SÃO FRANCISCO DE ASSIS: A PERFEITA ALEGRIA

outubro 4, 2018


O LEGADO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

outubro 4, 2018

O LEGADO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

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Eu não sei se já contei a vocês, mas eu não sou brasileiro. Sou peruano, mas amo o Brasil como a minha segunda pátria, que me acolheu com os braços abertos há quase 18 anos. O tema de hoje é difícil: Quantas coisas poderiam ser ditas de São Francisco de Assis! Eu vou puxar um pouco a água para o meu moinho para falar de um filho dele, franciscano e santo peruano, São Francisco Solano, falecido no ano de 1610. No dia do seu enterro, estava lá reunida toda a sociedade limenha e o vice-rei, marquês de Montesclaros, chamou tanto o superior dos franciscanos quanto o dos agostinianos para se ajoelharem diante do caixão do santo e depois se darem um abraço.

Era conhecida por todos a rivalidade entre as duas ordens e as disputas constantes em que se envolviam os seus membros, para escândalo dos cristãos e da sociedade como um todo, por verem homens religiosos, irmãos em Cristo, divididos dessa maneira. Nesse contexto, o abraço ao lado do caixão de São Francisco Solano foi um abraço de reconciliação. Dias depois, os agostinianos organizaram um banquete e convidaram os franciscanos, selando os frutos dessa reconciliação.

Essa história, que alguém contou para mim essa semana, me fez pensar no próprio São Francisco de Assis como um artesão de reconciliação, alguém chamado por Deus para “reconstruir” a sua Igreja. Essa reconstrução começa pelo coração humano, no qual Deus quis fundar a sua Igreja, e nas comunidades nas quais estamos inseridos, com os irmãos que compartilham a nossa vida, que têm um rosto e uma voz concreta, que trabalham conosco na missão evangelizadora, que celebram e cantam conosco o mistério da Redenção na Assembleia Eucarística.

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Penso que é uma mensagem muito atual para cada um de nós no contexto em que vivemos, de profunda divisão e conflito, a nível nacional, regional e mundial. É necessário, sim, que cada um de nós se envolva com o crescimento do Reino de Deus, mas é necessário que não esqueçamos o método ensinado por Cristo, da mansidão, da paciência, da humildade do pequeno grão de mostarda, que não cresce ao ritmo dos triunfalismos mundanos. É necessário, sim, que nos envolvamos em política, que votemos com consciência, que façamos um discernimento sério, conhecendo as propostas dos candidatos e contrastando-as com a Doutrina Social da Igreja. É necessário também que, depois, avaliemos quanto do prometido foi realmente cumprido. Finalmente, é necessário que combatamos o câncer da corrupção, que está presente não apenas nas altas esferas, mas também no nosso cotidiano, nas pequenas opções que vamos tomando não visando o bem comum, mas o próprio interesse.

É realmente muito o que devemos fazer, em muitos âmbitos da nossa cultura. Mas, em tudo isso, a atitude tem que ser a da simplicidade, a da consciência da própria pequenez e, principalmente a do respeito às demais pessoas, por mais diferentes que possam ser as suas visões do mundo e das coisas.

É importante para nós cristãos conhecer a Doutrina Social da Igreja, interiorizar cada um dos seus princípios. É necessário que conheçamos a ordem objetiva de valores, acessível não só aos cristãos, mas também aos homens de boa vontade. Mas também é necessário que, ao defendê-los e promovê-los, sejamos com eles coerentes em nosso modo de agir. É importante o “quê”, mas também o “como”. O método assumido novamente é essencial e, me atreveria a dizer, está contido também como parte essencial do “que”.

Um dos filmes que mais gosto sobre a vida de São Francisco de Assis é “Irmão Sol, irmã lua”, do diretor Franco Zefirelli. Recentemente soube que também é um filme muito querido pelo Papa Francisco. Uma das cenas que mais me impactou do filme foi o encontro de São Francisco com o Papa Inocêncio III. Com a sua pobreza, com a sua humildade, o pequeno frade de Assis comoveu o Romano Pontífice, que, iluminado pelo Espírito Santo, o alenta a seguir com sua missão, de construir a Igreja, de voltar aos valores centrais do Evangelho.

Naquele momento, o que eram esses pobres frades diante da corte papal? Inocêncio III enxerga, no entanto, em São Francisco e seus irmãos, uma esperança para Igreja, uma pequena semente do Reino. Que nós também construamos desde o cotidiano, desde aquelas situações corriqueiras, pontes de reconciliação. Ou melhor, deixemos que Deus o faça, cooperemos com esse que é o seu desejo: que todos sejamos Um, como Um é Ele com seu Filho Amado e com o Espírito Santo.

Cada um de nós, desde seu lugar de serviço, desde a sua vocação particular, está também chamado a ser, como São Francisco de Assis, um construtor da Igreja, um artesão de reconciliação. Que possamos acolher esse dom em nosso coração e em nossas comunidades, para projetá-lo nas diversas esferas da vida social.

Martín Ugarteche
Sodalício de Vida Cristã

Fonte: http://www.a12.com/redacaoa12/espiritualidade/o-legado-de-sao-francisco-de-assis

 


PADRE LÉO: MINHA VINGANÇA SERÁ MALIGNA

outubro 3, 2018


OS 7 MOTIVOS DE ESTRESSE NO TRABALHO E COMO CORRIGI-LOS

outubro 3, 2018

OS 7 MOTIVOS DE ESTRESSE NO TRABALHO E COMO CORRIGI-LOS

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Depois de identificá-los, você pode tratá-los

O termo “estresse” é usado para descrever a tensão fisiológica e psicológica criada pelas demandas de nosso meio ambiente (estressores), que criam uma reação emocional desagradável.

No trabalho, é difícil não ser vítima de estresse devido a situações frequentes que criam momentos de tensão.

Os funcionários experimentam estresse no local de trabalho por várias razões, mas em termos gerais, acontece quando seu trabalho exige mais do que eles podem gerenciar confortavelmente.

Trabalhadores estressados começam a sofrer o esgotamento emocional e físico, em detrimento não só de si mesmos, mas também de seu ambiente imediato e sua produtividade, que sofre devido à resultante falta de motivação.

Algumas das causas mais frequentes de estresse no local de trabalho:

  1. O chefe

Ser um chefe não é necessariamente o mesmo que ser um líder. Um chefe que é um verdadeiro líder organiza o trabalho de tal forma que seus trabalhadores possam aproveitar ao máximo suas habilidades, sem atingir um ponto crítico de estresse. Se, pelo contrário, você vê que seu chefe se comporta com ansiedade ou agressão, apenas se concentre em suas próprias responsabilidades, sem reagir a provocações.

  1. Planejamento ruim da distribuição do trabalho e dos prazos

Muitas empresas não sabem distribuir as tarefas e, como consequência, alguns funcionários têm tarefas fáceis enquanto outros estão sobrecarregados. De mãos dadas com os trabalhadores sobrecarregados com o trabalho, vai o fato de ter que terminar as tarefas enquanto trabalha contra o relógio. Os prazos apertados elevam os níveis de cortisol do corpo, o hormônio que causa estresse. Isso aumenta nossa ansiedade, diminuindo nossa capacidade de resolver problemas.

  1. Expressões faciais

Sim, embora você não acredite, um rosto irritado ou rabugento pode influenciar o ambiente emocional de um escritório. Felizmente, um rosto sorridente também influencia. De acordo com pesquisadores da Universidade do Kansas, um sorriso nos ajuda a nos sentir melhor depois de um episódio estressante.

  1. O peso da responsabilidade

Pessoas que coordenam equipes ou que, se cometerem um único erro, podem perturbar toda a cadeia de processos de trabalho, têm um alto nível de responsabilidade, o que pode levar a que se sintam sobrecarregadas e estressadas. Os trabalhadores que precisam estar concentrados total e constantemente durante longos períodos de tempo, ou que recebem queixas constantes, também podem se tornar esgotados mentalmente e acabar estressados ​​pelo trabalho.

  1. Maus colegas de trabalhos

Um colega de trabalho que é egoísta e/ou mal-humorado é ruim para você. De acordo com estudos realizados na Universidade da Califórnia, o mau humor ou um humor negativo pode ser contagioso, assim como uma doença física pode ser. De acordo com estudos publicados em Psychological Science, se estamos sorrindo quando enfrentamos estressores, isso reduz a intensidade da resposta do nosso organismo, o que significa que será mais fácil para nós manter a calma.

  1. Iluminação

A iluminação inadequada em um escritório pode causar tensão no olho, cansaço, dores de cabeça e, claro, estresse. Tente trabalhar em áreas onde há abundante luz natural.

  1. Ambiente e ruído

De acordo com estudos de saúde da NASA, uma planta não só torna nosso ambiente de trabalho mais acolhedor; também melhora a qualidade do ar. Vários estudos mostram que o contato com plantas – ao ar livre ou em ambientes fechados – reduz o estresse e aumenta a produtividade. Além disso, 25% das pessoas sofrem de estresse de ansiedade como resultado do ruído.

Se você estiver em um escritório onde há muito movimento e pouco espaço, você pode tentar usar fones de ouvido com música relaxante para reduzir sua exposição a sons altos que possam incomodar você.

De acordo com publicações em Organizational Behavior and Human Decision Processes, a culpa por nosso estresse nem sempre depende do nosso chefe ou do nosso ambiente; existe também um fator genético que determina nossa capacidade de controlar o estresse.

De um modo geral, as causas do estresse no local de trabalho não se limitam a apenas um fator, mas sim são o resultado de uma combinação de vários fatores, o que torna o problema mais sério e mais complicado.

Além disso, nem todas as pessoas reagem do mesmo modo aos estressores; consequentemente, situações que podem causar um alto nível de estresse para uma pessoa, podem resultar em estresse muito baixo – ou mesmo nenhum – para outra pessoa.

Portanto, é importante estudar a situação e analisar as causas do estresse no local de trabalho, de modo a tomar as contramedidas mais efetivas. 

Fonte: https://pt.aleteia.org/2018/07/30/os-7-motivos-de-estresse-no-trabalho-e-como-corrigi-los/

 


PADRE LÉO: DEUS ME VÊ

outubro 2, 2018


ROSÁRIO EM OUTUBRO MISSIONÁRIO

outubro 2, 2018

ROSÁRIO EM OUTUBRO MISSIONÁRIO

Rosário em outubro missionário

O Papa Francisco pediu, neste sábado, dia 29 de setembro de 2018, dia dos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael que, no mês de outubro, todos os fiéis, rezem o rosário todos os dias “contra o mal que divide a comunidade cristã”. O apelo do Santo Padre faz lembrar outros momentos tormentosos pelos quais passamos no passado como no caso de Lepanto. E no dia 7 de outubro celebramos justamente o dia da Senhora do Rosário. Neste ano também comemoramos 40 anos da restauração da imagem de Aparecida depois da tentativa de destruição da mesma. Diante de tantos sofrimentos e dificuldades este é o momento de suplicar a intercessão Maria e a presença de São Miguel Arcanjo para defender-nos do maligno que se “manifesta de diversos modos, complicando a missão de evangelização da Igreja, chegando até a desacreditá-la”. Às intenções do Santo Padre peçamos pela unidade em nossa pátria para que saibamos conviver em paz e com responsabilidade. Coloquemos as intenções de nosso estado e cidade (arquidiocese) pedindo pela paz em nossas fronteiras. Que, ao badalar dos sinos no ângelus das 6, 12 e 18 paremos uns instantes para suplicar a intercessão mariana por todas as nossas necessidades. O mês das missões com o tema da paz (nacional) e da juventude (mensagem do Papa) encontre no Rosário o grande momento de intercessão.

Publicou a VaticanNews que: “O Santo Padre decidiu convidar todos os fiéis de todo o mundo a rezar todos os dias o terço, durante todo o mês do rosário, ou seja, outubro; e, também juntar-se em comunhão e penitência, como povo de Deus, invocando a Santa Mãe de Deus e o Arcanjo São Miguel para que protejam a Igreja nestes tempos difíceis. O comunicado nos diz que todas essas divisões e situações são favorecidas pelo espírito maligno, “inimigo mortal de nossa natureza humana”, ou seja, é o diabo, que sempre procura nos dividir de Deus e uns dos outros.

O Santo Padre nos pede que concluamos a recitação do Rosário com a antiga oração “Sub tuum praesidium”, e com a oração a São Miguel Arcanjo (escrita pelo Papa Leão XIII) para que nos proteja e ajude na luta contra o mal (cfr. Apocalipse 12, 7-12).

A oração: “Sub tuum praesidium” costuma ser assim traduzida ”À Vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem Gloriosa e Bendita”, texto esse também musicado.

A oração escrita por Leão XIII a São Miguel Arcanjo é assim traduzida: ”São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Sede o nosso refúgio  contra as maldades e ciladas do demônio. Que Deus manifeste o seu poder sobre ele. Eis a nossa humilde súplica. E vó, Príncipe da Milícia Celeste, com o poder que Deus vos conferiu, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos, que andam pelo mundo tentando as almas. Amém.”

Com este pedido de intercessão, o Santo Padre pediu aos fiéis em todo o mundo para rezar para que a Santa Mãe de Deus, coloque a igreja sob seu manto protetor: para preservá-la dos ataques do maligno, o grande acusador, e tornar os fiéis ao mesmo tempo sempre mais conscientes das falhas, dos erros, dos abusos cometidos no presente e no passado e comprometidos a lutar, sem qualquer hesitação, para que o mal não prevaleça. ” (cfr. https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-09/papa-rezar-terco-todos-dias-outubro.html, último acesso em 29 de setembro de 2018.)

São João Paulo II dedicou uma Encíclica sobre o Santo Rosário. O poder do Santo Rosário é um grande momento de anunciar Cristo com Maria, como nos ensinou São João Paulo II: “O Rosário é também um itinerário de anúncio e aprofundamento, no qual o mistério de Cristo é continuamente oferecido aos diversos níveis da experiência cristã. O módulo é o de uma apresentação orante e contemplativa, que visa plasmar o discípulo segundo o coração de Cristo. De fato, se na recitação do Rosário todos os elementos para uma meditação eficaz forem devidamente valorizados, torna-se, especialmente na celebração comunitária nas paróquias e nos santuários, uma significativa oportunidade catequética que os Pastores devem saber aproveitar. A Virgem do Rosário continua também deste modo a sua obra de anúncio de Cristo. A história do Rosário mostra como esta oração foi utilizada especialmente pelos Dominicanos, num momento difícil para a Igreja por causa da difusão da heresia. Hoje encontramo-nos diante de novos desafios. Porque não retomar na mão o Terço com a fé dos que nos precederam? O Rosário conserva toda a sua força e permanece um recurso não descurável na bagagem pastoral de todo o bom evangelizador”(cfr. http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_letters/2002/documents/hf_jp-ii_apl_20021016_rosarium-virginis-mariae.html, último acesso em 29 de setembro de 2018.)

O Papa Bento XVI ressaltou a importância do Santo Rosário e a sua atualidade: “Hoje confirmamos juntos que o Santo Rosário não é uma prática piedosa do passado, como oração de outros tempos, na qual pensar com saudades. Ao contrário, o Rosário está a conhecer quase uma nova Primavera. Isto é sem dúvida um dos sinais mais eloquentes do amor que as jovens gerações sentem por Jesus e pela sua Mãe, Maria. No mundo atual tão dispersivo, esta oração ajuda a colocar Cristo no centro, como fazia a Virgem, que meditava interiormente tudo o que se dizia do seu Filho, e depois o que ele fazia e dizia. Quando se recita o Rosário revivem-se os momentos importantes e significativos da história da salvação; repercorrem-se as várias etapas da missão de Cristo. Com Maria orienta-se o coração para o mistério de Jesus. Põe-se Cristo no centro da nossa vida, do nosso tempo, das nossas cidades, mediante a contemplação e a meditação dos seus santos mistérios de alegria, de luz, de sofrimento e de glória. Ajude-nos Maria a acolher em nós a graça que promana destes mistérios, para que através de nós possa “irrigar” a sociedade, a partir das relações quotidianas, e purificá-la de tantas forças negativas abrindo-a à novidade de Deus. O Rosário, quando é rezado de modo autêntico, não mecânico nem superficial mas profundo, de facto dá paz e reconciliação. Contém em si o poder restabelecedor do santíssimo Nome de Jesus, invocado com fé e com amor no centro de cada Ave-Maria”. (https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2008/may/documents/hf_ben-xvi_spe_20080503_rosary.html, último acesso em 29 de setembro de 2018.

A oração precisa ser feita com Fé, pois ela é o fundamento de todas as virtudes cristãs. Por isso devemos começar o Rosário rezando o Credo, ou Símbolo dos Apóstolos.

Para rezar bem, não é preciso fazer orações longas e rebuscadas. Existe oração mais simples e mais sublime do que a Ave-Maria? Ela resume toda a teologia cristã sobre Nossa Senhora. Nela há um louvor e uma invocação. O louvor contém tudo o que faz a grandeza de Maria. A invocação encerra tudo o que devemos pedir a Ela.

Quero encorajar, particularmente os párocos, vigários e todo o clero de nossa Arquidiocese, em marcar horários especiais de oração comunitária do Santo Rosário, com a recitação do “Sub tuum praesidium” e da Oração de São Miguel Arcanjo de São Leão XIII, pedindo pela Igreja, pelas suas necessidades e para que Deus afaste o mal e a discórdia do seio eclesial. Da mesma forma vamos nos reunir nos setores paroquiais, nos ambientes de trabalho, nas nossas famílias, nos lugares de lazer, em nossas ruas. Mesmo pessoalmente, no metrô, no trem, no ônibus ou em casa vamos rezar o terço, conforme nos pede o Papa Francisco, rezar o terço contra o mal que divide a comunidade cristã. Ao nos colocarmos diante de Maria, mãe da Igreja e invocando São Miguel Arcanjo para defender-nos no combate, façamos nossa parte de conversão e de vida nova para sermos sal, luz e fermento no meio de nosso mundo.

Infelizmente, neste mundo desorientado e que se afastou de Deus, muitas pessoas apenas querem sublinhar o que é pecado, desgraça, violência ou mesmo disseminar o ódio. Vamos olhar o que há de belo, santo, justo, puro e virtuoso na sociedade e nas pessoas. Há muitas pessoas que vivem o Evangelho e que precisam ser imitadas.

Aqueles que disseminam, particularmente, à partir das redes sociais o mal e o ódio estão afastados de Deus e precisam de nossas orações para que retomem o caminho de Deus e a seara do Evangelho. Nós que, no Brasil, iniciamos o mês do Rosário e da Missões com a Semana Nacional da Vida deve nos ajudar a viver com fecundidade a nossa vida batismal em todos os sentidos e assim, renovados, renovar a presença da Igreja na sociedade.

A Mãe Igreja sempre está sendo renovada, pela santificação dos seus membros e pelas penitências que fazemos, como jejuns, orações e práticas de piedade para que aqueles que vivem no pecado reencontrem os caminhos de Deus, nos ajudará, pela materna proteção de Nossa Senhora Aparecida, invocada, em outubro, também sobre o patrocínio de Nossa Senhora do Rosário, ou de Nazaré, no mês missionário, a rezarmos com Maria para irmos ao encontro do seu amado Filho Jesus e, pelo récita do Rosário, contemplando os mistérios gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos possamos ser pessoas que, transformadas pelo poder da oração, sob a proteção do Senhor e da Virgem Maria viver uma vida virtuosa e ajudar a Cristo e a sua Mãe Igreja a cumprir a sua missão de santificar o mundo para que o mundo creia que Cristo é o Senhor!

Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/rosario-em-outubro-missionario