THIAGO BRADO – MINHA ESSÊNCIA

dezembro 29, 2017

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O SENTIDO DA VIDA

dezembro 29, 2017

O SENTIDO DA VIDA

 

As raízes da identidade de um povo estão no sentido que damos para a vida humana, que tem a família como fonte de estrutura existencial. A vinda de Jesus se deu com seu nascimento numa família, fazendo o mesmo caminho de todos os seres humanos. Sua estrutura, como pessoa, foi absolvida dos princípios oferecidos por seus pais, fazendo a trajetória comum de todas as famílias.

Além de gerar vida, as famílias são também fontes dos valores essenciais para as práticas cristãs e de cidadania. Isso nos faz entender que a sociedade necessita de famílias bem estruturadas para que tenhamos pessoas de caráter, de bom comportamento, de responsabilidade e comprometidas com a vida da sociedade. Sem estrutura familiar não temos como entender o sentido da vida.

Olhando para a Família de Nazaré, Jesus, Maria e José, modelo para todas as entidades familiares, isso nos faz pensar no papel atual da família, que passa por uma crise de identidade, mas ainda é uma das instituições capaz de harmonizar a sociedade. As pessoas ainda arriscam suas vidas para defendê-la, porque os laços familiares, mesmo os mais frágeis, são comprometedores.

Muitas das responsabilidades, que são próprias dos pais, estão sendo transferidas para outras entidades. É o sintoma de uma sociedade que terceiriza tudo, inclusive a formação das crianças nos seus primeiros tempos de vida. Entendemos essa realidade como fragilização dos compromissos essenciais dos pais, trazendo como consequência direta perda do clima e da estrutura familiar.

Os filhos são dons de Deus, fundamentados no amor conjugal, com capacidade para educar na fé e nos princípios cristãos. Por exigência ética, eles têm o dever de amar os pais e ajudá-los em suas necessidades. Muitos os abandonam em casas de acolhimento por considerá-los como “peso” em suas vidas. Tem vida longa e próspera quem cuida bem de seus pais (cf. Eclo 3,3-7).

A vida tem verdadeiro sentido quando fundamentada em algumas virtudes propriamente familiares e humanas, como na humildade, na mansidão, na paciência, no perdão etc. Sem convivência e bom relacionamento comunitário a existência pessoal e familiar cai no esvaziamento e a fraternidade fica comprometida, impedindo a realização da pessoa como ser humano.

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/o-sentido-da-vida/


COLO DE DEUS E TONY ALLYSSON | “QUEIMA DE NOVO” | NOITE DE LOUVOR

dezembro 23, 2017

Foi a Tua Presença que nos trouxe aqui, Senhor

Não desistiremos de Te perseguir

Até te encontrar

Diante da Tua Glória

Não podemos ficar de pé

Mostra quem Tu és

Vem nos visitar

Nos fazer queimar

De novo


A FAMÍLIA E OS LIMITES

dezembro 18, 2017

A FAMÍLIA E OS LIMITES

A história dos limites humanos vem de tempos remotos. Uma fonte segura e verdadeira nos revela de forma simbológica estas fronteiras. No livro do Gênesis (capítulo 1, versículos 16 e 17), Deus disse ao homem: “Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que dele comeres, morrerás indubitavelmente”. A partir da Palavra de Deus, a situação concreta dos limites tomou conta das nossas vidas.

Somos, neste contexto, como uma ilha – cercados de limites por todos os lados. Se o estômago não tivesse uma capacidade limitada em relação à quantidade de alimentos, seríamos regurgitadores peremptórios. Ao desobedecermos ao limite de velocidade estabelecido para determinada via, estamos sujeitos a uma notificação, porque um foto-sensor nos fotografou na hora do ato delituoso. O hipertenso tem que se abster de sal; o diabético, de açúcar; o gotoso de carne; o que apresenta insuficiência de lactase, de derivados de leite. A verdade é que somos o limite das limitações.

Por um lado isto nos dá certa incapacidade de tratar com o que não podemos realizar; por outro lado nos dá a possibilidade do exercício do autodomínio e do aprendizado da dependência.

Uma família que busca o equilíbrio e a vivência harmoniosa, não pode se eximir da utilização dos limites. Famílias em que os pais deletaram esta palavra do dicionário doméstico, talvez sejam pais que não saibam nem onde moram. Porque a sua própria casa é limitada ao norte, sul, leste e oeste. Família equilibrada é aquela em que os pais determinam limites, usando de sua autoridade que é inconteste, diante dos filhos.

O livro do Eclesiástico traz uma série de versículos que nos ajudam a exercitar os limites impostos aos nossos filhos.
1. Aquele que ama seu filho castiga-o com freqüência, para que se alegre com isso mais tarde, e não tenha de bater à porta dos vizinhos.
2. Aquele que dá ensinamentos a seu filho será louvado por causa dele, e nele mesmo se gloriará entre seus amigos.
3. Aquele que educa o filho torna o seu inimigo invejoso, e entre seus amigos será honrado por causa dele.
Jesus, filho de Sirac, é o escritor sagrado, autor deste livro. Estes três primeiros versículos podem ser traduzidos sinteticamente desta forma:
• Aquele que ama seu filho… impõe limites.
• Aquele que dá ensinamento a seu filho… impõe limites.
• Aquele que educa o filho… impõe limites.

Em contrapartida, o mesmo livro nos mostra o que acontece quando soltamos as rédeas dos nossos filhos.
7. Aquele que estraga seus filhos com mimos terá que lhes pensar as feridas; a cada palavra, suas entranhas se comoverão.
8. Um cavalo indômito torna-se intratável; a criança entregue a si mesma torna-se temerária.
9. Adula o teu filho e ele te causará medo; brinca com ele e ele te causará desgosto.
11. Não lhe dês toda a liberdade na juventude, não feches os olhos às suas extravagâncias.
• Aquele que estraga seus filhos… não impõe limites.
• A criança é temerária porque os pais… não impõem limites.
• Aquele que adula o filho… Não impõe limites.
• Dando toda a liberdade… Não impõe limites.

Os limites são fundamentais. Sem eles as famílias não poderão sobreviver. Funcionam como um freio de mão. Para os jovens adolescentes e púberes são terríveis; mas são necessários. É no cumprimento deles que o equilíbrio prevalece. Nunca os deixem de impor aos seus filhos, para que eles saibam diferenciar conscientemente o que vem a ser liberdade e libertinagem, e optem pelo livre-arbítrio, à luz de Deus.

Paz e Luz

 Antonio Luiz Macêdo

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/familia-e-os-limites/

 


THIAGO BRADO – HISTÓRIA DE VIDA

dezembro 18, 2017


NASCIMENTO DE JESUS CRISTO: Viva a celebração do Natal com alegria e em família

dezembro 10, 2017

 

Viva a celebração do Natal com alegria e em família
Foto Ilustrativa: FatCamera / by Getty Images
Viva a noite de Natal

 

Nesse Natal deixe que, a luz do Menino Jesus, resplandeça no seu coração

No Natal, festejamos o nascimento de Jesus Cristo, o dom que o Pai nos faz. Quanto bem, Deus Pai, faz para seus filhos e suas filhas! Tudo, e o melhor de tudo, Ele dá a nós, como se nada reservasse para si mesmo. Deus abre o seu coração, seu tesouro e seu segredo. Deus se aproxima de nós, de cada um de nós para nos amar, cuidar de nós, dar-se a nós e nos salvar. Mais: Ele oferece a Sua própria vida para ser nossa vida. Fomos criados para viver vida divina. Pelo próprio Deus, fomos feitos para abrigar em nosso viver o Filho, que no Natal nasce. Ele é a nossa vida, à saciedade. É a festa que o Céu nos dá. O que cabe a nós? A nós cabe abraçar essa vida e vivê-la. Cabe a nós deixar o Filho, que nos é dado, viver em nós, para nós e por nós.

O Natal é o acontecimento central de nossa história, pois o Verbo de Deus assume a carne humana. Agradeçamos, pois, ao Altíssimo pelo dom do seu Filho, “nascido por nós à beira do caminho e deitado numa manjedoura”. Nele, nós somos chamados a sermos filhos, a sermos abençoados com toda a bênção, escolhidos para ser santos. Alegremo-nos e exultemos, bendigamos ao Pai que tanto amou a humanidade a ponto de, na plenitude dos tempos, enviar-lhe o próprio Filho que, “no seio da santa e gloriosa Virgem Maria, recebeu carne da nossa humanidade e fragilidade”.

No Natal, a noite fica clara como o dia. Nessa noite, somos chamados a cantar a simplicidade, louvar a pobreza e recomendar a humildade, e a celebrar a gratuidade divina, manifestada no Primogênito de todas as criaturas. Compreendemos que tudo vem de Deus e tudo a Ele deve retornar. Deus vem a nós para nos libertar de toda forma de escravidão, sem nada exigir, sem impor condições. Tudo fez por amor, para restaurar em nós a identidade original de filhos e filhas de Deus. Assim, livres, expropriados e interiormente pacificados, já não vemos a criação como objeto de conquista para saciar nossa ambição de poder, prazer, aparecer e ter. Seremos novamente capazes de vê-la como manifestação da gratuidade de Deus. Aqui começa a civilização do amor, vivida como fraternidade universal. E qual será nossa resposta? Nossa resposta é dar o que somos e o que recebemos como dom: misericórdia, amor, alegria, paz.

A encarnação de Jesus Cristo, não só torna possível a plena comunhão com o Pai, mas também nos envolve na missão confiada ao Filho. Quem foi atingido pela beleza do amor encarnado, essas pessoa não pode viver sem difundi-lo. Não existe mais vocação, sem missão. Somos chamados a ficar com Jesus para, com Ele construir a civilização do amor, a fraternidade universal; para encher a terra com o Evangelho de Cristo. O convite é abraçar e acolher, com todo o nosso ser, a Palavra, e fazer da missão a razão de ser de nosso existir: sejamos para os outros o que Jesus Cristo veio ser para nós.

A tarefa – de nós cristãos – não consiste em acumular riquezas para resolver os problemas das pessoas. Nossa tarefa consiste, sobretudo, em estar com as pessoas, e estar ali com simplicidade e humildade. Nossa missão não consiste tanto em falar de Jesus ou em transmitir alguma doutrina menos ou mais inspirada, mas em testemunhar a própria vida de Jesus, refletida como num espelho e tornada sensível em nossa vida.
Feliz nascimento de Cristo na sua vida e na sua família. Feliz Natal 2017!

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/natal/viva-a-celebracao-do-natal-com-alegria-e-em-familia/

 


SOPRA EM NÓS – IRMÃS CARMELITAS MENSAGEIRAS DO ESPÍRITO SANTO

dezembro 10, 2017