ANNA CLARA FERNANDES: NAS MÃOS DO OLEIRO

novembro 18, 2018


É PRECISO SER DIFERENTE

novembro 18, 2018

É PRECISO SER DIFERENTE

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A TENDÊNCIA AO PESSIMISMO DOMINA CADA VEZ MAIS. PRECISAMOS TORNAR NOSSA EMPATIA ALGO PRODUTIVO.

Com tantas coisas ruins nos rodeando dia após dia, nos noticiários e em cada esquina, fica muito fácil deixar-se abater. A tendência ao pessimismo domina cada vez mais e isso, embora não nos pareça, faz definhar pouco a pouco nossa sanidade. De tristeza à depressão, de medo à síndrome do pânico, de mau humor ao isolamento.

Felizmente, ainda nos abatemos; não estamos inertes ao sofrimento e à dor alheia. Ainda temos em nós a empatia e o sentimento de revolta por tudo aquilo que nos parece errado e injusto. Ainda temos nossa humanidade. E isso é bom, mesmo que não seja fácil.

Mas, embora continuemos com nossa humanidade, precisamos torná-la produtiva. Reclamar, criticar, chorar, temer, não resolve problemas; nem os seus nem os de ninguém. Para muitas coisas, realmente somos impotentes, mas para muitas outras, não.

Uma atitude positiva, digna do selo altruísta ou simplesmente um pequeno gesto de amor, pode parecer pouca coisa, mas não é. Um ato de bondade nunca acaba nele mesmo. Atos de bondade têm a capacidade de “contaminar” outros que o presenciam; essas atitudes podem causar sentimentos bons; podem melhorar o dia de alguém, a curto ou a longo prazo. E mesmo que ninguém perceba que está acontecendo algo bom, você saberá e será uma pessoa melhor por causa disso. Doar-se a uma boa causa, qualquer que seja e que represente algo positivo para você, é um santo remédio.

O pior que pode ser feito diante das tristezas, de cada injustiça, de cada sofrimento, de cada notícia ruim nos noticiários, é aceitar como comum e incapaz de ser melhorado. É deixar que tudo aquilo que é ruim no mundo inflame seu ser, influencie seu agir negativamente e, por fim, torne você incapaz de sentir empatia. Precisamos ter muito cuidado, pois isso acontece de forma silenciosa e sorrateira.

Pense muito em como você pode ser melhor, fazendo o melhor. Saúde e bem-estar não estão somente em correr dez quilômetros e comer três frutas por dia; também está em cuidar da mente e da alma. Cuidar da saúde espiritual, ter bons sentimentos e lutar contra os ruins. Reconhecer que se tem um propósito nesta vida, que vai além de cuidar do próprio umbigo. Isto é, abrir mão de uma vida medíocre.

Por isso, tente ser o oposto daquilo que afeta seu dia a dia; desligue-se do jornal sensacionalista ou tendencioso e seja útil. Dê um off nas redes sociais, com suas receitas imaginárias de felicidade. Faça de sua vida, uma vida útil para si e para os outros neste mundo, que se esforça para promover tanta inutilidade. É preciso ser diferente!

Caiene Cassoli
Autora do livro “O poder de mudar hábitos”
Editora Ideias & Letras

Fonte: http://www.a12.com/jornalsantuario/artigos/e-preciso-ser-diferente

 


PADRE LÉO: O HOMEM E SUAS ESCOLHAS

novembro 16, 2018


A MEDIDA COM A QUAL MEDIMOS….

novembro 16, 2018

A MEDIDA COM A QUAL MEDIMOS….

A medida com a qual medimos

Com qual medida você gostaria que lhe medissem? Com o metro? Então meça também com o metro. Você gosta de medir os outros em litro? Também lhe medirão em litros. Em outras palavras: a medida com a qual seremos medidos, é a medida utilizada para medirmos nossos irmãos.

Aqui reside “a lei da reciprocidade.” Se somos misericordiosos, seremos medidos pela misericórdia. Se julgarmos, seremos julgados da mesma forma. Se perdoarmos, receberemos o perdão.

Se pensarmos bem, a vida é tão efêmera, nossos dias de peregrinos neste mundo são fugazes, no momento em que somos fecundados já começa a contagem regressiva da existência… Somos apenas pó e nada mais. E por que não seguirmos estas palavras do Mestre dos Mestres? Para que usar de tanta condenação?

São Francisco – o santo mais parecido com Jesus – dizia: “É dando que se recebe.” Desapegue-se, seja compassivo, perdoe, não julgue, e você receberá a maior de todas as medidas do Senhor: a Fonte de Misericórdia que flui do seu coração traspassado. TOME POSSE!

Lucas 6,36-38

 

Paz e Luz

Antonio Luiz Macêdo

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/medida-com-qual-medimos/

 


PADRE CHRYSTIAN SHANKAR: ESTÁ SOFRENDO? USE AS 3 ARMAS DA VITÓRIA!

novembro 14, 2018


HOMILIA DO DIA – PADRE PAULO RICARDO: POR QUE DAR GRAÇAS A DEUS?

novembro 14, 2018


A ORAÇÃO É UM ENCONTRO ÍNTIMO COM DEUS

novembro 14, 2018

A ORAÇÃO É UM ENCONTRO ÍNTIMO COM DEUS

O que é a oração?

A oração é atitude própria e necessária de todo o cristão. Então, acredito que todos nós, em algum momento, já tenha feito a si mesmo estas perguntas: “Será que eu sei rezar?; Como eu rezo?; O que é a oração?”. Se você já se fez essas perguntas, não pense que está errado ou que isso é um problema. Pois, vejo, por trás desses questionamentos, alguém preocupado com a vida espiritual e com o relacionamento com Deus.

Digo isso partindo do mesmo apelo feito a Jesus, por um de seus discípulos, quando esse viu que o próprio Senhor tinha saído para orar em um determinado lugar. O discípulo perguntou ao Senhor: “Senhor, ensina-nos a orar, como, também, João ensinou aos seus discípulos” (Cf. Lc 11,1).

A oração é um encontro íntimo com Deus

Foto ilustrativa: Bruno Marques/cancaonova.com

Questionar a maneira como se vive é um passo importante para quem deseja continuar crescendo no caminho cristão de santidade. Mais importante ainda, é fazer perguntas indispensáveis, assim como saber onde buscar as respostas para a própria vida. A tradição cristã, com seus vários anos e muitas correntes de espiritualidade, trouxeram definições sobre o que é a oração. Contudo, quero trazer para você a definição de que: a oração é um encontro íntimo com Deus.

O encontro de duas sedes

Tratar a oração como encontro é ter a certeza de ir encontrar-se com Aquele que, antes de nós irmos até Ele,  já estava ansioso por nos encontrar. É, antes de tudo, uma oração de saída. Então, podemos dizer que, o encontro da sede do teu coração com a sede do coração de Deus é a necessidade de ambos.

Na passagem em que a samaritana se depara com um homem que mudou a sua vida, perceba que momento mais belo de oração e de realização de dois corações que se desejavam. “Havia ali a fonte de Jacó. Jesus, cansado da viagem, sentou-se junto à fonte. Era por volta do meio-dia. Veio uma mulher da Samaria buscar água. Jesus lhe disse: ‘Dá-me de beber!’ […] A samaritana disse a Jesus: ‘Como é que Tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?’” (Cf. Jo 4,6-9).

Pronto! Aconteceu a partir desse fato uma transformação na vida dessa mulher. Nada mais permaneceu da mesma forma. Ambos os corações desejavam a mesma coisa, saciar a sede. Não pensemos que a necessidade vital naquele momento era de água, porque se continuarmos a leitura, o texto bíblico não traz que nenhum dos dois beberam a água.

A sede daquela mulher era sede Deus e de Deus daquele coração machucado. Esse encontro foi oração na vida da samaritana. E, desde esse momento, ela já sabia como saciar a sua carência que acabou buscando nos cinco maridos que teve. Somente Deus sacia!

Entra no teu quarto e fecha a porta

Para Deus, o mais importante não é o lugar, mas a disposição do seu coração. Meu irmão, a oração vai muito mais do que as palavras ditas, o lugar em que você se encontra, a situação que esteja vivendo ou as realidades externas a você. Claro que, essas condições podem ser matéria para a sua oração ou de alguma forma atuar na sua oração. Contudo, é na tua intimidade que Deus quer agir, é no teu secreto que Ele quer revelar segredos ao teu coração.

No mesmo contexto, onde Jesus ensina os seus discípulos a orar, porém, agora, no Evangelho de Mt 6,6, o Senhor exorta: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora a Pai que está no escondido. E teu Pai que vê no escondido, te dará a recompensa”. Com essa passagem, Jesus ensina que, para que esse momento de oração aconteça, é preciso que você se coloque em estado de oração; ponha-se em estado de intimidade.

Ninguém precisa saber ou ver você fazendo a tua oração, porque é encontro somente entre duas pessoas; é um momento entre ti e Deus. Entre no silêncio, no escondido do teu coração e, lá, encontre Deus. Faça do teu íntimo o teu lugar secreto.

Eu te procurava fora e Tu estavas dentro

Santo Agostinho foi um homem que, por muitos anos, de diversas formas e nos mais variados lugares procurou saciar a sede. Sede essa que nem mesmo ele sabia de qual se tratava. Um jovem inteligente e cheio de dons naturais, mas alguém que sempre procurou fora o que só poderia encontrar dentro dele, no seu coração. E, esse foi o verdadeiro encontro que o santo teve, o encontro com a verdade que estava no “mais íntimo do seu íntimo”, como consta nos seus escritos.

A oração lança-nos para as realidades espirituais, divinas que estão além de nós mesmos. A exemplo de Agostinho, tantos outros santos que, após as experiências de pecado e de vida entregue aos mais variados prazeres, se converteram. Isso, porque, perceberam que, no mais íntimo, essa entrega aos prazeres da carne expressavam
o desejo de um encontro com a verdade; e o anseio de saciar a secura da própria alma. Secura essa que só Deus pode saciar, como disse Santa Teresa D’ávila: “Só Deus basta!”.

Então, meu caro amigo, lance-se na oração, lance teu olhar em direção ao olhar atento do Senhor. Ele deseja te encontrar e fazer morada no teu coração. “Suba” ao mais alto monte (interior) que possa existir para, assim, proporcionar esse encontro ao seu próprio coração. Pois, ali Deus habita e, a oração, é o refúgio dos santos.

 

Fábio Nunes

Francisco Fábio Nunes
Natural de Fortaleza (CE), é missionário da Comunidade Canção Nova e candidato às Ordens Sacras. Licenciado em Filosofia pela Faculdade Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP), Fábio Nunes é também Bacharelando em Teologia pela Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP) . Atua no Departamento de Internet da Canção Nova, no Santuário do Pai das Misericórdias e nos Confessionários.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/vida-de-oracao/oracao-e-um-encontro-intimo-com-deus/

 


MÁRCIO MENDES: FELIZ VOCÊ QUE ACREDITOU, PORQUE SE CUMPRIRÁ O QUE DEUS LHE PROMETEU

novembro 13, 2018


AS MINHAS PALAVRAS NÃO PASSARÃO

novembro 12, 2018

AS MINHAS PALAVRAS NÃO PASSARÃO

Façamo-nos presentes ao sopé da montanha e escutemos com a multidão o que diz Jesus: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão.” (Mateus 24,35)

Se você pertence ao grupo de pessoas que compactuam com mudanças radicais na Igreja realizadas pelo próximo Pontífice, considere suas esperanças perdidas e sua expectativa frustrada.

Os pontos de maior especulação neste momento que antecede o Conclave: Aborto, novas núpcias para casais divorciados e união homossexual. Todas estas questões serão INTOCÁVEIS, visto que regidas pelo Evangelho.

ABORTO – Uma citação fundamental de Jesus: “Eu vim para que as ovelhas tenham vida e para que a tenham em abundância.” (João 10,10b) Esta vida deve ser preservada em qualquer circunstância, mesmo em caso de estupro, porquanto a consequência (geração da vida) é infinitamente mais importante do que a causa.

NOVAS NÚPCIAS PARA DIVORCIADOS – Quanto ao Sacramento do Matrimônio, o Evangelho é enfático e claro: “Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu.” (Mateus 19,6) A indissolubilidadedo Matrimônio não se discute.

UNIÃO HOMOSSEXUAL – Ainda no princípio “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.” Não existe opção sexual de outra natureza. A união conjugal acontece exclusivamente entre dois seres humanos iguais em dignidade, e de sexos opostos. É a complementaridade das diferenças. E é isso que Deus determina.

Portanto, não pense que a Palavra de Deus irá adaptar-se aos seus anseios anticristãos; você é que deve adaptar-se à claridade da luz do Evangelho. Porque as palavras de Jesus não passarão jamais.

Mateus 24,35

Paz e Luz

Antonio Luiz Macêdo

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/as-minhas-palavras-nao-passarao/

 


PORQUE NÃO DEVEMOS ACREDITAR EM ALMAS PENADAS E FANTASMAS?

novembro 9, 2018

PORQUE NÃO DEVEMOS ACREDITAR EM ALMAS PENADAS E FANTASMAS?

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Muita razão tem a Igreja ao afirmar que é diante da morte que o enigma da existência humana atinge seu ponto alto (Cf. Gaudium et spes, 18). De fato, embora seja certa para todos os seres humanos, a realidade da morte permanece como um mistério profundo, que, continuamente, coloca diante de nós a pergunta acerca do sentido último da nossa existência. Envolvida pelo véu do desconhecido, ela tem alimentado, ao longo dos tempos, a reflexão e a imaginação de muitos, bem como servido de enredo para a literatura, a pintura, o cinema e mesmo rodas de conversas entre amigos.

Todos nós, certamente, já ouvimos o relato de alguém que afirma já ter visto alguma pessoa falecida. Mas nós, católicos, podemos acreditar que os mortos aparecem? Por que não podemos acreditar no que, popularmente, chamam de ‘alma penada’ ou ‘assombração’? O que a Doutrina Católica tem a nos dizer a respeito do mistério da morte, à luz das Sagradas Escrituras e da Tradição da Igreja?

O autor da carta aos Hebreus afirma que “está destinado aos homens morrer uma só vez, e depois disso vem o Juízo” (Hb 9, 27). De fato, por meio da morte, o corpo volta à terra de onde veio, enquanto a alma, que é imortal, vai ao encontro do Senhor para se unir novamente ao corpo quando este, glorificado, ressuscitar na vinda de Cristo no fim dos tempos.

A vida eterna, que se inicia com a morte corporal, é precedida por um juízo particular realizado por Cristo em relação à fé e às obras de cada um, que vai conceder o acesso à glória do Céu, imediatamente ou depois de uma adequada purificação, ou então à condenação de sermos separados de Deus. O Purgatório é o estado dos que morrem na amizade de Deus, mas, embora seguros da sua salvação eterna, precisam ainda de purificação para entrar no Céu. É importante dizer, ainda, que quando acabar nossa vida sobre a terra, não voltaremos a outras vidas terrenas. Não existe, portanto, reencarnação depois da morte (Cf. Mt 25,31-46; Jo 5, 28-29; Jo 11, 25-26; Jo 14, 1-3; Rm 8, 11; 1 Cor 15).

A Igreja, como vimos, é muito clara em seu ensinamento acerca da morte e da vida eterna e, de fato, em nenhum momento, fala-se a respeito da possibilidade de os mortos aparecerem para nos dizer algo ou para nos encarregar de algum assunto que deixaram pendente durante a vida terrena. Contudo, é verdade, também, que muitas pessoas afirmam já ter visto algum ente querido já falecido, sendo que, para não faltarmos com a caridade, não podemos afirmar que mentem ao dizer isso. Mas, então, o que acontece? Já no final do século XIX, começou a se constituir a disciplina chamada Parapsicologia e a conclusão a que os parapsicólogos chegam sempre mais, é que esses fenômenos são produzidos pelo poder da mente, a partir do medo ou da dor que a lembrança da pessoa falecida produz, bem como do desejo de estar na presença de quem já partiu desse mundo.

Inspirada em uma meditação de Santo Agostinho, a Igreja reza na Santa Missa pelos Defuntos: “Senhor, para os que creem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível” (Prefácio dos Mortos I). De fato, pela fé sabemos que a morte não tira a vida, mas a transforma e, com a transformação do modo de existir que a morte inaugura, transforma-se, também, a maneira de nos relacionarmos com aqueles que amamos e que já passaram para a vida eterna.

Insistir no desejo de nos relacionar com aqueles que já faleceram, da mesma maneira que nos relacionamos com aqueles que vivem neste mundo, nos faz perder de vista o que significa, precisamente, a fé na vida eterna, que nos dá a coragem de amar ainda mais intensamente as pessoas e de trabalhar para que este mundo seja o princípio do Céu para o qual se encaminha a peregrinação da nossa existência. Como bem disse o Papa Bento XVI, “somente quem pode reconhecer uma grande esperança na morte, pode também levar uma vida a partir da esperança”.

Neste dia de Finados, em virtude do mistério da Comunhão dos Santos, ofereçamos nossas orações de sufrágio pelas almas dos fiéis defuntos, em particular a Santa Missa, bem como nossas obras de caridade e penitência. Mas rezemos também por nós mesmos, para que, vivendo santamente a vida presente, mereçamos, um dia, entrar na alegria do Céu, onde viveremos para sempre com Cristo, ressurreição e vida para quem n’Ele crê (Cf. Jo 11, 25).

Padre Jefferson Antônio da Silva Monsani
Formado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e
Teologia pela Faculdade João Paulo II (Marília)
Assessor Diocesano da Catequese da Diocese de Araçatuba
Fonte: http://www.a12.com/redacaoa12/espiritualidade/porque-nao-devemos-acreditar-em-almas-penadas-e-fantasmas

PADRE PAULO RICARDO: A NADA DÁ MAIS VALOR DO QUE A CRISTO

novembro 7, 2018


QUERO CONHECER JESUS

novembro 7, 2018

QUERO CONHECER JESUS

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Para você que vai à Missa, está acostumado à recitação do Terço, ao Terço da Misericórdia, e que todo ano visita Nossa Senhora, mas sente que ainda falta conhecer a Jesus, aqui vão algumas dicas. A primeira coisa que precisamos para conhecer Jesus é um longo relacionamento com Ele. Digo “relação” porque é um aspecto importantíssimo do conhecer.

Dica número um“Acolher a Iniciativa Divina e querer de verdade relacionar-se com Ele”

Quando tomamos consciência que Ele é o primeiro que quer relacionar-se conosco, algo muda na nossa vida de oração e, por isso mesmo, devemos rezar com essa intenção, desejar durante o dia esta comunicação com Deus, conversar com Ele, preparar-se bem para a missa, confessar-se. Que as coisas de Deus sejam sagradas para você. Estes esforços serão enriquecidos com a Graça Divina, que veio primeiro, fazendo nosso coração inclinar-se para Ele. Agora, como um fruto que nasce da árvore de uma vida espiritual, poderemos começar. Deus não é mais um estranho, e sim alguém próximo. Às vezes, até mesmo uma devoção particular, talvez o padroeiro de nossa paróquia, nos ajude nesse momento.

Segunda dica: Ler as mensagens que estão no seu e-mail

Como assim? Muitas vezes, Jesus tentou comunicar-se conosco, mas nem sempre o entendemos ou não tivemos as condições, espaços, ou simplesmente estávamos fechados às suas mensagens. Por isso é importante fazer uma “revisão de vida”, olhar aquelas páginas difíceis da nossa vida e reconciliá-las a partir do Coração Misericordioso de Deus. Nem sempre isso é fácil, e leva algum tempo. Parece aquele monte de e-mails que você não leu, mas sabe que são importantes. A nossa consciência tem uma boa memória para isso. Basta perguntar-se: o que fiz de errado neste últimos tempos? O que Deus gostaria que eu mudasse na minha vida? Uma dica neste passo seria aprofundar-se em como fazer o “exame de consciência”. Posso dizer que é muito mais do que ver o errado; é também estar agradecido por todos os benefícios. Mas isso fica para outro dia.

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Terceira dica: Estude!

Estudar o que? O Catecismo da Igreja Católica, as Sagradas Escrituras. Vá lá fazer aquele curso na sua Paróquia. Não tem outro jeito. Com certeza, podemos conhecer a Deus na nossa oração. Mas quem disse que Deus quer relacionar-se com você só dessa maneira? Será que não tem uma preguiçinha escondida por aí? Muitas vezes, queremos conselhos para saber o que fazer, mas nem sempre isso será possível. Muitas vezes, teremos nós mesmos que resolver situações difíceis, e rapidamente. Por isso, se não conheço o Cristo dos Evangelhos, o Cristo que deixou sua Igreja como atualização de sua mensagem para os desafios de hoje, ficaremos sempre na ignorância daquelas coisas que Jesus espera de nós. Uma pergunta básica: neste último mês de setembro, você estudou mais sobre a Bíblia? Acolher as diretrizes da Igreja é uma boa oportunidade para fazer este caminho. Uma passagem sugestiva do livro da Sabedoria é esta: “A Sabedoria é brilhante, sua beleza é imutável; facilmente é contemplada pelos que a amam e encontrada pelos que a buscam. Para dar-se a conhecer, antecipa-se aos que a desejam” (Sb 6,12-13).

Quarta dica: “Aplique o que você estuda”

No momento em que você começa a ter que manifestar sua Vida Cristã, começará a realmente precisar entender o “Bom Pastor”, a necessitar do “Pão da Vida”, precisará buscar a Deus como “Caminho”, “Verdade”, diante das dificuldades e até mesmo das pessoas, e encontrará “o Reconciliador”; quando perceber suas misérias e precisar de respostas para a sua vida, encontrará assim o “Salvador”, “o Deus Vivo”; quando não entender as dificuldades que aparecem na sua vida, começará a conhecer “o Jesus Crucificado”.

Por isso é que dizemos que a Vida Cristã é um caminho de discipulado. Os apóstolos receberam o chamado, mas somente ao acompanhar Jesus é que foram instruídos, e este processo continua até hoje na Sua Igreja. Por isso temos reuniões como o último “Sínodo dos Jovens”. Quero terminar lembrando Jo 15,14-16, uma das passagens mais belas dos evangelhos: “Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando. Não vos chamo mais de servos, porque o servo não sabe o que faz seu patrão. Mas vos chamo de amigos, porque vos manifestei tudo o que ouvi de Meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes, mas fui Eu que vos escolhi e vos designei para irdes e produzirdes fruto, e para que vosso fruto permaneça, a fim de que tudo o que pedirdes a Meu Pai em Meu nome, Ele vos conceda. Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros!

Fábio Santos
Sodalício de Vida Cristã

Fonte: http://www.a12.com/redacaoa12/espiritualidade/quero-conhecer-jesus

 


PADRE LÉO: A HISTÓRIA DO PAPAGAIO

novembro 5, 2018


PEDI E RECEBEREIS

novembro 5, 2018

PEDI E RECEBEREIS

Rezar pelas vocações é um dever, um compromisso de todos os cristãos, pois se trata de um pedido de Jesus. No Evangelho de São Mateus (Mt 9, 36-38), está escrito:

“Vendo as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então Jesus disse a seus discípulos: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita.”

A triste realidade que Jesus viu não acabou. Ainda hoje há muita gente excluída, abandonada e ferida, precisando de atenção, de carinho e de solidariedade. Basta ter um olhar de compaixão como o de Jesus para constatar esta realidade. A Messe continua grande e o número de operários continua pequeno para atender tamanha necessidade.

Por isso, devemos continuar a pedir. Pedir com fé, pedir individualmente, pedir em família, pedir em comunidade, pedir com perseverança.

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Como pedir?

Existem muitas maneiras. Uma delas é rezando. Rezar para que o Senhor da Messe mande mais gente comprometida com o anúncio da Palavra, com a vivência da fé na comunidade, com a prática da justiça e da verdade. Rezar também pela perseverança e fidelidade daqueles e daquelas que já foram chamados e já estão servindo nas comunidades.

Toda oração feita com fé e confiança, toca o coração de Deus.

Que tal criar esse hábito de rezar pelas vocações?

Certamente, se pedirmos seremos atendidos.

Fonte: http://www.a12.com/redentoristas/vocacional/noticias/pedi-e-recebereis

 


PADRE LÉO: NA PLENITUDE DA GRAÇA

novembro 2, 2018


FAMÍLIA, A COMUNHÃO DE PESSOAS

novembro 2, 2018

FAMÍLIA, A COMUNHÃO DE PESSOAS

A família, comunhão de pessoas

No matrimônio e na família constitui-se um complexo de relações interpessoais – vida conjugal, paternidade-maternidade, filiação, fraternidade – mediante as quais cada pessoa humana é introduzida na «família humana» e na «família de Deus», que é a Igreja.

Nenhum Ser Humano nasceu “ilha“. Desde o momento de sua concepção o relacionamento inicia-se de forma consciente para os pais e inconsciente para o embrião – mas é um relacionamento.

O que vem a ser relacionar-se? Criar laços. Laços afetivos e efetivos; laços de sentimento e emoções. E nesse parâmetro se dá o que o título deste parágrafo sugere: COMUNHÃO. Ou comum união, ou união comum entre as pessoas. É assim a Família: um encontro de pessoas que vivem numa comunhão recíproca entre si.

A graça do Matrimônio tem um papel preponderante nesta Comunhão, porquanto é dela que brota a força regeneradora e renovadora da Família que recebeu a bênção do Senhor.

Não é a Comunidade Familiar que favorece esta Comunhão de pessoas, mas a UNIDADE entre as pessoas é que determina de maneira sóbria e firme, a Família que Deus projetou.

As Famílias desagregadas, no entanto, não podem perder a esperança de uma reconstrução dos relacionamentos fragilizados ou perdidos. Para isso, Jesus imolou-se na cruz, a fim de que pelo poder do seu sangue derramado pudesse reconstruir e transfigurar os laços quebrados, rompidos.

A luta pelo relacionamento equilibrado dentro da Comunidade Familiar deve contar com a presença constante do Espírito Santo, que representa o Amor da Trindade entre o Pai e o Filho. Sem Ele, a vulnerabilidade das inter-relações pessoais corre um sério risco de serem afetadas pelos “dardos inflamados do Maligno“.

A oração, o sacramento da Confissão e a Eucaristia são remédios eficazes e preventivos contra todos os ataques que se voltam contra as famílias bem relacionadas, porque trazem dentro de si a FORÇA PODEROSA DO ALTÍSSIMO, à qual nenhum mal poderá atingir.

Paz e Luz

Antonio Luiz Macêdo

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/familia-comunhao-de-pessoas/

 


PADRE PAULO RICARDO: COMO ENTRAR PELA PORTA ESTREITA?

outubro 31, 2018


POR QUE A IGREJA CATÓLICA NÃO ACEITA A PENA DE MORTE?

outubro 31, 2018

POR QUE A IGREJA CATÓLICA NÃO ACEITA A PENA DE MORTE?

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Para refletir este tema, é importante ter presente que Deus é o autor da vida. No livro do Gênesis, lemos a narrativa de que Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança (cf. Gn 1,26)A vida é obra de Deus, é dom de Deus, por isso a vida pertence unicamente ao Senhor. Quando rezamos que a vida está nas mãos de Deus, então acreditamos que somente as mãos de Deus, que concede a vida, é que também pode tirá-la.

Quando tomamos conhecimento de alguém que atentou contra a vida do seu semelhante, ou quando passamos pela dor e sofrimento de perder uma pessoa que amamos, vítima da violência de alguém, no momento do repúdio a esse ato e de revolta do nosso coração, temos a tendência a desejar vingança, ou seja, queremos que aconteça o mesmo mal para quem fez um ato de maldade. Nesse momento, é importante ouvir a voz de Cristo, que nos diz: “Se a vossa justiça não for maior que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus” (Mt 5,20).

Quando desejamos ou até mesmo queremos fazer para o outro o mal que ele nos fez, nós estamos nos tornando iguais a ele no erro, e onde vamos viver um amor que faça diferença? Se, como cristãos, somos a favor da pena de morte, tentando justificar que todo aquele que tira a vida de alguém, ou que provocou grande sofrimento para o seu próximo, deveria ter sua vida tirada também ou sofrer da mesma forma, nós estamos indo contra todo o ensinamento de Jesus. Pois se eu desejo matar alguém para ensinar a essa pessoa que ela não deveria ter matado, isso não traz lição alguma. Matar para dizer que não se mata é contraditório, não educa, muito pelo contrário, nos faz trazer para a nossa vida a mesma atitude que condenamos no outro.

Por isso a Igreja sempre será contra a pena de morte. Ela sempre irá realizar em sua ação evangelizadora gestos concretos de misericórdia e caridade capazes de levar a superação de toda forma de violência presente no mundo.

Como Mãe, a Igreja sempre estará ao lado daqueles filhos e filhas que sofreram alguma forma de violência, para que, na graça do amor de Deus, todos os que sofrem sejam curados. Mas, como Mãe, não quer dizer que, estando ao lado dos que foram machucados, ela queira castigar quem machuca, pois não se cura quem feriu machucando aquele que fere; não se repara uma vida tirando outra! A justiça em Deus é essencialmente misericórdia. E Jesus, o justo, morreu na cruz para salvar também os injustos, o inocente pelos pecadores, pois são justamente aqueles que ainda não sabem amar que precisam receber amor para que redescubram o valor que a vida tem. Só o amor é capaz de fazer memória do valor de uma vida. Nenhum gesto de maldade ou vingança irá mostrar o que a vida de alguém significou.

No livro do Deuteronômio, que é o grande livro das leis do povo de Israel, encontramos esta bonita expressão do coração de Deus para o nosso coração: “Diante de ti ponho a vida e ponho a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas tu e teus descendentes” (Dt 30,19). Por isso, escolher a vida é o grande compromisso no testemunho de nossa fé. Escolher a vida até mesmo para aqueles que escolheram a morte para alguns dos seus semelhantes.

Essa é a razão essencial pela qual a Igreja Católica não aceita a pena de morte, pois Jesus nos ensinou que é preciso amar os nossos inimigos e fazer o bem para quem nos fez o mal. Só assim a nossa luz brilhará diante dos homens e revelaremos que somos filhos de Deus (cf. Mt 5,43-44)Pois a antiga lei do Talião – do olho por olho e dente por dente – não cabe na lógica da vida daqueles que receberam de Jesus o mandamento do amor.

Fonte: http://www.a12.com/redacaoa12/duvidas-religiosas/por-que-a-igreja-catolica-nao-aceita-a-pena-de-morte

 


PADRE FABIO DE MELO: SUPERANDO O TÉRMINO DE UM RELACIONAMENTO

outubro 25, 2018


A PRESENÇA DE MARIA

outubro 25, 2018

A PRESENÇA DE MARIA

A presença de Maria

Onde Maria está presente, tudo muda, tudo se transforma. O extraordinário é que onde Maria está, aí está também o Espírito Santo; e onde o Espírito Santo se faz presente, é o sinal vivo e eficaz da presença de Maria. E não poderia deixar de ser diferente: onde está o esposo, a esposa sempre está. Aí reside a diferença quando a Mãe está em cena.

Em Caná, quando faltou vinho, a presença de Maria foi de fundamental importância para que voltasse a alegria, o júbilo, a festa. Somente ela teve o poder de antecipar o tempo e o plano de Deus. “Fazei tudo o que ele disser!” E das talhas de água surgiu o melhor vinho.

Isabel estava escondida, envergonhada, triste, desanimada… quando ouve a saudação de Maria, tudo, tudo se transfigura. A Trindade revela-se. O milagre acontece. Isabel é plenificada pelo Espírito Santo; João Batista estremece em seu seio; a exultação apodera-se de todo o seu ser e ela exclama em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre“. A presença de Maria, muda, transforma, transfigura. Isabel, antes abatida, explode numa alegria incontida, e pela ação do Espírito a proclama bendita, feliz, bem-aventurada entre todas as mulheres da terra. Bendiz, louva, glorifica a Jesus, ela que nem tinha conhecimento desta gestação.

E nestas palavras tão simples e tão profundas, está um dos mais belos exemplos do dom de Ciência que a Bíblia registrou: Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe do meu Senhor?” Que honra, que alegria, que presença! E aí ela já reconhece Jesus como seu Senhor, Senhor da sua vida, Senhor da sua história. “Bem-aventurada és tu que creste“. Porque Maria acreditou nas palavras pronunciadas pelo mensageiro de Deus, Isabel a felicita e profetiza: “pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!” Quando Maria está presente, o Espírito Santo de Deus se derrama em dons, graças e alegria.

Fonte: Lucas 1,39-45

Paz e Luz

Antonio Luiz Macêdo

Fonte: http://catequesecatolica.com.br/site/presenca-de-maria/