FELIZ 2019

dezembro 31, 2018
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Deus é poderoso para fazer infinitamente mais, na vida de qualquer um que colocar sua fé nEle. Nosso Deus é o mesmo Deus que partiu o Mar Vermelho e alimentou mais de cinco mil pessoas com apenas alguns pães e peixes. Ele também deseja fazer grandes coisas através de nós, porém, infelizmente, não temos dado muitos desafios a Ele por causa de nossos sonhos pequenos e orações superficiais e egoístas.
Por isso, vamos sonhar grandes sonhos para Deus! Vamos adorá-lo pela Sua grandeza e abandonar todo medo e falta de fé. Só assim começaremos a viver os planos maravilhosos que Ele tem para nossas vidas!!
“Por isso tenhamos confiança e cheguemos perto do trono divino, onde está a graça de Deus. Ali receberemos misericórdia e encontraremos graça sempre que precisarmos de ajuda” Hebreus 4,16
Que 2019 seja um ano de muita benção, paz, amor, saúde e prosperidade para todos, em nome de Jesus!!!!
Bom dia!
Deus te abençoe poderosamente!
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PADRE CHRYSTIAN SHANKAR: QUER SER FELIZ? APRENDA A TAMPAR OS OUVIDOS!

dezembro 13, 2018


ESTOU EM DEPRESSÃO. O QUE FAZER?

dezembro 13, 2018

ESTOU EM DEPRESSÃO. O QUE FAZER?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão será a doença mais comum do mundo em 2030! Por isso, a importância de se falar sobre ela.

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Depressão é um termo que vem do latim de (baixar) e premere (pressionar), que literalmente significa “pressão baixa” ou “apertar firmemente para baixo”. Este termo é utilizado na Psicologia para designar um transtorno ou distúrbio de humor, caraterizado por uma tristeza profunda, sentimentos de desesperança e baixa autoestima. Este transtorno geralmente se manifesta por meio de um conjunto de sintomas, entre eles: humor deprimido na maior parte do tempo, diminuição do interesse e da experiência de prazer em diversas atividades, insônia ou hipersonia quase todos os dias, fadiga e perda de energia, capacidade diminuída para pensar ou se concentrar, etc.

A depressão também nos coloca numa situação de estarmos presos mentalmente, e buscamos a solidão e o isolamento da família e dos amigos. Há uma relação estreita entre o transtorno de ansiedade e a depressão, pois muitas vezes, o quadro de ansiedade excessiva chega a um estado ansioso depressivo. Diante deste transtorno da depressão, é muito importante buscar ajuda, especialmente de um psiquiatra e um psicoterapeuta.

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Uma das principais características das pessoas em depressão é a condição de vítima. Estar nesta condição provavelmente nem é culpa da própria pessoa, pois seus mecanismos de defesa estão alterados por questões biológicas, psicológicas e até espirituais, uma vez que a depressão é uma doença que modifica muita coisa. A pessoa acometida por esta doença começa a apresentar sintomas como desânimo, tristeza, pensamentos negativos, vontade de morrer, isolamento e falta de energia para atividades simples. Isto interfere nas respostas a situações de estresse, no convívio com as pessoas, na rotina de uma vida saudável.

Leia MaisEstou grávida. E agora?Quero ouvir maisQuero conhecer JesusO tratamento deste transtorno não tem que ser necessariamente por meio de medicamentos, pois, hoje em dia, há um abuso na utilização de diazepínicos, os chamados “tranquilizantes” ou ansiolíticos, que podem até vir a deteriorar a sua saúde física e mental. Pode-se buscar, também, técnicas de meditação, como a muito difundida mindfulness, ou exercícios físicos, já que estes, ao produzir neurotransmissores, ajudam na prevenção da depressão.

É necessária a busca de uma síntese, pois pensamos que somente o remédio não trará uma solução; uma síntese que considere a medicação como importante em alguns casos, mas que utilize do tratamento psicoterapêutico aliado a outras técnicas (meditação, relaxamento, atividades físicas), que é extremamente importante para o sucesso do tratamento.

Por último, é sempre importante lembrar que as pessoas que sofrem estes transtornos são uma unidade bio-psico-espiritual. Uma recomendação é que elas mesmas olhem para si como um ser integral e não com uma visão desfigurada ou negativa de si, do mundo e dos outros. Às pessoas que passam por alguma depressão, eu desejo que sempre tenham uma visão integral e holística delas mesmas. Então, uma recomendação seria que elas, ao se verem como um ser integral, lutem com a ajuda necessária. Isto é preferível a ficar na condição de vítimas, vivenciando uma visão desfigurada, incompleta ou negativa de si mesmas, dos demais e do entorno, levando à estagnação ou à busca de caminhos incertos.

Lembremos, principalmente, que a fé nos leva a confiar em Deus, mas também não esqueçamos que Ele também confia em cada um de nós, pois temos uma missão para cumprir neste mundo.

Dante Ricardo C. Aragón
Sodalício de Vida Cristã
Mestre em Psicologia

Fonte: https://www.a12.com/redacaoa12/espiritualidade/estou-com-depressao-o-que-fazer

 


PADRE CHRYSTIAN SHANKAR: OS 7 CONSELHOS PARA TER UMA FAMÍLIA FELIZ

dezembro 5, 2018


MENINO DA CAÇAMBA

dezembro 5, 2018

MENINO DA CAÇAMBA

O que seria de nossas cidades sem o serviço do recolhedor de entulhos, com suas caçambas milagrosas que fazem desaparecer de nossas vistas tudo de imprestável produzido em nossas construções? Construímos muito, mas descartamos bem mais. Muito daquilo que classificamos como imprestável faz falta na edificação de outros lares, aqueles que seriam a vida sonhada por muitos. A sobra de uns é migalha essencial a outros.

Não é de desigualdade social nosso assunto. Digamos ser este um ingênuo conto de Natal. Perambulando por nossas avenidas, ruas e vielas é impossível não notar essas caçambas modernas que a civilização inventou para despejar seus descartes. Ironicamente, muitas destas ocupando vagas de idosos, carga e descarga ou mesmo de cadeirantes, deficientes. Outras na contramão do fluxo normal ou simplesmente impedindo acesso à garagem do pobre contribuinte. Tão ou mais irregular que o veículo de placas clonadas, a carroça a tração animal ou humana que nunca respeita leis de trânsito e por aí vai. O pobre catador é quem faz a festa em meio a tanto caos e dejetos.

Um deles, no entanto, num dezembro de entulhos ricos, recicláveis valiosos e descartes preciosos, encontrou um dia uma caixa de papelão atraente e volumosa, com um selo de loja de luxo, mas conteúdo misterioso envolto em fina seda. Que fazia ali aquela caixa? Levou-a cuidadosamente para seu barraco, pensando fazer presente à companheira de infortúnios, a mãe de seus filhos. Depositou a caixa numa mesa de centro, cambeta, porém ainda útil. Reuniu mulher e filhos e, num ritual quase religioso, começou a desembrulhar as peças. Primeiro encontrou uma ovelha, depois outra, mais outra. Logo veio um boi, um cavalo, outro boi, uma vaca leiteira. Ah, que bom se esta fosse realmente leiteira, pensou, olhando para a tristeza desnutrida do caçula no barraco.

Continuou a desvendar os mistérios daquela caixa. Já não atinava para o sentido daquele zoológico de peças, quando encontrou o que seria a imagem de um rei, um rico e portentoso rei da antiguidade, que trazia consigo um precioso baú repleto de moedas de ouro. Logo encontrou outro rei, com traços asiáticos, depois outro, de pele negra. Quem seriam tão estranhas figuras? Mas ao mistério do tríplice reinado, recordando uma trindade quase santa de poder e glória, seguiram-se enigmáticas figuras de pastores e aldeões, gente simples, gente do povo como eles, catadores e sobreviventes das mesas ricas que lhes davam suas sobras, seus entulhos. Gente como a gente, pensou!

Depois descobriu a imagem da simplicidade em pessoa, representando um venerável senhor de tez serena, cajado de apoio a longas caminhadas que certamente já fizera. Seu olhar era de contemplação a algo reluzente. Tinha os traços de um ancião feliz, um zé ninguém sem muitas realizações senão aquelas que evidenciavam a consciência de um homem justo. A esposa do catador foi quem desembrulhou a peça seguinte: bela imagem de uma jovem mulher! A imagem perfeita de u’a mãe amorosa, exclamou em alta voz, enquanto a depositava com extremada devoção e encantamento bem ao centro da mesinha cambeta, calçada agora com a responsabilidade de não destruir aquelas peças dum quase quebra-cabeças que encantava a todos.  A jovem Maria, como tantas marias de lutas e infortúnios que bem conhecia, aquela Maria lhe transmitia força e serenidade nunca sentidas antes. Depositou-a carinhosamente ao lado da imagem apaixonada do seu bom José.

Por fim, restou um último e misterioso embrulho. Em partes descobriram o que poderia ser um comedouro de animais, um cesto de ração ou coisa assim, pois era uma peça totalmente descaracterizada, lembrando vagamente um berço de criança. A surpresa maior veio a seguir: a imagem radiante de um bebê, mas com o nariz quebrado. Teriam que lhe providenciar outro berço. Tal qual fizeram para o caçula da família, adotado sim, mas que num dezembro como este encontraram numa caçamba, tirintando de frio e com o nariz também quebrado. Emanuel era seu nome, o mesmo nome do juiz que concedera ao casal de catadores a guarda daquele menino da caçamba…

WAGNER PEDRO MENEZES 
www.meac.com.br

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/menino-da-cacamba/

 


EMERGÊNCIA EDUCATIVA: EDUCAR NA FÉ PARA A FÉ

dezembro 3, 2018

EMERGÊNCIA EDUCATIVA: EDUCAR NA FÉ PARA A FÉ

“E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens”. (Lc 2, 52)

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Que possamos sempre fazer essa afirmação sobre os nossos filhos, alunos, catequizandos, tutelados e sobre todos que, direta ou indiretamente, participamos da educação. Temos sido fontes de formação de sujeitos íntegros? Somos referenciais coerentes com os valores do Evangelho e da Igreja?

A Igreja, ao se preocupar com a “Emergência Educativa”, nos chama a refletir intensamente sobre os grandes desafios de educar no mundo secularizado. Mundo que nos embaraça, que nos desestabiliza e nos empurra o relativismo como princípio, sem que percebamos a força devastadora do mesmo. O Documento de Aparecida é categórico ao afirmar que:

No clima cultural relativista que nos circunda, se faz sempre mais importante e urgente
enraizar e fazer amadurecer, em todo o corpo eclesial, a certeza de que Cristo, o Deus de rosto humano, é nosso verdadeiro e único Salvador. (DAp: 21.p.22)

Estamos, de fato, diante de uma “Emergência Educativa”. Uma resposta concreta e eficaz é “educar na fé e para a fé”. Não é missão fácil; ao contrário, é missão desafiadora, que exige a coerência, o testemunho e o exemplo daquele que pretende educar a outrem. Educar na fé está nos primórdios do Evangelho e nos fundamentos da Igreja. Somente educando na fé e para fé, é possível constituir comunidades cristãs e a nova sociedade. Desta educação depende o futuro do Cristianismo e da Igreja. “Todos reconhecerão que sois meus discípulos” (Jo 13,35). Foi pela educação na fé e para a fé que herdamos a doutrina e os valores Cristãos-Católicos. O Documento de Aparecida (101), responde:

Neste momento, com incertezas no coração, perguntamos com Tomé: “Como vamos saber o caminho?” (Jo 14,5).
Jesus nos responde com uma proposta provocadora: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6).
Ele é o verdadeiro caminho para o Pai, o qual tanto amou ao mundo que lhe deu o seu Filho único, para que todo aquele que nele crer tenha a vida eterna (cf. Jo 3,16).
Esta é a vida eterna: “que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo teu enviado”(Jo 17,3).
Como discípulos de Jesus, confessamos nossa fé com as palavras de Pedro: “Tuas palavras dão Vida eterna” (Jo 6,68).
A fé em Jesus como o Filho do Pai é a porta de entrada para a Vida.“Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16).

Quando não assumimos a Educação na Fé e para Fé, colaboramos para que o estado de relativismo se mantenha e nos arraste para a defesa dos “tempos líquidos”. Bento XVI, nosso querido Papa Emérito, nos convocou ao cuidado com a “ditadura do relativismo”, pois deixa cada um como medida de si mesmo e nos coloca a favor do individualismo e da efemeridade, permitindo que Deus seja banido de nossa existência, já que Deus é amor, Absoluto e Eterno. A ditadura do relativismo não tem consequência somente particular, mas envolve toda a sociedade e coloca em grande perigo a convivência social e a condição humana. Tudo que é absoluto e duradouro é considerado como maléfico à sociedade. O Catecismo da Igreja Católica orienta sobre a necessidade da Educação na Fé e para a Fé e nos apresenta as consequências quando negligenciamos esta missão.

Na medida em que rejeita ou recusa a existência de Deus, o ateísmo é um pecado contra a virtude da religião.
imputabilidade desta falta, entretanto, pode ser seriamente diminuída, em virtude das intenções e das circunstâncias.
Na gênese e difusão do ateísmo, “grande parcela de responsabilidade pode caber aos crentes, na medida em que, negligenciando a educação da fé,
ou por uma exposição enganosa da doutrina, ou por deficiência em sua vida religiosa, moral e social,
se poderia dizer deles que mais escondem do que manifestam o rosto autêntico de Deus e da religião“. (Catecismo da Igreja Católica §2125)

educação na fé e para fé alimenta a esperança e a possibilidade de religação da humanidade ao sentido próprio de sua existência. No Congresso de Educação Católica, realizado em Roma: “Educar hoje e amanhã: Uma paixão que se renova”, o Papa Francisco fez o discurso de encerramento que muito nos ajuda a refletir a Educação na fé, pela fé, para a fé.

“Não se pode falar de educação católica sem falar de humanidade, porque a identidade católica é precisamente Deus que se fez homem. Ir em frente nas atitudes, nos valores humanos, plenos, abre a porta à semente cristã. Depois vem a fé. Educar cristianamente não é só fazer uma catequese: esta é uma parte. Não é só fazer proselitismo — nunca façais proselitismo nas escolas, nunca! — Educar cristianamente é levar por diante os jovens, as crianças nos valores humanos em todas as realidades, e uma destas realidades é a transcendência.
Hoje há a tendência a um neopositivismo, ou seja, a educar para as coisas imanentes, para o valor das coisas imanentes, e isto tanto nos países de tradição cristã como nos países de tradição pagã. O que não significa introduzir os jovens, as crianças na realidade total: falta a transcendência. Para mim, a maior crise da educação, na perspectiva cristã, é este fechamento à transcendência. Somos fechados à transcendência. É preciso preparar os corações para que o Senhor se manifeste, mas na totalidade; ou seja, na totalidade da humanidade, que tem também esta dimensão de transcendência. Educar humanamente, mas com horizontes abertos. Nenhum tipo de fechamento beneficia a educação.

Que Maria, Mãe de Jesus e nossa, nos envolva com o seu manto e nos conceda a graça de construir um mundo novo através da Educação, e que possamos educar com a mesma fé, intensidade, verdade e valores, assim como Jesus foi por Ela educado.

ESCRITO POR
Joana Darc Venancio (Redação A12)

Joana Darc VenancioPedagoga, Mestre em educação e Doutora em Filosofia. Especialista em Educação a Distância e Administração Escolar, Teóloga pelo Centro Universitário Claretiano. Professora da Universidade Estácio de Sá. Coordenadora da Pastoral da Educação e da Catequese na Diocese de Itaguaí (RJ)

Fonte: https://www.a12.com/redacaoa12/igreja/emergencia-educativa-educar-na-fe-para-a-fe