vida».Ao receber o material cirúrgico, Francisco lhe disse: «Levarei tudo isso para o meu quarto, na Casa Santa Marta. Esta noite rezarei por você».

Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo de Dourados (MS)

E-mail para contato: redovinorizzardo@gmail.com

28/10/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13344

 


MARCIO TODESCHINI: PERTENCER A DEUS

outubro 29, 2013


DEIXE-SE TRABALHAR PELO SENHOR

outubro 29, 2013
“Mudar o coração. Isso não depende só de nosso esforço, e sim da graça de Deus”, ensina monsenhor Jonas
DEIXE-SE TRABALHAR PELO SENHOR
 
Você deve conhecer a expressão “santo do pau oco”. Deus não se agrada daqueles que tentam enganá-Lo ostentando uma imagem de santidade. O Senhor não se deixa enganar. Os homens veem as aparências; Deus vê o coração. Seus valentes guerreiros precisam ser formados na essência do Evangelho.

O Senhor não se satisfaz com exterioridade, pois Ele abomina os “sepulcros caiados” (cf. Mt 23,27). Por isso quer nos dar um coração novo e um espírito novo e nos formar discípulos segundo o Seu Coração.

E nos diz: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás homicídio; aquele que cometer um homicídio responderá por ele no tribunal” (Mt 5,21).

Os escribas e os fariseus faziam questão de observar precisamente esse mandamento; essa era a lei. Mas Jesus vai muito além. Ele não para na consequência, vai à causa. Não para no homicídio, vai ao coração. Por isso Ele não proíbe apenas o matar, Ele quer nos dar um coração transformado.

Jesus vai ainda mais a fundo:

“Pois eu vos digo: todo aquele que se encolerizar contra seu irmão responderá por isso no tribunal […]”(Mt 5,22a).

A cólera, a ira e o rancor, nutridos no coração, vão levar-nos a certas atitudes impensadas, até mesmo ao homicídio. A semente está nos sentimentos, e Jesus quer atingir a semente, não apenas as consequências que virão. Ele quer ir ao seu coração e cauterizar a causa: a cólera, a inveja, a ambição, o rancor… E vai além: Ele quer dar-nos um coração semelhante ao d’Ele: um coração manso, humilde, bondoso, paciente, cheio de amor.

Esta é a meta: mudar o coração. Isso não depende só de nosso esforço, e sim da graça de Deus, que quer nos dar um novo coração. O que fazemos é aceitar, cooperar.

Essa mentalidade é oposta à mentalidade do mundo na qual fomos educados. Ensinaram-nos a pagar o mal com o mal, o desaforo com o desaforo, a ofensa com a ofensa. O Senhor quer mudar tudo isso. A tentação havia nos convencido de que esse tipo de santidade não existia. Era utopia, ilusão e não devíamos ser presunçosos a ponto de querer conquistá-la. Mas a grande realidade é que o Senhor quer que cheguemos lá, que passemos além. Ele nos quer no caminho da santidade.

Jesus arremata tudo no final desse capítulo, dizendo-nos:

“Sereis perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celeste” (Mt 5,45).

É uma ordem e uma afirmação ao mesmo tempo. Este é o propósito de Jesus para nós. Só não o conseguiremos se não quisermos, se não cooperarmos. 

É como o artista que pega barro e com ele faz coisas maravilhosas: um prato, um vaso, uma estátua. Deus é o artista por excelência. Ele quer pegar o barro que somos nós. Não é o barro que vai dizer o que será feito dele, e sim o artista. Não podemos, como barro, dizer ao Senhor: “Eu não posso, não consigo!” Não somos nós que decidimos. Quem decide o que fazer do barro é o artista. Nossa parte é deixar-nos trabalhar pelo Senhor. Ele decidiu: “Sereis perfeitos”.

Ele quer nos levar além de nossos limites: “Sereis perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito”. Minha parte, a sua parte, é deixar-se trabalhar. Entregue-se agora como barro nas mãos do oleiro:

Eu não sou mais do que barro: modela-me, Senhor. Faz deste barro aquilo que Tu queres. Faz-me à Tua imagem. Faz meu coração semelhante ao Teu. Jesus manso, humilde, cheio de amor, de bondade, faz meu coração semelhante ao Teu.
Não passo de barro! Mas quero, com minha liberdade, cooperar Contigo para que esta palavra se realize em minha vida: “Sereis perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito”. Eu quero, assim como o Senhor o quer.
Eu Te dou a liberdade de fazer isso, Senhor. Quero cooperar, não quero atrapalhar, não quero impedir.
Faz-me fiel, Senhor. Faz-me santo. Faz-me perfeito.
Muda minha vida. Muda meu coração.

Retirado do livro “Combatentes na Provação” (páginas 43 a 46)

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/informativos.php?id=2664

 


MÁRCIO MENDES: LEVE A DEUS OS SEUS PROBLEMAS

outubro 27, 2013


O TRABALHO DO HOMEM

outubro 27, 2013

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O trabalho do homem

Criado por Deus como um meio de santificação

A Igreja ensina que o trabalho é uma bênção; por ele o homem é chamado a construir o mundo, a servir os irmãos e a se santificar. “O trabalho humano procede imediatamente das pessoas criadas à imagem de Deus e chamadas a prolongar, ajudando-se mutuamente, a obra da criação, dominando a terra” (GS 34; CA 31).

O trabalho é, pois, um dever: “Quem não quer trabalhar também não há de comer” (2Ts 3,10). O trabalho honra os dons do Criador e os talentos recebidos. Também pode ser redentor. Suportando a pena do trabalho unido a Jesus, o artesão de Nazaré e o Crucificado do Calvário, o homem colabora de certa maneira com o Filho de Deus em sua obra redentora. Mostra-se discípulo de Cristo carregando a cruz, cada dia, na atividade que é chamado a realizar. O trabalho pode ser um meio de santificação e uma animação das realidades terrestres no Espírito de Cristo (CIC §2427).

A maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal ou mental; doméstico ou empresarial; profissional ou particular. E o trabalho foi criado em nossa vida, por Deus, como um meio de santificação.

No trabalho, a pessoa exerce e realiza uma parte das capacidades inscritas em sua natureza. O valor primordial do trabalho está ligado ao próprio homem, que é seu autor e destinatário. O trabalho é para o homem, e não o homem para o trabalho (cf. LE 6).

A Igreja orienta que “cada um deve poder tirar do trabalho os meios para sustentar-se, a si e aos seus, bem como para prestar serviço à comunidade humana” (CIC §2428).

Depois que o homem pecou no paraíso e perdeu o “estado de justiça e santidade” originais, Deus fez do trabalho um meio de redenção para ele:

Ao homem Ele disse: “Porque ouviste a voz da tua mulher e comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer, amaldiçoado será o solo por tua causa. Com sofrimentos tirarás dele o alimento todos os dias de tua vida. Ele produzirá para ti espinhos e ervas daninhas, e tu comerás das ervas do campo. Comerás o pão com o suor do teu rosto, até voltares ao solo, do qual foste tirado” (Gn 3,17-19).

Mais do que um castigo para o homem, o trabalho foi inserido em sua vida para a sua redenção. Por causa do pecado, ele agora é acompanhado do “suor”. Mas Deus fez desse sofrimento matéria-prima de salvação.

Infelizmente, a maioria dos homens, mesmo muitos católicos, tem uma visão distorcida do trabalho, por isso, fazem de tudo para se verem livres dele. Trata-se de um grande engano.

Para nos mostrar a importância fundamental do trabalho em nossa vida, Jesus trabalhou até os trinta anos naquela carpintaria humilde e santa de Nazaré. E para nos ensinar que todo trabalho é santo, qualquer que seja ele, do lixeiro ou do Papa, do pedreiro ou do médico, Cristo assumiu o trabalho mais humilde: o de carpinteiro, muito desprezado em Seu tempo.

Trabalhando, como homem, Jesus tornou sagrado o trabalho humano e fonte de santificação. Por isso, o lema de vida de Santo Afonso de Ligório era: “Nunca perder tempo”. E São Bento, de Nurcia, tomou como lema da vida dos mosteiros: Ora et labora! (Reza e trabalha!).

:: Conteúdo extraído do livro “Os Dez Mandamentos”. Adquira este material de evangelização em nossa Loja Virtual 

 

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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”. Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: http://www.cleofas.com.br

24/10/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13342

 


MONSENHOR JONAS ABIB: OLHE PARA A CRUZ

outubro 24, 2013