SACERDOTE – COMUNIDADE JESUS MENINO

novembro 30, 2010
Anúncios

TEMPO DE ESPERANÇA

novembro 30, 2010

Imagem de Destaque

Tempo de Esperança

O primeiro olhar do tempo do Advento

A Igreja acompanha os mistérios de Jesus Cristo durante os diversos ciclos da Liturgia. Com o primeiro domingo do Advento inicia-se um novo ano litúrgico. Não se trata de girar continuamente em torno de um eixo, mas de reencontrar a presença de Deus em etapas novas de nossa vida, nas quais a morte e a ressurreição de Cristo, o núcleo de nossa fé, iluminam a compreensão dos desafios de cada hora presente.

O primeiro olhar do tempo do Advento descortina o horizonte de sua volta do fim dos tempos. Olhamos para a definitiva manifestação do Cristo, quando vier em Sua glória, e clamamos com a Igreja “Vem, Senhor Jesus”. Verdadeiramente, o Senhor voltará e seremos julgados pelo amor, como Ele mesmo indicou no sermão escatológico do Evangelho de São Mateus. “O Senhor virá!”

Na conjugação do verbo da esperança, diremos depois que o Senhor vem. De fato, as duas semanas centrais do Advento abrirão nossos corações para a experiência da presença de Cristo em nossa história. Presente no próximo, especialmente nos mais pobres, presente na Comunidade, em sua Palavra e na Eucaristia. E Ele nos espera ainda no silêncio orante de nosso coração.

Para acompanhar-nos, a Igreja oferece dois “padrinhos” de Advento, o profeta Isaías e São João Batista. O profeta viu de longe e anunciou a chegada do Salvador. Com ele se aprende a sonhar alto! “Sim! As velhas angústias terminaram, desapareceram de minha vista. Sim! Vou criar novo céu e nova terra! As coisas antigas nunca mais serão lembradas, jamais voltarão ao pensamento. Mas haverá alegria e festa permanentes, coisas que vou criar, pois farei de Jerusalém uma festa, do meu povo, uma alegria. Eu farei festa por Jerusalém, terei alegria no meu povo. Ali não mais se ouvirá o soluçar do choro nem o suspirar dos gemidos. Não haverá ali crianças que só vivam alguns dias, nem adultos que não completem os seus dias, pois será ainda jovem quem morrer com cem anos. Não alcançar os cem anos será maldição. Quem fizer casas, nelas vai morar, quem plantar vinhedos, dos seus frutos vai comer. Ninguém construirá para outro morar, ninguém plantará para outro comer. A vida do meu povo será longa como a das árvores, meus escolhidos vão gozar do fruto do seu trabalho. Ninguém trabalhará sem proveito, ninguém vai gerar filhos para morrerem antes do tempo, porque esta é a geração dos abençoados do Senhor, ela e seus descendentes. E, então, antes que me chamem, já estou respondendo, ao começarem a falar, já estou atendendo. Lobo e cordeiro pastarão juntos, o leão comerá capim junto com o boi… Ninguém fará o mal, ninguém pensará em prejudicar na minha santa montanha” (Is 65, 17-25). “O Senhor vem!”

João Batista, por sua vez, anunciou a proximidade do Reino de Deus e pregou a conversão dos corações, para preencher vales e abaixar os montes. Indicou estradas até para os desertos da vida, veredas que se abrem para o encontro com o Salvador.

Na última semana antes do Natal, aí sim, é que voltaremos os olhos para o nascimento de Jesus Cristo em Belém de Judá. É o tempo do presépio, tempo de fazer festa para o Aniversariante, que é Jesus. Com Maria, José, pastores e magos, meditaremos de novo a cena sempre nova do Deus feito homem para a nossa salvação, nascido num estábulo e reclinado numa manjedoura. “O Senhor veio!”

O tempo do Advento não é em primeiro lugar uma preparação para o Natal, já que a Igreja só reserva a última semana para isso. Advento é tempo de conhecimento de Deus que está sempre se dirigindo a nós, homens e mulheres de cada tempo. Batendo à porta dos corações, quer encontrar uma reposta de amor. É o dinamismo da fé cristã, que vai ao encontro do Senhor que vem. A madrinha que a Igreja oferece para a última etapa do Advento é a Virgem Maria. O grande Papa Paulo VI considerava o Advento o tempo mais adequado para o cultivo da devoção mariana.

Conduzidos por tais testemunhas, a Santíssima Virgem Maria, João Batista e Isaías, deixemo-nos tocar pela graça de Deus. É hora de arrumar a casa de nossa vida, para receber carinhosamente a visita de Nosso Senhor Jesus Cristo. Certamente, são muitas as coisas que ocupam nossos corações. Desfazer-se do supérfluo, olhar ao redor para a prática da caridade, escutar mais e melhor a Palavra de Deus. Tempo de graça, pois o Senhor, virá, vem e veio, Nosso Salvador, Jesus Cristo! Maranathá! Vem, Senhor!

Foto

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

26/11/2010

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12100


“Aparecida – o milagre” estreia dia 17 de dezembro

novembro 29, 2010

“APARECIDA – O MILAGRE” estréia dia 17 de dezembro

O filme “Aparecida – o milagre”, com estreia prevista para 17 de dezembro, já é esperado por muitos devotos, ansiosos por ver, na tela do cinema, a história da Padroeira do Brasil narrada de forma contemporânea.

Estrelado por Murilo Rosa e grande elenco, o longa-metragem aborda uma trajetória de transformação, superação e reencontro de um homem com a família, o filho e, sobretudo, consigo por meio da fé em Nossa Senhora Aparecida.

Dirigido por Tizuka Yamasaki e produzido por Gláucia Camargos, toda a trama se passa no Vale do Paraíba, região do Estado de São Paulo onde está localizada a Basílica Nacional de Aparecida, o maior santuário mariano do mundo.

A produtora da obra cinematográfica afirma ser grande a emoção e a responsabilidade em produzir um filme com um olhar atual sobre a história e a devoção à Padroeira do Brasil. “É impossível fazer um filme sem se aproximar dela, e isso me emociona muito: falar da minha aproximação com ela”, comenta Gláucia referindo-se à Mãe Aparecida.

O ator Murilo Rosa, protagonista da trama, define seu personagem como um barril de pólvoras. “Este homem de sucesso é um trator, mas carente de pai, carente da mãe de quem se distanciou, carente de filho com quem não consegue se relacionar e, sobretudo, carente de fé”, explica o ator. De família católica, o artista se diz um homem de fé, pois, ao longo da vida pessoal e profissional, ele tem uma história muito ligada à Nossa Senhora Aparecida.

Sobre a expectativa em relação ao longa, o protagonista diz acreditar que as pessoas vão se identificar com essa busca pela fé. “Acredito que, pela verdade dos personagens e pela emoção da história, o filme tem todos os elementos para comover o espectador”, opina.

Outros nomes conhecidos pelo público, como Maria Fernanda Cândido, Leona Cavalli e a veterana Bete Mendes também compõem o elenco e falam sobre o papel que interpretam.

Maria Fernanda, que interpreta Beatriz, define sua personagem como uma mulher contemporânea. Alta executiva, ela acompanha Marcos, personagem de Murilo Rosa, em vários momentos importantes de sua vida profissional e pessoal. “Certamente, o público irá encontrar diversos pontos de identificação com as personagens e situações desse filme maravilhoso!”, enfatiza a atriz.

Leona Cavalli e Bete Mendes disseram ter gostado da possibilidade de atuar num filme dirigido por Tizuka Yamasaki e do roteiro sobre a fé em Nossa Senhora. Os atores Rodrigo Veronese e Jonatas Faro, estreantes na cinematografia, também são integrantes do filme.

Trilha sonora

Com estilo próximo ao dos filmes clássicos italianos e tema que visa aproximar o espectador da trama, a trilha sonora foi produzida por Paulo Francisco Paes. Bastante extensa – cerca de 50 minutos – ela é composta por três temas principais: um da infância do Marcos, um religioso ligado à Virgem Maria e ao milagre, e um para o protagonista na fase adulta, desenvolvido em diferentes situações da vida. A trilha também inclui um coral para 40 vozes.

O gênero musical, sempre apresentado em temas religiosos, está presente no início e no final do filme, e também no momento do milagre, quando o pescador João Alves recupera a imagem da santa.

“A música está muito presente em boa parte do filme, e foi uma grande experiência, sobretudo, para um estreante. Trabalhei muito, mas acredito que o objetivo inicial foi atingido: acentuar a religiosidade da história”, conta Paes.

Assista ao trailer oficial do filme:

 


PADRE FABIO DE MELO – AMIZADES POSSESSIVAS

novembro 29, 2010

PAPA BENTO XVI: O HOMEM ESTÁ VIVO ATÉ QUANDO EM SEU CORAÇÃO ESTIVER VIVA A ESPERANÇA

novembro 29, 2010

ANGELUS DO PAPA BENTO XVI

O HOMEM ESTÁ VIVO ATÉ QUANDO
EM SEU CORAÇÃO ESTIVER VIVA A ESPERANÇA

28.11.10 – Cidade do Vaticano O Santo Padre presidiu a oração mariana do Ângelus, deste domingo, na Praça São Pedro, no Vaticano, onde o aguardavam vários fiéis e peregrinos.

Bento XVI frisou que neste I Domingo do Advento, a Igreja inicia um novo Ano Litúrgico, um novo caminho de fé que recorda o evento Jesus Cristo. No Tempo do Advento olhamos tanto para a vinda do Filho de Deus, quando nasce da Virgem Maria, quanto ao seu retorno glorioso, quando virá a julgar os vivos e os mortos.

O Papa frisou que este sugestivo tema da expectativa tem um aspecto profundamente humano, “em que a fé se torna uma só coisa com a nossa carne e o nosso coração”.

“A expectativa, a espera – segundo Bento XVI – é uma dimensão que atravessa toda a nossa existência pessoal, familiar e social. A expectativa está presente em mil situações desde as pequenas e banais até as mais importantes que nos envolvem totalmente e profundamente”.

E o Papa citou como exemplo o casal que espera um filho, uma pessoa que espera um parente ou um amigo que vem de longe, a espera de um colóquio de trabalho, a espera nas relações afetivas, do encontro com a pessoa amada, a expectativa da resposta de uma carta, do acolhimento do perdão, e outras situações. E Bento XVI acrescentou: “Pode-se dizer que o homem está vivo até quando sabe esperar, até quando em seu coração estiver viva a esperança. E o homem reconhece suas expectativas: a nossa ‘estatura’ moral e espiritual pode ser medida por aquilo que desejamos, por aquilo em que esperamos.”

Podemos nos perguntar, neste Tempo de Advento, que nos prepara para o Natal: o que espero? Para onde se dirige neste momento o meu coração? Tais perguntas – segundo o Papa – devem ser feitas pelas famílias, comunidades e nações. “O que nós esperamos, juntos? O que une as nossas aspirações?” – perguntou ainda o Santo Padre.

Bento XVI frisou que antes do nascimento de Jesus, era muito forte em Israel a expectativa do Messias, ou seja, do Consagrado, descendente de Davi, que teria libertado o povo da escravidão moral e política e instaurado o Reino de Deus.

“Ninguém imaginou que o Messias poderia nascer de uma humilde jovem como Maria, prometida como esposa a José. Nem ela teria pensado nisso, mas em seu coração a espera do Salvador era tão grande, a sua fé e a sua esperança eram tão fortes, que Ele pôde encontrar Nela uma mãe digna” – frisou o Santo Padre.

Bento XVI concluiu a oração mariana do Angelus exortando os fiéis a aprenderem com Maria, Mulher do Advento, “a viver os gestos cotidianos com um espírito novo, com o sentimento de uma expectativa profunda, que somente a vinda do Senhor pode preencher”. O Papa concedeu a todos a sua bênção apostólica.

Fonte: Rádio Vaticano.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Papa%20Bento%20XVI/O%20HOMEM%20ESTÁ%20VIVO%20ATÉ%20QUANDO%20EM%20SEU%20CORAÇÃO%20ESTIVER%20VIVA%20A%20ESPERANÇA%20%20.htm


REVESTE-ME SENHOR, COM O TEU AMOR

novembro 29, 2010

Reveste-me Senhor, com o teu amor

Dom Irineu Danelon
Foto: Vânia Regina/CN

 

Hoje parece que as leituras foram feitas para nos da Pastoral da Sobriedade, pois realmente o que nos fazemos é transformar as armas em ferramentas, para ajudar, levantar, animar à outros. Os fracos fazem guerra, os fortes compreendem uns aos outros, e nos precisamos transformar a fera que existe dentro de nós. Quando você usa drogas se torna uma pessoa feroz e uma pessoa perigosa, porquê nos somos os únicos animais que podemos usar da inteligencia para fazer o mal.

Jesus veio fazer a revolução da fraternidade e o Tempo do Advento é esse tempo de fraternidade, mas a arma mais perigosa é a língua, que é mais perigosa que uma metralhadora. O tempo do Advento diz a Segunda leitura (Romanos 13,11-14a), é o tempo de se revestir de Cristo.

É preciso se revestir de Cristo por inteiro, dos pés a cabeça, do ultimo fio de cabelo ao dedão do pé.
Deixar Cristo revestir o nosso ouvido, para ouvir a Voz de Deus, que Cristo revista os nossos olhos, pois quem não tem amor não enxerga, e se nossa língua for ungida, for revestida por Jesus a serviço do amor, nossa palavra sera capaz de animar, motivar, consolar, levantar a todos e não mais dividir, e por fim se o nosso coração for o lugar onde o amor reside, seremos como uma fornalha, que arde de compaixão.

Peça também que nossas mãos sejam ungidas, para abençoar, para levantar, para ajudar o outro, peça que o amor de Jesus transforme as suas mãos, pois se você trabalha sem amor, de nada adianta. O amor precisa entrar até no seu bolso, para que você possa ser solidário, partilhar, e lembrar-se das palavras que falamos pela manhã: sobriedade e solidariedade.

O Natal só acontece com pessoas novas, quando você se torna novo, revestido pelo mesmo Espirito Santo que revestiu Jesus. Quando o seu natal acontece? Quando você pode dizer: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gal.2, 20)

Sede sóbrios. O Natal não é tempo de bebedeiras, de drogas, mas tempo de revestir-nos do Cristo, pois não sabemos, quando vamos prestar contas da nossa vida ao Senhor.

“o Tempo do Advento é tempo de fraternidade”
Foto: Vânia Regina/CN
 

Quero terminar contando uma pequena parábola:

Um homem foi preso, e na cadeia durante uma noite ele sonhou com Jesus. No sonho Jesus aparecia para ele pois havia chegado sua hora de prestar da sua vida. Este homem ficou preocupado, pois não havia nem mesmo se livrado do tribunal dos homens. Então no sonho Jesus diante deste homem o perguntou: Você me ama? O homem pensou um pouco e respondeu que sim, neste momento Jesus o questionou novamente dizendo: Então prova! Há quantos você amou? O homem começou a pensar, e não encontrava ninguém que ele pudesse afirmar verdadeiramente que havia amado, então se viu sem resposta diante de Jesus. Neste momento o homem acordou e se viu mais uma vez na cela, junto com outros presos e percebeu que aquele sonho era um aviso. Deste dia em diante, o homem fez a opção de começar amar por ali, começando com seus companheiros cela, a partir daquele dia, tudo era partilhado: o alimento, a limpeza da cela e tudo mais.

A Pastoral da Sobriedade nasceu de uma inspiração, esta inspiração vem do Amor Maior que é o que precisamos viver neste Advento, pois Jesus vai nos perguntar se amamos os nossos, aqueles que precisam da nossa ajuda, que precisam do nosso apoio. O amor é o que importa, é o que devemos viver.

Transcrição e adaptação: Carlos Eduardo

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=2483&pre=6748&tit=Reveste-me%20Senhor,%20com%20o%20teu%20amor


FLAVINHO – COMIGO ESTÁS

novembro 28, 2010