BANDA CONEXA: PERTO ESTÁ

outubro 31, 2013


HISTÓRIAS DE VIDA COM FINAL FELIZ

outubro 31, 2013

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Histórias de vida com final feliz

«Santo Padre, deixei de fazer abortos; agora luto pela vida»

Setembro é considerado o mês da primavera, das flores e da vida que vence a morte. Pelo menos, é o que atestam os dois fatos que me apresso a narrar.

No dia 3, Anna Romano, uma italiana de 35 anos, recebeu um telefonema que jamais imaginara possível: nada mais nada menos que do próprio Papa! Em junho, ela lhe havia enviado uma carta para contar a sua dolorosa história.

Sem muitos rodeios, informava-o de que havia sido abandonada pelo namorado ao revelar a ele que estava grávida. Agressivo e autoritário, a resposta dele não admitia réplica: para continuarem juntos, ela deveria procurar uma clínica e abortar, pois, sendo ele já casado, tinha um filho e não queria assumir outra criança.

Lá pelas quatro horas da tarde do dia 3, toca o telefone na casa de Anna. Do outro lado da linha, uma voz lhe diz: «O Papa Francisco quer falar com você!». A princípio, ela pensou que fosse trote, mas quando o Santo Padre lhe contou que tinha lido a sua carta, ela começou a acreditar, pois apenas seus pais e sua melhor amiga sabiam de seu drama.

«Fiquei muda, sem saber o que responder», explicou ela a um jornalista, alguns dias depois. «Eu lhe disse que queria batizar o meu filho, mas tinha medo, porque sou mãe solteira e já havia me divorciado uma vez. Mas o Papa me respondeu que, se não encontrasse um padre para celebrar o batismo, ele mesmo estava disposto a fazê-lo. Aquela ligação de poucos minutos mudou a minha vida. O Papa me falou que sou corajosa e forte por ter decidido ter o bebê, mesmo depois de seu pai me abandonar. O meu bebê nascerá em abril e, se for homem, seu nome será Francisco».

E acrescentou que, quando o noivo lhe pediu que abortasse, ela pensou que seria a melhor solução, pois «se sentia sozinha e infeliz, mas agora, só a ideia de abortar, me dá calafrios. Estou contando a minha história porque quero que seja de exemplo para tantas mulheres que se sentem longe da Igreja porque estão divorciadas ou por terem topado com homens que não merecem ser pais».

Um “aborto” com final feliz, portanto. Pouco depois, no dia 20, houve mais uma vitória da vida, quando ganhou as manchetes dos jornais a conversão de Antônio Oriente, vice-presidente da Associação Italiana de Ginecologistas e Obstetras Católicos. Naquela data, ele foi recebido pelo Papa Francisco, ocasião em que lhe entregou os instrumentos cirúrgicos de que, durante anos, se servira para praticar milhares de abortos, por amor ao dinheiro e por ter como ideal de vida – são palavras suas – «avançar na carreira e subir de classe social».

Sua história começou a mudar a partir do casamento com Maria Carmela, uma pediatra que, diferentemente do que acontecia com ele, gostava de crianças. Talvez pelo fato de continuar – como ele mesmo disse – «matando os filhos dos outros», os anos passavam e eles não conseguiam ter filhos. Não foram poucas as vezes em que, ao chegar em casa, o médico encontrava a esposa chorando.

Uma noite, não teve forças para deixar o consultório, porque «se sentia destruído e não podia voltar assim para casa». Na madrugada, ao perceber a luz acesa, um casal bateu à porta da clínica, intuindo que o médico estava passando por algum problema. O casal escutou a sua história de dor e o convidou a participar de um encontro de oração. «Depois disso – explicou Antônio – comecei a conhecer um Deus diferente daquele que eu conhecia. Antes, eu via o Cristianismo como uma imposição, e o odiava. Este Deus era misericordioso e me dizia: ‘Entrega-te a mim, e todo o teu sofrimento desaparecerá’».

Pouco depois da conversão do marido, Maria Carmela ficou grávida. «Com esta gravidez milagrosa, o doente deixou de ser para mim um pedaço de carne e se converteu num pedaço da carne do Cristo, que eu tinha o privilégio de tocar com minhas mãos. Deste dia em diante, dediquei a minha vida a Cristo e à vida», acrescentou Antônio.

Juntamente com os instrumentos de morte, o médico entregou ao Papa uma imagem de Nossa Senhora de Luján, Padroeira da Argentina, que lhe fora oferecida por uma jovem daquele país depois de convencê-la a não abortar: «Santo Padre, deixei de fazer abortos; agora luto pela vida».Ao receber o material cirúrgico, Francisco lhe disse: «Levarei tudo isso para o meu quarto, na Casa Santa Marta. Esta noite rezarei por você».

Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo de Dourados (MS)

E-mail para contato: redovinorizzardo@gmail.com

28/10/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13344

 


MARCIO TODESCHINI: PERTENCER A DEUS

outubro 29, 2013


DEIXE-SE TRABALHAR PELO SENHOR

outubro 29, 2013
“Mudar o coração. Isso não depende só de nosso esforço, e sim da graça de Deus”, ensina monsenhor Jonas
DEIXE-SE TRABALHAR PELO SENHOR
 
Você deve conhecer a expressão “santo do pau oco”. Deus não se agrada daqueles que tentam enganá-Lo ostentando uma imagem de santidade. O Senhor não se deixa enganar. Os homens veem as aparências; Deus vê o coração. Seus valentes guerreiros precisam ser formados na essência do Evangelho.

O Senhor não se satisfaz com exterioridade, pois Ele abomina os “sepulcros caiados” (cf. Mt 23,27). Por isso quer nos dar um coração novo e um espírito novo e nos formar discípulos segundo o Seu Coração.

E nos diz: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás homicídio; aquele que cometer um homicídio responderá por ele no tribunal” (Mt 5,21).

Os escribas e os fariseus faziam questão de observar precisamente esse mandamento; essa era a lei. Mas Jesus vai muito além. Ele não para na consequência, vai à causa. Não para no homicídio, vai ao coração. Por isso Ele não proíbe apenas o matar, Ele quer nos dar um coração transformado.

Jesus vai ainda mais a fundo:

“Pois eu vos digo: todo aquele que se encolerizar contra seu irmão responderá por isso no tribunal […]”(Mt 5,22a).

A cólera, a ira e o rancor, nutridos no coração, vão levar-nos a certas atitudes impensadas, até mesmo ao homicídio. A semente está nos sentimentos, e Jesus quer atingir a semente, não apenas as consequências que virão. Ele quer ir ao seu coração e cauterizar a causa: a cólera, a inveja, a ambição, o rancor… E vai além: Ele quer dar-nos um coração semelhante ao d’Ele: um coração manso, humilde, bondoso, paciente, cheio de amor.

Esta é a meta: mudar o coração. Isso não depende só de nosso esforço, e sim da graça de Deus, que quer nos dar um novo coração. O que fazemos é aceitar, cooperar.

Essa mentalidade é oposta à mentalidade do mundo na qual fomos educados. Ensinaram-nos a pagar o mal com o mal, o desaforo com o desaforo, a ofensa com a ofensa. O Senhor quer mudar tudo isso. A tentação havia nos convencido de que esse tipo de santidade não existia. Era utopia, ilusão e não devíamos ser presunçosos a ponto de querer conquistá-la. Mas a grande realidade é que o Senhor quer que cheguemos lá, que passemos além. Ele nos quer no caminho da santidade.

Jesus arremata tudo no final desse capítulo, dizendo-nos:

“Sereis perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celeste” (Mt 5,45).

É uma ordem e uma afirmação ao mesmo tempo. Este é o propósito de Jesus para nós. Só não o conseguiremos se não quisermos, se não cooperarmos. 

É como o artista que pega barro e com ele faz coisas maravilhosas: um prato, um vaso, uma estátua. Deus é o artista por excelência. Ele quer pegar o barro que somos nós. Não é o barro que vai dizer o que será feito dele, e sim o artista. Não podemos, como barro, dizer ao Senhor: “Eu não posso, não consigo!” Não somos nós que decidimos. Quem decide o que fazer do barro é o artista. Nossa parte é deixar-nos trabalhar pelo Senhor. Ele decidiu: “Sereis perfeitos”.

Ele quer nos levar além de nossos limites: “Sereis perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito”. Minha parte, a sua parte, é deixar-se trabalhar. Entregue-se agora como barro nas mãos do oleiro:

Eu não sou mais do que barro: modela-me, Senhor. Faz deste barro aquilo que Tu queres. Faz-me à Tua imagem. Faz meu coração semelhante ao Teu. Jesus manso, humilde, cheio de amor, de bondade, faz meu coração semelhante ao Teu.
Não passo de barro! Mas quero, com minha liberdade, cooperar Contigo para que esta palavra se realize em minha vida: “Sereis perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito”. Eu quero, assim como o Senhor o quer.
Eu Te dou a liberdade de fazer isso, Senhor. Quero cooperar, não quero atrapalhar, não quero impedir.
Faz-me fiel, Senhor. Faz-me santo. Faz-me perfeito.
Muda minha vida. Muda meu coração.

Retirado do livro “Combatentes na Provação” (páginas 43 a 46)

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/informativos.php?id=2664

 


MÁRCIO MENDES: LEVE A DEUS OS SEUS PROBLEMAS

outubro 27, 2013


O TRABALHO DO HOMEM

outubro 27, 2013

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O trabalho do homem

Criado por Deus como um meio de santificação

A Igreja ensina que o trabalho é uma bênção; por ele o homem é chamado a construir o mundo, a servir os irmãos e a se santificar. “O trabalho humano procede imediatamente das pessoas criadas à imagem de Deus e chamadas a prolongar, ajudando-se mutuamente, a obra da criação, dominando a terra” (GS 34; CA 31).

O trabalho é, pois, um dever: “Quem não quer trabalhar também não há de comer” (2Ts 3,10). O trabalho honra os dons do Criador e os talentos recebidos. Também pode ser redentor. Suportando a pena do trabalho unido a Jesus, o artesão de Nazaré e o Crucificado do Calvário, o homem colabora de certa maneira com o Filho de Deus em sua obra redentora. Mostra-se discípulo de Cristo carregando a cruz, cada dia, na atividade que é chamado a realizar. O trabalho pode ser um meio de santificação e uma animação das realidades terrestres no Espírito de Cristo (CIC §2427).

A maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal ou mental; doméstico ou empresarial; profissional ou particular. E o trabalho foi criado em nossa vida, por Deus, como um meio de santificação.

No trabalho, a pessoa exerce e realiza uma parte das capacidades inscritas em sua natureza. O valor primordial do trabalho está ligado ao próprio homem, que é seu autor e destinatário. O trabalho é para o homem, e não o homem para o trabalho (cf. LE 6).

A Igreja orienta que “cada um deve poder tirar do trabalho os meios para sustentar-se, a si e aos seus, bem como para prestar serviço à comunidade humana” (CIC §2428).

Depois que o homem pecou no paraíso e perdeu o “estado de justiça e santidade” originais, Deus fez do trabalho um meio de redenção para ele:

Ao homem Ele disse: “Porque ouviste a voz da tua mulher e comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer, amaldiçoado será o solo por tua causa. Com sofrimentos tirarás dele o alimento todos os dias de tua vida. Ele produzirá para ti espinhos e ervas daninhas, e tu comerás das ervas do campo. Comerás o pão com o suor do teu rosto, até voltares ao solo, do qual foste tirado” (Gn 3,17-19).

Mais do que um castigo para o homem, o trabalho foi inserido em sua vida para a sua redenção. Por causa do pecado, ele agora é acompanhado do “suor”. Mas Deus fez desse sofrimento matéria-prima de salvação.

Infelizmente, a maioria dos homens, mesmo muitos católicos, tem uma visão distorcida do trabalho, por isso, fazem de tudo para se verem livres dele. Trata-se de um grande engano.

Para nos mostrar a importância fundamental do trabalho em nossa vida, Jesus trabalhou até os trinta anos naquela carpintaria humilde e santa de Nazaré. E para nos ensinar que todo trabalho é santo, qualquer que seja ele, do lixeiro ou do Papa, do pedreiro ou do médico, Cristo assumiu o trabalho mais humilde: o de carpinteiro, muito desprezado em Seu tempo.

Trabalhando, como homem, Jesus tornou sagrado o trabalho humano e fonte de santificação. Por isso, o lema de vida de Santo Afonso de Ligório era: “Nunca perder tempo”. E São Bento, de Nurcia, tomou como lema da vida dos mosteiros: Ora et labora! (Reza e trabalha!).

:: Conteúdo extraído do livro “Os Dez Mandamentos”. Adquira este material de evangelização em nossa Loja Virtual 

 

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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”. Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: http://www.cleofas.com.br

24/10/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13342

 


MONSENHOR JONAS ABIB: OLHE PARA A CRUZ

outubro 24, 2013


BUSCANDO O EQUILÍBRIO EMOCIONAL

outubro 24, 2013

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Buscando o equilíbrio emocional

Responder com amor nas situações mais adversas

Talvez um dos maiores desafios do mundo moderno esteja em adquirirmos o equilíbrio das emoções. Absorvemos muitas informações, o tempo todo nos deparamos com desafios cada vez maiores e a exigência por resultados é sempre mais intensa.

Tudo isso exige do corpo e da mente respostas rápidas. Mas como fica o terreno das nossas emoções? Basta nos observarmos no trânsito, à espera do elevador – quando apertamos o botão de chamada várias vezes, como se isso fosse apressá-lo – ou em casa, quando temos algo mais sério a resolver, para avaliarmos como estamos nessa área da nossa vida.

Muitos não conseguem se controlar emocionalmente. Não nos bastará ser inteligentes, eficientes e práticos se não empregarmos bem todas essas qualidades. E todos esses dons passam pela prova dos sentimentos. Muitas vezes, a pessoa é ótima na área profissional, mas não consegue interagir com os (as) colegas de trabalho, com seu cônjuge, ou não sabe equilibrar seus gastos, tem alto grau de irritabilidade, pânico diante de situações simples ou sofre de euforia por uma perspectiva de algo bom. Faz de sua vida um horror, mesmo sendo competente profissionalmente.

Jesus detinha o domínio de Sua sensibilidade, pois, conviveu com o traidor d’Ele, dizia verdades aos fariseus, convivia com os pecadores e pessoas consideradas indignas pela sociedade, e até passou no meio de uma multidão que estava revoltada com Ele: “Levantaram-se e lançaram-no fora da cidade; e conduziram-no até o alto do monte sobre o qual estava construída a sua cidade, e queriam precipitá-lo dali abaixo. Ele, porém, passou por entre eles e retirou-se” (Lc 4, 29-30).

Mas o Senhor também se preocupava em ensinar os Seus. Um dia, num barco em meio à tempestade, Jesus foi acordado por Seus apóstolos, com a seguinte frase: “Senhor, salva-nos, nós perecemos!”. E Jesus perguntou: “Por que este medo, gente de pouca fé?” (Lc 8, 25-26). Controlou o vento e a tempestade, e mostrou que a fé é mais importante.

Deus nos dá a graça, mas adquirir o equilíbrio das emoções é algo gradual, vai acontecendo na dinâmica do dia a dia, conforme isso nos vai sendo exigido nos eventos, e conta com a nossa decisão.

Antes de Jesus desempenhar Seu ministério público, houve situações em que nem Ele, nem o exemplo de Seus pais, demonstraram desacertos na sensibilidade. Quando menino “Jesus crescia em estatura, em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens” (Lc 2, 52). Isso já aponta coerência, obediência e acerto no emocional e no todo de uma criança.

Também quando, aos doze anos, Ele se perdeu no Templo: as reações explicitadas no encontro denotam uma incrível lucidez da Sagrada Família, não exigindo resposta além do normal, nem pesadas consequências. José e Maria não entenderam o dizer de seu Filho, mas enxergaram que era algo maior do que poderiam adentrar. José nem se pronunciou, ainda que, como chefe da família, e pela tradição judaica, ele deveria intervir, ainda mais no Templo diante dos magistrados. Não o fez, pois sabia que Maria participava mais profundamente daquele mistério.

A resposta dada aos pais mostra um Jesus que não se apavorou nem o fez de propósito, pois, após a explicação d’Ele, o evangelista anota que:“lhes era submisso” (cf. Lc 2, 51). Então, como pode alguém que é obediente, sabendo que Seus pais partiriam, ter ficado em Jerusalém por algum capricho?

Da mesma forma, Sua Mãe, Maria, agia conforme a necessidade da situação ou era prontamente solícita, mostrando uma grande capacidade emocional: “foi às pressas” (cf. Lc 1, 39), ou contemplava o mistério, ainda que não o entendesse: “guardava todas estas coisas no seu coração” (cf. Lc 2, 19. 51).

Para agirmos como pede a Palavra de Deus nas situações frustrantes:“Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento” (cf. Ef 4, 26), nos é necessário esse equilíbrio interior, quecomeça na decisão de querer responder com coerência e, acima de tudo, com amor nas situações mais adversas.

É um processo, mas este se inicia quando encontramos dentro de nós não a força ainda, mas sim a vontade de buscar uma “zona de conforto”, mesmo em meio ao caos.

Quantas vezes nos arrependemos de ter feito algo na hora da raiva e depois verificamos que a gravidade do fato nem era tão grandiosa. Como é fácil perder a visão total dos acontecimentos quando agimos pelo impulso e isolamos o fator razão na nossa tomada de decisão!

Pense nisso! Conte “até três”, pare, olhe, esteja atento, e isso mesmo para algo bom. Em cada fato pode estar algo além do que nossa limitada imaginação esteja mostrando.

Deus o abençoe!

 

Foto Sandro Ap. Arquejada

Sandro Aparecido Arquejada é missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em administração de empresas pela Faculdade Salesiana de Lins (SP). Atualmente trabalha no setor de Novas Tecnologias da TV Canção Nova. É autor do livro “Maria, humana como nós” e “As cinco fases do namoro”. Também é colunista do Portal Canção Nova, além de escrever para algumas mídias seculares.
22/10/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13339

 


PADRE LÉO: FAMÍLIA – PROJETO ORIGINAL DE DEUS!

outubro 22, 2013


PAPA FRANCISCO: A GANÂNCIA É UM INSTRUMENTO DA IDOLATRIA

outubro 22, 2013

Papa reflete sobre ganância: “usemos o que Deus nos dá para ajudar os outros”

Desde que foi eleito Papa, Francisco mantém o costume de celebrar a Missa todas as manhãs na Casa Santa Marta, onde reside / Foto: Arquivo-Rádio Vaticano

 

PAPA FRANCISCO: A GANÂNCIA É UM INSTRUMENTO DA IDOLATRIA

Em Missa na Casa Santa Marta, Francisco destacou que o apego ao dinheiro destrói famílias e as relações com os outros

Da Redação, com Rádio Vaticano
Na Missa desta segunda-feira, 21, na Casa Santa Marta, o Papa Francisco falou da ganância. E destacou que o apego ao dinheiro destrói pessoas, famílias e as relações com os outros. O convite deixado pelo Santo Padre foi para utilizarmos as riquezas que Deus nos dá em benefício do próximo, ajudando quem tem necessidade.

Ao comentar o Evangelho do dia, no qual um homem pede a Jesus que intervenha a fim de resolver uma questão de herança com seu irmão, o Pontífice refletiu sobre o problema da relação humana com o dinheiro. A primeira consequência do apego ao dinheiro, segundo Francisco, é a destruição de famílias.

“Quando uma pessoa é apegada ao dinheiro, destrói a si mesma, destrói a família! O dinheiro serve para nos trazer tantas coisas boas, tantos trabalhos para desenvolver a humanidade, mas quando o seu coração é assim apegado, isso o destrói”.

O Santo Padre recordou que Jesus conta a parábola do homem rico, que vive para acumular tesouros para si e não se enriquece junto a Deus. E ainda explicou que o alerta que Jesus nos faz é para nos distanciarmos de qualquer ganância.

“A ganância é um instrumento da idolatria, porque vai pelo caminho contrário que Deus fez conosco. São Paulo nos diz que Jesus Cristo, que era rico, fez-se pobre para nos enriquecer. Este é o caminho de Deus: a humildade, o rebaixar-se para servir”.

Por fim, Sua Santidade explicou que o caminho ensinado pelo Senhor não é o da pobreza pela pobreza em si, mas sim o da pobreza como instrumento, para que Deus seja Deus, o único Senhor. E também relembrou que todos os bens que temos nos foram dados por Deus para que façamos o mundo seguir adiante e ajudemos o próximo.

“Permaneça em nossos corações a Palavra do Senhor: ‘Tenham cuidado e se mantenham longe de toda ganância, porque mesmo se uma pessoa está na abundância, a sua vida não depende daquilo que ela possui’”, finalizou.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/papa-reflete-sobre-problema-da-ganancia-e-defende-caminho-da-humildade-e-ajuda-ao-proximo/

 


PADRE ARLON: NÃO JULGUE AS PESSOAS PELOS ATOS, MAS ENTENDA O SEU CORAÇÃO

outubro 21, 2013


DEUS ME AMA, ELE PERDOA O MEU PECADO

outubro 21, 2013

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“Deus me ama, Ele perdoa o meu pecado”

Liberte-se dos sentimentos de culpa

Não quero falar sobre a culpa, mas do sentimento de culpa. Se tiver pecado tenho que dizer: “Eu pequei, sou um pecador”. As culpas são realidades, realidades que não devem nos desencorajar, realidades que devem nos jogar ainda mais nas mãos de Deus, realidades que nos devem fazer encontrar o Cristo Salvador!

O problema maior, nos dias de hoje, é o sustentar que não precisamos de um Cristo Salvador, porque podemos nos salvar sozinhos. Esta é toda a teoria, ou a filosofia, podem chamá-la como quiserem, da Nova Era, que dizem não precisar mais do Salvador: “O Salvador sou eu, o Cristo está em mim!” Não se referem naturalmente ao Cristo, que mora em nós, o Cristo pessoal. Para eles, o Cristo seria aquela força, aquela energia que está em nós: “Tanto mais eu a descubro em mim, tanto mais ela sai de mim. Portanto, eu me transformo no Deus de mim mesmo, eu me transformo no Cristo”.

Como podemos ver aqui, temos alguma coisa que verdadeiramente está distorcendo e destruindo toda a nossa vida espiritual. Para eles, a vida espiritual consiste em fazer experiências espirituais, experiências feitas por eles mesmos. Ficando uma hora na frente de uma árvore, por exemplo, recebem a energia da árvore. Isso para eles é a experiência espiritual. Estamos sobre trilhos totalmente diferentes, portanto, podemos falar que a espiritualidade da Nova Era é provavelmente o inimigo mais sutil e mais sério da espiritualidade cristã dos nossos dias.

Desta forma não me referi às culpas, mas sim aos sentimentos de culpa. A realidade da culpa é aquilo que faz São Paulo falar: “Em mim existe uma lei que não me deixa fazer o bem que eu quero, mas me leva a fazer o mal”. Esta é a sua culpa! Os sentimentos de culpa, em vez disso, consistem em me fazer sentir culpado quando, na realidade, não o sou. Porém, eu digo a mim mesmo: “Deus perdoa o meu pecado, mas eu ainda vivo o meu pecado!” Aqui temos uma grande ferida psicológica.

Encontramos muitos fiéis com estes sentimentos de culpa que podem se transformar em escrúpulos, ou talvez em depressão, em obsessão: muitas vezes nos fixamos numa ideia. Fixamos a nossa atenção num ponto que é praticamente irreal, porque, se Deus me perdoa, eu já não sou culpado. O diabo fica certamente festejando quando acha uma fraqueza desse tipo no homem. Ele tenta e consegue, com certa facilidade, nos convencer de que Deus já não nos ama.

“Deus me ama!” Tudo começa daqui, a caminhada para a cura começa aqui. A caminhada não começa do falar: “Eu sou um pecador!”, mas do falar: “Deus me ama, Ele perdoa o meu pecado”.

Uma vez que Deus me ama, tento não pecar mais, porque o amor deve ser respondido com amor. Portanto, o início da caminhada está aqui: “Deus me ama!” Deus não é amor? Assim o define São João! Quando existe o senso de culpa é muito fácil que o inimigo entre de forma muito sutil para me atrapalhar e fazer com que eu pare de continuar na minha caminhada.


Frei Elias Vella, OFM Conv.

:: Conteúdo extraído do livro “Cura do Mal e Libertação do Maligno”. Adquira este material de evangelização em nossa Loja Virtual

17/10/2013

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13336

 


PADRE FABIO DE MELO: O MISTÉRIO DA ENCARNAÇÃO PASSA PELOS SOFRIMENTOS DE MARIA E JOSÉ

outubro 11, 2013


MARIA, MÃE DE DEUS E NOSSA MÃE

outubro 11, 2013

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Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe

O mundo nas mãos

Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, Nossa Senhora de Nazaré, aqui estamos, mais uma vez, para conversar contigo e de ti aprendermos a viver com Jesus, de Jesus e para Jesus. Conduze-nos a Ele, para que recebamos seu amor e sua graça.

Muitas imagens e pinturas foram feitas para retratar-te, ó Maria. Quantos títulos foram cunhados pelos poetas e pelo povo, porque Deus te deu a graça de manifestar-te, modelo e intercessora, em muitas partes desta terra de nosso Deus. Aqui no “mundo do Círio”, és chamada de Nossa Senhora de Nazaré! Deixa-nos entrar um pouco no mistério que revelas em tua imagem. Deixa-nos levá-la por nossas ruas, porque sabemos que entraste, Viva, Senhora, Irmã e Mãe, em nossos corações. Permite-nos estender as mãos e olhar para ti, como gente sedenta dos sinais que nos conduzem a Deus!

Ao olhar para tua imagem de Nazaré, nós te contemplamos, Mãe, simples e amiga. Teu rosto mostra seriedade e serenidade, delicadeza e firmeza. Por isso olhamos para ti, pois nos mostras o que sonhamos e o que desejamos testemunhar. Sim, ó Virgem de Nazaré, tu és bendita entre as mulheres, a honra de nosso povo, e em ti se encontra o que queremos ser! Obrigado por nos atraíres a ti, à tua glória, tua berlinda e tua presença amorosa.

E vemos que tu tens nos braços o Menino Jesus, em cujas mãos está o mundo. Uma criança, com o mundo nas mãos! Parece tão pequena e tão grande esta criança, capaz de carregar o peso de tudo o que o mundo é! Tu tiveste com o Menino Jesus tamanha intimidade, que participaste de seus sentimentos e o acompanhaste, quando crescia em idade, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. Com Ele caminhaste pelas estradas do mundo, tu o levaste pelos caminhos do Egito, com Ele voltaste a Nazaré, dali a Jerusalém, Caná, Galileia das Nações, ruas e Cenáculo, sempre estiveste com Ele e para Ele viveste, Mãe e Discípula. Dá-nos entrar contigo no mistério do mundo! Ajuda-nos a anunciar a todos a salvação que Ele nos trouxe.

Tudo foi feito por Deus em Jesus Cristo, e sem Ele nada se fez. Deus fez todas as coisas para um destino de felicidade, tanto que olhou para a sua Obra e ficou muito feliz. Olhamos contigo para o bem que existe na Obra realizada por Deus. Desejamos descobrir sempre as entranhas de bondade presentes em toda a sua Obra. Contigo queremos passear pelo mundo, sonhando com o Jardim que Deus criou!

Ao completar sua Obra, o Pai do Céu criou o homem e a mulher. Que graça imensa saber que estas criaturas foram feitas à imagem e semelhança de Deus, preparadas para responder com amor ao amor infinito! O mundo é cheio de gente, mais ainda, de filhos e filhas de Deus. Ajuda-nos, Maria Mãe, esposa, irmã, senhora, a olhar para todas as pessoas com grande amor. Tira de nosso coração os preconceitos, aproxima-nos das pessoas, especialmente as mais difíceis. Tu que és Mãe de Misericórdia, alcança-nos a graça, que vem de teu Filho amado, de ir ao encontro dos pecadores e das pessoas mais frágeis, para amá-las como Jesus amou. E se tens livre um dos teus braços, agasalha-nos aí, no afago de teu coração e perto de Jesus.

A vida no mundo é uma verdadeira batalha! Tu sabes bem, Maria de Nazaré, o que significa trabalhar, cuidar de um filho, viver como esposa, enfrentar as dificuldades. Senhora da Esperança, nós te reconhecemos parte daquele resto escolhido, os pobres de Javé, que nunca perderam a esperança. Aqui está, na conversa contigo, a porção do mundo que mais sofre e também as pessoas que perderam o sentido de sua vida. Deixa-nos entrar em tua casa, levando pelas mãos estas pessoas. Tu que estiveste de pé aos pés da Cruz, dá um jeito para que entrem pela porta da graça e da salvação, Consoladora dos Aflitos, cuida de todos os que sofrem. Porta do Céu, abre a porta para todos serem acolhidos e amados. Auxílio dos cristãos, pede a Jesus que se fortaleçam os corações cansados e fatigados, que se elevem as mãos vacilantes e a confiança seja restaurada.

Mas o mundo é também para ser vencido, pois nele existe o mistério da iniquidade, a triste realidade do pecado e suas consequências. Não tememos, porque sabemos que teu Filho Jesus já o venceu. Entretanto, precisamos ser corajosos e radicais, não nos acomodando com o mal existente, corajosos para mostrá-lo e buscar soluções. Nós te pedimos, Virgem de Nazaré, sejamos firmes e decididos. Que nunca façamos pactos com a maldade e o egoísmo. Dá-nos os valores do Céu para espalharmos na terra. Como estamos no mundo, “mas não desejamos ser do mundo”, nós te dizemos confiantes.

A ti recorremos, Maria de Nazaré! Rainha da Paz, vem em auxílio dos povos que estão em guerra e entra, com teu amor materno, nas disputas entre povos e pessoas, para que cheguem à reconciliação! Mãe do belo amor, aproxima os inimigos! Saúde dos enfermos, visita os nossos doentes. Refúgio dos pecadores e Mãe de Misericórdia, estende teus braços aos pecadores, roga por nós, agora e na hora de nossa morte. Sede da Sabedoria, ajuda-nos a entender o sentido da vida e vem ajudar as pessoas que devem tomar decisões em nosso mundo. Espelho de Justiça, corrige os que erram na vida, dá discernimento aos que devem se recuperar de seus erros e pede a Jesus, teu Filho amado, que a justiça reine na terra. Causa de nossa alegria, ajuda-nos a manter o coração alegre e o rosto feliz, pela vida da graça em nossos corações.

Maria, Arca da Aliança, que trouxeste em teu ventre o Guarda e Pastor de Israel, aquele que tem palavras de vida eterna e é o Pão da Vida, faze de todos nós este povo unido, sinal da vida verdadeira, que vem do Pai amado, em Cristo, a quem seja dada a honra e a glória, no Espírito Santo. Amém.

 

 

Foto Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

11/10/2013 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13332


PADRE FABIO DE MELO: PACIÊNCIA COM OS IDOSOS

outubro 8, 2013


A EFICÁCIA DO SANTO ROSÁRIO

outubro 8, 2013

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A eficácia do Santo Rosário

A oração mais querida pela Mãe de Deus

Nossa Senhora teria ensinado o Santo Rosário a São Domingos de Gusmão, no século 12, que, a pedido do Papa Gregório IX, deveria combater os terríveis hereges cátaros na França. Com a oração do Rosário, São Domingos teria convertido cerca de cem mil deles.

Há muito tempo os papas valorizam e recomendam vivamente a oração do Rosário, especialmente os últimos papas, sobretudo a partir das aparições de Lourdes (1858) e Fátima (1917). Em Fátima, Nossa Senhora disse aos Três Pastorinhos que “não há problema de ordem pessoal, familiar e nacional que a oração do Terço não possa ajudar a resolver”.

Leão XIII (1878-1903), em tempos difíceis, dedicou ao Rosário dezesseis documentos eclesiais: onze encíclicas; uma constituição apostólica; três cartas apostólicas, entre outros. Paulo VI dedicou três documentos ao Rosário: a encíclica Mense (29 de abril de 1965) recorda que “Maria é caminho para Cristo e isto significa que o recurso contínuo a ela exige que se procure nela, para ela e com ela, Cristo Salvador, ao qual nos devemos dirigir sempre”.

No dia 10 outubro de 2010, o Papa Bento XVI também destacou a importância dessa oração: “A oração mais querida pela Mãe de Deus e que conduz diretamente a Cristo”. “O Rosário é a oração bíblica, totalmente tecida pela Sagrada Escritura. É uma oração do coração, em que a repetição da ‘Ave-Maria’ orienta o pensamento e o afeto para Cristo. É oração que ajuda a meditar a Palavra de Deus e a assimilar a Comunhão Eucarística, sob o modelo de Maria, que guardava em seu coração tudo aquilo que Jesus fazia e dizia, e sua própria presença”.

Na carta apostólica de João Paulo II “Rosarium Virginis Mariae” ele declara: “Percorrer com Ela [Maria] as cenas do Rosário é como frequentar ‘escola’ de Maria para ler Cristo, penetrar nos seus segredos, compreender a sua mensagem”. O Rosário pode promover o ecumenismo, afirmou o saudoso Pontífice.

No dia 7 de outubro de 2007, Bento XVI nos convidou a rezar o Rosário pela paz nas famílias e pela paz no mundo. «É a mensagem que a Virgem deixou em suas diferentes aparições».

«Penso, em particular – confessou da janela de seu apartamento –, nas aparições de Fátima, ocorridas há 90 anos, nos Três Pastorinhos, Lúcia, Jacinta e Francisco, aos quais se apresentou como ‘a Virgem do Rosário’, e aos quais recomendou com insistência a oração do Rosário todos os dias, para se alcançar o fim da guerra».

Em visita a Pompeia, em 18 outubro 2008, Bento XVI disse o seguinte sobre o Rosário: «O Rosário é oração contemplativa, acessível a todos: grandes e pequenos, leigos e clérigos, cultos ou pouco instruídos». «O Rosário é “arma” espiritual na luta contra o mal, contra a violência, pela paz nos corações, nas famílias, na sociedade e no mundo». 

Por todos esses motivos, afirmou João Paulo II que “o Rosário é a minha oração predileta (…). Ao mesmo tempo o nosso coração pode encerrar nestas dezenas do Rosário todos os fatos que compõem a vida do indivíduo, da família, da nação, da Igreja e da humanidade. Vicissitudes pessoais e vicissitudes do próximo e, de modo particular, daqueles que estão mais próximos de nós, que nos são mais queridos. Assim a simples oração do Rosário bate o ritmo da vida humana”.

 

Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”. Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: http://www.cleofas.com.br

07/10/2013 – 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=13327

 


PADRE FABRÍCIO: FORTES NA TRIBULAÇÃO

outubro 7, 2013


PAPA FRANCISCO: A IMPORTÂNCIA DA FORÇA DA FÉ

outubro 7, 2013

Papa destaca importância da força da fé: "Jesus a faz crescer"

A IMPORTÂNCIA DA FORÇA DA FÉ

 

ANGELUS
Praça São Pedro – Vaticano
Domingo, 6 de outubro de 2013

Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Antes de tudo, gostaria de dar graças a Deus pela jornada que vivi em Assis, antes de ontem. Pensem que foi a primeira vez que eu fui a Assis e foi um grande presente fazer esta peregrinação propriamente na festa de São Francisco. Agradeço ao povo de Assis pela calorosa acolhida: muito obrigado!

Hoje, o trecho do Evangelho começa assim: “Os apóstolos disseram ao Senhor: ‘Aumenta-nos a fé!’” (Lc 17, 5-6). Parece-me que todos nós podemos fazer nossa essa invocação. Também nós, como os apóstolos, digamos ao Senhor Jesus: “Aumenta-nos a fé!”. Sim, Senhor, a nossa fé é pequena, a nossa fé é fraca, frágil, mas nós a oferecemos a ti como ela é, para que o Senhor a faça crescer. Parece bom para vocês repetir todos juntos isto: “Senhor, aumenta em nós a fé”? Fazemos isso? Todos: Senhor, aumenta em nós a fé! Senhor, aumenta em nós a fé! Senhor, aumenta em nós a fé! Que a faça crescer!

E o Senhor o que nos responde? Responde: “Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar, e ela vos obedecerá” (v. 6). A semente da mostarda é pequena, mas Jesus diz que basta ter uma fé assim, pequena, mas verdadeira, sincera, para fazer coisas humanamente impossíveis, impensáveis. E é verdade! Todos conhecemos pessoas simples, humildes, mas com uma fé fortíssima, que verdadeiramente move montanhas! Pensemos, por exemplo, em certas mães e pais que enfrentam situações muito pesadas, ou em certos doentes, inclusive gravíssimos, que transmitem serenidade a quem vai ali visitá-los. Estas pessoas, justamente pela sua fé, não se vangloriam daquilo que fazem, antes, como pede Jesus no Evangelho, dizem: “Somos servos como quaisquer outros. Fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17, 10). Quanta gente entre nós tem esta fé forte, humilde, e que faz tanto bem!

Neste mês de outubro, que é dedicado em particular às missões, pensemos em tantos missionários, homens e mulheres, que para levar o Evangelho superaram obstáculos de todo tipo, deram verdadeiramente a vida; como diz São Paulo a Timóteo: “Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo Evangelho” (2 Tm 1, 8). Isto, porém, diz respeito a todos: cada um de nós, na própria vida de cada dia, pode dar testemunho de Cristo, com a força de Deus, a força da fé. A fé pequena que temos, mas que é forte! Com esta força, dar testemunho de Jesus Cristo, ser cristãos com a vida, com o nosso testemunho!

E como conseguimos esta força? Nós a conseguimos de Deus, na oração. A oração é a respiração da fé: em uma relação de confiança, em uma relação de amor, não pode faltar o diálogo, e a oração é o diálogo da alma com Deus. Outubro é também o mês do Rosário, e neste primeiro domingo é tradição recitar a Súplica à Nossa Senhora de Pompeia, Beata Virgem Maria do Santo Rosário. Unamo-nos espiritualmente a este ato de confiança na nossa Mãe e recebamos de suas mãos a coroa do Rosário: o Rosário é uma escola de oração, o Rosário é uma escola de fé.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/angelus-com-o-papa-francisco-06102013/