PAI, EU ESTOU OBSERVANDO VOCÊ – LEGENDADO

fevereiro 28, 2011
Anúncios

MARIA E A INCOMPREENSÃO PROTESTANTE

fevereiro 28, 2011

 

MARIA E A INCOMPREENSÃO PROTESTANTE

 

Vimos nos dias de hoje, como algumas denominações que se auto intitulam com “evangélicos”, “crentes”, “cristãos” vem atacando com veemência a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica Romana, sempre citando fatos teológicos infundados que ora ofendem a Santa Mãe de Deus, ora ofendem a Tradição Apostólica, e até mesmo a Sagrada Escritura, sua única fonte de FÉ.
Será que o Deus que eles adoram é o mesmo da Igreja Católica? Ou será que só tem o mesmo nome? Será que Jesus Cristo se sente feliz com o que eles falam de sua mãe? Certamente não.Vejamos a real visão que os Reformadores do século XVI tinham, e que se difere totalmente da visão dos dias de hoje.

Os Reformadores conservaram muitos pontos da tradição mariana; pontos que as gerações seguintes foram pondo de lado.

Lutero, por exemplo, não negou a virgindade perpétua de Maria, mas julgava em dizer que a expressão “irmãos de Jesus” deve ser entendida no sentido semita; este atribuía a irmãos o significado de “parente, familiar”; para o confirmar, Lutero apelava para a significação ampla da palavra grega adelphoi na tradução dos LXX.

Lutero também admitia a imaculada conceição de Maria, devida à prévia aplicação dos méritos de Cristo. Quanto à assunção corporal, o reformador não ousava professá-la explicitamente, mas não excluía que o corpo de Maria tenha sido levado pelos anjos dos céus. No calendário luterano ficaram três festas marianas, que tem base no novo testamento e estão ligadas a Cristo: a anunciação ou festa da encarnação, a visitação de Maria a Isabel ou festa da vinda de Cristo, e a purificação de Maria aos quarenta dias após o parto, também tida como festa da apresentação de Jesus no templo.

Calvino, em alguns aspectos, foi mais radical. Suprimiu as festas marianas, aceita o título “Mãe de Deus” definido pelo concílio de Éfeso em 431, mas prefere a expressão “Mãe de Cristo”. Sustenta a perpétua virgindade de Maria, afirmando que “os irmãos de Jesus” citados em (Mateus 13,55) não são filhos de Maria, e sim parentes. Professar o contrário, segundo Calvino, significa “ignorância”, louca sutileza e “abuso da sagrada Escritura”.

Zwínglio, o reformador em Zurich, conservou três festas marianas e a recitação da Ave-Maria durante o culto sagrado.

É interessante notar que Lutero, Calvino e Zwínglio, autores da reforma protestante no século XVI, deixaram belas expressões de estima e louvor a Maria Santíssima.

Martinho Lutero em seu comentário sobre o Magnificat (Lucas 1,46-55) escreve: “Ó bem-aventurada mãe, virgem digníssima, recorda-te de nós que também em nós o senhor faça essas grandes coisas”.

Ao referir-se a (Mateus 1,25) observa: “destas palavras não se pode concluir que, após o parto, Maria tenha tido consórcio conjugal. Não se deve crer nem dizer isto” (Obras de Lutero, edição Weimar, tomo 11, pg 323).

Disse ainda: “Os irmãos de Jesus, mencionados no Evangelho, são parentes do Senhor” (Edição Weimar, tomo 46, pg 723, tischreden 5, n° 5839). O reformador prometia cem moedas de ouro a quem lhe provasse que a palavra almah em (Isaías 7,14) não significava virgem (Edição Weimar, tomo 53, pg 640).

No fim de sua vida, aos 17/01/1546, Lutero exclamou num sermão muito agitado: “Não se deve adorar somente a Cristo? Mas não se deve honrar também a santa mãe de Deus? Esta é a mulher que esmagou a cabeça da serpente. Ouve-nos, pois o Filho te honra; Ele nada te nega”. Vê-se que até os últimos dias Lutero guardou devoção a Maria.

No tocante às imagens, Lutero não as proibia; firmava que as proibições feitas no antigo testamento não afetavam os cristãos (Edição Weimar, tomo 7 pg 440-445). Considerava as imagens como a Bíblia dos pobres e iletrados.

Sobre a virgindade de Maria os artigos da “Doutrina Cristã” elaborados por Lutero em 1537 professam:

O Filho de Deus faz-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o concurso de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem”.

Calvino publicou em 1542 o “Catecismo da Igreja de Genebra”, onde se lê: “o filho de Deus foi formado no seio da virgem Maria… isto aconteceu por ação milagrosa do Espírito Santo sem consórcio de varão”.

Zwínglio, por sua vez, escreveu: “firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que no parto e após o parto permaneceu para sempre virgem pura e íntegra” (Corpus Reformatorum: Zwingli Opera 1 424)

Declarou ainda: “Estimo grandemente a Mãe de Deus, a Virgem Maria perpetuamente casta e imaculada” (ZO 2,189).

Os “irmãos do Senhor” eram, para Zwínglio, “os amigos do Senhor” (ZO 1,401).

Podemos observar que até mesmo o Corão de Maomé, que reproduz certas proposições do Cristianismo, professa a virgindade de Maria (cf.Sura 19).

Outras palavras dos reformadores:

Amman, discípulo e contemporâneo e Zwínglio, declarou: “Maria foi preservada de toda mancha e culpa do pecado original, do pecado mortal e do pecado atual”.

Heinrich Bullinger, sucessor de Zwínglio, testemunhou: “cremos que o corpo puríssimo da virgem Maria, Mãe de Deus e templo do Espírito Santo…foi levado pelos anjos do céu”.

Lutero escreveu: “não há honra, nem beatitude, que sequer se aproxime por sua elevação da incomparável prerrogativa superior a todas as outras, de ser a única pessoa humana que teve um filho em comum com o Pai Celeste”.

Calvino escreveu: “não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para ser Mãe de Deus”.

Zwínglio: “Quanto mais crescem a honra e o amor de Cristo entre os homens, tanto mais crescem também a estima e a honra de Maria, que gerou para nós um tão grande e propício Senhor e Redentor.

Podemos verificar sem dúvidas que nem os “Pais” do Protestantismo, tinham a distorcida e falsa visão da Fé e da Doutrina da Verdadeira Igreja fundada por Cristo. No Livro do Apocalipse, no Novo Testamento, vimos um dragão que perseguia a Mulher.

Devemos guardar nossa Mãe Maria com amor e respeito, Ela que foi colaboradora de Jesus no Plano da Salvação do homem.

“A Bem-Aventurada Virgem Maria …pelo dom da maternidade divina, que com seu Filho Redentor, e ainda pelas suas graças e funções singulares, encontra-se também intimamente unida à Igreja: a Mãe de Deus é a figura da Igreja…e isso, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo”. “Feliz porque acreditou”…de geração em geração Maria está presente no meio da Igreja que faz sua peregrinação na fé, sendo para ela modelo de esperança que não decepciona.

Ó Virgem Santíssima, rogai por nós pecadores, que recorremos a vós!

Fonte: http://www.espacomaria.com.br/?cat=8&id=3161


PADRE FABIO DE MELO – CONFLITOS NA PROFISSÃO

fevereiro 27, 2011

SANTIDADE E VIDA COM DEUS

fevereiro 27, 2011
Márcio Todeschini
Foto: Andréa Morais/Fotos CN

Santidade e vida com Deus

“A vontade de Deus é vossa santificação e que vos afasteis da imoralidade sexual. Saiba cada um de vós viver seu matrimônio com santidade e com honra, sem se deixar levar pelas paixões, como fazem os pagãos que não conhecem a Deus” (I Ts 4,3-5).

Essa Palavra é dirigida a todos que precisam de uma verdadeira conversão de coração. Conversão diária. Muitas vezes, achamos que estamos convertidos e relaxamos e o “homem velho” vem à tona com força.

“A vontade de Deus é vossa santificação” é uma Palavra muito forte, muito clara. Nela, Paulo fala para uma comunidade, que possui muitas imoralidades, divórcios, pessoas prejudicadas, sofrendo porque tinham se esquecido da experiência que haviam feito com Deus. Era uma comunidade que já havia sido evangelizada.

Quando você foi evangelizado? Quando fez sua catequese? Naquele tempo as pessoas estavam deixando de lado a sua fé. Quantos de nós já nos perguntamos qual é a vontade de Deus para nossa vida. Eu lhe respondo: A vontade de Deus é a sua santificação.

Precisamos trazer essa passagem bíblica para o concreto na nossa vida, pois é Palavra de Deus para nós. Como permanecer em Deus, sem ouvir Sua Palavra? Que relação é essa que temos com o Senhor se não Lhe damos ouvidos? Quando estamos mal, corremos atrás do Senhor, mas quando está tudo bem, nos esquecemos d’Ele e a Palavra de Deus fica de lado.

Saiba cada um de vós viver seu matrimônio com santidade e com honra, sem se deixar levar pelas paixões, como fazem os pagãos que não conhecem a Deus“. Quantas vezes, nós nos deixamos levar pelo mundo paganizado? Nós nos deixamos levar pelo relativismo. Muitas vezes, pensamos: “Será que Deus existe mesmo?” Vamos relativizando tudo e pensando: “As coisas não são bem assim”, e essas coisas vão minando a nossa fé, e perdemos o laço que é a nossa fé em Deus.

Nós cremos em Deus, você está vivo porque o Espírito Santo lhe deu a vida, Ele está dentro de você! Nós precisamos do batismo do Espírito todos os dias, assim como precisamos tomar banho diariamente.

Muitas vezes, nos colocamos diante de Deus de uma maneira hipócrita e não Lhe dizemos o que realmente estamos vivendo. Mesmo que tenhamos muitas coisas para fazer devemos dizer a Deus que estamos com Ele. Apesar de nossa cabeça estar em outras coisas, devemos trazer Deus para dentro de nossa vida. Isso é santificação.

Nós precisamos trilhar o caminho da santificação, mas quem nos santifica é Deus, que nos dá o Espírito Santo logo que somos concebidos.

O mundo tem sede das coisas santas, e nós somos responsáveis por isso, nós que recebemos o Espírito Santo. Nós vamos contagiar as pessoas no nosso trabalho. Mas é necessária uma decisão de não se calar, de revelar essa verdade que está dentro de nós, com caridade.

Márcio Todeschini
Foto: Andréa Morais/Fotos CN

Fala-se muito do pecado original neste mundo paganizado, cheio de malícia, pornografia, desconstrução da sociedade, mas não temos coragem de dar um basta nisso. É preciso uma decisão.

“O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente. Ora, o Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, do lado do oriente, e colocou nele o homem que havia criado” (Gn2,7-8).

Deus é o Criador de todas as coisas e não podemos achar que Adão e Eva são uma realidade figurativa, distante de nós. Deus soprou e aquilo que saiu d’Ele nos deu a vida, sem Ele não existe vida. O Senhor formou o homem do pó para dizer que Ele pode tudo. O Senhor plantou um jardim para colocar o homem que Ele mesmo criou, Ele preparou um lugar para você e para mim. Veja que amor, que carinho! Ele pensou nesse momento, o Senhor ali já tinha planos para o homem.

Você foi criado, porque Deus o amou antes. Se você acha que não foi amado, coloque uma pedra nisso, pois o Senhor o amou antes de você ter sido criado!

“O Senhor Deus disse: ‘Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada'” (Gn 2, 18). Você que tem uma experiência negativa com seus pais e se fecha à vontade de Deus para o matrimônio e se entrega a relacionamentos errados, saiba que o Senhor tem o poder de fazer tudo novo.

Nós homens fomos criados num estado de santidade original, a vontade de Deus é a nossa santificação para que possamos viver em santidade e honestidade e para que possamos resgatar essa santidade original. Quando recebemos o batismo, somos admitidos como filhos de Deus e nesse momento recebemos os sete dons do Espírito Santo. Ali está plantada na nossa vida, nossa alma, a nossa fé, uma marca que não se apaga. Nada pode apagar essa marca do batismo na nossa alma, o pecado que vem de Adão e Eva são apagados e são abertas as portas da santidade, do jardim que o Senhor preparou para nós.

Em Jesus Cristo temos acesso a Deus, pois por Ele fomos resgatados de uma vez por todas. O Altíssimo mandou Seu Filho único para salvar a todos. A nossa santificação é voltarmos para o lugar que Ele preparou, fazer o caminho de volta. Volte para Deus! Isso é santidade! Ela não está essencialmente naquilo que fazemos, mas está na certeza de que queremos e precisamos participar da vida com Deus, queremos que Ele esteja dentro de tudo que vivemos.

Santidade é saber que precisamos voltar para aquele jardim, no qual Deus nos espera.

 

Márcio Todeschini

Missionário e músico da Comunidade Canção Nova

 

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=2527&pre=6858&tit=Santidade%20e%20vida%20com%20Deus


PADRE JOSE AUGUSTO – SENHOR LIVRAI-NOS DA SOBERBA

fevereiro 26, 2011

CARNAVAL CATÓLICO EM BRASÍLIA

fevereiro 26, 2011


PROVIDÊNCIA OU PREVIDÊNCIA?

fevereiro 26, 2011

Imagem de Destaque

Providência ou previdência?

‘Feliz quem teme o Senhor e segue seus caminhos’

Por que ficar tão preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo. Não trabalham, nem fiam. No entanto, eu vos digo, nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um só dentre eles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje está aí e amanhã é lançada ao forno, não fará ele muito mais por vós, gente fraca de fé? Portanto, não vivais preocupados, dizendo: ‘Que vamos comer? Que vamos beber? Como nos vamos vestir?’ Os pagãos é que vivem procurando todas essas coisas. Vosso Pai que está nos céus sabe que precisais de tudo isso” (Mt 6, 28-32).

Das pessoas sábias e maduras se diz serem capazes de prever e prover o necessário à própria vida e de sua família. Seu equilíbrio na administração dos bens lhes possibilita olhar com serenidade o futuro e manter a necessária serenidade. São ideais que atraem a todos e podem ser chamados de sonhos de estabilidade, aqui entendida num sentido amplo, abarcando todas as áreas de atividade das pessoas. Entretanto, sabemos que esse sonho está bem distante de uma grande massa da população, com tantas pessoas esforçando-se para mal e mal sobreviverem, muitas delas vivendo de sobras que as humilham e degradam. Os dois extremos não nos permitem acomodamentos, pois fomos feitos para a dignidade da vida em todos os aspectos e, ao mesmo tempo, é dever de consciência olhar ao redor e empreender todos os esforços para a elevação do nível social e econômico de todos.

E aqui entra a desafiadora pergunta sobre a ação dos cristãos e as possibilidades de anúncio do Evangelho a todos. É necessário aguardar que se eleve o nível sócio-econômico das pessoas, por estarem muito mais preocupadas com a busca do necessário pão de cada dia, para depois falar-lhes de Deus? Não é o caso de estimular nelas a busca do desenvolvimento pessoal, até porque sabemos que Deus também quer que elas cresçam? Sabemos como é traiçoeiro e falso esse raciocínio! O Evangelho é bom e é totalmente necessário que seja anunciado a todos os homens e mulheres de todos os tempos. Seria defraudar um direito fundamental recusar-se a dar a Boa Nova a quem quer que seja! E a Igreja o sabe e quer chegar até os confins da terra, levando a Palavra e o nome de seu Senhor.

Os cristãos querem praticar e propor duas atitudes. De uma parte, como base e fundamento, buscar o Reino de Deus e sua justiça, sabendo que todas as outras coisas são dadas por acréscimo (cf. Mt 6,33). É a certeza que já inspirava o salmista: “Se o Senhor não construir a casa, é inútil o cansaço dos pedreiros. Se não é o Senhor que guarda a cidade, em vão vigia a sentinela. E inútil madrugar, deitar tarde, comendo um pão ganho com suor; a quem o ama ele o concede enquanto dorme” (Sl 126, 1-2). É uma liberdade a ser cultivada no coração e nas atitudes. Ela suscita gestos de generosidade e partilha especialmente naqueles que parecem ter pouco ou menos! Não é raro assistir espetáculos de generosidade entre os mais pobres. Expressão reveladora de tais sentimentos é a tão conhecida “onde uma pessoa pode comer, duas também podem”.

O outro lado da moeda tem o nome de responsabilidade. Confiança em Deus pede fidelidade no cumprimento de todas as suas palavras. “Feliz quem teme o Senhor e segue seus caminhos. Viverás do trabalho de tuas mãos, viverás feliz e satisfeito. Tua esposa será como uma vinha fecunda no interior de tua casa; teus filhos, como brotos de oliveira ao redor de tua mesa. Assim será abençoado o homem que teme o Senhor” (Sl 127, 1-4). Também aqui os exemplos florescem em todas as partes. Quantos são os casais que chegam à plenitude dos anos testemunhando fidelidade, trabalho e esforço, vendo os filhos brotarem como ramos de oliveira! Quantas famílias maravilhosas eu tenho conhecido e visitado, nas quais a confiança absoluta na Providência de Deus estimulou também uma invejável dedicação, seja às próprias atividades laborativas, seja ao compromisso com a sociedade e com a Igreja.

Estas pessoas sabem que o Senhor Deus criou os seres humanos para serem vivos, bonitos e bem tratados. Confiantes em Deus, elas não se preocupam, mas se ocupam, sim, com toda dignidade, de suas tarefas diárias e adquirem o necessário equilíbrio. O cristão não tem direito de ser menos competente em seu campo de trabalho do qualquer outra pessoa. Sua inteligência e seus dotes pessoais foram dados para serem postos a serviço dos outros. Daí a recomendação do Apóstolo São Paulo: “Quando estávamos entre vós, demos esta regra: “Quem não quer trabalhar também não coma”. Ora, temos ouvido falar que, entre vós, há alguns vivendo desordenadamente, sem fazer nada, mas intrometendo-se em tudo. A essas pessoas ordenamos e exortamos no Senhor Jesus Cristo que trabalhem tranqüilamente e, assim, comam o seu próprio pão. E vós mesmos, irmãos, não vos canseis de fazer o bem” (II Ts 3m 10-13).

Foto

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

23/02/2011